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sexta-feira, 21 de maio de 2021

O abraço de Twenty One Pilots em "Scaled And Icy"


Isso pode comemorar pois os caras se reinventaram de novo e nos entregaram um abraço em forma de música em uma época em que mal conseguimos abraças quem amamos, eu sinto o amor vindo desse disco de forma plena e extremamente forte. No seu sexto disco a banda usou e abusou de suas experiências instrumentais e melodias que faz você agitar de alguma forma, a sensibilidade musical está à tona aqui e eles souberam aproveitar um amadurecimento de seus fãs mostrando todas as fases que possa existir dentro de nós, passagens e momentos em que cada disco pode se fazer presente e ter um sentido maior em nós, de uma melancolia aguda a uma extrema alegria e alguns gritos para extravasar, eles nos dão tudo isso e muito mais. Uma grande experiência é notar os singles que foram apresentados antes do disco lançar com “Choker” e “Shy Away”, e já digo que Shy Away é uma obra prima de um nível que eu jamais achei que escutaria viu, é um primor de batidas irreverentes que ajudam em todo o processo musical, em forma de uma explosão e implosão magnifica, eu ainda estou maravilhado desde quando foi lançada a um tempinho atrás. Mas outro ponto que a banda não forçou uma reformulação de seu som ou usou de seus fãs estarem com outras sintonias, mas sim aos poucos mostraram que sim podem mudar tons aqui, melodias ali, uma letra mais profunda ali, e ao mesmo tempo e as vezes na mesma canção retornar a algo mais leve e mais simples, não forçaram a barra para atrair mais fãs, mas sim abraçaram mais ainda os que já tinham e fizeram isso de forma esplendorosa.
Vamos agora tratar mais das canções desse disco, vai coloca “Saturday” pra deixar essa leitura bem gostosa e dançante, solta ai suas amarras da cadeira e requebre da forma que quiser, porque o poder dessa música em fazer dançar é enorme e faz bem demais meu deus, que música deliciosa. Essa vibe é sentida bastante no disco, em músicas que fazem bem e faz você se libertar, talvez o foco da banda seja esse em tirar um pouco dessas amarras intensas que a pandemia nos trouxe, terminou a música? Então não abaixe a vibe e coloque “Shy Away” e dance, dance, dance sem pensar e nem se importar, talvez o sentir é a forma mais importante nesse momento em tudo que o mundo anda vivendo, se liberte. Outras músicas chamaram bastante atenção também, como “Choker” com uma letra mais pesada e densa mas de uma forma mais leve a sonoridade, outra é a “Never Take It” que já puxou uma linha um pouco mais rápida e lembrando uma sonoridade antiga da banda, mas deixemos pra tratar música por música nos cinco motivos que virá daqui uns dias.

Um pacote bem embalado e bem fechadinho que a banda nos entregou, amarra muito bem do começo ao fim e como sempre nos dá a sensação clara que é uma história sendo contada em vários capítulos, particularmente acho isso formidável. As artes dos clipes, as cores da capa e tudo que vem junto também é feito de uma forma muito gostosa de se observar. É isso, a banda nos entregou essa beleza alegre que faz parte da vida, então se entregue a absorva o máximo que conseguir, a vida é feita pra viver e com essa trilha sonora fica mais fácil ainda!


LINKS DA BANDA



sábado, 31 de outubro de 2020

Cinco motivos para escutar "Post Human: Survival Horror" do Bring Me The Horizon

 


Esse disco veio como um cometa em nossa cabeça, é uma pancada em diversos sentidos, e o principal com a evolução constante que o Bring Me The Horizon oferece aos seus fãs. O disco foi totalmente produzido na pandemia, cheio de atrações especiais e que vou abordar mais afundo abaixo nos motivos que vai começar, se liga que vem quente!

Primeiro tem de se falar o sacrifício que é para todas as bandas conseguirem produzir algo em meio a esse caos que vivemos, a arte interior fica um pouco mais vazio e assumo os medos, anseios e desespero. Mas a banda soube muito bem pegar esses elementos e fazer um disco sensacional e que tocasse a todos os cantos do mundo com sentimentos abruptos a todo momento.

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O disco não ficou longo, tem duração de um pouco mais de trinta minutos, as músicas latentes são rápidas e com muitos riffs que a banda nunca havia mostrado as caras para nós, então entra de novo aquela sensação que a banda se inovou de novo, que já vem se tornando a face da banda, uma mudança constante.

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Ao escutar o disco eu sinto gritos ecoando dos meus ouvidos, é como se toda música fosse uma parte dessa quarentena insana que vivemos e não acaba, é como se cada música gritasse o episodio eterno que estamos vivendo, com os sentimentos mais conturbados e enozados que são, talvez um grito da alma de todos que faz o ar entrar um pouco melhor em nossos pulmões.


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Tem participações sensacionais no disco, como a Amy Lee em uma das faixas mais emocionantes e intimistas, também o jovem Yungblud que vem estourando mundo a fora pela irreverencia e tamanha autenticidade, também as garotas do BABYMETAL que fazem um som sensacional e também a Nova Twins que dão um ar muito massa em uma das músicas.

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Agora vamos lá, alavancar o top três do disco, que vai ser quase impossível porque todas tem uma particularidade imensa dentro dessa obra. Mas inicia com a “Teardrops” que foi uma música que me tocou particularmente tanto pela letra como pelo clipe também, é forte e cheia de toques que te hipnotizam pra dentro com a letra falando como se fosse o reflexo de sua própria fala, um grito de piedade a vossa alma. Depois com toda certeza tem de entrar “Dear Diary”, que música maluca, nunca pensei que eles fariam um som tão hardcore como esse, é extremamente rápido e muito pesado, gritando a um diária sem entender nada com que acontece as coisas no hoje em dia, há elementos diferentes nos instrumentos mas a bateria come solto com variações de vocal em screamo e extrema suavidade, é uma daquelas músicas que você quer gritar tão alto a endorfina que te percorre ao escutar, é de outro mundo! Agora eu vou colocar fogo com “Kingslayer” que tem a participação da BABYMETAL, que também vem com essa pegada mais pesada e rápida mas muda bastante com o som da participação oriental das meninas, tem uns toques bem fortes do sintetizador mas o carro forte é a bateria de novo com riffs de risada bem altos e o vocal do Oliver chegou ao topo nesse som, é uma viagem de outro universo! BÔNUS, não podia deixar de citar a “One day the only butterflies left will be in your chest as you march towards your death”, que com esse nome gigante já chamou atenção, e nela tem a participação da sensacional Amy Lee, que fez um som em conjunto a banda com piano e muito poder, faz o sentimento rolar solto os arrepios rolarem e uma sensibilidade tomar totalmente a conta, é pesada de se ver e ouvir mas é aquilo que devemos ouvir a aprender mais ainda conosco. Finalizando esse discaço, que ainda tem várias músicas sensacionais com “Parasite Eve” que já virou matéria aqui, “Obey” que tem a participação do Yunglbud, e várias outras,  mas deixo pra vocês descobrirem e degustar ao máximo!


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