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quarta-feira, 8 de julho de 2020

A nova fase do The Old Skull Guz




Em um papo bem simplista conversei com o vocalista da banda The Old Skull Guz, nosso amigo de data Gustavo Oliveira ou Guz” como muitos o conhecem. Falamos de pandemia, projetos futuros e até a nova formação da banda! Se liga que tem material novo saindo do forno! Chega junto!

Período de pandemia

"Tá sendo um período bem diferente, tínhamos muitos planos para 2020, todos eles foram colocados em espera por causa da pandemia, acredito que é um momento que exige muita responsabilidade e paciência, principalmente para nós que trabalhamos com música, estamos focando na composição, produção e tentando extrair ao máximo disso."

Novo disco      
                                                                 
"Nosso próximo disco vai ter em torno de oito faixas, no momento já temos seis decididas, e alguns retalhos que vamos levar nos ensaios para trabalhar e definir quais vão entrar no álbum. Algumas destas músicas já estamos tocando ao vivo, é bom pra sentir como vão funcionar. Em setembro vamos nos reunir para fazer a nossa pré produção, e tudo indica que ainda este ano entramos em estúdio para a gravação."

Novo integrante

"O Bruno agrega muito a banda, sua entrada foi definitivamente "A peça que faltava", temos uma química excelente com ele dentro e fora dos palcos. Ele é um músico excelente, afiado e muito dedicado. Acho que o Old Skull vai soar com a personalidade de sempre, pois o Bruninho possui um perfil muito parecido com o nosso, logo após sua saída do Stolen, muitas pessoas já vieram me perguntar se ele ia entrar no Old Skull, isso mesmo antes de termos comentado sobre a possibilidade dele trabalhar conosco, isso já mostra como ele tem a cara da banda e o quanto nos enriquece a sua presença."
Recado a galera

"Queria como sempre, agradecer a todos que escutam a nossa música, que nos acompanham pelas redes sociais, fiquem ligados, tem coisa boa chegando, acabamos de finalizar o clipe de “Lovin' Odissey” com a produção do Leandro Correa e do Bulla Jr, e ta lindo! Logo vai estar disponível. No mais, fiquem em casa o quanto puderem, logo estaremos todos juntos pra fazer um som pra vocês!"


Links da banda


sábado, 1 de abril de 2017

Mumford & sons em Wilder Mind


A banda britânica nesse disco se arriscou e saiu do cômodo lugar de ser considerada apenas mais uma banda de Folk e começou a experimentar algumas coisas no seu som, com mais guitarras e mais batidas em suas músicas. O disco tem uma pegada mais de um Rock alternativo mas ainda tem um ar
de Folk que deixa o disco mais atrativo para vários estilos de fãs e apreciadores de uma boa música, porque o disco é sim muito bom. Antes do lançamento do disco a banda estava em um hiato de aproximadamente dois anos e mais o tempo de gravação, então o disco foi muito bem trabalhado e analisado cada detalhe antes de entregar aos fãs em 2015. A primeira faixa e a primeira de destaque também é a "Tompkins Square Park” que mostra toda a diferença instrumental que a banda teve, com uma pegada um pouco mais rápida e ao mesmo tempo mais pop a levada de um tempo a outro é muito gostoso de se escutar. A segunda faixa é a lindíssima “Believe” que também é o single do disco, acho que aqui eles acertaram de mão cheia em deixar como single, ela começa em um tom abaixo das demais, um tanto melancólico mas depois vem uma explosão com todos os instrumentos e o vocal mostrando como se faz uma elevação de causar arrepios, como na parte “Tell me I'm alive, This is never gonna go our way, If I'm gonna have to guess what's on your mind!” e ao fundo fica um
solo primoroso junto de algumas batidas da bateria, é sensacional! Agora o som favorito do disco e mais agitado é a enérgica “The Wolf” que desde o começo já é uma loucura de guitarra junto do baixo e o ritmo da bateria te acelerando, mas daí a banda dá um passo atrás e mantém uma música mais tranquila, mas durante ela tem diversas oscilações de velocidade que deixa o som muito gosto de curtir, como na parte que ele canta “Leave behind your wanting ways, I want to learn to love and kind, Cause you were all I ever longed for!” e explode tudo e você vibra como se estivesse dentro da música, é de outra atmosfera esse som, te eleva de um jeito que ninguém pode explicar! O próximo destaque é a música que traz o nome do disco, a “Wilder mind’ que é literalmente uma baladinha pra você curtir, bem tranquila e te leva como se você estivesse em uma correnteza sem precisar se esforçar pra relaxar, a voz vai te acalmando e as batidas te conduzindo, é muito boa de se dar o tempo de curtir o momento. Agora vem “Just smoke” e sua letra que faz qualquer pessoa se lembrar de algo ou alguém, e até
mesmo um momento porque não, começa com “Tell my thoughts to resign, And lift you from my mind, I'm not ready I'm not strong enough, To cradle the weight of your love.” E vai tendo uma levada que lembra bastante os discos antigos da banda, uma pegada mais tranquila com uns pontos elétricos mas mantendo uma linha tênue, daí ele desacelera e vem explodindo com “So I'll be a shadow of the flame, I lent down to kiss you then erased my name, And I'll be a whisper on the Wind, My hands are shaking from holding so tight for so long..” mas ainda assim mantém o ritmo tranquilo e purinho do Mumford! O próximo destaque fica com “Snake Eyes” que é o som mais forte que tem no disco, ela tem um início meio tranquilo e bastante melancólico que vem na letra “I can tell, you will always be danger, We had it tonight, why do you leave it open?” e se mantém por um tempo assim bem tranquilo com a guitarra de fundo e algumas batidas da bateria, e no vocal algumas palavras como se fossem um testamento, mas depois parece que a banda faz como se levantasse de algum lugar e
decidisse explodir o seu cérebro, e tudo no fundo em perfeita sincronia e na letra te gritando “Why do we always seek absolution?, Its in the eyes!, I can tell, you will always be danger!” e literalmente tudo explode e finaliza. Depois vem uma com um tom bem diferente de tudo que é “"Broad-Shouldered Beasts" que é um som lindo de curtir em algum lugar cheio de estrelas e um luar que te energize, o som é bem tranquilo tem um piano de fundo, um violão e a voz inconfundível do Marcus que deixa tudo certinho parte por parte. Agora o próximo destaque fica com a maluca “Ditmas” que considero ela assim tanto pela letra como por tudo que a música te traz durante seus minutos, que começa com aquela batida clássica do começo da banda e apenas um pouco de voz, seguido já tem a aceleração que eles usaram bastante nesse disco e acertaram em cheio, fazendo oscilações de tempo e velocidade, deixando a música agradável para todos os gostos, mas voltando a música como na parte da letra que ele canta “But this is all I ever was, And this is all you came across those years ago!” e a banda entra em energia com o vocal e parece que todos os instrumentos querem girtar e continua “Now you're goin' too far, Don't tell me that I've changed, Because that's not the truth, And now I'm losing you!” e finaliza essa bomba nas nossas cabeças. Pra fechar o disco vem a pesadíssima “Hot Gates” que vem bem devagar, com um piano forte de fundo e o vocal, introduzindo aos poucos o baixo e a guitarra, mantendo a velocidade bem fraca e a letra forte “Couldn't help but note the coldest thing, In your precious face, Why do you always speak when you have no grace, In your precious face!” e mantém assim tudo em completa sincronia até um tempo depois que dá um boom como uma bomba com a guitarra e a letra mais pesada que o céu continua “There's precious little else to me, And though we cry, we must stay alive, Let my blood only run out when my world decides, There is no way out of your only life, So run on, so run!” e acaba o vocal mas os instrumentos se agitam mas vão desacelerando como se fosse uma despedida para quem está escutando o disco. Assim fecha os destaques do disco e umas pitadas de sentimentos ao ouvir, o disco em si é muito bom e gostos de curtir em diversos momentos, mas a dica é escuta-lo ao ver o céu aberto em uma noite estrelada ou pegar a estrada com esse disco. 




Abaixo o Link pra download do disco e uma das músicas favoritas do disco ao vivo.





http://www.baixartopscdstorrent.com/mumford-sons-wilder-mind-deluxe-edition-2015-torrent/




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sábado, 25 de março de 2017

Foo Fighters em seu primeiro disco


O primeiro disco da banda que tem o nome de “Foo Figthters’ mesmo é a carta de apresentação de Dave Grohl dizendo que ele não era mais um membro do Nirvana, e sim deu continuidade em sua majestosa carreira musical. No início da gravação era pra ser algo amistoso e sem muitas pretensões sobre o disco, era apenas a forma em que Dave queria continuar a seguir a vida mas com a música
que era sua paixão, mas em determinado momento ele percebeu que estava saindo muito bem o disco e começou a pensar em lançar o mesmo, mas pra nunca assimilarem o que ele estava fazendo com sua banda antiga ele criou o nome “Foo Fighters” e distribuiu para diversos amigos e pessoas do ramo da música. Resultado uma gravadora acabou recebendo a fita sem saber que era o antigo baterista do Nirvana e decidiu fechar a gravação do disco e o lançamento do mesmo! A banda no momento era formada por amigos de Dave, Pat Smear que tocou no nirvana com ele e antigo guitarrista da banda “The germs”, além dos amigos Nate mendel (ainda está na banda) e o primeiro baterista William Goldsmith que era pura pancada na bateria. Após lançar o disco em 1995 a banda tinha de fazer turnê, fechando cerca de 190 shows no tempo de apenas um ano! Agora tratando do disco e os destaques já pode-se começar
com a primeira música que é “This is a call” que é uma música mais calma e com a cara perfeita da banda até mesmo nos dias de hoje, que é uma pegada mais rápida cheio de guitarra e com a voz inconfundível do Dave, tudo combinava perfeitamente e o som flui de uma forma muito gostosa de escutar. Seguido vem a minha música favorita que é “I’ll stick around” que foi o primeiro som que escutei da banda a anos atrás, eu acho que ela tem umas elevações que também são um marco da banda, nela tem uma pegada um pouco mais forte e a bateria denomina todo o ritmo da música, dai mais a frente chega a parte que ele canta “I don't owe you anything, I'll stick around,I'll stick around and learn from all that came from it!” e fica impossível você não ficar contagiado com o ritmo e tentando cantarolar junto da banda! A próxima é “Big me” talvez uma das músicas mais conhecidas por todo o mundo, tem um ritmo bem tranquilo e gostoso de ouvir em qualquer ocasião, tem uma letra bonita como “Big me to talk about it, I could stand to prove, If we can get around it, I know that it's true!” e fica a música toda em um ritmo tranquilo e suave. O próximo destaque fica com “Alone+Easy target” que é uma música mais suja com um ruídos a mais das guitarras que dá uma semelhança ao “Nirvana” mas tem uma bateria um pouco mais rápida e menos pesada, o baixo da uma linha super legal nela também, além que nessa música o Dave dá uma forçada na voz que deixa ela bem diferente das demais e muito elétrica! Depois vem “Floaty” que encaixa perfeitamente na época em que a banda estava tentando
conciliar um som mais calma mas ao mesmo tempo a eletricidade que todos ali tinham, como o início vem só alguns acordes em um violão daí já encaixa todo o resto como uma explosão, é muito boa de viajar! Agora vamos com algo mais pesado, to falando de “Weenie Beenie” que é simplesmente o som que o Dave tocava bem antes de entrar no nirvana, uma mistura de um puro Punk com hardcore e muita velocidade em todos os tons que se pode ter na música, é uma pancada na cabeça que você demora pra assimilar tudo, é formidável! Agora vem mais uma das músicas mais conhecidas da banda, que é “For all the cows” que toda banda cover toca essa música, e em todo bar você já pode ter escutado ela tocando de fundo, é uma ótima música pra se curtir em qualquer lugar, e tem uma letra cheio de lirismo que fala “I'm called a cow, And I'm not about to blow it now for all the cows, It's funny how, Money allows all to browse and be endowed!” e leve pro lado que você quiser essa fala! Pra fechar os destaques do disco vem a maluca “Wattershed” que é uma rapidez que você mal pode notar op que ta rolando, é a música mais punk que a banda já tocou, e com letra mais rápida ainda como “I wanna swim in the wattershed, I wanna listen to the flowerhead, I lost a gallon and still I bled, I keep on thinking i get ahead!” e nada para junto com os cantos, e sim ficam mais rápidos e mais pesados, é um dose de adrenalina pura! Assim fecham os destaques do primeiro disco da banda, que com certeza você deve escutar pra entender todo o processo que a banda já passou desde a sua formação. Vale a pena com certeza escutar ele e junto disso adquiri-lo que tem todo aquele ar de disco das antigas com encarte legal e tudo mais.



Abaixo link pra download do disco e do show que a banda toca na integra todas as músicas desse disco.



https://www.4shared.com/rar/wT1YXuqaba/1995_-_Foo_Fighters.html


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