Mostrando postagens com marcador soul. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador soul. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Os dez mais de 2020

Fim de ano sempre rola a retrospectiva certo? E por aqui não será diferente, alavanquei os dez principais trabalhos no ano, que nos ajudaram a passar por um ano tão difícil e tão atípico, trazendo um pouco de conforto para nossa alma. Aqui é em forma cronologia, não coloquei como melhor/pior, até porque se está aqui já é que eu ache sensacional o trabalho! Então se aconchegue e delicie-se com as maravilhas musicais que esse ano nos trouxe.

Fine Line – Harry Styles 

Que disco lindo, uma transformação constante que o Harry apresentou para nós, musicas com muito sentimento e algumas com batidas que ficam em nossa mente até amanhecer, a dança das palavras que ele fez sempre é algo de se valorizar! Além dele em si que vem quebrando mil tabus e desmitificando muitos aspetos no mundo da música, o disco e ele não poderia passar em branco, merece demais todo o sucesso que vem tendo.

The Slow Rush – Tame Impala

Quando você pensa que a banda não tem como se reinventar o Kevin Parker vem e BAM, choca nossa cabeça com seus riffs mágicos e toda a simplicidade dos mil instrumentos em alguns minutos musicais. Por muito tempo esse disco entoou o meu ano, desde a balada “Lost in yesterday” até mesmo a forte “On track”, famosos disco para todos os gostos!

Wake up Sunshine – All time low

O All time low tem uma formula magica de fazer quem escute a banda se animar sempre, trouxeram nas letras problemas sérios e tentaram tratar junto de suas melodias, um disco leve mas com uma pegada bem reflexiva, com riffs e batidas bem envolvente, o disco é a obra prima da banda!

II II II – Oversong

Particularmente rola um imenso orgulho desse trabalho, os caras são batalhadores demais e merecem tudo que o universo e o mundo possa proporcionar para eles. O disco é uma obra do MPB a uma mescla do rok’n roll oitentista, faz um balanço sensacional nas faixas e te abduz pra sempre dentro do som, “Espero que seja má” já é um hino.

The new abnormal – The Strokes

A banda ficou em um hiato de sete anos sem lançar nada em compacto, mas dai vem e mandam essa balada eletrônica com riffs rápidos, que você não sabe se é hora de chacoalhar ou de sentar e aproveitar o universo sabe? A mescla de vários estilos no mesmo som fez com que o disco atingisse novos fãs e agradece boa parte dos antigos, acertaram de novo!

Future Nostalgia – Dua Lipa

Caraca, que disco sensacional. A Dua Lipa acertou em cheio no disco, com seu visual oitentista, discursos atuais e batidas sensuais, ela fez um disco completo como se contasse uma história da música em sua batidas mais envolvente que há de ser! As músicas do disco vem tocando até hoje em diversos lugares, ganhando prêmios atrás de prêmios, e é muito merecido, o disco alavancou a carreira dela por méritos, porque o disco te faz ressurgir em diversos aspectos. E eu amo ela, é isso também.

Folego – Scalene

Agora vem um EP no momento certo para fazer uma respiração bem funda e acalmar um pouco todo o nervosismo que vivemos. Lembro que o EP saiu na época em que o corona estava no ápice e não entendíamos muito bem nada, era uma prisão mental muito forte, e o disco em si trouxe esse folego a nós de uma forma primordial. Aqui ai um agradecimento especial a banda, vocês nos ajudaram a continuar.

All Distortions are intetional – Neck Deep

Um dos discos que eu mais escutei no ano, e eu sinto que ele até entrou em minhas veias. Porque todas as músicas é uma reflexão intensa de uma forma animada de se sentir, o disco conta uma história utópica em meia a uma realidade utópica que vivemos. Talvez esse encaixe perfeito fez om que o disco tivesse esse impacto tão grande em mim, escutem “Telling Stories” e vão entender um pouco desse meu sentimento mágico.

The fine line between loneliness and solitude – Gustavo Bertoni

Um disco intimista e com um ar bem diferente do que escutamos no geral do mundo da música. O Gustavo soube misturar bastante das pegadas pessoais e do que ele gosta, e trouxe bem forte uma pegada Folk que ele se sentiu livre pra criar e mandou muito bem, o disco é uma viagem sem volta as estrelas e um caminho com volta pelo luar, faz literalmente você levitar pelo mundo.

Post Human: Survival Horror – Bring Me The Horizon

Sem sombra de duvidas o disco mais forte do ano. Aqui eles mexeram na ferida de todos e cutucaram com suas letras e riffs pra la de pesado, trouxeram a tona tudo que pode ser de errado e literalmente gritaram perguntando onde está a mudança que tanto prometemos. O disco é forte e faz você repensar em tudo e em si mesmo, a força das letras é impressionante e os clipes das músicas são SENSACIONAIS! Abracei de vez a loucura com esse disco, e me sinto melhor ainda.


Esse ano foi atípico, mas como já falei essas pessoas citadas ai em cima nos ajudaram muito, então um muito obrigado a vocês. Tanto aos artistas quanto aos leitores, espero que tenham um ótimo ano novo, que seja infernal de bom 2021, e se cuidem, ainda existe uma pandemia, sejam responsáveis e preguem mais amor.


Chega aqui no Twitter e nos diga o achou da matéria


Se preferir, pode ser aqui no instagram também!

quarta-feira, 27 de maio de 2020

A revolução musical da Binarious



Com um autoral de primeira, a banda Binarious de Brasilia está vindo com uma proposta musical quente e com muito sentimento em toda sua posse, aos ventos proclamam mudanças e mais amor ao mundo. Uma matéria simplista mas cheio de informações, é o que se segue nessa resenha, chega junto e se liberte ao novo.

História da banda


"Apesar do pouco tempo de história, o trio se destaca por movimentar a cena com eventos como a Binarious Listening Party e já marcou presença em festivais importantes da capital federal, entre eles CoMA e Porão do Rock. Baseada em Brasília, a Binarious é uma banda que une trip hop, indie folk e experimental. Transformando em música suas inseguranças e fragilidades, além de reflexões sobre sonhos, esperança, sexualidade, ciência, filosofia e com forte postura girl power, o grupo se reinventa como um trio. Binarious é formada atualmente pela fundadora da banda Andressa Munizo nos vocais e guitarras e pelas multi-instrumentistas Lídia Pessoa (baixo e vocais) e Clara Vidal (bateria). Juntas, elas estão divulgando o novo EP “Um Escape Fácil”. Com edição, mixagem e masterização do vencedor do Grammy Latino, Ricardo Ponte, o EP foi produzido pela banda e está disponível em todas as plataformas de streaming de música."

Influencias musicais

"Nossas influências são principalmente da cena independente brasileira e brasiliense, artistas como Brvnks, YMA, Fresno, Far From Alaska, Supercombo, Boogarins, Vivian Kuczynski, Bolhazul, Joe Silhueta, Dennehy, Young Lights etc. Dos artistas internacionais temos bastante influencia do duo Twenty One Pilots e das meninas do Warpaint, entre outras bandas como Metronomy, The Kills, Pink Floyd, The Do, The Neighbourhood, Nothing But Thieves, Tame Impala e Cleopatrick."

A mensagem que a banda transmite

"Acreditamos que a nossa música seja um impulso sobre a necessidade de se conectar com si mesmo. Fazer as pessoas refletirem sobre seus sonhos e propósitos em conjunto com a ciência e filosofia em um mundo tecnológico onde somos bombardeados todos os dias por milhares de informações. Muitas vezes sentimos uma perda de identidade, pois estão sempre nos dizendo como devemos agir e o que devemos fazer, gerando questionamentos sobre o sentindo da nossa existência e a nossa relação de conexão com a natureza e o universo. Vemos a arte como uma proposta de resinificar a palavra conexão. "

Aos fãs e futuros adoradores da banda


"A Binarious é uma nova ideia e esperamos que ela faça a diferença na perspectiva de vocês ao olhar para o mundo e sentir as coisas. A Binarious é sobre vocês, sobre nós e sobre o mundo em que vivemos, é sobre saber lidar com o caos e o desconhecido e saber aproveitar os dias de sol e quietude, sejam muito bem vindos ao nosso mundo de fragilidades e aos que já conhecem o nosso som, um grande abraço."


Links da banda


-
Mas se preferir pode ser aqui no Instagram também!


Crédio pelas imagens: Pedro Ribas.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Precisamos falar sobre a Oversong



Em um papo simplista com um dos integrantes da banda, o Ariel (guitarra), tive o prazer de saber mais sobre a banda Oversong que vem chamando a atenção de todos na região. Pelos seus covers extremamente bem feitos com um toque autoral, e agora com o próprio autoral sendo feito e com previsão de um lançamento futuro. Sentimos que a hora de despontar da banda é essa e queremos estar juntos ali, entrelaçados, nessa viagem cósmica que pode acontecer! Deem uma lida no bate papo e veja a construção de uma base sólida da banda e como podem esperar muitas coisas da mesma!

Quem são e como foi formada a oversong?

"A banda atual é formada por, João Marcelo Prevedel (vocal), Luis Fernando "Zulu" (baixo), Anderson "Durock" (guitarra e vocal), Victor Perli (bateria), Ariel Dolce (guitarra rítmica e solo). A Oversong foi formada em meados de 2015, após uma conversa entre o Victor Perli e o Durock sobre se reunir para tocar em um festival que estava aberto. O Durock conhecia o Zulu, o Victor conhecia o antigo vocalista da Oversong, o João Nicola, e as coisas foram fluindo. Eu entrei depois, por questão de necessidade de mais um guitarrista para encorpar o som, em um tempo que eles tinham dado uma parada. Ficamos um período com o antigo vocalista, mas por questão de divergências de interesses resolvemos deixá-lo em 2017, posteriormente convidamos o João Marcelo pra tocar conosco e estamos assim desde então. Nosso primeiro evento foi em 2018, depois de um longo período de inatividade. Agora estamos bem entrosados e as coisas estão acontecendo."

Bandas que influenciam no estilo musical/visual da banda?

"De certa forma procuramos não nos rotular e muito menos nos limitar, crescemos e passamos a
adolescência com uma grande raiz no rock clássico em geral, alguns membros como eu e o durock, quando eramos mais novos, ouvíamos até coisas mais pesadas como hard rock e thrash metal oitentista, o que influenciou bastante no nosso aprendizado na guitarra. A adolescência passa e (AINDA BEM) a gente se abre à muitas coisas, atualmente estamos experimentando de tudo, desde o mais variado e calmo MPB, até ao pop e hip hop, que nos dá boas influências nas composições, nessa fase estamos numa vibe bem New MPBista, ouvindo bastante artistas brasucas, como Rubel, Liniker e os Caramelows, Cicero... Porém, influenciando diretamente na composição, eu diria que o que mais nos vem no momento seria a nossa raiz do indie britânico e bandas do já ultrapassado termo "alternativo", como Cage the Elephant, The Strokes e claramente, o Arctic Monkeys. Bandas Brasileiras atuais também nos chamam muita a atenção e nos influenciam muito na composição das letras, timbres e climas, como O Terno, Boogarins e Selvagens a Procura de Lei por exemplo."

Qual seria a maior ambição dentro da banda em pró do autoral?

"Bem, por enquanto estamos bem pé no chão e procurando compor coisas que gostamos e que nos sentimos verdadeiros. No começo a banda era totalmente um hobby e fazíamos apenas tributos de músicas que a gente se identificava, mas agora, apesar de estarmos no começo do nosso momento autoral, estamos bem animados e já temos algumas músicas prontas, nosso EP e álbum virão em breve, a curto prazo, se as pessoas ouvirem as nossas musicas e conseguirem se identificar com as
letras captadas, muitas vezes, de instantes simples, verdadeiros e até mesmo aleatórios, ja vamos ficar bem contentes. A longo prazo, estamos totalmente abertos para o que pode vir, também vamos procurar abrir para bandas maiores e conhecer bastante a galera da cena. Por fim, eu diria que conquistar o nosso espaço em grandes festivais brasileiros talvez seja a nossa maior ambição."

Shows, projetos e tudo que possa vir em um futuro próximo?

"Em agosto de 2019 teremos, talvez, 3 shows confirmados, um no Porão Bar de Maringá, outro no Rolê do Bem no dia 10, que é um evento beneficente de Campo Mourão e por fim no festival dos amigos, também em Campo Mourão, onde sempre tocamos e nos divertimos muito. Nesse mesmo tempo, estamos com plano de gravar nossas músicas em demo, e posteriormente, de forma profissional; então montar um EP e divulgá-las nas plataformas de streaming. Quando todo o material estiver pronto, queremos lançar um álbum completo, aguardem!!"



De fim fica o gostinho de querer saber o que vem por ai, mas esperam com louvor, pois não demorará! Fiquem ligados nas redes sociais da banda e não perca nada!


Chega junto e nos diga o que achou da matéria!


sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Cinco motivos para degustar AMO, novo disco do BMTH




O novo disco do Bring Me The Horizon vem com todas as falas clichês dos fãs de todo disco, comentando que está muito diferente, que a banda não é mais a mesma e tem saudades da época cheio de screamos. Mas a mudança é algo inevitável em qualquer âmbito de uma vida, o novo pode ser bom, então porque não experimentar? Aqui lhe dou cinco motivos que farão você repensar a
crítica do disco!

-

"É o disco com a sonoridade mais limpa que a banda já lançou! Nele você nota os timbres do Oliver em todas as músicas, a guitarra em sua parte funcional e não tanto principal como antes, a bateria ganhou uma nova vida e mais dinâmica, com o baixo e o teclado tendo importâncias maiores do que já existiu em toda a historia da banda!"

-

"A diferença de cada etapa da banda é sempre intrigante, esse em si se trata de um disco sobre o amor  e destacando em suas letras os pontos e baixos da vida em si, de tudo que  há de bom e o que há
de ruim em sentir muito todas as coisas. O Oliver vem de uma passagem a uns anos atrás das drogas, fazendo Sempiternal a resposta a todos que duvidaram dele, o That’s the Spirit a afirmação que está evoluindo, e nesse disco e sensitivel que estão no mais alto nível de suas emoções!"

-

"Sendo divulgado de varias formas, foi o disco que houve maior contato com o publico e toda publicidade envolvida de uma forma mais adentro. Acompanhando as redes sociais da banda você notava que muita coisa estava sendo feita, e da pra notar no disco que ele é muito bem trabalhado em todos os mínimos detalhes, tem uma sonoridade perfeita do começo ao fim."

-

"Primeira vez ao escutar o disco você vai tomar um certo susto pela diferença entre uma música e outra, ele viaja em uma onda totalmente indie, que passa pelo eletrônico, pegando algumas mais um
post punk e uma pitada de pop rock, é uma verdadeira mistura que a banda está vivendo, tornando agradável para todos os fãs."

-

"Colocaria agora um levantamento especial para quatro músicas, que a primeira com toda certeza seria “Wonderful Life” que tem a participação do Dani Flith, trazendo a parte mais pesada do disco e com uma letra que balança sua mente! Depois iria alavancar “Medicine” pelo quesito principal que é a letra, dizendo pra tirar tudo e todos de negativo que nos sugam e deixar que o universo te cure e deixe as coisas boas nos guiar para a felicidade. E pra fechar seria “MANTRA” que já se tornou o hino do novo disco, com letra chiclete que gruda na cabeça, além de uma pegada pesada também!"

-

Esse novo disco é o famoso que se deve ouvir varias vezes pra se notar tudo que há nele, não escute com pressa mas deguste dele! Vale a pena demais escutar e deixar a onda nova do BMTH te levar!






sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

A metamorfose da Stolen Byrds está chegando




A Stolen Byrds não parou no tempo e está prestes a nos dar mais um filho do ventre musical mais forte que eles poderiam ser. A banda teve mudanças no quesito de formulações das novas canções, mas manteve os ares em muitos outros pontos, o que solidifica um grupo a um "tempinho" na estrada.
Abaixo um bate papo bem leve e solto com o frontman Edwards Neto. Leiam, vibrem e se deliciem, e em pouco tempo o novo disco estará entre nós!


O processo criativo do disco em geral e como se desenvolveu

"O processo criativo desse disco se deu por assim que nós lançamos o 2019 (último disco da banda) nós tivemos uma vivencia muito bacana no brasil e na Europa, as relações entre a banda se estreitaram mais ainda, no processo de criar mesmo em melodias e letras conseguimos absorver muito de cada um, fazendo um caldeirão de ideias, tanto que tem músicas do novo disco que tem 100% da criação dos cinco membros, outras tem um pouco mais de um ou de outro, como os discos anteriores eram composições que levávamos aos ensaios e dai rolava a todos os outros detalhes juntos, já nesse nasceu junto e no
mesmo tempos de todos os integrantes. Esse disco nós torcemos para que o público perceba essa mistura que fizemos, esse seria o nosso novo processo criativo, conseguir absorver mais entre nós e expor da melhor forma."

 É o quarto álbum da banda, cada um é muito particular, qual a evolução necessária pra manter a banda no auge tanto tempo

"Por buscar mesmo a evolução individual tanto musicalmente e espiritualmente, é sempre aquilo de estar conhecendo lugares novos pra tocar, conhecendo artistas de todos os lugares, vivenciar esse mesmo sonho no dia a dia com mais pessoas ao redor do mundo, então essa mescla de vivenciar os lugares, de estar ali conhecendo novos povos faz com que seja a nossa evolução pra ser cada vez mais faminto de música e não parar nunca, assim é o processo natural, agregando muito de novas experiências e como absorver tudo, como nesse disco novo tem um ar novo, um refresco a mais!"

Como será após o lançamento do disco, em questão de turnês, shows e clipes

"O disco será lançado em meio a turnê, o nome dele será “Wanderlust” que tem toda relação as
viagens e a sede de estrada, fazendo assim a nossa maior divulgação sendo nossas viagens pelo mundo a fora. Isso se dá como a viagem em distância, em qualidade e quantidade, nosso combustível pra esse disco é a estrada. Os shows e clipes serão apresentados da mesma forma, a ideia principal vai ficar muito mais claro quando todos puderem ouvir o novo disco e captar essa mensagem que tem o próprio nome do disco, fazendo disso de uma nova viagem como um todo, sendo física, mental ou espiritual."

 Para os fãs da banda, o que esperar do novo disco e do novo ano

"Posso deixar que vem uma nova Stolen por ai, bem fresquinha e com novos ares, quem quiser embarcar nessa aventura com a gente, vai ser algo bem gostoso e vão se sentir mais rejuvenescidos, com muita força, levando o astral la no alto! Sempre digo que é um disco diferente dos demais como todos foram, pra não perdermos o espirito de renovação sempre!"



-

Links para encontrar a banda:


-


sábado, 20 de maio de 2017

Foo Fighters em The colour and the shape



Talvez seja o disco que mudou completamente o futuro da banda mesmo sem a mesma saber que os frutos de algumas decisões faria isso. No disco a gravação foi refeita principalmente a bateria pelo próprio Dave, fazendo o baterista que era na época William ficar um tanto quanto desagradado com a situação, tendo apenas terminado o disco e quando fosse sair para turnê sair da banda, dando lugar a nada menos que Taylor Hawkins que está na banda até os dias de hoje. O disco foi produzido no ano de 1997 sendo o segundo disco lançado pela banda, sendo dos favoritos da maioria dos fãs por contar
com diversos hits. Agora vamos ao que interessa, começar os pontos de destaque do disco pois nesse temos vários! De começo já vem a elétrica “Monkey Wrench” que é rapidez e gritos de Dave por toda ela, fazendo uma completa eletricidade passar dali e penetrar em sua cabeça fazendo você vagar do lugar que está para algo que nem sabe o que é, como quando ele manda “I still remember every single word you said, And all the shit that somehow came along with it, Still there's one thing that comforts me, Since I was always caged but now IM FREEEEEEEEEE!” e explode de vez o som e vai se alinhando de forma muito gostosa de curtir! Depois seguido vem uma das minhas favoritas da banda, estou falando de “Hey, johnny park!” que de alguma forma é um som super nostálgico e cheio de energia ao mesmo tempo, as linhas que o Nate bate no baixo nesse som é muito gostoso de curtir, é um groove bem diferente de outros sons da banda, o decorrer dela também meio que eletrifica você como “Your eyes still remind me of, Angels that hover above, Eyes that can change from blind to blue...” é como se a musica desacelerasse como um carro e do nada ela atingia velocidade máxima mesclando todos os instrumentos, além dos solos que rolam nesse som que são de outro universo! Agora vem uma maluquice, estou falando de “Wind up” que lembra um hardcore dos bons e antigos, super acelerado e voz gritada que o Dave sempre soube fazer muito bem, por um bom tempo foi a música de abertura da bandas para seus shows! Agora alinda, super linda, super amor, é “Up in arms” , sim essa música consegue te tocar em qualquer momento que você esteja, como “Together now I don't know how this love could end, My lonely heart, it falls apart for you to mend...” e vem cheio de guitarras ao fundo com a bateria em sincronia total! É, agora vem nada mais
nada menos que “My hero” por muito tempo e pra sempre terá um pedaço de meu coração nessa música, é inimaginável o poder que ela tem sobre mim, a letra te pega e te amarra de uma forma que você não imagina, e vem junto todos os elementos que se pode ter na banda, com memórias vividas e o canto de Grohl “Kudos my hero, leaving all the best, You know my hero, the one that's on....” e me arrepia tudo de dentro pra fora, é sem duvidas uma das mais emocionais da banda. Seguido vem com uma paulera “Enough space”, vem com umas linhas pesadas de baixo e um solinho bem no fundo da guitarra que vem crescendo, e quando ela explode ela fica pela musica inteira sem ter vez de diminuir ou desacelerar, é uma porrada completa dentro da cabeça sem tempo de reação algum! Agora vem um som bem pesado, essa é a carta de amor que talvez seja de Dave para seu amado amigo que se foi Kurt Cobain, não entrarei nessa discussão, mas poderia ser usada perfeitamente como isso, mas também pode ser usada como uma bela canção que foi composta por um dos maiores letristas que nesse mundo existe, a música te puxa de uma forma que você nem percebe, vai meio que te colocando dentro dela e voc~e vai sentindo tudo, até que rola uma explosão como se fosse um grito dentro de você que precisa sair e te libertar, com “February stars, Floating in the dark, Temporary
scars, February stars!” e vai repetindo essa parte mais duas vezes, se você se emocionar é normal, não se acanhe e sinta por completo esse som! Talvez um hino da banda vem a seguir, “Everlong” já embalou muitos casais e muitas festas, é um típico som de se curtir e ouvir em todos os momentos de sua vida, saiba utilizar ele de forma correta e aprecie tudo que tem dentro dele, as notas tocadas são formidáveis, a vocal tem a linha perfeita, distorções feitas em tempos certos, talvez seja uma das três obras primas que a banda já fez sem dúvidas, meio difícil quem nunca tenha escutado essa música, ou a famosa parte “Hello, I've waited here for you, Everlong..” e dançou com tudo isso. Notei escrevendo esse texto como no disco tem letras pesadas e de certa forma bem emocionais, diferente de alguns discos da banda, talvez tenha sido uma época turbulenta de emoções para nosso querido Dave, como a seguir vem “Walking after you” que é um bela carta de amor sincero que você que está lendo tem de escutar e pensar em uma pessoa a quem você já amou ou ama, sinta tudo, tudo mesmo que esse som pode trazer pra você, como “If you walk out on me, I'm walking after you, Another heart is cracked, In two, I'm on your back!” é uma delicia de se escutar e amar. E pra fechar o disco vem “New way home” que já tem bem mais a cara da banda dos dias atuais, com toda a rapidez que a banda tem junto da energia e as mudanças de voz que rola com o Dave, ela vem em um ritmo normal e parece até mais um single de fim de ano vamos assim dizer, mas para o fim começa uma loucura com “I felt like this on my way home, I'm not scared, I pass the boats and the kingdome, I'm not scared!” junto disso tem uma loucura instrumental, perfeita pra fechar o disco! Assim o disco termina, esse é o segundo da banda e um dos melhores que eles fizeram, cheio de hits e hinos da banda, não da pra gostar da banda sem ter escutado pelo menos metade desse disco e não reconhecido. Mais uma obra prima que você deve ter guardado junto de seus pertences, vale muito a pena!



Abaixo link de um dos hits e pra baixar o disco



https://www.4shared.com/rar/qfvUNm_9ba/1997_-_The_Colour_and_the_Shap.htm


Visite nossa página no Facebook e nos diga o que achou da matéria/disco da banda e diga se ele não merecia o disco do ano!


https://www.facebook.com/vivendoamusica1/


sábado, 29 de abril de 2017

Alabama Shakes em Sound & Colour


Esse é o disco mais sentimental que você pode escutar, seja em um momento propício para mil lagrimas mantidas atrás de seus olhos ou para mil sorrisos que você guarda para dar, é um dos discos
que eu mais amo. O disco é sucessor de Boys and Girls, um disco que mostrou ao mundo o que era a banda, com toda sua pegada única, um leve blues que se eleva a um rock pra lá de pesado, em variações na mesma música, talvez seja essa essência que o Alabama Shakes tem que algumas bandas não conseguem, eles não se prendem na música e mudam em outra, uma música tem mil e uma variações de velocidade. Pelo disco a banda foi convidada para se apresentar no Grammy em 2016, e estava concorrendo a quatro indicações e ganhando 3 delas, perdeu apenas para Taylor Swift como melhor álbum do ano, deixo vocês julgarem qual disco é melhor de verdade. Agora saindo um pouco da história do disco e da banda, vamos começar a falar do disco em si! De primeira o toque inconfundível é “Sound & Colou” que tem o mesmo nome do disco te deixa em uma dimensão de tranquilidade do começo ao fim sem
comparação com qualquer coisa, é um groove perfeito em que te deixa em transe absoluto, cantarolando ao fundo “sound and colour, sound and colour...” você já começa em uma viajem pelo disco! Seguido vem a mais funk do disco “Don’t wanna Fight” onde de inicio a doce Brittany já solta um agudo que você fica em choque, entrando com os instrumentos e a batida bem leve de fundo na bateria vai introduzindo você em um ritmo que você danças por dentro, querendo transpor todo esse sentimento, mas daí vem a explosão mais a frente “Your pride and my pride, Don't waste my time, I don't wanna fight no more!” e vai se balançando junto com toda a música, é sensacional! É agora o chão treme, o próximo destaque é “Future people” que faz meu coração palpitar, é uma das melhores músicas que eu já escutei na minha vida, eu a coloco entre minhas cinco favoritas na história, ela é perfeitamente encaixada em instrumental que fica em uma passada meio psicodélica, mas a voz em frente tem um tom melancólico que te faz aprofundar mais ainda nela, mas dai explode com “Children, take or leave it, Come people you got to, Give a little, get a little, And see it, Like future you people!” e vai
levando um ritmo que você já imagina que vai se aprofundar mais pra frente mas não é a hora, ele retorna no ritmo do começo bem leve e com aquele ar melancólico com a voz inconfundível da Brittany de frente, mas é questão de segundos pra voltar a agitar e querer explodir tudo, dessa vez acontece com “Imagine the sound, And listen loud and then, You'll reach the top!” e ela te faz explodir pra fora todo sentimento que você possa ter dentro de você, já me emocionei mais de mil vezes ouvindo esse som e toda vez me emociona, é muito linda. Mas se achas que acabou, está muito enganado, pra não deixar a batida descer la vem a porrada de “Gimme all your love” e todo seu peso com ela ao seu lado, a meu deus do céu o que a brittany faz nessa música é algo inexplicável, atinge um nível cósmico todo o timbre que ela faz, os riffs são perfeitamente encaixados junto das batidas da guitarra e a linha do baixo da todo o peso que precisa nesse momento, ela
implorando “If you just gimme all your love, oh, Gimme all you got, babe, Gimme all your love, oh...” é uma elevação do som e de tudo em volta que te faz com certeza ficar em transe com tudo ao redor, mais uma das músicas que te tiram do chão e te chacoalham inteiro pelo que a Brittany faz nela, é de outra galáxia! Seguido vem nada mais nada menos que “This feeling” que é uma carta de amor que foi escrita, é algo que também quebra todas as paredes da emoção que você possa ter dentro de você, ela vai mexer contigo de uma forma gostosa mas que também te fara sentir de verdade tudo o que tem la no fundo do seu peito, como “And I've been having me a real fun time, And it feels so nice to know I'm gonna be alright!” e você entra junto com o trecho da música e todo o instrumental que está com ela mas em seguida a brottany canta com tanta emoção “Please don't take my feeling, I have found at last, If I wanted to, I'd be alright, Yeah, if I wanted to, I'd be alright!” e você se derrama no chão e vira apenas poeira estelar de tao forte que essa música pode ser com você, a genialidade dela e todo o feeling que ela traz faz algo muito forte rolar com você, esse som tem um poder muito forte dentro de mim pessoalmente falando, eu realmente tenho muita história com a música e muito amor por ela, é até meio difícil digitar sobre ela. Pra alavancar um pouco a agitação e maluquice que a banda também sabe fazer vamos com “ The Greatest” que começa já com uma guitarra e bateria acelerada indo junto com os outros elementos da banda e você vai indo junto no ritmo como se fosse uma dança, o som
diversifica um pouco dos anteriores mas é muito bom de se ouvir, mais a frente nele tem um festival de distorções e batidas fortes na bateria que te deixa tonto de tão gostoso de curtir.  Agora pra fechar o disco  vem a belíssima “ Miss you” que te faz pensar que é das músicas mais melancólicas do disco mas é um pouco diferente, tem sim uma letra um tanto pesada mas o instrumental tira um pouco do peso porque eles fazem umas explosões que não te deixa ficar em baixo, dai vem “Maybe the stars aligned, Or maybe I just changed my mind, Maybe I'm yours, I'm yours!” e vem junto toda uma sincronia de loucura instrumental, é uma das músicas que mais vai te fazer viajar no disco com toda certeza! Assim o disco finaliza com seus destaques, algumas músicas não citei por não terem um peso enorme em mim, mas são muito boas também. O disco é dos que eu mais tenho apreço em ter e poder escutar a todo momento que eu quiser, ele me tirou de algumas coisas e me colocou em outras que me fizeram me sentir mais vivo, eu realmente amo essa banda e toda sua maluquice. Então tratem de escutar e viajar com todas as canções que nele contem, prometo que será uma jornada sem volta além de muito proveitosa. Antes que me esqueça, se houver chance de ver a banda ao vivo faça isso, eu prometo que não se arrependera nenhum pouco.  




Abaixo link para download do disco e da melhor música do mesmo




https://www.4shared.com/rar/9P5rJsbrba/Alabama_Shakes_-_Sound__Color_.html?locale=pt-BR


Visite nossa página no Facebook e nos diga o que achou da matéria/disco da banda e diga se ele não merecia o disco do ano!


https://www.facebook.com/vivendoamusica1/