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sábado, 21 de março de 2020

Neck Deep e sua pura endorfina



Ao te escutar eu quero gritar e percorrer todos os confins desse mundo a fora, sinto uma enorme vontade de viver ao ouvir qualquer que seja o estrofe ou o ritmo da música, assim é o sentimento mais puro que o Neck Deep tem sobre mim. A banda Galesa que já estourou por muitos cantos ainda
segue o caminho forte e pretensiosamente na inovação música pessoal, a banda é sempre uma constante evolução, fortemente a deriva de um mar bravo. A banda é nova, foi fundada em 2012, não tendo nem dez anos de carreira eles já atingiram alguns patamares expressivos com a sua velocidade musical e euforia lírica. Tiveram EP’s que fizeram um enorme sucesso no reino unido e em países mais perto, mas foi a partir do disco “Life’s not out to get you” (2015) que é um patamar acima de tudo que já tinha sido produizod pela banda e fazendo com que fossem conhecidos mundo a fora! Em meio a saída de integrante e uma onda forte de como iria ocorrer as turnês o disco foi se espalhando mais e mais pelo mundo, com um intenso poder lírico e toda a sua forma bruta da guitarra rápida ia se propagando pelo
ar tudo de bom que a banda era, colocando eles em um altar da música alternativa ao redor do mundo e consolidando o nome da banda, com colocações boa na Kerrang e Billboard como disco alternativo, era assim fadado que a banda realmente estava viva! Mas em 2017 a banda viria mais firme do que queria transparecer e mostrar as caras mais profundas que tinham gardado, eles lançaram o fenomenal “The Peace and the panic” que é um disco com força e muita atitude, sendo algo muito pessoal onde é facilmente detectado pelas letras e tudo que é transposto nas músicas! Foi nele em que a banda já quebrou recordes de músicas tocadas em varia splataformas, partipou de turnês ao mundo todo, inclusive no Brasil, foi chamado para shows em que
fossem os artistas principais da noite e fortificou mais ainda o nome da banda em todos os cantos do planeta, a sensibilidade como ele é cantado do inicio ao fim parece uma carta pra que saibamos diferenciar os momentos de pânico e paz que a vida nos da e a o mesmo tempo saber como suportar tudo e tentar o máximo sobrepassar por isso, sempre que escuto eles eu noto uma vibe muito motivacional tentando jogar a quem ouvir pra cima, não somente de alegria, mas fazendo um debate da letra da música com o que rola realmente, diria que eles são cem por cento sinceros na letra e em como a banda se comporta, tentando mostrar que a luta tem gloria, mas também tem os seus perrengues. Ótima referencias e amizades sempre foram um ponto que a banda manteve como Mark Hoppus do Blink – 182 que pode ser notado como
um dos mentores da banda, sempre faz questão de estar por dentro do que está rolando com os galeses da Neck Deep. Agora eles estão se preparando para lançar o novo disco, denominado “All Distortions Are Intentional”, onde a banda promete que será uma reinvenção de tudo que já lançaram e tentaram alcançar mais um patamar mostrando uma vertente nova do pop-punk. Em depoimentos, Bem Barlow (vocalista), diz que chegou a hora em que tem de se mostrar uma nova cara ao mundo e se reinventar é a forma mais eficaz e que todos os integrante concordaram em fazer, ainda mais que tem um baixista novo (Seb Barlow) na banda, e tentam trazer em julho desse ano essa inovação toda, e com certeza virá mais um disco que fará você levantar da sua cama e querer lutar um pouco mais pelo seu dia, confie nisso. 


Links da banda








sexta-feira, 26 de julho de 2019

Precisamos falar sobre a Oversong



Em um papo simplista com um dos integrantes da banda, o Ariel (guitarra), tive o prazer de saber mais sobre a banda Oversong que vem chamando a atenção de todos na região. Pelos seus covers extremamente bem feitos com um toque autoral, e agora com o próprio autoral sendo feito e com previsão de um lançamento futuro. Sentimos que a hora de despontar da banda é essa e queremos estar juntos ali, entrelaçados, nessa viagem cósmica que pode acontecer! Deem uma lida no bate papo e veja a construção de uma base sólida da banda e como podem esperar muitas coisas da mesma!

Quem são e como foi formada a oversong?

"A banda atual é formada por, João Marcelo Prevedel (vocal), Luis Fernando "Zulu" (baixo), Anderson "Durock" (guitarra e vocal), Victor Perli (bateria), Ariel Dolce (guitarra rítmica e solo). A Oversong foi formada em meados de 2015, após uma conversa entre o Victor Perli e o Durock sobre se reunir para tocar em um festival que estava aberto. O Durock conhecia o Zulu, o Victor conhecia o antigo vocalista da Oversong, o João Nicola, e as coisas foram fluindo. Eu entrei depois, por questão de necessidade de mais um guitarrista para encorpar o som, em um tempo que eles tinham dado uma parada. Ficamos um período com o antigo vocalista, mas por questão de divergências de interesses resolvemos deixá-lo em 2017, posteriormente convidamos o João Marcelo pra tocar conosco e estamos assim desde então. Nosso primeiro evento foi em 2018, depois de um longo período de inatividade. Agora estamos bem entrosados e as coisas estão acontecendo."

Bandas que influenciam no estilo musical/visual da banda?

"De certa forma procuramos não nos rotular e muito menos nos limitar, crescemos e passamos a
adolescência com uma grande raiz no rock clássico em geral, alguns membros como eu e o durock, quando eramos mais novos, ouvíamos até coisas mais pesadas como hard rock e thrash metal oitentista, o que influenciou bastante no nosso aprendizado na guitarra. A adolescência passa e (AINDA BEM) a gente se abre à muitas coisas, atualmente estamos experimentando de tudo, desde o mais variado e calmo MPB, até ao pop e hip hop, que nos dá boas influências nas composições, nessa fase estamos numa vibe bem New MPBista, ouvindo bastante artistas brasucas, como Rubel, Liniker e os Caramelows, Cicero... Porém, influenciando diretamente na composição, eu diria que o que mais nos vem no momento seria a nossa raiz do indie britânico e bandas do já ultrapassado termo "alternativo", como Cage the Elephant, The Strokes e claramente, o Arctic Monkeys. Bandas Brasileiras atuais também nos chamam muita a atenção e nos influenciam muito na composição das letras, timbres e climas, como O Terno, Boogarins e Selvagens a Procura de Lei por exemplo."

Qual seria a maior ambição dentro da banda em pró do autoral?

"Bem, por enquanto estamos bem pé no chão e procurando compor coisas que gostamos e que nos sentimos verdadeiros. No começo a banda era totalmente um hobby e fazíamos apenas tributos de músicas que a gente se identificava, mas agora, apesar de estarmos no começo do nosso momento autoral, estamos bem animados e já temos algumas músicas prontas, nosso EP e álbum virão em breve, a curto prazo, se as pessoas ouvirem as nossas musicas e conseguirem se identificar com as
letras captadas, muitas vezes, de instantes simples, verdadeiros e até mesmo aleatórios, ja vamos ficar bem contentes. A longo prazo, estamos totalmente abertos para o que pode vir, também vamos procurar abrir para bandas maiores e conhecer bastante a galera da cena. Por fim, eu diria que conquistar o nosso espaço em grandes festivais brasileiros talvez seja a nossa maior ambição."

Shows, projetos e tudo que possa vir em um futuro próximo?

"Em agosto de 2019 teremos, talvez, 3 shows confirmados, um no Porão Bar de Maringá, outro no Rolê do Bem no dia 10, que é um evento beneficente de Campo Mourão e por fim no festival dos amigos, também em Campo Mourão, onde sempre tocamos e nos divertimos muito. Nesse mesmo tempo, estamos com plano de gravar nossas músicas em demo, e posteriormente, de forma profissional; então montar um EP e divulgá-las nas plataformas de streaming. Quando todo o material estiver pronto, queremos lançar um álbum completo, aguardem!!"



De fim fica o gostinho de querer saber o que vem por ai, mas esperam com louvor, pois não demorará! Fiquem ligados nas redes sociais da banda e não perca nada!


Chega junto e nos diga o que achou da matéria!


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Cinco motivos para escutar MUTT, novo disco da The Old Skull Guz


A rapaziada da Old skull guz vieram arrebentando nos últimos meses e hoje lançaram em todas plataformas o seu primeiro disco, o “MUTT”. A banda está em turnê nesse começo de ano em vários pontos do Brasil soltando a voz e toda sua euforia musical, então aqui vai cinco motivos
luxuosos pra se absorver esse disco do começo ao fim!

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"O primeiro disco da banda tem suas misturas mais cruas, sempre o primeiro trabalho tem uma mistura muito maior dos gêneros e gostos de todos os integrantes. Não poderia ser diferente nesse aqui, sinto uma energia do jazz, uma balada dançante do blues e uma porradaria do Hard rock também, tudo em uma mudança frenética."

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"Apesar de ser uma banda nova a sincronia instrumental chega a dar emoção, o alinhamento entre os três instrumentos faz com que as ondas sonoras faça você viajar de longe a perto em alguns segundo, junto do vocal estridente e afinado."

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"O disco foi lançado com o selo da Forever Vacations que é uma turma de São Paulo comandada pelo Capilé (Ator Morto/Suagr kane/Water Rats) que faz o trampo das bandas mais porradas e lança para o mundo! Trazendo o underground mais em evidencia de novo como a vários anos atrás!"

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"A banda já tem seu primeiro clipe lançado da música “Mutt Dog” além de algumas gravações em estúdio que já está liberado no Youtube. Não há trabalhos posteriores da banda, mas dois integrantes são velhos conhecidos dentro do projeto pelo seu passado em bandas anteriores."

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"Alavancando um top 3 do disco, de primeira eu escolheria a Rampage Boogie que é sem duvidas uma ótima carta de apresentação da banda e é a abertura no disco mesmo, uma porrada quarentista e cheio de energia muito própria da banda, trazendo a euforia em cada segundo da música! Depois não
posso deixar de falar da Mocaccino Blues, é a favorita do disco, é um frenesi da guitarra com os outros elementos, o vocal limpo em algumas partes o deixando solo e depois volta a explodir o instrumental completo, fazendo isso como se fossem ondas no bar, trazendo da calmaria a maior quebra constantemente, além da gaita estridente que o “Guz” sabe tocar como poucos! Pra fechar os destaque eu colocaria a “Mutt Dog” que como citado a cima tem clipe já e tudo mais, ela é uma história sendo cantada para todos os ouvidos que se aventurarem, tem uma grande semelhança as maiores baladas como de Johnny Cash com uma pitada única da banda mesmo, é uma balada das boas! Varias outras tem destaque como "Lovin Odissey" que é ANIMAL, "True" com toda sua paixão entre todao o disco!"

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Assim fica os cinco motivos para apreciar esse novo disco dessa banda que está surgindo agora mas já da vários indícios que vem forte e com um baita futuro! Então se deliciem e acompanhem tudo que vem por ai!


Acompanhe a banda:





quinta-feira, 11 de outubro de 2018

A explosão de The Old Skull Guz




La vem uma explosão em seu ouvido, está chegando uma banda que vai trazer mais vertentes de um som de outro universo, a Old Skull Guz vem chegando demolindo tudo ao redor. A banda que tem suas principais influências o Blues com as pitadas magnificas do rock’n roll está com um projeto pra lá de bonito pra nos agraciar, banda nova e cheio de energia, com um frontman conhecido aqui já, Guz, nosso amigo ex integrante da Stolen Byrds, agora vai voar nesse novo projeto e estamos juntos dele com todo apoio e amor. Vendo esse estouro que vai ser, resolvemos te rum bate papo com nosso ilustríssimo e tiramos algumas informações do que vem por ai. Saca que está quente!

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Um ciclo finalizou e outro está só começando, fale um pouco de tudo que anda rolando em especifico contigo Guz.


Pois é, esta sendo uma grande mudança, foram 7 anos de Stolen Byrds aonde eu aprendi quase tudo
do que sei hoje sobre ser um músico. Fico feliz e agradecido por toda a experiência que tive ao lado deles! Foram 7 anos de muito som e de luta. Com toda certeza a decisão de sair foi bem difícil, mas eu senti que era o momento de tentar algo novo, com características mais ligadas às minhas influencias, e estou bastante empolgado com essa nova fase.


A banda é nova, cheia de energia e pegadas diferentes, o que podemos esperar dela nesse primeiro trabalho que está pra sair?


Bom, esse primeiro disco tem muita coisa boa! Serão 13 músicas que exploram várias vertentes do Blues e do Rock and Roll numa abordagem mais contemporânea. Algumas músicas são coisas antigas que eu tinha guardado na geladeira, outras mais novas concebidas em Jams no Old Skull Guz. Tem sons pegados com sequencia de riffs e também tem baladas mais calmas. Podem esperar por algo bem sincero, verdadeiro e muito eclético.


Com suas palavras, diga o que é a The Old Skull Guz, e o que ela vem representar.

 O Old Skull Guz é uma banda que vem pra somar na cena do rock and roll atual. É um power trio com grandes influencias de Blues e que pretende atingir o maior público possível com a nossa musica. Acho que é disso que se trata: música boa e sincera para bons ouvintes.

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Assim temos uma ideia do que podemos esperar desse disco de estreia, só nos resta seguir a banda e ver todas as atualizações que eles nos mostram, e torcer pra chegar logo o disco. Ouvindo tacks que recebi posso garantir, ninguém vai se arrepender de esperar esse disco!




Links sobre a banda:



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sábado, 20 de maio de 2017

Foo Fighters em The colour and the shape



Talvez seja o disco que mudou completamente o futuro da banda mesmo sem a mesma saber que os frutos de algumas decisões faria isso. No disco a gravação foi refeita principalmente a bateria pelo próprio Dave, fazendo o baterista que era na época William ficar um tanto quanto desagradado com a situação, tendo apenas terminado o disco e quando fosse sair para turnê sair da banda, dando lugar a nada menos que Taylor Hawkins que está na banda até os dias de hoje. O disco foi produzido no ano de 1997 sendo o segundo disco lançado pela banda, sendo dos favoritos da maioria dos fãs por contar
com diversos hits. Agora vamos ao que interessa, começar os pontos de destaque do disco pois nesse temos vários! De começo já vem a elétrica “Monkey Wrench” que é rapidez e gritos de Dave por toda ela, fazendo uma completa eletricidade passar dali e penetrar em sua cabeça fazendo você vagar do lugar que está para algo que nem sabe o que é, como quando ele manda “I still remember every single word you said, And all the shit that somehow came along with it, Still there's one thing that comforts me, Since I was always caged but now IM FREEEEEEEEEE!” e explode de vez o som e vai se alinhando de forma muito gostosa de curtir! Depois seguido vem uma das minhas favoritas da banda, estou falando de “Hey, johnny park!” que de alguma forma é um som super nostálgico e cheio de energia ao mesmo tempo, as linhas que o Nate bate no baixo nesse som é muito gostoso de curtir, é um groove bem diferente de outros sons da banda, o decorrer dela também meio que eletrifica você como “Your eyes still remind me of, Angels that hover above, Eyes that can change from blind to blue...” é como se a musica desacelerasse como um carro e do nada ela atingia velocidade máxima mesclando todos os instrumentos, além dos solos que rolam nesse som que são de outro universo! Agora vem uma maluquice, estou falando de “Wind up” que lembra um hardcore dos bons e antigos, super acelerado e voz gritada que o Dave sempre soube fazer muito bem, por um bom tempo foi a música de abertura da bandas para seus shows! Agora alinda, super linda, super amor, é “Up in arms” , sim essa música consegue te tocar em qualquer momento que você esteja, como “Together now I don't know how this love could end, My lonely heart, it falls apart for you to mend...” e vem cheio de guitarras ao fundo com a bateria em sincronia total! É, agora vem nada mais
nada menos que “My hero” por muito tempo e pra sempre terá um pedaço de meu coração nessa música, é inimaginável o poder que ela tem sobre mim, a letra te pega e te amarra de uma forma que você não imagina, e vem junto todos os elementos que se pode ter na banda, com memórias vividas e o canto de Grohl “Kudos my hero, leaving all the best, You know my hero, the one that's on....” e me arrepia tudo de dentro pra fora, é sem duvidas uma das mais emocionais da banda. Seguido vem com uma paulera “Enough space”, vem com umas linhas pesadas de baixo e um solinho bem no fundo da guitarra que vem crescendo, e quando ela explode ela fica pela musica inteira sem ter vez de diminuir ou desacelerar, é uma porrada completa dentro da cabeça sem tempo de reação algum! Agora vem um som bem pesado, essa é a carta de amor que talvez seja de Dave para seu amado amigo que se foi Kurt Cobain, não entrarei nessa discussão, mas poderia ser usada perfeitamente como isso, mas também pode ser usada como uma bela canção que foi composta por um dos maiores letristas que nesse mundo existe, a música te puxa de uma forma que você nem percebe, vai meio que te colocando dentro dela e voc~e vai sentindo tudo, até que rola uma explosão como se fosse um grito dentro de você que precisa sair e te libertar, com “February stars, Floating in the dark, Temporary
scars, February stars!” e vai repetindo essa parte mais duas vezes, se você se emocionar é normal, não se acanhe e sinta por completo esse som! Talvez um hino da banda vem a seguir, “Everlong” já embalou muitos casais e muitas festas, é um típico som de se curtir e ouvir em todos os momentos de sua vida, saiba utilizar ele de forma correta e aprecie tudo que tem dentro dele, as notas tocadas são formidáveis, a vocal tem a linha perfeita, distorções feitas em tempos certos, talvez seja uma das três obras primas que a banda já fez sem dúvidas, meio difícil quem nunca tenha escutado essa música, ou a famosa parte “Hello, I've waited here for you, Everlong..” e dançou com tudo isso. Notei escrevendo esse texto como no disco tem letras pesadas e de certa forma bem emocionais, diferente de alguns discos da banda, talvez tenha sido uma época turbulenta de emoções para nosso querido Dave, como a seguir vem “Walking after you” que é um bela carta de amor sincero que você que está lendo tem de escutar e pensar em uma pessoa a quem você já amou ou ama, sinta tudo, tudo mesmo que esse som pode trazer pra você, como “If you walk out on me, I'm walking after you, Another heart is cracked, In two, I'm on your back!” é uma delicia de se escutar e amar. E pra fechar o disco vem “New way home” que já tem bem mais a cara da banda dos dias atuais, com toda a rapidez que a banda tem junto da energia e as mudanças de voz que rola com o Dave, ela vem em um ritmo normal e parece até mais um single de fim de ano vamos assim dizer, mas para o fim começa uma loucura com “I felt like this on my way home, I'm not scared, I pass the boats and the kingdome, I'm not scared!” junto disso tem uma loucura instrumental, perfeita pra fechar o disco! Assim o disco termina, esse é o segundo da banda e um dos melhores que eles fizeram, cheio de hits e hinos da banda, não da pra gostar da banda sem ter escutado pelo menos metade desse disco e não reconhecido. Mais uma obra prima que você deve ter guardado junto de seus pertences, vale muito a pena!



Abaixo link de um dos hits e pra baixar o disco



https://www.4shared.com/rar/qfvUNm_9ba/1997_-_The_Colour_and_the_Shap.htm


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terça-feira, 25 de abril de 2017

Rolê das manas cheio de cultura e opinião



Na semana passada precisamente no dia 20 (quinta-feira) véspera de feriado, fomos convidados a cobrir o nosso primeiro evento que foi o Role das manas, realizado no Tribos bar em Maringá, e foi indescritível. Antes de começar qualquer coisa só temos agradecer o convite e todos que viabilizaram
pra que isso rolasse, gratidão demais, desde o pequeno cumprimento até o comentar do projeto por lá, foi sensacional! Agora vamos falar das atrações que rolaram por lá, começando por todo o lugar e a exposição de arte que estava rolando do lado do lugar onde as bandas iriam se apresentar, com artesanais e várias coisas legais, uma galera super cabeça aberta fazendo debates de todos os assuntos, falando aleatoriedades e tudo no mesmo tempo com muito respeito e amor. Agora falando da banda que se apresentou, a Red Velvet, que banda sensacional, formada por quatro gurias mais rock’n roll que você pode imaginar, elas energizam o palco mesmo antes de começarem todos os toques e timbres que você sente nas músicas, era algo que te puxava pra perto do palco e te vibrava por inteiro, elas mandaram

covers insanos desde Rival sons que ficou incrível na voz da Debora para um Foo Figthers onde quase todo mundo do role cantou junto. A banda tem uma sincronia muito legal de se ver, é um olhar no outro e sabem o que fazer, sabem desacelerar ou sabem acelerar e tacar as famosas rochas no nosso cérebro pra explodir, elas são uma banda pronta pra despontar por todo o Brasil, pode anotar o que estou falando por aqui! Ao fim do show deles rolou mais alguns sons por conta do Dj que também estava mandando muito, seguido teve uma dupla feminina formada pela Larissa e Maju dias,  que mandou um rap de primeira  contra toda opressão que o mundo pode fazer com qualquer pessoa, sem diferenciar gênero ou etnia, foi insano! Depois veio a mais pura poesia que se pode ter no mundo, a Bruna siena subiu ao palco para mostrar a todos por ali
o que é uma performance e uma interpretação linda de se ver, com um texto de sua autoria sobre tudo que se pode ter de opressão contra as mulheres e além disso colocou umas pitadas pessoais que deixou toda a performance com um teor sentimental que você sentia só de escutar e ver ela em cima do palco, a Bruna é extremamente pura poesia! Após isso rolou ainda mais alguns DJ’s mandando vários sons de todos os estilos, sendo que a galera estava curtindo bastante e assim foi finalizando o role. Por fim coloco obrigado de novo a todos que contribuíram pelo role, imenso prazer em conhecer várias pessoas que tive oportunidade de conhecer e por fim é isso, onde tiver cultura e arte com certeza vamos estar lá! 


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