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quarta-feira, 12 de agosto de 2020

A carta aberta de Débora Louize


Hoje tem aqui muita alma e transcendência dentro da música, da paixão a escrita e aos coros nos vocais, hoje a carta aberta é com essa artista talentosíssima, estou falando da Débora, compositora, professora, cantora, musicista e muito mais. Abaixo tem o mais puro dela explicito em suas próprias palavras, pare um pouco um tempo e aproveite a leitura!

História pessoal e na música

"Bom, primeiramente meu nome é Débora Louize, tenho 24 anos, sou professora e tradutora de língua inglesa pela Alda English Life, empresa criada por mim e minha amiga/irmã Laura Zanetti, também sou cantora e me envolvo com artes de um modo geral, arte é minha vida. Eu canto desde criança, meu pai tinha um violão e sempre que pegava para tocar sertanejo eu me sentava ao lado e ficava o acompanhando na voz. Eu cresci buscando formas de me expressar e sempre me encontrei melhor na arte, eu pintava várias camisetas e panos de prato ainda com 11 e 12 anos, gostava de dançar hip hop, busquei a arte da luta com o Kung Fu, entre várias outras coisas. Quando tinha 14 me descobri do mundo do rock, me apaixonando por Linkin Park e Evanescence, foi quando eu percebi o que realmente queria da vida, que era cantar e me expressar da forma como o Chester Bennington e a Amy Lee se expressavam. Com 15 anos entrei para uma banda, com a qual comecei a perder alguns medos e estudar mais a minha voz, infelizmente a banda nunca chegou a se apresentar ao vivo e acabou não dando certo. No entanto, entre os meus 17 e 18 anos eu comecei a gravar alguns vídeos cantando e tocando violão para colocar no facebook, com isso a Luana Maran da Red Velvet viu um vídeo e me chamou para fazer um teste com a banda e cá estou desde então. Foi com elas que fiz o meu primeiro show, a primeira vez em cima de um palco e todas aquelas sensações e emoções inexplicáveis. Com a Red Velvet eu fiz várias viagens, conheci muitas pessoas, descobri novas possibilidades com a minha voz, comecei a tocar guitarra, comecei a compor músicas e desde então venho me descobrindo e redescobrindo cada vez como artista e, principalmente, como mulher artista, que é algo que torna essa jornada muito mais cheia de desafios e barreiras para quebrar. Em meio a isso eu fiz parte de outras bandas também que acabaram não dando certo, eu fiz apresentações sozinhas tocando algumas músicas minhas, já participei de um projeto junto com um amigo que é palhaço e já gravei duas músicas com outros dois artistas. Já vivi ótimas experiências musicais e espero viver muitas outras ainda."

Vida durante a pandemia


"Eu tinha muitos planos para 2020, tinha... No início da pandemia, eu achei que isso iria durar alguns dias, eu estava em casa com as pessoas que eu amo, meu pai, minha mãe e meu namorado, ficamos 15 dias de quarentena e eu achei que seria só isso – doce ilusão. Com mais dias dentro de casa, algumas responsabilidades começaram a chamar e eu tive que me organizar. Dei início as aulas dos meus alunos de modo online; na universidade, também, as aulas do mestrado se iniciaram de moto remoto, além de alguns cursos de extensão que eu resolvi me inscrever, todos online. Com essa porção de coisas acontecendo eu fiquei bem mal na segunda quinzena da quarentena, minha imunidade abaixou, eu não me sentia muito bem e acabei não tendo muito ânimo para nenhuma dessas coisas. Minha alimentação, que já não é muito boa piorou e, enfim, tudo foi bem difícil, eu parei de tocar violão e só ficava deitada na minha cama, adquiri uma certa paranoia e ansiedade que qualquer vez que eu precisasse sair de casa eu ficava muito mal, então nem em mercado eu vou mais, apenas meus pais saem de casa. Mas depois de dois meses de quarentena e várias bads eu me acostumei com essa ideia e voltei a busca pela estabilização emocional de novo. Voltei a praticar yoga 3 vezes por semana com as aulas online, estou tendo alguns cuidados tomando shots matinais e chás para a imunidade, tenho tomado sol de manhã, e passei a estudar na área externa da minha casa, com vento no rosto e minha cachorra do meu lado. Nos fins de semana eu decidi não trabalhar, nem estudar, então passo mais tempo com minha família, assistimos filme, conversamos, ou apenas limpamos a casa juntos ouvindo música alta e a cada 15 dias eu visito meu namorado, ou ele me visita e até fizemos uma música juntos, talvez um dia a gente lance, hahaha. Nós, da Red Velvet que no início da pandemia estávamos mais distantes, agora estamos tentando nos reunir (de modo online) e conversando sobre algumas futuras mudanças, estamos trampando, gravamos um vídeo recentemente que em breve estará no ar. Eu voltei a escrever e a compor, comecei a fazer alguns artesanatos também, que pretendo começar a vender em breve, então tem bastante música e arte em geral surgindo aqui durante esse quarto (??? - não tenho mais certeza de quanto tempo estou em quarentena) mês de pandemia."

Opinião do mundo atual e nosso país


"O mundo nunca foi muito favorável para pessoas que não são homens brancos heteros e ricos. Eu fico cada vez mais triste e mais desapontada com as notícias e com as coisas que leio e escuto de muitas pessoas nesse momento atual. Depois de anos de evolução a gente ainda vê notícias de crianças negras sendo mortas pela PM nas favelas, de pessoas que foram abordadas de forma brutal e até mortas simplesmente pela cor da pele. Nós vemos mulheres sendo expostas, violentadas e mortas todos os dias, simplesmente for serem mulheres, por serem vistas como objeto pelos homens. Trans e homossexuais que sofrem com a violência e preconceito diário. Recentemente até mesmo dentro da universidade que estudo houve um caso de homofobia disparado por uma docente à um aluno em meio a uma reunião com mais de 1000 pessoas assistindo. Todos esses preconceitos sempre estiveram por aí nos rondando, a luta é diária para tentar mudar isso, mas com o atual governo brasileiro houve um aval para que toda essa podridão de seres preconceituosos fosse liberada e a violência ganhou muito mais espaço. Sinto que retrocedemos muitos anos e acho, infelizmente, que não conseguiremos avançar tão cedo, pelo menos não enquanto estivermos sob comando desse governo. Eu sei que as vezes a gente acha que não pode piorar, mas olha, esse governo já provou que sempre tem como piorar, o Covid-19 não é, nem de longe, o nosso maior problema. O futuro está na mão de nós jovens, e se não fizermos algo logo, eu temo pelo que possa acontecer."

Recado da Débora do cotidiano e Débora vocalista do Red Velvet


"A Débora Louize do cotidiano é artista, a da Red Velvet também. Arte é parte do meu ser, é o que sou, eu sou arte, eu sou música, mas sou muitas outras coisas também. Eu sou um ser formado de várias partes diferentes, mas que não se dissociam entre si, apenas podem mudar e evoluir. Desta forma, o que posso dizer nesse atual momento é: tenham empatia pelo próximo, ajudem as outras pessoas, você não sabe das batalhas que cada uma luta. Não confiem em quem diga que arte não presta e não serve para nada, eu garanto que ela salva (se pá faz muito mais do que o nosso [des]governo)! Essa é a hora de buscar alguma revolução na música, na arte, na vida e mostrar a que viemos. Derrubemos o governo, derrubemos o patriarcado e derrubemos o preconceito!"


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FOTOS: Bia Colnago, Alex Reis, Marcelo Zavan, Igor Moura.

sábado, 9 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar Why me? Why not do Liam Gallagher


Liam lançou esse disco com a pronuncia de que era de longe melhor que o seu primeiro disco solo e que aqui ele conseguiu demonstrar todo seu poder em forma musical, sem medos e sem amarras e cheio de potencia nas letras. Agora seguindo nesse fluxo, alavanquei cinco motivos distintos do porque de se ouvir esse baita disco, só ir de cabeça aberta e aproveitar.


"Dois anos após o conceituadíssimo “As You Were” ele voltou com uma drástica mudança no estilo
das músicas, passou de um tom mais melancólico para uma som extremamente britânico elétrico que se assemelha bem mais com o Oasis, mas com vários factoides de Beatles e até mesmo Stones."

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"O álbum como um todo vem mais trabalhado e é muito mais pensado no quesito de enredo, podendo se dizer que foi muito mais pensado em ser utilizado para apresentações em grande escala, como ele vem fazendo pela Europa nos meses antecedentes."

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"É bem forte o tom britpop que só ele consegue colocar nas música principalmente quando ele tem de
soltar a voz mesmo, os alcances de notas que ele consegue em meio a tanta transfusão de instrumentos é bem único e sempre feito com imensa maestria por ele, como exemplo claro em “Meadow”, além da lembrança intensa na voz do John Lennon nessa música, o qual o Liam já demonstrou ser o seu maior ídolo musical."

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"Antes do lançamento do disco muito foi falado sobre a potência da voz do Liam e se ele ainda aguentava aquela potencia toda que ele cantava, principalmente no disco anterior, onde em algumas músicas ele realmente chega a gritar com todo ar esvarando de seus pulmões, e digo a verdade, ele vai conseguir cantar por mil anos ainda se quiser, quanto mais velho melhor está a voz dele, é
incrível."

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"Agora tendo de alavancar três destaques do disco, início com “Gone” que tem um ar até de faroeste pelos seus ritmos e como ele vem cantando de inicio, o som é agradável demais para vários momentos do seu dia mas se você coloca ele na estrada é a trilha sonora perfeita para aproveitar todo
o momento. A quentinha “Now that i’ve found you” como um abraço de alguém que você ama, a música é uma carta linda de sensibilidade por alguém que você sente um amor, e proclamando que pra sempre estará por lá desde que a encontrou, com vozes de fundo, bastante guitarra mas é muito gostosa a ponto de te animar pra voar o mundo, revigorante ao extremo. Minha favorita e que não poderia deixar passar é “Once” que é a música mais poderosa que eu escutei nos últimos tempos, ela é com instrumental bacio e tranquilo, a voz é predominante em boa parte mas a melancolia dela te toca desde a primeira vez que escuta, vem como um soco em “You went down so easy like a glass of wine, my friend when the dawn came up you felt so inspired to do it again, but it turns out you only get to do it once, you only get to do it once...” mais algumas vezes e explode tudo, com uma mini orquestra de fundo, e seu coração vem na boca, emociona demais, é a melhor música do Liam da história!"


O disco tem muitos tesouros, mas deixo para que vocês achem os outros.



Link's do artista




sábado, 18 de abril de 2020

O meteoro Olivia Yells vai colidir com sua existência



Seguinte, aqui vem gente com força e extremo talento dizendo umas poucas e boas que devemos escutar, digo isso sobre Olivia, um meteoro sem parâmetro cheio de raízes profundas e cheio de energia pra mostrar ao mundo. Segue na matéria que tem muito detalhe bacana dessa revelação que vem surgindo no cenário do nosso país.

Quem é Olivia Yells?

"Uma amante. Mas não no conceito que todos conhecemos da nossa língua, e sim, oriundo do sentido de amar tudo muito intensamente. Por trás desse traço, a Olivia carrega uma melancolia e dramaticidade muito grande diante das coisas, e em vezes, solta seus gritos como se estivesse tentando se soltar das amarras internas, onde então, vem seu sobrenome, “Yells”.Olivia Yells é um pouco de todo mundo, e isso trás um questionamento muito grande em cima do que é ser alguém. Do que nos faz nos sentirmos alguém. Na verdade, do que nos faz sentir qualquer coisa. Olivia Yells é uma palhaça." 

Principais Influências

"Quando eu comecei a compor minhas primeiras músicas em 2013 eu escutava muito PopRock, coisa que já não faço mais com tanta frequência hoje em dia, contudo, devo a ele toda a minha influência em estrutura musical. Inclusive, isso me lembra um amigo meu também musicista, Cláudio Sant’Anna, que sempre me diz para “nunca negar minha história”. Eu costumava pensar que talvez minhas músicas tivessem muitos detalhes Pop, mas hoje não é mais um problema pra mim.Quanto à melodia, sou muito inspirada pelo movimento Punk “Riot Grrrl”, ouço muito bandas de mulheres no Rock e no Punk como por exemplo, Bikini Kill, Mannequin Pussy, Le Butcherettes, The Monic, PJ Harvey, etc.Também ouço muito bandas como Queens of The Stone Age, Foo Fighters, Molho Negro e curto muito a pegada rock dos anos 70, como Jefferson Airplane e Led Zeppelin. Na construção melódica da minha música “Good Manners”, meu produtor musical, Lipe Borba, conseguiu construir uma aura levemente setentista combinada com Grunge, o que captou perfeitamente a essência que eu havia pensado pro Single."

Estilo musical e inspirações

"Quando eu penso sobre minhas composições, sempre percebo como em todas elas, pelo menos, existe um teor de um acontecimento real. Acredito que esse é o principal fator para
que a “Good Manners” seja tão poderosa. Quando eu a compus, estava passando por uma situação amorosa diferente, e me toquei que estava vendo a situação um pouco mais clara do que antes, mas só fui perceber isso quando terminei de escrevê-la. Posso dizer que aquilo foi uma epifania tanto musical quanto pessoal.A arte, em geral, é uma ferramenta gigantesca de auto conhecimento. As vezes demora um tempo para entendermos nossas próprias criações, e pra isso, precisamos de paciência. Mas depois disso, é muito bonito poder ligar os pontos e se descobrir um pouquinho mais."

Futuro e lançamentos

"O EP vem logo menos por aí, mas enquanto isso, eu e meu produtor musical, Lipe Borba, estamos produzindo minha próxima música intitulada “I Need You/ You Need Me”. O que eu posso dizer é que essa música é um pouquinho mais calma que a “Good Manners”, mas é tão poderosa quanto! Quanto a parcerias, gosto muito dos
vocais da Karen Dió, da banda Violet Soda. O som deles é incrível e seria muito massa poder tocar com eles algum dia! Em meio a Quarentena, posso dizer que os shows mais próximos por enquanto rolaram pelo meu Instagram @oliviayells por meio de lives, mas logo depois que estiver seguro, vamos ter show ao vivaço da Olivia Yells com tooooooda certeza! Por último, quero agradecer a minha equipe maravilhosa: Lipe Borba, meu produtor musical, Maju Tohme e Elle Freittas, minhas assistentes criativas. Obrigada por acreditarem em mim e me impulsionarem a criar cada vez mais! Obrigada, também, a todos que já ouviram “Good Manners”! Estou absurdamente feliz com os feedbacks."




LINKS DA ARTISTA

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sexta-feira, 22 de março de 2019

Cinco motivos para escutar Wanderlust da Stolen Byrds


Chegou para nós essa obra-prima de pura rebeldia musical, fugindo de todos padrões que poderiam ser integrados mas sim feito para viajar para um universo paralelo e absorver tudo de bom que possa ter, em sua vida. A Stolen chegou arrebentando com o novo disco, e eu vou alavancar cinco motivos
para você se deliciar com ele!

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"Esse é o quarto álbum da banda, eles se firmaram ao passar dos anos como uma banda que nunca deixa se acomodar em um estilo musical ou em um feixe de estilo, eles interagem desde aos maiores riffs de metal como uma boa balada romântica, aromatizando tudo e deixando um bom prato de sonoridade impecável a todos!"

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"Esse disco foi feito com a gravadora Sony, onde os membros das banda haviam ganho um concurso no ano passado, que passavam varias etapas como se fosse um mata a mata, e por fim se sagraram campeões em Curitiba, a partir dali uma
das premiações seria a produção do novo disco com selo da Sony Music."

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"Mesmo o disco sendo feito por uma gravadora que pode interferir em seus processos criativos, a banda não largou as suas raízes e teve o trabalho cem por cento sendo composto pelos membros da banda, os arranjos, melodias e letras é totalmente obra dos Byrds!"

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"A banda trouxe novos elementos no disco, como a adição de cavaquinho, mais sintetizadores ainda e
muita percussão em algumas músicas, o vocal ainda é e sempre será uma das maiores evidencias da banda, mas tem uma harmonia maior ainda em todos os elementos, até em músicas com sonoridades que nunca tinha sido feito ainda pela banda!"

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"Agora para dar destaque em três músicas, inciarei com a porrada que é New Born Child, já havia escutado ela ao vivo algumas vezes e eu sempre senti uma energia tão forte vindo da música, a letra é como se fosse mandamentos do Neto sendo proclamado aos seus súditos, e eles gritam ao fundo em varias partes da música, é sensacional. O segundo som eu colocaria Soul Much Higher, uma introdução de toque sensíveis e uma calmaria que adentra do aguçante vocal um pouco depois, uma típica balada dos anos 70 que te deixaria em uma enorme calmaria, mas ela explode e mostra quem é a banda tocando de verdade, os vocais de fundo fazendo a mescla com o principal vai te levando em um transe sensacional, sente também um belo groove que faz te mexer por completo, é pura sintonia com a alma! E para destacar
uma ultima seria com toda certeza “É tão bom” que traz a nova cara da banda de novo, refrão em português que traz algo novo e uma batidinha de blues para iniciar a música, segue com uma explosão junto do vocal principal e vai te levando como uma energia gigantesca que assola você, sinta muito essa música pois ela tem o poder de te fazer transcender com toda certeza! Poderia dizer com certeza outras músicas, mas quero deixar vocês descobrirem por si só esse discaço!"

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Com isso os cinco motivos foram alavancados e com certeza se você gosta de ouvir um som de qualidade, você não terá arrependimento algum! O novo de novo Stolen Byrds chegou, que possamos acompanhar essa viagem deles para sempre!

Acompanhe a banda e escute o novo disco:



sábado, 20 de maio de 2017

Foo Fighters em The colour and the shape



Talvez seja o disco que mudou completamente o futuro da banda mesmo sem a mesma saber que os frutos de algumas decisões faria isso. No disco a gravação foi refeita principalmente a bateria pelo próprio Dave, fazendo o baterista que era na época William ficar um tanto quanto desagradado com a situação, tendo apenas terminado o disco e quando fosse sair para turnê sair da banda, dando lugar a nada menos que Taylor Hawkins que está na banda até os dias de hoje. O disco foi produzido no ano de 1997 sendo o segundo disco lançado pela banda, sendo dos favoritos da maioria dos fãs por contar
com diversos hits. Agora vamos ao que interessa, começar os pontos de destaque do disco pois nesse temos vários! De começo já vem a elétrica “Monkey Wrench” que é rapidez e gritos de Dave por toda ela, fazendo uma completa eletricidade passar dali e penetrar em sua cabeça fazendo você vagar do lugar que está para algo que nem sabe o que é, como quando ele manda “I still remember every single word you said, And all the shit that somehow came along with it, Still there's one thing that comforts me, Since I was always caged but now IM FREEEEEEEEEE!” e explode de vez o som e vai se alinhando de forma muito gostosa de curtir! Depois seguido vem uma das minhas favoritas da banda, estou falando de “Hey, johnny park!” que de alguma forma é um som super nostálgico e cheio de energia ao mesmo tempo, as linhas que o Nate bate no baixo nesse som é muito gostoso de curtir, é um groove bem diferente de outros sons da banda, o decorrer dela também meio que eletrifica você como “Your eyes still remind me of, Angels that hover above, Eyes that can change from blind to blue...” é como se a musica desacelerasse como um carro e do nada ela atingia velocidade máxima mesclando todos os instrumentos, além dos solos que rolam nesse som que são de outro universo! Agora vem uma maluquice, estou falando de “Wind up” que lembra um hardcore dos bons e antigos, super acelerado e voz gritada que o Dave sempre soube fazer muito bem, por um bom tempo foi a música de abertura da bandas para seus shows! Agora alinda, super linda, super amor, é “Up in arms” , sim essa música consegue te tocar em qualquer momento que você esteja, como “Together now I don't know how this love could end, My lonely heart, it falls apart for you to mend...” e vem cheio de guitarras ao fundo com a bateria em sincronia total! É, agora vem nada mais
nada menos que “My hero” por muito tempo e pra sempre terá um pedaço de meu coração nessa música, é inimaginável o poder que ela tem sobre mim, a letra te pega e te amarra de uma forma que você não imagina, e vem junto todos os elementos que se pode ter na banda, com memórias vividas e o canto de Grohl “Kudos my hero, leaving all the best, You know my hero, the one that's on....” e me arrepia tudo de dentro pra fora, é sem duvidas uma das mais emocionais da banda. Seguido vem com uma paulera “Enough space”, vem com umas linhas pesadas de baixo e um solinho bem no fundo da guitarra que vem crescendo, e quando ela explode ela fica pela musica inteira sem ter vez de diminuir ou desacelerar, é uma porrada completa dentro da cabeça sem tempo de reação algum! Agora vem um som bem pesado, essa é a carta de amor que talvez seja de Dave para seu amado amigo que se foi Kurt Cobain, não entrarei nessa discussão, mas poderia ser usada perfeitamente como isso, mas também pode ser usada como uma bela canção que foi composta por um dos maiores letristas que nesse mundo existe, a música te puxa de uma forma que você nem percebe, vai meio que te colocando dentro dela e voc~e vai sentindo tudo, até que rola uma explosão como se fosse um grito dentro de você que precisa sair e te libertar, com “February stars, Floating in the dark, Temporary
scars, February stars!” e vai repetindo essa parte mais duas vezes, se você se emocionar é normal, não se acanhe e sinta por completo esse som! Talvez um hino da banda vem a seguir, “Everlong” já embalou muitos casais e muitas festas, é um típico som de se curtir e ouvir em todos os momentos de sua vida, saiba utilizar ele de forma correta e aprecie tudo que tem dentro dele, as notas tocadas são formidáveis, a vocal tem a linha perfeita, distorções feitas em tempos certos, talvez seja uma das três obras primas que a banda já fez sem dúvidas, meio difícil quem nunca tenha escutado essa música, ou a famosa parte “Hello, I've waited here for you, Everlong..” e dançou com tudo isso. Notei escrevendo esse texto como no disco tem letras pesadas e de certa forma bem emocionais, diferente de alguns discos da banda, talvez tenha sido uma época turbulenta de emoções para nosso querido Dave, como a seguir vem “Walking after you” que é um bela carta de amor sincero que você que está lendo tem de escutar e pensar em uma pessoa a quem você já amou ou ama, sinta tudo, tudo mesmo que esse som pode trazer pra você, como “If you walk out on me, I'm walking after you, Another heart is cracked, In two, I'm on your back!” é uma delicia de se escutar e amar. E pra fechar o disco vem “New way home” que já tem bem mais a cara da banda dos dias atuais, com toda a rapidez que a banda tem junto da energia e as mudanças de voz que rola com o Dave, ela vem em um ritmo normal e parece até mais um single de fim de ano vamos assim dizer, mas para o fim começa uma loucura com “I felt like this on my way home, I'm not scared, I pass the boats and the kingdome, I'm not scared!” junto disso tem uma loucura instrumental, perfeita pra fechar o disco! Assim o disco termina, esse é o segundo da banda e um dos melhores que eles fizeram, cheio de hits e hinos da banda, não da pra gostar da banda sem ter escutado pelo menos metade desse disco e não reconhecido. Mais uma obra prima que você deve ter guardado junto de seus pertences, vale muito a pena!



Abaixo link de um dos hits e pra baixar o disco



https://www.4shared.com/rar/qfvUNm_9ba/1997_-_The_Colour_and_the_Shap.htm


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sábado, 15 de abril de 2017

Muse em Drones


A banda britânica lançou seu sétimo disco em 2015, com uma pegada  mais eletrônica e com menos distorções de guitarra, fez um disco que agradou multidões. Desde entrevistas em meados de 2013 o vocalista já comentava que em shows a banda já estava
experimentando mais teclados, alguns efeitos nas músicas e fugindo um pouco da música convencional, tentando dar uma nova cara ao som da banda e talvez uma nova identidade aos fãs, atraindo novos e cativando os antigos. Ao comentar sobre o disco quando estava pra ser lançado, a banda comentou que se trata de uma jornada de Drones que comandam os humanos, que na verdade são outros humanos, todos comandando e sendo comandados, traçando assim uma história do começo ao fim do disco, de perdas e alentos da vida. Em 2016 o disco recebeu o prêmio Grammy de melhor disco de rock, além de ser bem recebido pela maioria dos críticos de música espalhados pelo mundo. Agora vamos começar os destaques do disco, não tinha como ser diferente, a primeira música “Dead inside” é o ponto de partida de uma viajem para o interior do ser, no caso na música ele tenta tratar de alguém que perdeu tudo e está de fato morto por dentro, sendo apenas uma carcaça, como “I see magic in
your eyes, On the outside you're ablaze and alive, But you're dead inside!” nesse som você já nota muito do eletrônico que a banda havia prometido mas também tem riffs apaixonantes e distorções que são característicos da banda. Agora vamos de “Psycho” que inicia com um general dando ordens a um soldado ordenando e gritando com o mesmo, falando que ele responde apenas ao sistema e não mais a sua consciência, assim começa esse som que talvez seja o mais pesado do disco, a bateria de conjunto com o baixo já dão uma linha diferente, entrando a guitarra e alguns acordes mais baixos, tendo todo um tom puxado pra um stoner até, dai começa a letra e explode depois com “I'm gonna break you, I'm gonna make you, A fucking psycho!” vai voltando com ordens do general falando que ele seria um drone humano que só responde ações, e no fundo o som da banda arrebentando tudo em volta, é pesadíssimo! Agora é o ponto alto na minha opinião do disco, estou me referindo a linda “Mercy” que começa com um tecladinho e alguns toques, e vai parecendo que a euforia dentro da música vai aumentando conforme o tempo passa, entrando todos os elementos da banda, ficando em uma batida e o vocalista “Meeeeeeeeeercy, Meeeeeeeeercy, Show me mercy, from the powers that be, Show me mercy, can someone rescue me?” e tudo exatamente tudo explode como se fosse cósmico, assumo
sentir um pouco de emoção ouvindo essa música, sempre sinto uma vibração diferente na minha cabeça quando estou escutando, porque depois disso ela não abaixa o tom e a voz do Matthew que se mistura com a guitarra vai em um nível que puquissimos vocalistas conseguem alcançar, fazendo você se arrepiar do começo ao fim da música, é linda demais. Agora vamos de ‘Reapers” que é bem maluca, começa com um solo de guitarra pra lá de característico da banda, e a bateria e o baixo vem entrando de fundo como uma sinfonia metálica, que é a forma como eu denomino a banda, e as elevações que a música tem dá vontade de mexer sem parar, como na parte “I’m just a pawn, And we’re all expendable, Incidentally, Electronically erased, By your, Drones!” e começa toda um onda cósmica dentro do som, é energia demais além de ter o melhor solo do disco, com umas ondas que pelo amor de deus!!! Após essa onda de pura energia vem em destaque “Defector” que é um som bem gostoso de curtir, tem muita guitarra como de característica da banda e muito sintetizador também, eles souberam unir ambos de uma forma sem deixar forçado nem muito eletrônico, fizeram um conjunto perfeito. Agora vem a balada da banda que é “Revolt” que seria o marco da história onde todos os humanos de coração se rebelariam contra os drones e começariam a voltar ao normal, daí tem umas pequenas explosões no som quando ele solta “You’ve got strength, you’ve got soul, You’ve felt pain, you’ve felt love, You can grow (you can grow), you can grow (you can grow), You can make this world what you want, You can revolt!” como se fosse a música de
motivação a sair de dentro dos casulos que nos aprisionam. Seguido vem com “Aftermath” que seria a música mostrando em como a guerra pode destruir tudo ao redor em que ela está, é um após da tragédia o que se pode fazer, como “We've gone against the tide, All we have is each other now, I am coming home now, I need your comfort, From this moment..” como se fosse um soldado voltando de sua guerra aos braços de sua amada, o clipe junto da música se tornam algo emocionante, vale muito a pena conferir! Pra fechar o disco temos “The Globalist” que começa com um som de chuva e um assobio, com todo um teor bem melancólico, seguido entra a voz e alguns acordes e uma pancadas na bateria, na letra vai falando como se nada tivesse sobrado e um sobrevivente tivesse um código e virado um drone, e começa uma pancadaria na banda entre os instrumentos e fica bem pesado, o baixo vem mostrando a que veio, ai tudo se acalma de novo e entra o teclado e fica só no fundo uma guitarra bem suave, coma letra pesada “A trillion memories, Lost in space and time for ever more, I just wanted, I just needed to be loved.” assim fechando essa música cheio de ondas! O disco é muito bom e deve ser curtido do começo ao fim, tem músicas que pra sempre farão parte de sua playlist com toda certeza, além de algumas letras que te faram pensar em muita coisa, é um disco pesado em questão de letra pois retrata alguns pontos errados em que vivemos da cidadania, isso faz da banda algo maior ainda do que parece! Pra sempre Muse vai ser das bandas que vão te tocar pelo instrumental e te fará pensar pelas letras, como referido lá em cima, eles são uma perfeita sinfonia metálica.




Abaixo link para download do disco e uma das músicas mais bonitas!



https://www.4shared.com/zip/lB6JleBUba/_2015__Drones.html


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sábado, 1 de abril de 2017

Mumford & sons em Wilder Mind


A banda britânica nesse disco se arriscou e saiu do cômodo lugar de ser considerada apenas mais uma banda de Folk e começou a experimentar algumas coisas no seu som, com mais guitarras e mais batidas em suas músicas. O disco tem uma pegada mais de um Rock alternativo mas ainda tem um ar
de Folk que deixa o disco mais atrativo para vários estilos de fãs e apreciadores de uma boa música, porque o disco é sim muito bom. Antes do lançamento do disco a banda estava em um hiato de aproximadamente dois anos e mais o tempo de gravação, então o disco foi muito bem trabalhado e analisado cada detalhe antes de entregar aos fãs em 2015. A primeira faixa e a primeira de destaque também é a "Tompkins Square Park” que mostra toda a diferença instrumental que a banda teve, com uma pegada um pouco mais rápida e ao mesmo tempo mais pop a levada de um tempo a outro é muito gostoso de se escutar. A segunda faixa é a lindíssima “Believe” que também é o single do disco, acho que aqui eles acertaram de mão cheia em deixar como single, ela começa em um tom abaixo das demais, um tanto melancólico mas depois vem uma explosão com todos os instrumentos e o vocal mostrando como se faz uma elevação de causar arrepios, como na parte “Tell me I'm alive, This is never gonna go our way, If I'm gonna have to guess what's on your mind!” e ao fundo fica um
solo primoroso junto de algumas batidas da bateria, é sensacional! Agora o som favorito do disco e mais agitado é a enérgica “The Wolf” que desde o começo já é uma loucura de guitarra junto do baixo e o ritmo da bateria te acelerando, mas daí a banda dá um passo atrás e mantém uma música mais tranquila, mas durante ela tem diversas oscilações de velocidade que deixa o som muito gosto de curtir, como na parte que ele canta “Leave behind your wanting ways, I want to learn to love and kind, Cause you were all I ever longed for!” e explode tudo e você vibra como se estivesse dentro da música, é de outra atmosfera esse som, te eleva de um jeito que ninguém pode explicar! O próximo destaque é a música que traz o nome do disco, a “Wilder mind’ que é literalmente uma baladinha pra você curtir, bem tranquila e te leva como se você estivesse em uma correnteza sem precisar se esforçar pra relaxar, a voz vai te acalmando e as batidas te conduzindo, é muito boa de se dar o tempo de curtir o momento. Agora vem “Just smoke” e sua letra que faz qualquer pessoa se lembrar de algo ou alguém, e até
mesmo um momento porque não, começa com “Tell my thoughts to resign, And lift you from my mind, I'm not ready I'm not strong enough, To cradle the weight of your love.” E vai tendo uma levada que lembra bastante os discos antigos da banda, uma pegada mais tranquila com uns pontos elétricos mas mantendo uma linha tênue, daí ele desacelera e vem explodindo com “So I'll be a shadow of the flame, I lent down to kiss you then erased my name, And I'll be a whisper on the Wind, My hands are shaking from holding so tight for so long..” mas ainda assim mantém o ritmo tranquilo e purinho do Mumford! O próximo destaque fica com “Snake Eyes” que é o som mais forte que tem no disco, ela tem um início meio tranquilo e bastante melancólico que vem na letra “I can tell, you will always be danger, We had it tonight, why do you leave it open?” e se mantém por um tempo assim bem tranquilo com a guitarra de fundo e algumas batidas da bateria, e no vocal algumas palavras como se fossem um testamento, mas depois parece que a banda faz como se levantasse de algum lugar e
decidisse explodir o seu cérebro, e tudo no fundo em perfeita sincronia e na letra te gritando “Why do we always seek absolution?, Its in the eyes!, I can tell, you will always be danger!” e literalmente tudo explode e finaliza. Depois vem uma com um tom bem diferente de tudo que é “"Broad-Shouldered Beasts" que é um som lindo de curtir em algum lugar cheio de estrelas e um luar que te energize, o som é bem tranquilo tem um piano de fundo, um violão e a voz inconfundível do Marcus que deixa tudo certinho parte por parte. Agora o próximo destaque fica com a maluca “Ditmas” que considero ela assim tanto pela letra como por tudo que a música te traz durante seus minutos, que começa com aquela batida clássica do começo da banda e apenas um pouco de voz, seguido já tem a aceleração que eles usaram bastante nesse disco e acertaram em cheio, fazendo oscilações de tempo e velocidade, deixando a música agradável para todos os gostos, mas voltando a música como na parte da letra que ele canta “But this is all I ever was, And this is all you came across those years ago!” e a banda entra em energia com o vocal e parece que todos os instrumentos querem girtar e continua “Now you're goin' too far, Don't tell me that I've changed, Because that's not the truth, And now I'm losing you!” e finaliza essa bomba nas nossas cabeças. Pra fechar o disco vem a pesadíssima “Hot Gates” que vem bem devagar, com um piano forte de fundo e o vocal, introduzindo aos poucos o baixo e a guitarra, mantendo a velocidade bem fraca e a letra forte “Couldn't help but note the coldest thing, In your precious face, Why do you always speak when you have no grace, In your precious face!” e mantém assim tudo em completa sincronia até um tempo depois que dá um boom como uma bomba com a guitarra e a letra mais pesada que o céu continua “There's precious little else to me, And though we cry, we must stay alive, Let my blood only run out when my world decides, There is no way out of your only life, So run on, so run!” e acaba o vocal mas os instrumentos se agitam mas vão desacelerando como se fosse uma despedida para quem está escutando o disco. Assim fecha os destaques do disco e umas pitadas de sentimentos ao ouvir, o disco em si é muito bom e gostos de curtir em diversos momentos, mas a dica é escuta-lo ao ver o céu aberto em uma noite estrelada ou pegar a estrada com esse disco. 




Abaixo o Link pra download do disco e uma das músicas favoritas do disco ao vivo.





http://www.baixartopscdstorrent.com/mumford-sons-wilder-mind-deluxe-edition-2015-torrent/




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sábado, 4 de março de 2017

Foo Fighters em One by one


Então vamos lá falar desse disco que foi o percursor da maior mudança da banda, sabiam disso? Em meados de 2001/2002 a banda começou a ter algumas crises internas, processos de gravações viravam obrigações, shows não eram mais encantadores, crise com drogas pelo Taylor (baterista), entre vários outros fatores. Tanto que ao gravar a primeira vez o disco ele valia em cerca de um
milhão de reais com toda a gravação, em estúdio e tudo mais, mas ao terminar a gravação a banda decide não lançar e tirar uma mini férias pra ver o que estava rolando. Cada um vai para um lado, Dave se interna junto com o Queens Of Stone Age na bateria e acaba ajudando na gravação de um disco, saindo em turnê por alguns lugares na América com a banda, isso não foi muito bem recebido pelo seu melhor amigo e baterista do Foo Fighters, Taylor. Mas em um fatídico festival denominado Coachella onde tanto Foo Fighters e QOSA iam tocar onde no primeiro dia foi a vez de Dave ficar nas baquetas, onde o Taylor que nunca havia visto o seu amigo do outro lado foi assistir, um pouco enciumado não falou nada. Antes do show do Foo Fighters no segundo dia a banda decide que faria o show, se fosse ruim acabariam por ali e não lançariam mais nada, pois bem, para todos foi o melhor show da vida deles, onde tudo se encaixou e fluía uma energia muito diferente. Ao fim do festival Dave e Taylor saem pra conversar e ficam em paz (graças a deus não é?) mas tomam a decisão de regravar o disco porque ele não estava com a cara do Foo Fighters e sim de uma banda vendida. Reúnem a banda no estúdio do Dave mesmo, regravam todo o disco em sete dias e lançam, assim foi feito o verdadeiro one by one que a gente escuta até hoje. O disco é o quarto disco da banda lançado em 2002, nele conta diversos hits da banda e melodias que embalam muitas noites a todos, tem participação especial de Brian May (Guitarrista do Queen) na faixa “Tired of you”. O disco como um todo é levantado como o melhor da
banda, dele saiu a transformação de todos os integrantes em apreciar a gravação do disco e fazer tudo de uma forma mais analógica e natural, isso nós vemos até hoje em todos os discos da banda. O disco começa com nada mais nada menos que “All my life” que é um dos melhores sons feito na história do Rock, a sintonia entre aa voz e os acordes batendo ao fundo, a explosão em seguida com todos os instrumentos em sincronia com a letra forte e acida como “Hey, don't let it go to waste, I love it but I hate the taste, Weight keeping me down!” e o feeling vai percorrendo toda sua alma. O próximo destaque do disco vem com “Low” que é a segunda música do disco mesmo, tem um ar bem mais pesado que o normal da banda, o Nate (baixista) tem um papel fundamental nessa música que você controla o ritmo totalmente pelas cordas dele que vem te balançando, ai no fundo os riffs do Chris (Guitarra solo) e vai te induzindo em um som que lembra um som mais gótico meio stonner, é o som mais pesado do disco com certeza! O próximo destaque do disco é a linda “Times like theese” que representa para a banda toda a fase ruim que estavam passando e conseguiram superar virando uma das maiores bandas do universo, leu isso odin? A música te envolve para cantar, se está escutando onde você for aquela cantarolada é impossível de segurar, sem falar na letra que é extremamente inspiradora e animadora, eu a uso como um remédio pessoal diversas vezes assumo, porque olha isso “It's times like these, You learn to live again, It's times like these, You give and give again, It's times like these, You learn to love again, It's times like these, Time and time again” aposto que quem conhece a música leu esse trecho cantando, pessoalmente é umas das 5 melhores músicas
já feito na história da música. Seguindo os destaques, a próxima é “Halo” que é um pouco diferente das outras do disco, começa em um ritmo meio animado levando todos os elementos da banda junto com o ritmo que você está, sendo uma música ambiente perfeita, mas chega uma hora que parece que o Taylor (baterista) encarna algo e só da marretada na bateria e o Dave encaixa com alguns gritos em frente a tudo como “Disappear, the light is breaking, Disappear, outside their range, Disappear, I'm tired of waiting, Disappear before we fade away!” e vem todo aquele frenesia junto sentindo em todo o seu corpo, é de arrepiar a alma, se você chorar não há problema algum é muito feeling rolando! O próximo destaque fica por conte de “Overdrive” que já vem com um som puramente no estilo da banda, aquela balada rock animante que te faz dançar e cantar onde estiver, tudo se encaixa nessa música, como na parte “Overdrive, we're going life or death, Two strangers on the mend!” e tudo vem junto com a letra, o ritmo a sinfonia de tudo está ali! Pra fechar ficamos com “Come Back” que é a música mais sujo em questão instrumental, tenho certeza que deixaram nesse estilo para que o som combinasse com a letra, algo mais pesado, como “Changes, changing, Back and forth again, Trading faces, Strangers in the end!” e vem a guitarra controlando toda a música junto com algumas marretadas na bateria, por fim fica os gritos de Dave com “I will come back, I will come back, For you..” e a letra te contagia totalmente.  O disco é sim um dos melhores da banda, tanto que foi o segundo disco deles a ganhar o grammy de melhor álbum de rock. Algumas faixas não foram citadas mas assim mesmo são muito boas, só não tem um destaque tão grande quanto essas citadas. Vale a pena conferir toda a história que percorre o disco e também escutar de cabo a rabo.



Abaixo o link para download do disco e o single mais forte de todos os tempos.




http://www.4shared.com/rar/PAo1VeBc/2002_-_One_by_One.html


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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Na estrada com Stolen Byrds.



Antes de começar o texto transcorrendo tudo que aconteceu e como foi a primeira experiência em vivenciar uma viagem com uma banda, tenho de dizer, muito obrigado pelo convite rapaziada. Iniciando a viagem você já notaria todo o ar familiar que tem dentro de todos da banda, pelo amor até mesmo pelo motorista e toda sua autenticidade! A estrada é algo que sempre me atraiu desde criança até os dias de hoje, o meio termo de um lugar para o outro pode se tornar o nosso ponto de encontro com nós mesmos, notei isso na banda também, a estrada ao invés de desgastante é um momento de descontração total de todos os integrantes, a família realmente é unida. Agora tratando em como fomos falando de tudo você sentia uma simplicidade dentro dos caras da banda, conversas com um
proposito simples sem aquele salto alto que a maioria das pessoas pensam sobre bandas que estão deslanchando, se pensa isso da Stolen Byrds você está pra lá de enganado, os caras são humildes e receptivos com tudo, desde a sua opinião até a presença física. A estrada chegando ao fim do seu percurso de ida chegando ao destino, Florianópolis, precisamente no Taliesyn Rock Bar um lugar super autentico onde descobrimos que diversas bandas de peso underground já tiveram por lá. Andamos por volta do lugar que era do centro histórico da cidade, em um momento o sol estava se pondo eu , o Adilson (AJ) (Baixista) com o Neto (Vocalista) demos uma volta e encontramos um píer fotográfico onde as ondas do sol já estavam se esgotando e foi onde tivemos um dos marcos da viajem, o visual era sensacional, acho que os dois conseguiram absorver bastante daquilo para colocar no palco mais tarde. Voltamos para o lugar do show onde conhecemos um dos caras mais interessantes da viajem, o Galináceo um ser com maior conhecimento da cena underground dos últimos anos e que deu uma aula pra mim sobre música e tudo que envolve aquilo ali, além de termos uma conversa sobre o deslanchamento do projeto, mas
isso vem em outra ocasião, o cara é sensacional. Depois disso  saímos a banda inteira dar uma volta na cidade completa, onde encontramos o “Professor” de Florianópolis, um cara extremamente inteligente e peculiar, onde nos abordando sobre os lugares históricos da cidade e querendo fazer uma tour conosco, aceitamos. A cada rua que passávamos ele ensinava um monumento histórico, um lugar onde aconteceu alguma briga de determinado século, até mesmo nos explicou que o píer onde nós andamos antes era o lugar de fuga dos escravos de décadas passadas se jogarem no mar a procura de outro continente, quase pulavam para a morte. Terminando o passeio com o nosso professor de história particular voltamos ao lugar do show, já era quase madrugada e as bandas de abertura já estavam fazendo o lugar balançar com covers e algumas autorais mas ainda não era algo muito enérgico como o que estava por vir. Me lembro bem nesse momento sentei ao lado do portão com o Gustavo “Guz” (Guitarrista) e conversamos longas palavras sobre alguns assuntos aleatórios e sobre o que esperar do som da noite, passando e parando chegou junto o Jõao Manoel
(Guitarrista solo) e o Bruno (Baterista) e ficamos mais algum tempo ali falando de tudo e de nada ao mesmo tempo, mas eram palavras agradáveis para quem quisesse escutar.  Um pouco depois entrei no lugar para ver a banda antes, enquanto os caras da banda arrumavam os instrumentos pessoais e a banda que estava no palco começou a tocar um Hendrix da pesada, aquele momento me marcou que olhei pra trás na mesa e o João estava colocando cordas novas na guitarra dele com o maior cuidado dele e foi uma cena que o mestre Jimi ficaria orgulhoso com toda certeza. Após algum tempo a banda saiu e os caras da Stolen começaram a ir ao palco para começar toda e energia que tinham para transpor para todos que ali estavam. Desculpe não me recordar da música de abertura, acho que foi Come Undone, que já deu aquela explodida na cabeça de todos que estavam por ali, seguida veio uma das músicas que vai sair no próximo ep dos caras daqui uns meses, e meu deus do céu, foi frenético, acostumado com a banda elétrica mas tudo no seu tempo e tudo se encaixando aos poucos como o timbre da voz junto da guitarra e a base do baixo, mas não, a música veio explodindo todos que estavam ali no palco, os cinco em uma frenética energia e não paravam, se balançavam como se o balanço fosse os sons dos instrumentos junto com o ritmo que não abaixa nenhum segundo da música, foi algo que eu abri a boca no meio da música e não fechei porque pode ser a obra prima da banda, podem me cobrar. A banda continuava e as pessoas vinham do meu lado perguntavam “de onde são esses caras?” “Esse som é autoral mesmo? PORRA” “melhor banda autoral que já tocou aqui hein cara”, eu me sentia orgulhoso de estar ali junto e presenciar que os pássaros estão voando de verdade. Eles continuaram, tocaram músicas do primeiro cd, do segundo e mais algumas novas, todas elas eu sentia algo que nunca senti em nenhum show deles, parece que a energia da ilha inflou todos da banda e eles repassaram em todos que estavam naquele lugar, eu estava frenético dentro de mim curtindo o som. Ver o Gus se entendendo com o AJ do lado dele, o Neto e toda psicodélia com o teclado, o João solando incrivelmente e o Bruninho marretando a bateria é das coisas mais gostosas de se ver e animadora para o projeto viver. Acabando o show fiz questão de cumprimentar um por um dizendo o que achei, a forma que eles perguntavam o que eu achava foi de extrema importância pro desenrolar da resenha sobre o show. Seguida eles deram a maior atenção a todos ali que perguntavam algo da banda, comentando sobre o show também o que fosse, a banda trata todos como iguais, isso faz o diferencial deles. Ficamos mais um tempo em frente ao lugar conversando com mais um pessoal e depois já estávamos de partida de Floripa dando adeus a toda a magia que nos contagiou. A volta com todos esgotados mas com uma energia dentro de outro universo foi mais tranquilo, mais como um descanso porque no mesmo dia a noite eles já tinham outro show, assim finalizava a viagem.





Aqui eu dedico a agradecer a todos da banda de coração, foi a primeira na estrada com alguma banda que fosse, foi de extrema gratidão e alegria que falo que vocês são um dos elixires do projeto e sabem disso. Obrigado Neto, AJ, João, Guz e Bruninho. Voem pássaros.



ABAIXO LINK DAS PÁGINAS:

https://www.facebook.com/stolenbyrdsoficial/?fref=ts

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