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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Precisamos falar sobre a Oversong



Em um papo simplista com um dos integrantes da banda, o Ariel (guitarra), tive o prazer de saber mais sobre a banda Oversong que vem chamando a atenção de todos na região. Pelos seus covers extremamente bem feitos com um toque autoral, e agora com o próprio autoral sendo feito e com previsão de um lançamento futuro. Sentimos que a hora de despontar da banda é essa e queremos estar juntos ali, entrelaçados, nessa viagem cósmica que pode acontecer! Deem uma lida no bate papo e veja a construção de uma base sólida da banda e como podem esperar muitas coisas da mesma!

Quem são e como foi formada a oversong?

"A banda atual é formada por, João Marcelo Prevedel (vocal), Luis Fernando "Zulu" (baixo), Anderson "Durock" (guitarra e vocal), Victor Perli (bateria), Ariel Dolce (guitarra rítmica e solo). A Oversong foi formada em meados de 2015, após uma conversa entre o Victor Perli e o Durock sobre se reunir para tocar em um festival que estava aberto. O Durock conhecia o Zulu, o Victor conhecia o antigo vocalista da Oversong, o João Nicola, e as coisas foram fluindo. Eu entrei depois, por questão de necessidade de mais um guitarrista para encorpar o som, em um tempo que eles tinham dado uma parada. Ficamos um período com o antigo vocalista, mas por questão de divergências de interesses resolvemos deixá-lo em 2017, posteriormente convidamos o João Marcelo pra tocar conosco e estamos assim desde então. Nosso primeiro evento foi em 2018, depois de um longo período de inatividade. Agora estamos bem entrosados e as coisas estão acontecendo."

Bandas que influenciam no estilo musical/visual da banda?

"De certa forma procuramos não nos rotular e muito menos nos limitar, crescemos e passamos a
adolescência com uma grande raiz no rock clássico em geral, alguns membros como eu e o durock, quando eramos mais novos, ouvíamos até coisas mais pesadas como hard rock e thrash metal oitentista, o que influenciou bastante no nosso aprendizado na guitarra. A adolescência passa e (AINDA BEM) a gente se abre à muitas coisas, atualmente estamos experimentando de tudo, desde o mais variado e calmo MPB, até ao pop e hip hop, que nos dá boas influências nas composições, nessa fase estamos numa vibe bem New MPBista, ouvindo bastante artistas brasucas, como Rubel, Liniker e os Caramelows, Cicero... Porém, influenciando diretamente na composição, eu diria que o que mais nos vem no momento seria a nossa raiz do indie britânico e bandas do já ultrapassado termo "alternativo", como Cage the Elephant, The Strokes e claramente, o Arctic Monkeys. Bandas Brasileiras atuais também nos chamam muita a atenção e nos influenciam muito na composição das letras, timbres e climas, como O Terno, Boogarins e Selvagens a Procura de Lei por exemplo."

Qual seria a maior ambição dentro da banda em pró do autoral?

"Bem, por enquanto estamos bem pé no chão e procurando compor coisas que gostamos e que nos sentimos verdadeiros. No começo a banda era totalmente um hobby e fazíamos apenas tributos de músicas que a gente se identificava, mas agora, apesar de estarmos no começo do nosso momento autoral, estamos bem animados e já temos algumas músicas prontas, nosso EP e álbum virão em breve, a curto prazo, se as pessoas ouvirem as nossas musicas e conseguirem se identificar com as
letras captadas, muitas vezes, de instantes simples, verdadeiros e até mesmo aleatórios, ja vamos ficar bem contentes. A longo prazo, estamos totalmente abertos para o que pode vir, também vamos procurar abrir para bandas maiores e conhecer bastante a galera da cena. Por fim, eu diria que conquistar o nosso espaço em grandes festivais brasileiros talvez seja a nossa maior ambição."

Shows, projetos e tudo que possa vir em um futuro próximo?

"Em agosto de 2019 teremos, talvez, 3 shows confirmados, um no Porão Bar de Maringá, outro no Rolê do Bem no dia 10, que é um evento beneficente de Campo Mourão e por fim no festival dos amigos, também em Campo Mourão, onde sempre tocamos e nos divertimos muito. Nesse mesmo tempo, estamos com plano de gravar nossas músicas em demo, e posteriormente, de forma profissional; então montar um EP e divulgá-las nas plataformas de streaming. Quando todo o material estiver pronto, queremos lançar um álbum completo, aguardem!!"



De fim fica o gostinho de querer saber o que vem por ai, mas esperam com louvor, pois não demorará! Fiquem ligados nas redes sociais da banda e não perca nada!


Chega junto e nos diga o que achou da matéria!


sábado, 24 de setembro de 2016

Foo Fighters em Echoes, Silence, Patience and Grace.


Esse é o sexto álbum de estúdio da banda, não tem como não dizer o quão magnífico é o disco e como tem canções marcantes desde o seu lançamento. Começando pelo trabalho por trás do disco, ele vem depois de One by One que foi um disco que teve um baque muito grande na banda por questões de empresário, alguns integrante com brigas internas, Taylor sendo internado com problemas de drogas, o basta para gravadoras que só sugam os artistas, talvez onde nasceu e viveu o espírito da banda que sentimos até hoje. Agora tratando do disco, para mim é impossível Alencar qual o meu preferido, ou melhor, todos os discos podem ser escutados a qualquer hora e momento, mas esse tem algumas mensagens que o Dave e a banda querem mostrar a todos. Começando com nada menos que “The pretender” colocando toda sua raiva
contida nos outros discos, toda sua angustia do que passou, toda sua revolta com o que esse mundo pode proporcionar de ruim, Dave cantarola para nós como “What if I say I'm not like the others?,What if I say I'm not just another one of your plays?, You're the pretender, What if I say that I will never surrender?” chega a dar um calafrio na espinha! O disco tem uma levada um tanto quanto melancólico pode dizer também, seguido vem com “Let it die” que é uma das maiores discussões da banda, alguns falam que é simplesmente a música feita para Kurt Cobain, o maior amigo da vida do Dave, alguns falam que é apenas uma música forte e com um tom triste, mas sem nenhum motivo especifico, nunca foi revelada a verdadeira face da letra. Tem diversas músicas fortes também como “Erase replace” e “Come Alive”, mas também tem as baladas da banda como “Long Road to ruin” que é sensacional a levada da música e o clipe junto então formam aquele famoso hit que fica na sua cabeça! Além dessas tem a linda “But Honestly” que tem todo seu charme atrás da letra
como na parte “And tonight I thank the stars, As I count my lucky scars, For everything you've given me!” é coisa linda de se ouvir e sentir! Pra fechar o disco, mas não menos importante temos “Home”, que particularmente tinha de ser considerada das músicas mais bonitas que já se ouviu na galáxia, ela mexe com você mesmo sem conhecer a banda, ela te toca La no fundo fazendo sua alma balançar, ela mexe com seu psicológico deixando você em uma paz absurda, quando ele canta “People I've loved, I have no regrets, Some I remember, some I forget, Some of them living, some of them dead, All I want is to be home!” pode ser dia ou noite, toda vez que escuto essa música me emociono. Além de todas essas citadas, tem mais músicas como “Statues”, "Cheer Up, Boys (Your Make Up Is Running)”, "Once & for All", "Erase/Replace" entre outras, o disco é muito bom, pode te acompanhar em extrema excitação ou extrema tranqüilidade, é muito bom! Vale com certeza curtir e adquirir o mesmo!

ABAIXO LINK PRA DOWNLOAD DO DISCO E DO SINGLE!


http://www.4shared.com/rar/_wlfLxre/2007_-_echoes_silence_patience.html?locale=pt-BR

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Foo fighters em Wasting Light.


O sétimo disco da banda foi lançado em 2011, e pode sim dizer que foi uma das obras primas da banda. O disco foi produzido e remasterizado tudo em forma analógica, no estilo das antigas que as gravações eram em fitas, ou seja, errou tem de regravar toda aquela parte, não ir junto e deixar tudo perfeitinho. O disco veio depois de 4 anos que a banda não tinha produzido nada, assim fazendo a mesma gerar uma enorme desconfiança com o próprio disco e se esse modo era a escolha certa para se gravar, bom o resultado vocês dizem ai pra mim .Para esse disco a banda contou com diversos ídolos antigos nas gravações, como ex-baixista do Nirvana, Krist Novoselic, e de Bob Mould, um herói de Grohl desde seus tempos de Hüsker Du e Sugar, além do  principal que foi à volta do guitarrista Pat Smear assumindo oficialmente a guitarra na banda. O disco foi dos maiores vencedores no mundo todo, arrecadando o Grammy daquele ano.
Mas voltando ao disco é de divergências entre os fãs, muitos falam que ele é muito melhor que o Sonic Highways que é o ultimo lançado da banda e outros ainda preferem o antigo Foo Fighters, além dos que adoram tudo que a banda lança até mesmo um vídeo brincando com a possibilidade de a banda ter acabado. Agora tratando mais da questão do CD e não tanto por trás nas gravações, o disco é muito bem feito. Ele nos traz elevações nas músicas, segue uma cronologia durante o disco todo que você pode ouvir o mesmo achando que é uma história com inicio, meio e fim. Não tem ponto negativo no disco, todas as músicas são de excelente qualidade, claro, umas tem aquela letra chiclete e fica na cabeça o refrão e outras não ficam tanto assim na cabeça. Vai dizer que quando você escutou These Days não ficou na sua cabeça vários dias, como na parte... “Easy for you to say, Your heart has never been broken, Your pride has never been stolen, Not yet, not yet..” e nesse final você cantava jnto ao Dave com toda sua força. Tem diversos hits como “Arlandria” que é aquela animação do inicio ao fim, você escuta na estrada ou até mesmo deitado tentando descansar. Tem a “Walk” que é o ponto principal do disco para mim, a letra, o significado, o significado pessoal, as guitarras, os gritos, tudo!
Essa música é meio que o hino de milhões, assim eu acredito. I should have know, agora e a hora da música mais forte que tem no disco, alguns dizem que é feita para Kurt Cobain, alguns acham que é apenas um desabafo da banda para os antigos produtores, vocêm digam o que acham, para mim é apenas uma linda carta de quando a banda não esava passando bons bocados, tornando ela uma das melhores já feita pela banda. Além delas tem White limo que é uma pancada no estilo Motörhead onde o já falecido lemmy articipa do videoclipe, Matter of time, Miss the misery, Rope e diversas que fazem do disco uma obra prima. Escute o disco inteiro, prometo que não vai rolar arrependimento.




Abaixo link pra download do disco e single do mesmo.

http://www.4shared.com/rar/lfiwt-Ys/2011_wasting_light.htm?locale=pt-BR



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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Cinco motivos para escutar Saint Cecilia do Foo Fighters.



A banda Foo Fighters lançou um EP denominado Saint Cecilia, um marco pra história da banda por ser o seu hiato ou seu fim (deus queira que não seja isso) após o lançamento. Ao escutar diversas vezes o EP foi tomando forma os cinco motivos para todos escutarem essa obra da banda, saca abaixo que ta pesado!

1 – A banda chegou a um patamar que dificilmente uma banda chega, agradando fãs do jazz ao metal, tendo fãs que adoram um longa metragem quanto aqueles que só gostam de música rápida e agressiva para expressar seu cotidiano, além dos fãs da banda em si e desses existem de monte. E esse EP retrata bastante a evolução da banda musicalmente e espiritualmente.

2 – Para aqueles que colocaram o antecessor “Sonic Highways” não tendo tão a cara do Foo Fighters e sim só um projeto de Dave Grohl, esse EP é a volta da banda então, pois em cada música você pode colocar uma época da banda, colocando cada música em um dos CDs da banda que vão ter o mesmo estilo.

3 – Após escutar a terceira faixa “Savior Breath” não tem como não similar a música com o Motorhead. Rápida e agressiva ao mesmo tempo, lembrando uma época mais antiga da banda e ao mesmo tempo lembrando muito estilo de “White Limo” (do disco Wasting Light), fazendo assim uma bela homenagem ao Lemmy Kilmister vocalista do Motorhead.

4 – A ultima faixa do EP a “The Neverding Sigh” é uma música antiga da banda que a anos eles queriam lançar mas não se encaixava no som dos discos em si, graças a deus ele lançaram dessa vez. Estilo de música que te causa arrepios, elevações do começo ao ultimo minuto, a carta que o Foo Fighters quer mandar ao mundo, uma das melhores músicas da banda. Quando o refrão chega com “No one lets everyone in, My exit, no exit, Go on let everyone in” você consegue facilmente imaginar um estadio cantando com o Dave e sua trupe, é um sentimento indescritível escutar e poder sentir o até logo que a banda faz.

5 – O ep como um todo é a viajem da banda de seu início até hoje em dia, é algo que todo adorador de música tinha de escutar pra perceber como a mudança no estilo da banda tocar não envolve em si o caráter do músico ou banda, e sim eles evoluem a cada ano que passa, fazendo obras primas durante sua carreira.

6 - É me desculpem esse vão ser 6 motivos pois não havia citado a música que tem o nome do EP Saint Cecilia, que é a abertura do ep, mostrando desde o inicio a cara da banda, fazendo assim você ter um choque pela guitarra frenética e os coros durante a música. ALÉM de uma letra pra lá de pensativa, vale a pena prestar atenção.

Assim finalizo (triste) os cinco (seis)  motivos do EP que o Foo Fighters nos deixou, torcendo para que seja um até logo e não um fim.


Abaixo link para escutar o EP e o link para baixar no site da banda, e nesse mesmo link tem a carta do Dave para os fãs da banda, explicando tudo.

http://www.saintceciliaep.com/