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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Vou falar é da Radio Front



Aumenta o volume ai que vem pedrada! Em um conversa descontraída com o Leonardo (baterista), conseguimos conhecer mais sobre a banda, projetos futuros e o que vem sendo lançado até agora! Se aconchegue, coloca a música dos caras e bora pra essa matéria logo!

Trajetória da Radio Front


"Nós somos do Rio de janeiro, todos da zona norte. Inicialmente a banda foi formada por três amigos de escola, o Felipe, Marcelo e Bruno, que tocavam num estúdio improvisado por eles na casa do Felipe, no Méier. Lá eles faziam jams e convidavam amigos pra tocar, e aí vinham os amigos dos amigos, até que um dia eu caí por lá de para quedas e toquei bateria. Sempre aparecia alguém novo, em legítimas jams de "garagem". Um tempo depois disso me deparei com um vídeo do Felipe simplesmente tocando as músicas da Radio Front em um programa de Hollywood. Achei aquilo incrível e fiquei muito feliz por eles. Até que alguns dias depois inacreditavelmente o próprio Felipe me liga, não sei nem com quem ele conseguiu meu telefone, e pergunta se eu quero gravar uma música com eles. Oi? O cara tocou semana passada em Hollywood e tá me chamando pra gravar? Não dei nem tempo de ele terminar de perguntar e aceitei. E assim eu estou aqui até hoje, e a banda foi se solidificando até a formação que temos atualmente."

Projetos Lançados e plano futuros

"Em 2018 lançamos nosso primeiro disco "Into The Rain", após um longo ano de pré-produção, gravação e pós-produção, além da honra de tê-lo masterizado pelo mestre Chris Hanzsek, que já trabalhou com o Soundgarden e Far From Alaska. Lançamos também três videoclipes de músicas do disco. Após este lançamento e muitos shows, tivemos tempo de amadurecer novas idéias e entramos em uma nova fase, que teve início com o lançamento do single "Butterfly". Um tempo depois disso fomos procurados por um selo Canadense, ficamos muito animados, pois é uma coisa que não esperávamos que fosse acontecer tão cedo, e assinamos com eles para o nosso som tocar na América do Norte, Europa e Austrália. Atualmente trabalhamos em novas músicas às quais estamos muito animados e ansiosos pra lançar. Por isso fiquem ligados que tem novidade saindo do forno em breve!"

Influencias musicais


"Ouvimos do metal à música eletrônica, do rock progressivo ao punk, é uma salada de influências e cada integrante contribui com as suas no processo criativo, que acontece geralmente de duas formas. Através de jams no estúdio com todo mundo jogando suas idéias recentes no ar, e também, principalmente nesse momento que vivemos, trocando gravações pessoais de riffs e melodias. Aí cada um de sua casa contribuí e aos poucos para construirmos algo novo."

Mensagem ao fãs

"Aos nossos fãs só temos a agradecer. É deles que vem toda a energia que nos motiva a continuar produzindo e tocando um som totalmente autoral. Tivemos experiências incríveis em diversos lugares que tocamos, inclusive no interior, onde tivemos uma receptividade incrível! Aos novos fãs, que ainda não tiveram oportunidade de nos assistir ao vivo, queremos dizer que o mais breve possível, quando todos estivermos seguros para nos reunir novamente após o fim da pandemia, anunciaremos datas para próximos shows, estamos muito ansiosos pra faze-los!"


Links da banda





terça-feira, 23 de junho de 2020

A carta aberta de Luiz Miguel


Lançando essa proposta de matérias, onde vou buscar vozes potentes no meio musical e excitar elas a soltarem o verbo dos assuntos que mais precisam ser debatidos no momento, englobando claro cultura, musica e tudo mais. A primeira voz é Luiz Miguel, baixista da banda Fusage, vive com a arte e vibra em sua alma o basquete. Então vem conosco nessa nova proposta, e aprecie a língua afiadíssima desse cara!

Sua história pessoal e na musica

"Sou Luiz Miguel da Costa Neto (nome do meu avô) tenho 30 anos, Design Gráfico e Diretor de arte, baixista na Fusage e amante de basquete, cerveja e café. Cara, minha história com a Fusage é algo da hora demais, até porque eu e o Douglas (Vocalista) já nos conhecíamos das antiga, somos de Naviraí-MS, a gente teve banda na mesma época em Naviraí e tínhamos vários amigos em comum e nessa ai a vida deu conta de cruzar nossos caminhos aqui em Maringá, a ideia inicial da banda foi do Douglas, ele tava fervoroso assim que voltou da Irlanda, me chamou várias vezes pra colar no estúdio e tirar um som mas eu não tava muito na vibe de tocar, eu tava bem focado na Faculdade de Publicidade e Propaganda que eu acabei trancando no último ano. Até que teve um dia que eu aceitei e fui no estúdio pra ver o que ia rolar, acabei brisando demais, foi quando ele chegou e falou “ Ta afim de fazer parte da banda?”  ai eu acabei assumindo esse compromisso. E tem sido algo muito fodaa, sério, o que eu pude experienciar com a banda ou melhor família, é algo surreal, as viagens, a galera, a energia que a gente pode trocar tanto com público em cima do palco quanto as pessoas boas que encontramos ao longo desse período de banda, é sinistro. Bom acho que meu som vem sempre do momento que estamos passando, sou muito de tentar sentir a vibe do momento, as vezes mais agressivo e as vezes mais “deboista”  eu sou de escutar muita coisa, quando criança tinha muita influência direta da minha mãe Dona Maria que já cantou em banda baile durante um tempo, ela sempre colocava vários CD’s pra tocar, Djavan, Tim Maia, Eliana de Lima, Phill Collins, Raça Negra… entre outros, Na adolescência era mais revolts kkkkk, ouvi muito, Slipknot, Mudvayne, System of Down… Só que esse período todo eu era muito mais influenciado pelo Hip Hop por conta do basquete, eu só usava roupas gigantescas, tênis branco, camiseta branca, trancinhas no cabelo, sempre no estilo gangsta rap kkkkkkkkk (bons tempos). Então acho que meu som tenta beber de várias fontes mas não tem nada específico, uma mistura do caralho que até está dando certo. Eu cursei publicidade e propaganda mas não concluí, no segundo ano eu sentia a necessidade de entrar logo no mercado de trabalho e nessa, as pessoas exigiam a experiência com os softwares de criação, ai comecei a aprender por conta mesmo, eu sempre falo que essa profissão me escolheu. Eu vejo uma importância tão grande na publicidade e propaganda, pois ela é capaz de mudar padrões e conceitos que estão enraizados dentro de uma sociedade, é capaz de trazer a representatividade para minorias. Eu como homem negro atuando nesse mercado de trabalho sei da minha importância e do meu papel social, então sempre que posso tento contribuir com a representatividade do negro em peças publicitárias e assim tenho seguido. Hoje em dia estou muito focado em criar Identidades visuais( Marca, logo) faço alguns cursos tenho estudado e buscado aperfeiçoar meu trabalho cada dia mais."

A vida durante a pandemia 

"Cara essa pandemia realmente deixou tudo a flor da pele, mas sigo uma rotina de muito trabalho na verdade, to fazendo Home Office na empresa que estou trabalhando e nos momentos livres estou tentando usar esse tempo pra poder melhorar minhas habilidades profissionais, estudando marca, desenvolvimento, técnicas de criatividade e desenvolver projetos pessoais de Design, mas também não estou me cobrando muito não. A terapia tem me ajudado bastante com a saúde mental no entanto acho que o que mais está pegando é  a saudade da minha mãe e meu irmão mais novo que moram MS isso ai ta foda irmão. Em relação a saúde física ta foda acho que corri na primeira semana de pandemia e até hoje não fiz nada de nada, só bebendo e comendo dentro de casa. Queria muito voltar ao basquete, mas agora só Deus sabe o que vai ser e quando poderemos jogar novamente TRISTÃOO com isso."


Governo atual e preconceitos 

"Poxa as vezes eu nem consigo expressar todo esse meu descontentamento com a situação do governo atual brasileiro, penso muito que com esse presidente no poder ele conseguiu dar voz há pessoas que tinham um racismo velado e que não expressavam por não ter um “aval” e vejo que o atual governo tem dado todo esse aval. Eu não faço parte de movimentos sociais negros nem nada do tipo no entanto eu luto pela causa como eu posso, como eu disse vejo que a publicidade é uma ferramenta muito importante como representatividade do povo negro, não é hora de ficar em cima do muro precisamos nos posicionar e levar a tona todo tipo de preconceito, seja racismo, homofobia, transfobia é tempo de “FOGO NOS RACISTAS”. Em Maringá eu sofri várias formas de racismo  do tipo “segurar a bolsa quando eu tava passando”  “ ser seguido por segurança de mercado”, sem contar os olhares ao entrar em lugares “mais sofisticados”. Hoje eu tenho total consciência do lugar que ocupo mas nem sempre foi assim, antes eu não frequentava lugares mais sofisticados por conta de se sentir coagido com olhares que me mediam de cima em baixo, hoje vejo que se eu posso frequentar lugares assim, porque não matar meu desejos de comer algo que eu tenho vontade, beber algo que quero experimentar ? Ocupar esses lugares acho que é uma forma de normalizar essa situação sabe. A situação global mais do que nunca coloca em pauta tanta coisa, por que depois de tanto tempo com essa falsa  “LIBERDADE” e ainda nos matam a troco de nada, não só na gringa, no Brasil o índice de morte do homem negro é bizarro, ser negro nessa sociedade racista é se revoltar com olhares, é ter medo de policia, é saber que a culpa pode ser jogada no seu colo a todo momento. Então assim socão na boca de racista e poucas ideia."

Recado de Luiz miguel baixista/Luiz miguel do cotidiano

"Luiz integrante da Fusage PAU NO CU DO BOZONARO QUE JAJA VAI CAIR , Luiz do cotidiano  “A VIDA É MUITO CURTA PARA SER PEQUENA” Benjamin Disraeli … Assistam o doc brasileiro “EU MAIOR”."


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Links para encontrar o artista




sábado, 20 de junho de 2020

Cinco motivos para escutar o EP "Folego" da Scalene


Esse EP me emocionou demais, não sei se é ligado extremamente pela pandemia ou pelos dias atuais, me tocou de uma forma estupenda e eu sou grato a banda por isso, a música que nos toca o mais fundo da alma, são as que fazem o dia valer a pena, assim já deixo a linha desse novo EP da Scalene, e solto os cinco motivos aqui!

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O fio da verdade e da melancolia andam de mãos dadas nos dias atuais, porém o EP tem um poder imenso e consegue te dar o afago necessário nesse distanciamento social, a falta de um quem é suprido por cantos que colorem o nosso dia a dia.

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São apenas cinco músicas mas que te fazem remexer bastante, há um eu lírico imenso em cada canção e faz você sobrevoar nas entrelinhas de sua fala, o instrumental divaga e remodela em cada parte, é uma imensa desconstrução de sons que se reconstrói em segundos, como se fosse uma implosão passando a explosão, fantástico.

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Esse EP é a linha de continuação perfeita do último disco lançado o “Respiro”, que trouxe uma sinfonia mais calma, um toque mais leve nos timbres, e uma calmaria que faz um relaxamento em sua alma, é o que mais precisamos hoje em dia, e veio de forma estupenda.

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Ele foi feito totalmente durante esse período de quarentena em que vivemos e quem sa viveremos por mais um tempo, talvez seja dessa euforia em que todos nós não entendemos o que sentir, a banda transpôs nas canções, e meio que você sente muito que as letras são falar do eu interior de cada um, como pode ser a sua fala também, uma conexão gigante.

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Agora não se pode perder o costume então vamos alavancar as três favoritas do disco. Em ordem mesmo coloque a primeira com a “Caburé” que inicia com acordes e um sorrateiro som do Gustavo (vocalista) no fundo, e vai iniciando e indo, e levando com a cantoria e você sente uma forte onde de calmaria, é realmente um som muito relaxante dos que tira todos os anseios do dia e  que for, meio que descarrega essa mala em suas costas de emoções e põe ali do lado pra que você não precise lidar no agora com isso. Depois vem “Passageiro” que me pegou pelo nome na primeira vez que escutei o EP, e com certeza já se tornou das favoritas, ela tem um toque mais forte e um pouco mais agitado do que a faixa anterior, as linhas do baixo são bem marcantes, alinham perfeitamente com a letra “Navegar, esse mar imenso, suportar, tudo é passageiro..” e vai deslizando e fechando de forma sensacional. Ai vem a “Estar a ver o Mar” que é a favorita do EP, começa com um toque de piano bem agudo, junto com a voz em seguida, e você se emociona instantaneamente, a letra vem te tocando e te fazendo vibrar, vem com  “Somos diferentes tão iguais, não sei o que escrever, deixo a canção nascer, das memórias do nosso verão..” a emoção vem tomando a conta de tudo sem restrições e ainda finaliza com “Estar a ver o mar, estar a ver o mar, amar atento.” e fecham-se as cortinas e escorrem os suspiros de sua alma em seus olhos, se libere, sinta mesmo que fará melhor a você, o EP foi feito a isso! 


Links da banda:




sábado, 13 de junho de 2020

This is Little Triggers



Passamos a linha do continente e paramos em Liverpool, isso mesmo. Batemos um papo com um representante da banda Little Triggers, da Inglaterra comentando sobre a banda, projetos futuros e recentes, e até mesmo curiosidades de onde já tocaram. Então segue ai a matéria juntamente da tradução das falas! Vem que é quenteeee!

History of band

“Little Triggers got together when Tom Hamilton, the lead singer and guitarist got together with some other young musicians when he went to study music in Liverpool, the home of the Beatles. The band is now a duo with Tom joined by drummer and backing vocalist Jay Radcliffe. Tom was born in London but Liverpool is his adopted home. The pandemic and lockdown meant that several gigs were cancelled and the band were not able to go into the studio to record a new single as planned. They have spent the time writing and practising with Tom learning to play keyboards. Lockdown is now slowly lifting and the recording studios have reopened.”

Little Triggers se formou quando Tom Hamilton, o vocalista e guitarrista, se juntou a outros jovens músicos quando foi estudar música em Liverpool, a casa dos Beatles. A banda agora é uma dupla com Tom acompanhado pelo baterista e vocalista Jay Radcliffe. Tom nasceu em Londres, mas Liverpool é seu lar adotivo. A pandemia e o bloqueio significaram que vários shows foram cancelados e a banda não pôde entrar no estúdio para gravar um novo single, como planejado. Eles passaram o tempo escrevendo e praticando com Tom aprendendo a tocar teclados. O bloqueio aqui está diminuindo aos poucos assim os estúdios irão reabrir em breve.”

Launched works and future projects.

“The band released their first album last year with the single 'So Fine' featuring on curated Spotify playlists and being chosen as one of Classic Rock magazine's tracks of the year. The band released a new single 'Bang' in February this year and played a 12 gig UK tour. We will record a new single in June for release in August with a video. If allowed, we will go on a UK tour in September/October and will open a huge festival in November called Hard Rock Hell ABC in front of 5,000 people.”

“A banda lançou seu primeiro álbum no ano passado com o single 'So Fine', apresentando em playlists do Spotify e sendo escolhido como uma das faixas da revista Classic Rock do ano. A banda lançou um novo single 'Bang' em fevereiro deste ano e fez uma turnê de 12 shows no Reino Unido. Gravaremos um novo single em junho para lançamento em agosto com um vídeo. Se permitido, faremos uma turnê pelo Reino Unido em setembro / outubro e abriremos um grande festival em novembro chamado Hard Rock Hell ABC pra mais de 5.000 pessoas.”

Memorable band shows
“We played a festival in France near the city of Poiters last year where 3,000 fans went crazy with girls climbing onstage to dance, guys stage diving into the crowd and it ended with a mass stage invasion - crazy! We played another festival in France supporting Iggy Pop and ended up partying with his band.”


“No ano passado, tocamos em um festival na França, perto da cidade de Poiters, onde 3.000 fãs enlouqueceram com garotas subindo ao palco para dançar, caras mergulhando no meio da multidão e terminou com uma invasão em massa - loucura! Tocamos em outro festival na França apoiando Iggy Pop e acabamos festejando com sua banda.”

Leave a message for Brazil fans

”A great big hello to everyone in Brazil who likes our music. We would love to come over for you to see us live as we put on a fantastic show. Love from Little Triggers.”

“Um grande olá para todos no Brasil que gostam da nossa música. Gostaríamos muito de ir até vocês para que nos vissem ao vivo e fazer um show fantástico. Com amor dos Little Triggers.”



Links da banda





sábado, 6 de junho de 2020

Vou lhe falar é da Disaster Cities


Com um som extremante frenético e muita atitude, a banda Disaster Cities já tem muito material lançado e está pra chegar mais coisas nesse ano.  Com isso em um papo bem tranquilo com o Matheus integrante da banda, descobrimos mais particularidades e histórias da banda. Então vai, se acomode e saca que está o fino da bola esse bate papo.

História da banda

"A DC nasceu como uma banda na internet, via conversas casuais sobre projetos musicais e anseios sobre o que deixar registrado na vida musical de cada um. Nos víamos de quatro em quatro meses, em média, para ensaiar e iniciar as primeiras gravações, em curtas rápidas viagens à São Paulo durante 2017. Dois integrantes (Matheus e Rafael) em Chapecó, Santa Catarina, que já se conheciam de longa data. Em São Paulo o ex-baterista Ian Bueno. Em meados de 2018, após os primeiros lançamentos de singles, todos se concentraram em SP capital para início de alguns projetos profissionais e tendo como centro deles a banda funcionando de forma presencial. Ao longo da gravação do Lowa, nosso disco de estreia registrado no Estúdio Costella, Vinicius Cripa também de Chapecó, porém residente de São Paulo há longa data também passou a integrar a banda na função dos sintetizadores. Ainda em 2018 o baterista Daniel Bacon, natural de Natal-RN e músico que já havia integrado algumas outras bandas relacionadas também passou a integrar a DC. O projeto continuou como um quarteto nos seus primeiros dois anos de vida. Por fim, Júlio Miotto (natural do RS e até então em Florianópolis), amigo de longa data - e produtor do segundo álbum que está em processo de finalização - passou a integrar a banda na função de baixista, o qual era desempenhado pelo Rafa, que agora passa a ocupar de forma integral os vocais."

Lançamentos já feitos da banda e projetos a serem lançados


"Temos o Lowa, que é nosso primeiro álbum de estúdio, lançado no dia 01.03.2018 e alguns singles que vieram nesse meio tempo entre a gravação do segundo disco, que vai se chamar Erasing Karma. Ainda em 2018 a gente lançou uma versão de Helter Skelter, dos Beatles e também um último registro que havia ficado guardado desde antes da entrada do Daniel, que se chama Into the Abyss. A gente sempre curtiu dar uma revisitada nas próprias músicas, então re-lançamos em 2018 também uma versão em piano e violino pra Right Next to You, um dos singles do Lowa, que a gente particularmente gosta muito. Estamos fazendo essa mesma dinâmica agora em tempos de quarentena, enquanto as gravações e o mundo não voltam ao novo normal. Pegamos algumas coisas do primeiro disco e estamos revisitando em outros formatos, em outros gêneros que também gostamos, mas não praticamos muito dentro do cotidiano da banda. Essas músicas tão ganhando um webclip exclusivo pro IGTV, mas todo esse material vai pro streaming logo mais. Em outubro de 2019 a gente botou no ar o primeiro single do Erasing Karma, "The Best Way You Used to Know", que ganhou um clipe maravilhoso de fazer, com um personagem que acabou virando nosso amigo pessoal. Seu sérgio. Esse disco novo, que tá previsto para 2020 e ainda não saiu devido essa paralisação mundial vai trazer muita coisa embutida sobre essas vivências pessoais em São Paulo pós mudança. Desde o lançamento desse primeiro single estamos buscando retratar ao máximo a humanização, rostos, pessoas, histórias, karmas pra apagar de todos os dias. Vai ser um bom momento pra gente como indivíduo, frente à todo esse recomeço que a humanidade tá entrando num panorama geral."

Onde já fizeram shows e a mensagem em sua música 

"Desde o começo da banda rodando, a gente fez em torno de 50 shows pra promover o Lowa. Cada uma das cidades que tocamos meio que deu um pouco do gás que serviu pra compor o Erasing Karma agora. Todos os integrantes já vêm de outros projetos e rodagens há algum tempo, mas mesmo assim em alguns lugares é como estar indo pela primeira vez. Me lembro de uma mini tour com o Dead Fish no mato grosso em 2018 que marcou muito, pela recepção das pessoas, organização, contexto. Eu já havia tocado antes nos mesmos lugares, mas foi como uma coisa nova. A parte nordeste da tour, em dezembro de 2018 foi muito marcante também por todas as coisas. Dirigir juntos pelo interior, encontrar alguns amigos de longa data em suas cidades de origem é algo que recorrentemente me passa na memória de um jeito muito bom. A primeira vez (e única até então) que voltamos para Chapecó em fase de tour foi maravilhoso. Florianópolis concentra a maior parcela de amigos e risadas, enfim...De cada lugar a gente leva um pouquinho na hora de voltar. Ainda mais pelo Brasil ser tão "suado" de fazer as coisas acontecerem pra uma banda independente. Então só pelo fato de ter ido já dá uma romantizada maravilhosa na memória. Lugar de banda é no asfalto. A gente quer falar um pouco mais sobre o que ta rolando hoje, enquanto pessoa, enquanto crise existencial de um tempo que começou agora pouco e a grande maioria, praticamente todos os humanos, ainda tão tentando aprender como lidar. Que é essa parada do mundo girando a todo vapor sem tempo pra gente dissecar a gente mesmo como indivíduo e organismo vivo. Esse tipo de olho grosso gera problemas na juventude de hoje, de sempre, mas hoje a gente ta lidando com mil notícias por segundo. Se antes faltava falar sobre, imagina agora. Então acho que a mensagem é uma soma entre as questões do velho e do novo mundo..."quem se vê sozinho levanta a mão, vamos falar sobre isso de uma vez por todas". Acho que esse é o centro das músicas da DC, até porque esse é o sentimento que mais passa pela nossa cabeça também, então a forma de conversar com todo o resto da galera que vive a mesma coisa é de uma forma cantada."

Recado a todos para que conheçam a banda


"A gente agradece demais o espaço e nos botamos disponíveis sempre pra galera que quiser conhecer um pouco mais, trocar um papo e falar sobre música e a vida. Ainda mais nesse momento de isolamento, né. Precisamos nos fortalecer entre os humanos e o que sai desse encontro entre as pessoas vira arte sempre. Logo mais tem segundo álbum na área, enquanto isso é só colar com a gente nas redes sociais, nesse projeto de quarentena que vai abranger alguns capítulos e já a gente ta abordando novos contextos pras músicas que já foram lançadas. Falando um pouco em forma de vídeo sobre os dias de quarentena e convívio. Um grande abraço e saúde à todos."



Links da banda



Mas se preferir pode falar aqui no Instagram também!


Créditos pelas imagens: Rafael Botelho.

sábado, 30 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar o disco de estréia da Violet Soda


Firmar e se afirmar, são coisas distintas mas que condizem muito com o que aconteceu com a Violet Soda no seu primeiro disco lançado, denominado com o mesmo nome da banda. A banda montou aos poucos uma obra firme, forte e cheia de atitude, muitos riffs e muita energia contagiante, é quente e rápido como deve ser, então se aconchegue e prepare pra entender cinco motivos dessa masterpiece.

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O primeiro disco de uma banda é das coisas mais complexas que se pode ter, mas ao mesmo tempo eu acredito que nele você encontra o mais cru da banda, onde nota mais fácil as semelhanças em inspirações, e como a banda quer mesmo ser escutada, o som é o mais puro que pode ser, e ao ver esse disco em especifico fica nítido onde a banda quer atingir e chegar.

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Esse disco foi distribuído e assinado pela Deck, mas também em parceria com a Forever Vacation Records, que anda pegando várias bandas que estão surgindo e ajudando as impulsionar com nada menos que Alexandre Capilé. Fazendo o disco ter uma distribuição maior e atingindo mais massas em si.

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Pelos EP’S passados já se tinha uma imagem pré concebida da banda, mas no discorrer do disco você vai encontrando algumas formas novas e uma identidade mais própria do que antes em si, nota o tom mais enérgico em algumas faixas e algumas mais sérias também, é uma mistura que fixa muito bem a ideia em si da banda.

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A banda já chamou a atenção de um público que estava carente de algo com energia e atitude, ao olhar ao palco você vê muita singularidade de cada integrante mas percebe uma ligação a mais que há ali, aparenta que a mensagem que a banda tem é o contexto perfeito para união dos quatro integrantes, com o comando espetacular de Karen Dió no vocal, o grito revolucionário da banda é ouvido aos quatro cantos da alma.

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Chegou a hora de alavancar a top três do disco, e não tem como não colocar em primeiro lugar “Charlie” que desde a primeira vez que escutei sempre me trouxe alguma sensação de quebra de comodismo, não sei se é o ritmo em si da música que é muito dinâmica e rápida, ou o refrão que gruda na mente e faz você ter aquela sensação de gritar a quem precisa ouvir, é literalmente uma explosão em sentimento em si. Depois vamos continuar bem rápidos e pra ajudar coloca bem alto o volume ai, vamos com “I’m trying”, que é o cansaço e a indignação mental em não parecer com seu algoz, diz bem alto que está tentando mas tem vezes que o mundo provoca e pede das nossas mais surtadas atitudes, muito instigante e intensamente forte o vocal em especial dessa música. Depois tem de colocar “Fade out” que de primeira já me agradou, lembrando bem bandas noventistas e toda aquela onda grunge que atingia o mundo fortemente, mas é mais limpo e um pouco mais melancólico o tom vocal, tem mais sentimento como “Leave it all behind with no excuses, go, you wanna prove it, with holy words, you only think about you, i am fading out!”, e aquela levada instrumental que vai te puxando dentro do frenesi que é a música, faz você sentir em si o que é proclamado, por favor façam clipe dessa música.  BÔNUS! É isso ai, disco bom tem que ter bônus, e vamos de “Don’t like this song” que me lembra bastante também as músicas do inicio do Foo Fighters mas com uma pegada vocal do The runaways, é bem misturado mas o ingrediente final é a banda em si, é muito único o som, é extremante Violet Soda, o disco coo um todo.


Links da banda


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sábado, 21 de março de 2020

Neck Deep e sua pura endorfina



Ao te escutar eu quero gritar e percorrer todos os confins desse mundo a fora, sinto uma enorme vontade de viver ao ouvir qualquer que seja o estrofe ou o ritmo da música, assim é o sentimento mais puro que o Neck Deep tem sobre mim. A banda Galesa que já estourou por muitos cantos ainda
segue o caminho forte e pretensiosamente na inovação música pessoal, a banda é sempre uma constante evolução, fortemente a deriva de um mar bravo. A banda é nova, foi fundada em 2012, não tendo nem dez anos de carreira eles já atingiram alguns patamares expressivos com a sua velocidade musical e euforia lírica. Tiveram EP’s que fizeram um enorme sucesso no reino unido e em países mais perto, mas foi a partir do disco “Life’s not out to get you” (2015) que é um patamar acima de tudo que já tinha sido produizod pela banda e fazendo com que fossem conhecidos mundo a fora! Em meio a saída de integrante e uma onda forte de como iria ocorrer as turnês o disco foi se espalhando mais e mais pelo mundo, com um intenso poder lírico e toda a sua forma bruta da guitarra rápida ia se propagando pelo
ar tudo de bom que a banda era, colocando eles em um altar da música alternativa ao redor do mundo e consolidando o nome da banda, com colocações boa na Kerrang e Billboard como disco alternativo, era assim fadado que a banda realmente estava viva! Mas em 2017 a banda viria mais firme do que queria transparecer e mostrar as caras mais profundas que tinham gardado, eles lançaram o fenomenal “The Peace and the panic” que é um disco com força e muita atitude, sendo algo muito pessoal onde é facilmente detectado pelas letras e tudo que é transposto nas músicas! Foi nele em que a banda já quebrou recordes de músicas tocadas em varia splataformas, partipou de turnês ao mundo todo, inclusive no Brasil, foi chamado para shows em que
fossem os artistas principais da noite e fortificou mais ainda o nome da banda em todos os cantos do planeta, a sensibilidade como ele é cantado do inicio ao fim parece uma carta pra que saibamos diferenciar os momentos de pânico e paz que a vida nos da e a o mesmo tempo saber como suportar tudo e tentar o máximo sobrepassar por isso, sempre que escuto eles eu noto uma vibe muito motivacional tentando jogar a quem ouvir pra cima, não somente de alegria, mas fazendo um debate da letra da música com o que rola realmente, diria que eles são cem por cento sinceros na letra e em como a banda se comporta, tentando mostrar que a luta tem gloria, mas também tem os seus perrengues. Ótima referencias e amizades sempre foram um ponto que a banda manteve como Mark Hoppus do Blink – 182 que pode ser notado como
um dos mentores da banda, sempre faz questão de estar por dentro do que está rolando com os galeses da Neck Deep. Agora eles estão se preparando para lançar o novo disco, denominado “All Distortions Are Intentional”, onde a banda promete que será uma reinvenção de tudo que já lançaram e tentaram alcançar mais um patamar mostrando uma vertente nova do pop-punk. Em depoimentos, Bem Barlow (vocalista), diz que chegou a hora em que tem de se mostrar uma nova cara ao mundo e se reinventar é a forma mais eficaz e que todos os integrante concordaram em fazer, ainda mais que tem um baixista novo (Seb Barlow) na banda, e tentam trazer em julho desse ano essa inovação toda, e com certeza virá mais um disco que fará você levantar da sua cama e querer lutar um pouco mais pelo seu dia, confie nisso. 


Links da banda








sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

“The Slow Rush” na sensibilidade de Kevin Parker


O Tame Impala lançou disco a pouco tempo, em um hiato de alguns anos vieram com uma temática que mais parece uma viagem do que algo novo ou velho, na realidade há de se perceber, sentir e notar todos os discos e músicas já feitas pela banda nesse disco, como uma lenta transição de sensibilidades. O disco foi produzido, mixado e tocado todos os instrumentos por Kevin Parker, onde
trouxe muito do seu estilo e gosto musical próprio para o disco, tendo até umas batidas bem pop com um ritmo de 80’ bem nítido, deixando um pouco as distorções e solos de guitarra um pouco de lado. Em diversas entrevistas de promoção do novo disco o próprio Kevin afirma que esse é o disco onde ele se deixou mais fluir e liberou de forma mais ampla sua criatividade intrínseca, sendo algo bem sentimental dele mesmo, não importando tanto em como fosse soar no fim, mas sim em fazer algo que tocasse ele no fundo. Mas tratando mais de discorrer do disco, ele se inicia com a transcendental “One more year” e finaliza o disco com “One more hour” que levanta a questão de que ao decorrer de um ano por completo, sempre ao fim aparentamos pedir um pouco mais de tempo, uma hora pelo menos. Difícil é argumentar o sentimento de Kevin e como ele tenta explorar e expor aos seres humanos
(nós), porque é de uma complexidade bem densa que não é perceptível tão fácil assim, como em “Instant Destiny” que vem depois da abertura do disco e te coloca pra chacoalhar de um lugar até Miami, onde qualquer poção mágica possa te ferver do início ao fim, e que nenhum destino é longe demais e sim o instante deve ser o mais importante, de algo desconecto você junta uma parte a outra e consegue entrar um pouco na mente dele, de certa forma essa daí soa com uma forma motivacional. E a fortíssima “Posthumous Forgiveness” que vem como uma carta a alguém que se foi e ele ainda tem vontade de mostrar o que realmente se tornou , aparentemente é ao seu pai que ele gostaria de proclamar várias falas, como na letra ele cita histórias de andar em Abbey Road e até mesmo a conversa com Mick Jagger, ela é densa e absurdamente melancólica, mas com o instrumental deixando bem forte os novos toque de parker ao mundo da
música, dentro da mesma música aparenta ter lado A-B porque muda muito a sonoridade, é uma das melhores viagens do disco! Venha com a doce “On Track” que faz toda sua aceleração do dia se diminuir e você só quer sentir, sentir e sentir mais e mais, dizendo que está em um caminho mais certo e que tudo há de ficar bem, é uma carta doce de que conseguiu seguir em frente, como se em algum período desses anos algo o fez duvidar de si e ele continua nesse caminho certo e bem, seguindo sempre. Agora vem dançar em uma discoteca porque estou falando de “It is true” , nela a batida te contagia e te coloca com um frenesi intenso de dança, sem guitarras mas com muito sintetizador, a voz mais aguda no disco com mudanças pontuais pro grave, vai ditando como se deve dançar com a sua verdade. Mas o fechamento do disco com ‘One more hour” é uma explosão, é sensacional e beira a
perfeição, todo disco deve ser fechado como um livro em vários capítulos e o Parker acertou em cheio nesse! Proclama que nada do que fez ou fará será pelo dinheiro, ou por sua fama ou por futuros filhos, mas sim faz tudo pelo amor, no caso eu agradeço ele por essa música em especial porque se tornou rápido a favorita, com um toque intenso por trás da música do início ao fim, fazendo viagens com a guitarra e ele continua a proclamar ao mundo que tudo é passageiro e ele sabe ficar bem sozinho, e tudo que ele precisa é de mais uma hora nesse mundo, e após um tempo ele sabe que poderia ficar mais um ano com alguém e continuar rolando o mundo, arrepia do início ao fim! Com essa finalização não há muito mais o que falar, mas sim agradecer por Kevin Parker sair de sua caverna e nos presentear com essa obra prima. 



(segue a gente pra acompanhar o projeto também!)


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

O amor no evento Magô Presente




Em um evento cheio de amor e muita emoção, a El niño está trazendo várias atrações do nosso pais e muita coisa local mesmo para celebrar a memória de Magô, como Terno rei, Boogarins, Stolen Byrds, Isabela Stresser, LUBS e muito mais. Em uma conversa com o Neto (El niño/ vocalista Stolen Byrds) consegui mais informações sobre o evento, quem está vindo e de onde surgiu essa faísca para manter a chama de uma pessoa tão querida viva entre nós.

Propósitos e influências

Propósito: produzir culturalmente, evidenciando e transformando os processos desiguais na questão de gênero, colocando a presença das mulheres nos diversos níveis dos processos de produção.
Influência: culturalmente temos a influência da nova música brasileira, que independente de suas vertentes é hoje uma das fontes mais ricas de música pop do mundo, estamos trazendo duas das grandes bandas que mostram muito deste cenário no Brasil hoje. Além das atrações locais que exaltam ainda mais a diversidade criativa que temos na região, olhar micro do que acontece hoje no macro brasileiro.

Atrações e surgimento do evento

Exatamente do ponto que tocamos na pergunta anterior, pelo propósito da festa chamamos as atrações em igualdade masculina e feminina de apresentações, influenciados pela nova música brasileira suas mensagens e estéticas.

Como a El niño está fazendo nos bastidores o movimento

 Contatos e relacionamentos, tudo que estamos fazendo para trazer bandas de fora e colocar as bandas locais partem do mesmo ponto, o olho no olho, as experiências que nos colocaram próximos uns aos outros, tudo isso motivados pela grande vontade de movimentar o circuito. Essas relações são bem humanas, tivemos a vivência da estrada no último ano e essa realidade facilita nas ações de produção hoje em Maringá, o contato, físico ou digital é a base de tudo. Mas principalmente o físico, o olho no olho.



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Ô Oversong diz pra mim o que vocês vão fazer


Em um papo bem descontraído com um dos integrantes da banda, consegui tirar algumas informações do que vem pra frente e o futuro da banda, almejando shows, festivais e o mundo. Então se liga ai que o Anderson soltou a lábia pra gente!

Shows e festivais em um futuro próximo

"Estamos bem focados no EP, então tiramos umas férias de shows pelo menos por agora, por enquanto, temos um show dia 07/03 marcado no Rocka, assim que sair o EP, vamos começar a
mandar o material para as casas de show de Maringá, Londrina e região para voltarmos a ativa de shows."

A alma da novo EP vem de onde?

 "As nossas referências são bem amplas, para timbrar as guitarras, usamos bastante reverb e chorus nas bases, um som limpo e melancólico, para as músicas mais leves, diria que eu e o Ariel pegamos muita referência de Terno Rei pra essa parte, já para as mais pesadas, usamos pedais de Overdrive pra empurrar o som, porém leve, para não ficar tão "rock", lembra um pouco de strokes e arctic monkeys. Além disso, estamos experimentando vários instrumentos diferentes, como teclas e instrumentos de percussão... Também, estamos criando varios arranjos diferentes, tem músicas que tem até 4
guitarras, até o João (vocalista) entrou nas gravações das guitarras, o que torna bem experimental e complementar. Um fato curioso é que o João Tonet, que está produzindo tudo, testa várias maneiras de ambiência e captação de som, uma bem diferente foi ter colocado um microfone dentro de um copo na gravação de algumas guitarras, bem peculiar Nas composições, foi uma maluquisse, acreditamos que rolou uma mistura de tudo que a gente gosta e até do que paramos de ouvir, desde arctic monkeys até terno rei, um fato peculiar foi estarmos produzindo um riff e o Zulu (baixo) comentar "isso está tão Guns n' Roses", ou seja, tem muita influencia diferente, trazendo um estilo um tanto característico nosso. Estamos gravando 4 músicas novas pro EP e ainda fazendo novas versões das 3 que já existem, pra postar com qualidade no spotify e outros apps de streaming, acredito que temos 2 estados de espírito, as músicas um pouco mais agitadas, estilo Balada do Café
Preto e também, mais tranquilas como a Deixa."

Desejos e sonhos que a banda vem trabalhando

"Um dos nossos sonhos que tínhamos ano passado, inclusive que foi perguntado na última entrevista, está sendo realizado agora, que é gravar um EP, agora vamos lançar no Spotify e estaremos divulgando e mandando pra Selos e revistas musicais para sermos conhecidos em outras partes do Brasil, próximo foco é tocar em festivais ao longo do país, apresentar nossas músicas pra todo mundo e quem sabe, conseguir uma vaguinha ai no lolla de 2021 ou 2022."



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