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sábado, 20 de junho de 2020

Cinco motivos para escutar o EP "Folego" da Scalene


Esse EP me emocionou demais, não sei se é ligado extremamente pela pandemia ou pelos dias atuais, me tocou de uma forma estupenda e eu sou grato a banda por isso, a música que nos toca o mais fundo da alma, são as que fazem o dia valer a pena, assim já deixo a linha desse novo EP da Scalene, e solto os cinco motivos aqui!

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O fio da verdade e da melancolia andam de mãos dadas nos dias atuais, porém o EP tem um poder imenso e consegue te dar o afago necessário nesse distanciamento social, a falta de um quem é suprido por cantos que colorem o nosso dia a dia.

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São apenas cinco músicas mas que te fazem remexer bastante, há um eu lírico imenso em cada canção e faz você sobrevoar nas entrelinhas de sua fala, o instrumental divaga e remodela em cada parte, é uma imensa desconstrução de sons que se reconstrói em segundos, como se fosse uma implosão passando a explosão, fantástico.

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Esse EP é a linha de continuação perfeita do último disco lançado o “Respiro”, que trouxe uma sinfonia mais calma, um toque mais leve nos timbres, e uma calmaria que faz um relaxamento em sua alma, é o que mais precisamos hoje em dia, e veio de forma estupenda.

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Ele foi feito totalmente durante esse período de quarentena em que vivemos e quem sa viveremos por mais um tempo, talvez seja dessa euforia em que todos nós não entendemos o que sentir, a banda transpôs nas canções, e meio que você sente muito que as letras são falar do eu interior de cada um, como pode ser a sua fala também, uma conexão gigante.

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Agora não se pode perder o costume então vamos alavancar as três favoritas do disco. Em ordem mesmo coloque a primeira com a “Caburé” que inicia com acordes e um sorrateiro som do Gustavo (vocalista) no fundo, e vai iniciando e indo, e levando com a cantoria e você sente uma forte onde de calmaria, é realmente um som muito relaxante dos que tira todos os anseios do dia e  que for, meio que descarrega essa mala em suas costas de emoções e põe ali do lado pra que você não precise lidar no agora com isso. Depois vem “Passageiro” que me pegou pelo nome na primeira vez que escutei o EP, e com certeza já se tornou das favoritas, ela tem um toque mais forte e um pouco mais agitado do que a faixa anterior, as linhas do baixo são bem marcantes, alinham perfeitamente com a letra “Navegar, esse mar imenso, suportar, tudo é passageiro..” e vai deslizando e fechando de forma sensacional. Ai vem a “Estar a ver o Mar” que é a favorita do EP, começa com um toque de piano bem agudo, junto com a voz em seguida, e você se emociona instantaneamente, a letra vem te tocando e te fazendo vibrar, vem com  “Somos diferentes tão iguais, não sei o que escrever, deixo a canção nascer, das memórias do nosso verão..” a emoção vem tomando a conta de tudo sem restrições e ainda finaliza com “Estar a ver o mar, estar a ver o mar, amar atento.” e fecham-se as cortinas e escorrem os suspiros de sua alma em seus olhos, se libere, sinta mesmo que fará melhor a você, o EP foi feito a isso! 


Links da banda:




sábado, 9 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar Why me? Why not do Liam Gallagher


Liam lançou esse disco com a pronuncia de que era de longe melhor que o seu primeiro disco solo e que aqui ele conseguiu demonstrar todo seu poder em forma musical, sem medos e sem amarras e cheio de potencia nas letras. Agora seguindo nesse fluxo, alavanquei cinco motivos distintos do porque de se ouvir esse baita disco, só ir de cabeça aberta e aproveitar.


"Dois anos após o conceituadíssimo “As You Were” ele voltou com uma drástica mudança no estilo
das músicas, passou de um tom mais melancólico para uma som extremamente britânico elétrico que se assemelha bem mais com o Oasis, mas com vários factoides de Beatles e até mesmo Stones."

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"O álbum como um todo vem mais trabalhado e é muito mais pensado no quesito de enredo, podendo se dizer que foi muito mais pensado em ser utilizado para apresentações em grande escala, como ele vem fazendo pela Europa nos meses antecedentes."

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"É bem forte o tom britpop que só ele consegue colocar nas música principalmente quando ele tem de
soltar a voz mesmo, os alcances de notas que ele consegue em meio a tanta transfusão de instrumentos é bem único e sempre feito com imensa maestria por ele, como exemplo claro em “Meadow”, além da lembrança intensa na voz do John Lennon nessa música, o qual o Liam já demonstrou ser o seu maior ídolo musical."

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"Antes do lançamento do disco muito foi falado sobre a potência da voz do Liam e se ele ainda aguentava aquela potencia toda que ele cantava, principalmente no disco anterior, onde em algumas músicas ele realmente chega a gritar com todo ar esvarando de seus pulmões, e digo a verdade, ele vai conseguir cantar por mil anos ainda se quiser, quanto mais velho melhor está a voz dele, é
incrível."

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"Agora tendo de alavancar três destaques do disco, início com “Gone” que tem um ar até de faroeste pelos seus ritmos e como ele vem cantando de inicio, o som é agradável demais para vários momentos do seu dia mas se você coloca ele na estrada é a trilha sonora perfeita para aproveitar todo
o momento. A quentinha “Now that i’ve found you” como um abraço de alguém que você ama, a música é uma carta linda de sensibilidade por alguém que você sente um amor, e proclamando que pra sempre estará por lá desde que a encontrou, com vozes de fundo, bastante guitarra mas é muito gostosa a ponto de te animar pra voar o mundo, revigorante ao extremo. Minha favorita e que não poderia deixar passar é “Once” que é a música mais poderosa que eu escutei nos últimos tempos, ela é com instrumental bacio e tranquilo, a voz é predominante em boa parte mas a melancolia dela te toca desde a primeira vez que escuta, vem como um soco em “You went down so easy like a glass of wine, my friend when the dawn came up you felt so inspired to do it again, but it turns out you only get to do it once, you only get to do it once...” mais algumas vezes e explode tudo, com uma mini orquestra de fundo, e seu coração vem na boca, emociona demais, é a melhor música do Liam da história!"


O disco tem muitos tesouros, mas deixo para que vocês achem os outros.



Link's do artista




sábado, 18 de abril de 2020

O meteoro Olivia Yells vai colidir com sua existência



Seguinte, aqui vem gente com força e extremo talento dizendo umas poucas e boas que devemos escutar, digo isso sobre Olivia, um meteoro sem parâmetro cheio de raízes profundas e cheio de energia pra mostrar ao mundo. Segue na matéria que tem muito detalhe bacana dessa revelação que vem surgindo no cenário do nosso país.

Quem é Olivia Yells?

"Uma amante. Mas não no conceito que todos conhecemos da nossa língua, e sim, oriundo do sentido de amar tudo muito intensamente. Por trás desse traço, a Olivia carrega uma melancolia e dramaticidade muito grande diante das coisas, e em vezes, solta seus gritos como se estivesse tentando se soltar das amarras internas, onde então, vem seu sobrenome, “Yells”.Olivia Yells é um pouco de todo mundo, e isso trás um questionamento muito grande em cima do que é ser alguém. Do que nos faz nos sentirmos alguém. Na verdade, do que nos faz sentir qualquer coisa. Olivia Yells é uma palhaça." 

Principais Influências

"Quando eu comecei a compor minhas primeiras músicas em 2013 eu escutava muito PopRock, coisa que já não faço mais com tanta frequência hoje em dia, contudo, devo a ele toda a minha influência em estrutura musical. Inclusive, isso me lembra um amigo meu também musicista, Cláudio Sant’Anna, que sempre me diz para “nunca negar minha história”. Eu costumava pensar que talvez minhas músicas tivessem muitos detalhes Pop, mas hoje não é mais um problema pra mim.Quanto à melodia, sou muito inspirada pelo movimento Punk “Riot Grrrl”, ouço muito bandas de mulheres no Rock e no Punk como por exemplo, Bikini Kill, Mannequin Pussy, Le Butcherettes, The Monic, PJ Harvey, etc.Também ouço muito bandas como Queens of The Stone Age, Foo Fighters, Molho Negro e curto muito a pegada rock dos anos 70, como Jefferson Airplane e Led Zeppelin. Na construção melódica da minha música “Good Manners”, meu produtor musical, Lipe Borba, conseguiu construir uma aura levemente setentista combinada com Grunge, o que captou perfeitamente a essência que eu havia pensado pro Single."

Estilo musical e inspirações

"Quando eu penso sobre minhas composições, sempre percebo como em todas elas, pelo menos, existe um teor de um acontecimento real. Acredito que esse é o principal fator para
que a “Good Manners” seja tão poderosa. Quando eu a compus, estava passando por uma situação amorosa diferente, e me toquei que estava vendo a situação um pouco mais clara do que antes, mas só fui perceber isso quando terminei de escrevê-la. Posso dizer que aquilo foi uma epifania tanto musical quanto pessoal.A arte, em geral, é uma ferramenta gigantesca de auto conhecimento. As vezes demora um tempo para entendermos nossas próprias criações, e pra isso, precisamos de paciência. Mas depois disso, é muito bonito poder ligar os pontos e se descobrir um pouquinho mais."

Futuro e lançamentos

"O EP vem logo menos por aí, mas enquanto isso, eu e meu produtor musical, Lipe Borba, estamos produzindo minha próxima música intitulada “I Need You/ You Need Me”. O que eu posso dizer é que essa música é um pouquinho mais calma que a “Good Manners”, mas é tão poderosa quanto! Quanto a parcerias, gosto muito dos
vocais da Karen Dió, da banda Violet Soda. O som deles é incrível e seria muito massa poder tocar com eles algum dia! Em meio a Quarentena, posso dizer que os shows mais próximos por enquanto rolaram pelo meu Instagram @oliviayells por meio de lives, mas logo depois que estiver seguro, vamos ter show ao vivaço da Olivia Yells com tooooooda certeza! Por último, quero agradecer a minha equipe maravilhosa: Lipe Borba, meu produtor musical, Maju Tohme e Elle Freittas, minhas assistentes criativas. Obrigada por acreditarem em mim e me impulsionarem a criar cada vez mais! Obrigada, também, a todos que já ouviram “Good Manners”! Estou absurdamente feliz com os feedbacks."




LINKS DA ARTISTA

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quarta-feira, 24 de julho de 2019

Cinco motivos para escutar “Respiro”, nova obra da Scalene


A Scalene lançou hoje o seu quarto álbum de estúdio, intitulado “Respiro”, vem para abraçar a nossa alma em um caos total que o mundo vive. A revolução intrigante que banda vive em cada obra é uma das coisas mais palpáveis de sentir, é gostoso e afunda dentro de nós a cada grito que há em suas
letras, o amor resplandecente dos integrantes faz com que a banda só cresça e sempre nos mostra belas obras, como essa, de novo. Agora sem mais delongas, alavanquei cinco motivos para você colocar esse disco, e aproveitar extremamente o momento em que você se encontra!

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"A mudança imensa que tem na sonoridade de todos os discos anteriores para o dito cujo. É brutal mas é muito bem feita e gostosa de sentir, traz mais densidade nas letras e composições, e muito da cultura brasileira com timbres, instrumentos e estilos dentro das músicas, é um disco novo com uma banda nova por assim se dizer, abra seus horizontes e cabeça para escutar e apreciar, não se arrependerá, prometo."

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"Tem diversas participações especiais no disco, como Ney Matogrosso vem com sua voz única e
incrivelmente potente em “Esse Berro”, passando para a música “Vai Ver” tem o toque brazuca do bandolim com o saudosista Hamilton de Holanda, e finalizando as participações tem Xênia França e toda sua força na intrigante “Furta Cor”."

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"O disco marca o aniversário de dez anos da banda, se acompanhar a mudança brusca que tem do primeiro single da banda para esse último disco em questão é algo forte, a mudança visual, instrumental, vocal e principalmente as novas ideias que são incrementadas nas músicas, é como disse, uma das coisas mais gostosas de se notar!"

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"Não tem como falar de Scalene e não falar das letras, e nesse disco é sensacional, como a profundidade e o raso é elevado a cada segundo das músicas, te levando com uma onda gigantesca e
trazendo a uma simples maresia na beira do mar. Se deixe banhar com esse disco."

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"Aqui tenho de cometer um crime e alavancar apenas três músicas que mexeram e me tocaram mais nesse tempo em que escutei o disco. De primeira que me levou a outro mundo foi “Casa Aberta” que me trouxe uma paz e uma emoção muito grande, como a música é levada em uma calmaria de um som acústico com uma pegada bem leve do nosso mpb, com a voz suave que o Gustavo leva nessa música, com um toque de violino ao fundo, a letra traz o presente que vivemos, apenas a história de um cotidiano que precisa-se dar tempo, como “presenteou-se pois desligou o seu celular, sentiu falta de sentir falta de alguém, concordou que andava ansioso, a espera da luz da manhã..”, é como um desligue-se e sinta mais, deixe um pouco da prisão virtual que estamos vivendo e sinta mais o ao redor e sinta mais forte tudo que tem dentro de si, e isso foi um abraço, especifico,
em mim. Depois colocaria “Assombra” que inicia com dedilhados de violão e aparenta vir mais forte ao decorrer da música, mas mantém uma calmaria intrigante que vai te abduzindo para dentro, a letra trata de uma despedida e todas as nuances que disso se tem, trata da verdade que se é difícil de se fazer mas de como é libertador não ter de fugir dela, ter de se entregar ao real e deixar o irreal de lado, faz-se sentir o medo mesmo que lhe assombre, para ai sim, sentir-se livre. Das músicas mais belas que tocou meu coração é essa, “O que será” é uma carta de amor a vida e seus percursos, ela é simples com apenas um piano e a voz doce do Gustavo nessa canção, traz uma melancolia gostosa mas ao mesmo tempo um afago cheio de amor que você sente sim ao escutar, tratando dos cantos e becos da cidade onde você já passou e viveu, de pessoas que vem e vão e você continua a seguir, os medos e alegrias que você sente ao sair da cama com a sua rotina, mostra o que você guarda ai dentro do seu peito que só você sabe e isso é lindo, termina com a frase extremamente intrigante com “o que foi já se foi, o que for o que é, será, o que é será”, é como um viva o momento e abrace tudo que vier do futuro, viva o agora mais que nunca."

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O disco ao todo é sensacional, é uma obra prima do nosso lindo país, que mesmo em um grande caos vem esse “Respiro” para nos acalmar. Essa é a ideologia do disco, pare um tempo, coloque ele e respire, bem fundo, e sinta o máximo tudo que puder com as músicas, jogue elas ao tempo com o seu tempo, sinta, sinta muito mesmo, e não se esqueça nunca de respirar.


Um agradecimento especial ao Gustavo Bertoni (vocalista), que disponibilizou a obra tempos antes para matéria ser feita e sentida, assim apoiando o projeto, obrigado de coração.



Agora se quiser falar a nós o que achou da matéria clica em algum desses links





sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

A metamorfose da Stolen Byrds está chegando




A Stolen Byrds não parou no tempo e está prestes a nos dar mais um filho do ventre musical mais forte que eles poderiam ser. A banda teve mudanças no quesito de formulações das novas canções, mas manteve os ares em muitos outros pontos, o que solidifica um grupo a um "tempinho" na estrada.
Abaixo um bate papo bem leve e solto com o frontman Edwards Neto. Leiam, vibrem e se deliciem, e em pouco tempo o novo disco estará entre nós!


O processo criativo do disco em geral e como se desenvolveu

"O processo criativo desse disco se deu por assim que nós lançamos o 2019 (último disco da banda) nós tivemos uma vivencia muito bacana no brasil e na Europa, as relações entre a banda se estreitaram mais ainda, no processo de criar mesmo em melodias e letras conseguimos absorver muito de cada um, fazendo um caldeirão de ideias, tanto que tem músicas do novo disco que tem 100% da criação dos cinco membros, outras tem um pouco mais de um ou de outro, como os discos anteriores eram composições que levávamos aos ensaios e dai rolava a todos os outros detalhes juntos, já nesse nasceu junto e no
mesmo tempos de todos os integrantes. Esse disco nós torcemos para que o público perceba essa mistura que fizemos, esse seria o nosso novo processo criativo, conseguir absorver mais entre nós e expor da melhor forma."

 É o quarto álbum da banda, cada um é muito particular, qual a evolução necessária pra manter a banda no auge tanto tempo

"Por buscar mesmo a evolução individual tanto musicalmente e espiritualmente, é sempre aquilo de estar conhecendo lugares novos pra tocar, conhecendo artistas de todos os lugares, vivenciar esse mesmo sonho no dia a dia com mais pessoas ao redor do mundo, então essa mescla de vivenciar os lugares, de estar ali conhecendo novos povos faz com que seja a nossa evolução pra ser cada vez mais faminto de música e não parar nunca, assim é o processo natural, agregando muito de novas experiências e como absorver tudo, como nesse disco novo tem um ar novo, um refresco a mais!"

Como será após o lançamento do disco, em questão de turnês, shows e clipes

"O disco será lançado em meio a turnê, o nome dele será “Wanderlust” que tem toda relação as
viagens e a sede de estrada, fazendo assim a nossa maior divulgação sendo nossas viagens pelo mundo a fora. Isso se dá como a viagem em distância, em qualidade e quantidade, nosso combustível pra esse disco é a estrada. Os shows e clipes serão apresentados da mesma forma, a ideia principal vai ficar muito mais claro quando todos puderem ouvir o novo disco e captar essa mensagem que tem o próprio nome do disco, fazendo disso de uma nova viagem como um todo, sendo física, mental ou espiritual."

 Para os fãs da banda, o que esperar do novo disco e do novo ano

"Posso deixar que vem uma nova Stolen por ai, bem fresquinha e com novos ares, quem quiser embarcar nessa aventura com a gente, vai ser algo bem gostoso e vão se sentir mais rejuvenescidos, com muita força, levando o astral la no alto! Sempre digo que é um disco diferente dos demais como todos foram, pra não perdermos o espirito de renovação sempre!"



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Links para encontrar a banda:


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sábado, 1 de abril de 2017

Mumford & sons em Wilder Mind


A banda britânica nesse disco se arriscou e saiu do cômodo lugar de ser considerada apenas mais uma banda de Folk e começou a experimentar algumas coisas no seu som, com mais guitarras e mais batidas em suas músicas. O disco tem uma pegada mais de um Rock alternativo mas ainda tem um ar
de Folk que deixa o disco mais atrativo para vários estilos de fãs e apreciadores de uma boa música, porque o disco é sim muito bom. Antes do lançamento do disco a banda estava em um hiato de aproximadamente dois anos e mais o tempo de gravação, então o disco foi muito bem trabalhado e analisado cada detalhe antes de entregar aos fãs em 2015. A primeira faixa e a primeira de destaque também é a "Tompkins Square Park” que mostra toda a diferença instrumental que a banda teve, com uma pegada um pouco mais rápida e ao mesmo tempo mais pop a levada de um tempo a outro é muito gostoso de se escutar. A segunda faixa é a lindíssima “Believe” que também é o single do disco, acho que aqui eles acertaram de mão cheia em deixar como single, ela começa em um tom abaixo das demais, um tanto melancólico mas depois vem uma explosão com todos os instrumentos e o vocal mostrando como se faz uma elevação de causar arrepios, como na parte “Tell me I'm alive, This is never gonna go our way, If I'm gonna have to guess what's on your mind!” e ao fundo fica um
solo primoroso junto de algumas batidas da bateria, é sensacional! Agora o som favorito do disco e mais agitado é a enérgica “The Wolf” que desde o começo já é uma loucura de guitarra junto do baixo e o ritmo da bateria te acelerando, mas daí a banda dá um passo atrás e mantém uma música mais tranquila, mas durante ela tem diversas oscilações de velocidade que deixa o som muito gosto de curtir, como na parte que ele canta “Leave behind your wanting ways, I want to learn to love and kind, Cause you were all I ever longed for!” e explode tudo e você vibra como se estivesse dentro da música, é de outra atmosfera esse som, te eleva de um jeito que ninguém pode explicar! O próximo destaque é a música que traz o nome do disco, a “Wilder mind’ que é literalmente uma baladinha pra você curtir, bem tranquila e te leva como se você estivesse em uma correnteza sem precisar se esforçar pra relaxar, a voz vai te acalmando e as batidas te conduzindo, é muito boa de se dar o tempo de curtir o momento. Agora vem “Just smoke” e sua letra que faz qualquer pessoa se lembrar de algo ou alguém, e até
mesmo um momento porque não, começa com “Tell my thoughts to resign, And lift you from my mind, I'm not ready I'm not strong enough, To cradle the weight of your love.” E vai tendo uma levada que lembra bastante os discos antigos da banda, uma pegada mais tranquila com uns pontos elétricos mas mantendo uma linha tênue, daí ele desacelera e vem explodindo com “So I'll be a shadow of the flame, I lent down to kiss you then erased my name, And I'll be a whisper on the Wind, My hands are shaking from holding so tight for so long..” mas ainda assim mantém o ritmo tranquilo e purinho do Mumford! O próximo destaque fica com “Snake Eyes” que é o som mais forte que tem no disco, ela tem um início meio tranquilo e bastante melancólico que vem na letra “I can tell, you will always be danger, We had it tonight, why do you leave it open?” e se mantém por um tempo assim bem tranquilo com a guitarra de fundo e algumas batidas da bateria, e no vocal algumas palavras como se fossem um testamento, mas depois parece que a banda faz como se levantasse de algum lugar e
decidisse explodir o seu cérebro, e tudo no fundo em perfeita sincronia e na letra te gritando “Why do we always seek absolution?, Its in the eyes!, I can tell, you will always be danger!” e literalmente tudo explode e finaliza. Depois vem uma com um tom bem diferente de tudo que é “"Broad-Shouldered Beasts" que é um som lindo de curtir em algum lugar cheio de estrelas e um luar que te energize, o som é bem tranquilo tem um piano de fundo, um violão e a voz inconfundível do Marcus que deixa tudo certinho parte por parte. Agora o próximo destaque fica com a maluca “Ditmas” que considero ela assim tanto pela letra como por tudo que a música te traz durante seus minutos, que começa com aquela batida clássica do começo da banda e apenas um pouco de voz, seguido já tem a aceleração que eles usaram bastante nesse disco e acertaram em cheio, fazendo oscilações de tempo e velocidade, deixando a música agradável para todos os gostos, mas voltando a música como na parte da letra que ele canta “But this is all I ever was, And this is all you came across those years ago!” e a banda entra em energia com o vocal e parece que todos os instrumentos querem girtar e continua “Now you're goin' too far, Don't tell me that I've changed, Because that's not the truth, And now I'm losing you!” e finaliza essa bomba nas nossas cabeças. Pra fechar o disco vem a pesadíssima “Hot Gates” que vem bem devagar, com um piano forte de fundo e o vocal, introduzindo aos poucos o baixo e a guitarra, mantendo a velocidade bem fraca e a letra forte “Couldn't help but note the coldest thing, In your precious face, Why do you always speak when you have no grace, In your precious face!” e mantém assim tudo em completa sincronia até um tempo depois que dá um boom como uma bomba com a guitarra e a letra mais pesada que o céu continua “There's precious little else to me, And though we cry, we must stay alive, Let my blood only run out when my world decides, There is no way out of your only life, So run on, so run!” e acaba o vocal mas os instrumentos se agitam mas vão desacelerando como se fosse uma despedida para quem está escutando o disco. Assim fecha os destaques do disco e umas pitadas de sentimentos ao ouvir, o disco em si é muito bom e gostos de curtir em diversos momentos, mas a dica é escuta-lo ao ver o céu aberto em uma noite estrelada ou pegar a estrada com esse disco. 




Abaixo o Link pra download do disco e uma das músicas favoritas do disco ao vivo.





http://www.baixartopscdstorrent.com/mumford-sons-wilder-mind-deluxe-edition-2015-torrent/




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sábado, 25 de março de 2017

Foo Fighters em seu primeiro disco


O primeiro disco da banda que tem o nome de “Foo Figthters’ mesmo é a carta de apresentação de Dave Grohl dizendo que ele não era mais um membro do Nirvana, e sim deu continuidade em sua majestosa carreira musical. No início da gravação era pra ser algo amistoso e sem muitas pretensões sobre o disco, era apenas a forma em que Dave queria continuar a seguir a vida mas com a música
que era sua paixão, mas em determinado momento ele percebeu que estava saindo muito bem o disco e começou a pensar em lançar o mesmo, mas pra nunca assimilarem o que ele estava fazendo com sua banda antiga ele criou o nome “Foo Fighters” e distribuiu para diversos amigos e pessoas do ramo da música. Resultado uma gravadora acabou recebendo a fita sem saber que era o antigo baterista do Nirvana e decidiu fechar a gravação do disco e o lançamento do mesmo! A banda no momento era formada por amigos de Dave, Pat Smear que tocou no nirvana com ele e antigo guitarrista da banda “The germs”, além dos amigos Nate mendel (ainda está na banda) e o primeiro baterista William Goldsmith que era pura pancada na bateria. Após lançar o disco em 1995 a banda tinha de fazer turnê, fechando cerca de 190 shows no tempo de apenas um ano! Agora tratando do disco e os destaques já pode-se começar
com a primeira música que é “This is a call” que é uma música mais calma e com a cara perfeita da banda até mesmo nos dias de hoje, que é uma pegada mais rápida cheio de guitarra e com a voz inconfundível do Dave, tudo combinava perfeitamente e o som flui de uma forma muito gostosa de escutar. Seguido vem a minha música favorita que é “I’ll stick around” que foi o primeiro som que escutei da banda a anos atrás, eu acho que ela tem umas elevações que também são um marco da banda, nela tem uma pegada um pouco mais forte e a bateria denomina todo o ritmo da música, dai mais a frente chega a parte que ele canta “I don't owe you anything, I'll stick around,I'll stick around and learn from all that came from it!” e fica impossível você não ficar contagiado com o ritmo e tentando cantarolar junto da banda! A próxima é “Big me” talvez uma das músicas mais conhecidas por todo o mundo, tem um ritmo bem tranquilo e gostoso de ouvir em qualquer ocasião, tem uma letra bonita como “Big me to talk about it, I could stand to prove, If we can get around it, I know that it's true!” e fica a música toda em um ritmo tranquilo e suave. O próximo destaque fica com “Alone+Easy target” que é uma música mais suja com um ruídos a mais das guitarras que dá uma semelhança ao “Nirvana” mas tem uma bateria um pouco mais rápida e menos pesada, o baixo da uma linha super legal nela também, além que nessa música o Dave dá uma forçada na voz que deixa ela bem diferente das demais e muito elétrica! Depois vem “Floaty” que encaixa perfeitamente na época em que a banda estava tentando
conciliar um som mais calma mas ao mesmo tempo a eletricidade que todos ali tinham, como o início vem só alguns acordes em um violão daí já encaixa todo o resto como uma explosão, é muito boa de viajar! Agora vamos com algo mais pesado, to falando de “Weenie Beenie” que é simplesmente o som que o Dave tocava bem antes de entrar no nirvana, uma mistura de um puro Punk com hardcore e muita velocidade em todos os tons que se pode ter na música, é uma pancada na cabeça que você demora pra assimilar tudo, é formidável! Agora vem mais uma das músicas mais conhecidas da banda, que é “For all the cows” que toda banda cover toca essa música, e em todo bar você já pode ter escutado ela tocando de fundo, é uma ótima música pra se curtir em qualquer lugar, e tem uma letra cheio de lirismo que fala “I'm called a cow, And I'm not about to blow it now for all the cows, It's funny how, Money allows all to browse and be endowed!” e leve pro lado que você quiser essa fala! Pra fechar os destaques do disco vem a maluca “Wattershed” que é uma rapidez que você mal pode notar op que ta rolando, é a música mais punk que a banda já tocou, e com letra mais rápida ainda como “I wanna swim in the wattershed, I wanna listen to the flowerhead, I lost a gallon and still I bled, I keep on thinking i get ahead!” e nada para junto com os cantos, e sim ficam mais rápidos e mais pesados, é um dose de adrenalina pura! Assim fecham os destaques do primeiro disco da banda, que com certeza você deve escutar pra entender todo o processo que a banda já passou desde a sua formação. Vale a pena com certeza escutar ele e junto disso adquiri-lo que tem todo aquele ar de disco das antigas com encarte legal e tudo mais.



Abaixo link pra download do disco e do show que a banda toca na integra todas as músicas desse disco.



https://www.4shared.com/rar/wT1YXuqaba/1995_-_Foo_Fighters.html


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sábado, 11 de março de 2017

Jack White em Lazaretto



Segundo disco de um dos maiores caras da música, Sr. Jack White de novo nos deu um baita material pra você apreciar em diversos momentos. Desde a estreia do disco já houve uma enorme repercussão boa, vendendo discos ao redor do mundo inteiro, a primeira plataforma lançada foi em vinil, onde
vendeu mais de 40.000 cópias na estreia do mesmo. A pegada é bem diferente de algumas músicas que ele já havia lançado em seu disco anterior, nele você encontra pouca semelhança do que foi o Jack em Whites stripes, é totalmente um novo músico, tendo os lados bons e ruins. Quando estava em época de gravação do disco em um entrevista ele comentou que estava trabalhando em cerca de 20/25 músicas, mas só iria lançar as que estivessem perfeitamente em sintonia com que ele sentia no estúdio, que não ia lançar material por lançar, tanto que o disco contem onze músicas e a duração do disco com apenas trinta e oito minutos, é porrada de uma vez. Agora tratando do disco em si, ele começa com a elétrica “Three Woman”, que nela você já percebe toda uma diferença no som da banda, alguns arranjos diferentes, alguns instrumentos que antes não apareciam tanto, e a forma em que o Jack canta também tem uma diferença, nesse disco ele recita histórias mais do que parece estar apenas cantando, é gostoso de se curtir. Seguida vem com o single do disco que tem o nome do mesmo, “Lazaretto”, e vem com uma porrada na cabeça, a guitarra sentindo tudo que tem no redor e os riffs que soam do começo ao fim, a bateria sendo só porrada e seu cérebro aparenta girar quando você ta escutando, como na parte que ele proclama “And I shake god's hand, I jump up and let her know when I can,This is how I'm gonna do it!” e começa toda a loucura instrumental, com um solo magnifico de guitarra junto com a pancadaria na bateria, é sensacional! O próximo ponto alto do disco vem com “Would You Fight For My Love” que é a melhor música do disco em minha humilde opinião, ela é
perfeitamente encaixada em harmonia, voz, letra, melodia e sentimento, a o sentimento da música sempre tão importante e nela você sente muito, como ele começa nela “It's not enough that I love you,There's all these things I have to prove to you, You use the sun to erase the past, But you think it only raises for you!” e todo aquele feeling vem percorrendo você, e continua até o fim, com elevações e ondas com a guitarra que é com certeza o ponto alto do disco. A próxima música a se comentar é “High Ball Stepper” que é totalmente instrumental, não contém letra nem voz alguma, é só uma maluquice cheio de ondas sonoras e que te faz vibrar do início ao fim, se você está enjoado de tudo, escute esse som e depois fale se não vai ficar vibrante! Agora vem a música mais gostosa de se escutar “Just One More Drink” e todo seu blues cósmico onde você se encontra na década de 70/80, a que viajem que esse som te proporciona, na música ele meio que confronta alguém que é um ser todo diferente do que o alter ego do Jack é, como “You drink water, I drink gasoline, One of us is happy, One of us is mean, I love you, But honey, why don't you love me?” mesmo ele sendo todo apaixonado por essa pessoa,
como falei, o disco é puro ele contando várias histórias. O próximo ponto altíssimo é “That Black Bat Licorice” que segue até um ponto um tanto quanto Funk das antigas, onde a batida se junta com o canto, os instrumentos parecem mais batidas do que algo sendo tocado, o riff de fundo deixa tudo perfeito, ai vem Jack cantarolando “Good for the needy, like Nietzsche, Freud and Horus, But I'm skin, flint, broke, making no money, making jokes!” e a loucura toma conta de você. Por fim chega “Want and able” que é perfeitamente a última carta proclamada por um guerreiro que finaliza sua batalha, que som sensacional de se escutar e sentir tudo por tras dela, como na parte “Who is the who, telling who what to do? Being able is to freedom what wanting is to cruel, It's hard to tell it seems, which one of them's the foolIs freedom a gift, That we only give to the ones that say I love you?” e o violão te conduz com a música e você fecha o disco perfeitamente. Como nas ultimas matérias, só alavanquei as músicas de grande destaque no disco, mas confira ele por inteiro que talvez seu gosto possa ser diferente, venha debater dai sobre isso. Vale cada segundinho do disco, é uma obra prima musical para o mundo, além de que o material físico é muito bonito e cheio de detalhes que engrandece ele.



Abaixo link para download e single do disco ao vivo para sentir ainda mais o que é a banda!



http://www.euescuto.com.br/2014/06/02/jack-white-lazaretto-download/


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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Arctic Monkeys em AM



Nada mais que o quinto disco da banda mais aclamada por movimentos new indie no Brasil e no mundo, quando lançado gerou uma repercussão muito maior do que o esperado, até pelos músicos. Lançado em 2013 mas se você reparar bem toca músicas do disco por todos os cantos ainda, com várias baladas envolventes e algumas um tanto quanto apaixonadas é a formula perfeita para o disco de maior sucesso da banda. Há quem diga que Josh Homme (Produtor/Lider do QOSA) foi
responsável por esse crescimento absurdo da banda, mas também tem fãs que preferem a banda de antes do AM, antes de Josh interferir tanto no processo criativo dos discos mas ninguém pode negar que foi e é o maior disco da banda em questão de popularidade. O disco foi gravado em nada menos que no Rancho de la luna, no deserto da Califórnia que é um dos lugares mais famosos para produção de um disco por ter um visual intenso e toda aquela imensidão e só a banda ali para trabalhar e focar cada vez mais, ali diversas bandas já gravaram como de exemplo Queens of stone age, Foo Fighters, Helbenders (banda brasileira) entre outras. Com esse disco a banda concorreu a diversos prêmios e pontuou em várias partes do mundo com os hits “RU MINE” e “One for the road” diversas vezes. Agora tratando em si das faixas do disco, o disco começa com “Do i wanna know?” que foi bem escolhida como abertura de disco com todo o gingado que te obriga a fazer pelas batidas e a guitarra de fundo, a voz do Alex turner tem algo de diferente nesse disco, talvez tenha deixado de gritar um pouco mais e agora parece proclamar as suas canções. Segue depois com ‘R u mine” que é o single mais vendido da banda até hoje, o clipe é divertidíssimo de assistir e a letra condiz com uma evolução gradual da banda, a música é trabalhada e você sente isso ao escutar, ao escutar impossível não cantarolar “Well, are you mineeeeeee?” dançando junto com o ritmo, é impossível não considerar o hit do disco. Após isso vem a “One for the road” que é um pouco confusa na questão letra com estilo da música, ela leva uma batida parecendo uma balada oitentista das boas, mas a letra condiz a estrada e tudo que pode vir, talvez faltou um pouco mais de guitarra além do solo que tem em uns minutos a frente, mas o
solo dá um ar incrível na música tem de se assumir.  Agora vem a doce “Arabella” que é uma música que todos deveriam escutar na vida, Alex vem com as notas certas e cantando uma história de uma garota, do nada tem a quebra com a bateria e tudo o mais, desacelera e acelera em fração de segundos seguido de uma explosão com todos os elementos da banda, o Arabella chacoalha o meu cérebro. Depois desce um degrau e vem “I want it all” que é mais uma música da banda como outras, não tem nada de muito diferente que chame a atenção. Segue com a lindíssima “No.1 Parthy Anthem” que é a famosa música de você abraçar a sua dama ou vagabundo e dançar sob o luar com estrelas sendo suas luzes, é uma música de pura paixão que te fara transpor todo amor por algo, letra e melodia lindas que te fazem suspirar com a letra “The house of fun, The number one party anthem!” segue toda a luz que a música te da. Seguindo, tem “Mad sounds” que é uma música mais desacelerada e tem um toque diferente, uma música legal de se escutar mas também não tem aquela diferença de varias da banda. Depois já muda o panorama e vem “Fireside” com um toque de maluquice no ritmo e na letra, talvez essa possa ser um hino para muitas pessoas que há escutou juntando tudo que ela representa, um som delicioso de se escutar na estrada com certeza. Depois a cômica “Why´d You Only Call Me When You´re High?” que vem uma batida toda gostosa de se escutar seja bebendo algo ou simplesmente na rua passeando com seu fone, nela se passa o clipe um tanto quanto bêbado feito pela banda, onde na letra ele retrata do porquê uma certa pessoa te ligar justamente quando se está alto,
junto da batida da vontade de você ficar alto junto com a trupe que está tocando é a mais genial do disco. Vem depois com “Snap out if it” que também não desce degrau nenhum e mantém uma linha muito legal da banda, com uma letra um tanto quanto descontraída e o clipe da banda também, pegue um drink com alguém e dance essa música que com certeza será uma bela combinação, ou junte algumas pessoas em seu carro e cantarole ela pela sua cidade, outra combinação muito boa que faz dela ser mais um dos belos hits do disco, ainda mais pela letra que vem “I’ll be here waiting ever so patiently for you to, Snap out of it (snap out of it)” tendo uma segunda voz mais fina no fundo, é muito bom o som! A penúltima música do disco é “Knee socks” que tem a principal referência a guitarra e as distorções que se tem nela, mas em questão de letra e arranjos da música não tem nada fora do normal da banda. E pra finalizar o disco tem “I wanna be yours” que é a música do amor saca? Impossível você a escutar com alguém e não rolar aquele feeling entre os dois, é pura magia, o som vem te conduzindo de uma forma tudo dentro de você consegue seguir o ritmo, ai vem a letra com todo seu sentimento “Secrets I have held in my heart, Are harder to hide than I thought, Maybe I just wanna be yours, I wanna be yours, I wanna be yours...” e você segue o fluxo da batida se deixando levar pelo momento, a música com mais magia que se tem no disco com certeza é essa, escute com o peito apertado em alguém e sinta tudo isso.



Abaixo link para download do disco e a música magia do disco!






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