Mostrando postagens com marcador music. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador music. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de maio de 2021

O Carlos em seu Salto Grande


 

Em um papo muito bacana com um amigo de longa data o Caique Fermentão, ou melhor nesse projeto especifico e solo se denomina o Carlos, consegui detalhes de como foi trabalhar nesse novo projeto e como desenvolveu todos os aspectos de criação da arte. Se liga ai que veio quente!

Pandemia e lançar um disco solo

Quando a pandemia começou foi bem complicado (e ainda é) entender tudo o que estava acontecendo. Eu tava vivendo uma realidade que do dia pra noite acabou. Tocava em várias bandas, ensaiava muito, tava sempre no estúdio Costella gravando algo e vivia na estrada tocando. Quando tudo foi colocado em espera por tempo indeterminado sofri muito e por um tempo não quis mais fazer muita coisa. Aí um dia eu pensei que já que não tinha mais nenhuma banda ou projeto rolando, poderia criar o meu. Como eu toco vários instrumentos comecei a criar uma rotina de todo dia tentar criar alguma coisa. As músicas foram saindo e quando vi tinha um disco. 


O surgimento da ideia de um disco solo

Fazia um tempo que eu queria voltar a cantar, tocar guitarra e fazer um som meu. Não pensava necessariamente em ser uma banda ou algo assim, só queria criar algo com a minha cara. O Corona Kings, onde eu fui guitarrista, vocalista e fazia grande parte das músicas e letras, não toca a mais de dois anos e eu ultimamente tinha assumido a bateria de outros projetos em tempo integral. No fim de 2019 eu comecei a fazer umas músicas sozinho em casa por pura saudade de tocar guitarra e cantar. E com o tempo aquilo foi tomando forma.Nessa época a Gabriella, minha namorada, me motivou muito a continuar compondo. Ela vivia falando que eu precisava mostrar aquilo para as pessoas e eu comecei a pegar gosto pela ideia. Um dia eu tomei coragem e mostrei algumas demos minhas pro Alexandre Capilé e na hora ele falou que queria produzir meu disco. Depois de um tempo nos isolamos do mundo no estúdio Costella e gravamos o meu disco em uma semana, e o disco do Ator Morto na outra.

Influencias nas composições

Cara, são várias! O disco disco tem psicodelia, grunge, stoner, Rock’n Roll , música caipira, gritaria e umas baladas. Eu quis tomar posse de tudo que escuto desde criança e fazer uma parada com a minha cara mesmo, sem medo de ser feliz. Algo que mudou bastante, desse meu projeto pros outros que já tinha lançado é que passei a ouvir muito mais música brasileira, e isso entrou bastante no som.Posso dizer também que fui influenciado por pessoas. Tem muitas músicas do disco que escrevi pra pessoas específicas, então acho que as músicas acabam tendo um pouco a cara dessas pessoas.

Caique solo ou apenas mais um projeto?

Engraçado que você até perguntou com “Caique” e esse foi um dos motivos que eu escolhi chamar esse projeto de “O Carlos”. Quando tava pensando no nome do projeto tive essa brisa que o Caique já é o cara das 25 mil bandas e eu queria ser algo novo. Então a resposta da sua pergunta é que o “Caique” continua tocando em todas as bandas e projetos que ele faz parte, com toda a vontade e coração que ele pode ter, e “O Carlos” é só solo. 

O que é esse novo projeto e o que está por vir

Cara, esse disco é fruto de muita coisa que passei nos últimos anos, muita gente que cruzou meu caminho, tá tudo ali pra qualquer um ouvir. Eu coloquei minha vida e alma nas músicas e fechei muita coisa da minha vida nesse disco. Pra mim ele tem muito disso de virar a página e me reencontrar no caminho.Durante o processo de composição dele fui de morrer de rir em algumas músicas até chorar por dias quando escrevi outras. To muito feliz com o resultado final, acho que quem me acompanha e sabe da minha história vai entender o que fiz e o que quis dizer com tudo isso. Com relação ao que está por vir, na quarta que vem já lanço uma live onde eu toquei praticamente o disco todo e todos os instrumentos, fiz a banda toda mesmo. O meu parceiro Denis Carrion dirigiu e filmou a parada toda e já posso te dizer que tá um absurdo de foda.Vou continuar lançando coisas do Carlos ao longo do ano. Mais clipes, lives, mais pra frente gravar músicas novas e ainda tenho que anunciar a banda que vai me acompanhar nessa doideira toda. Aí quando todo mundo tiver vacinado a gente marca de cantar junto as músicas em algum inferninho por ai. 


Links do artista



quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Os dez mais de 2020

Fim de ano sempre rola a retrospectiva certo? E por aqui não será diferente, alavanquei os dez principais trabalhos no ano, que nos ajudaram a passar por um ano tão difícil e tão atípico, trazendo um pouco de conforto para nossa alma. Aqui é em forma cronologia, não coloquei como melhor/pior, até porque se está aqui já é que eu ache sensacional o trabalho! Então se aconchegue e delicie-se com as maravilhas musicais que esse ano nos trouxe.

Fine Line – Harry Styles 

Que disco lindo, uma transformação constante que o Harry apresentou para nós, musicas com muito sentimento e algumas com batidas que ficam em nossa mente até amanhecer, a dança das palavras que ele fez sempre é algo de se valorizar! Além dele em si que vem quebrando mil tabus e desmitificando muitos aspetos no mundo da música, o disco e ele não poderia passar em branco, merece demais todo o sucesso que vem tendo.

The Slow Rush – Tame Impala

Quando você pensa que a banda não tem como se reinventar o Kevin Parker vem e BAM, choca nossa cabeça com seus riffs mágicos e toda a simplicidade dos mil instrumentos em alguns minutos musicais. Por muito tempo esse disco entoou o meu ano, desde a balada “Lost in yesterday” até mesmo a forte “On track”, famosos disco para todos os gostos!

Wake up Sunshine – All time low

O All time low tem uma formula magica de fazer quem escute a banda se animar sempre, trouxeram nas letras problemas sérios e tentaram tratar junto de suas melodias, um disco leve mas com uma pegada bem reflexiva, com riffs e batidas bem envolvente, o disco é a obra prima da banda!

II II II – Oversong

Particularmente rola um imenso orgulho desse trabalho, os caras são batalhadores demais e merecem tudo que o universo e o mundo possa proporcionar para eles. O disco é uma obra do MPB a uma mescla do rok’n roll oitentista, faz um balanço sensacional nas faixas e te abduz pra sempre dentro do som, “Espero que seja má” já é um hino.

The new abnormal – The Strokes

A banda ficou em um hiato de sete anos sem lançar nada em compacto, mas dai vem e mandam essa balada eletrônica com riffs rápidos, que você não sabe se é hora de chacoalhar ou de sentar e aproveitar o universo sabe? A mescla de vários estilos no mesmo som fez com que o disco atingisse novos fãs e agradece boa parte dos antigos, acertaram de novo!

Future Nostalgia – Dua Lipa

Caraca, que disco sensacional. A Dua Lipa acertou em cheio no disco, com seu visual oitentista, discursos atuais e batidas sensuais, ela fez um disco completo como se contasse uma história da música em sua batidas mais envolvente que há de ser! As músicas do disco vem tocando até hoje em diversos lugares, ganhando prêmios atrás de prêmios, e é muito merecido, o disco alavancou a carreira dela por méritos, porque o disco te faz ressurgir em diversos aspectos. E eu amo ela, é isso também.

Folego – Scalene

Agora vem um EP no momento certo para fazer uma respiração bem funda e acalmar um pouco todo o nervosismo que vivemos. Lembro que o EP saiu na época em que o corona estava no ápice e não entendíamos muito bem nada, era uma prisão mental muito forte, e o disco em si trouxe esse folego a nós de uma forma primordial. Aqui ai um agradecimento especial a banda, vocês nos ajudaram a continuar.

All Distortions are intetional – Neck Deep

Um dos discos que eu mais escutei no ano, e eu sinto que ele até entrou em minhas veias. Porque todas as músicas é uma reflexão intensa de uma forma animada de se sentir, o disco conta uma história utópica em meia a uma realidade utópica que vivemos. Talvez esse encaixe perfeito fez om que o disco tivesse esse impacto tão grande em mim, escutem “Telling Stories” e vão entender um pouco desse meu sentimento mágico.

The fine line between loneliness and solitude – Gustavo Bertoni

Um disco intimista e com um ar bem diferente do que escutamos no geral do mundo da música. O Gustavo soube misturar bastante das pegadas pessoais e do que ele gosta, e trouxe bem forte uma pegada Folk que ele se sentiu livre pra criar e mandou muito bem, o disco é uma viagem sem volta as estrelas e um caminho com volta pelo luar, faz literalmente você levitar pelo mundo.

Post Human: Survival Horror – Bring Me The Horizon

Sem sombra de duvidas o disco mais forte do ano. Aqui eles mexeram na ferida de todos e cutucaram com suas letras e riffs pra la de pesado, trouxeram a tona tudo que pode ser de errado e literalmente gritaram perguntando onde está a mudança que tanto prometemos. O disco é forte e faz você repensar em tudo e em si mesmo, a força das letras é impressionante e os clipes das músicas são SENSACIONAIS! Abracei de vez a loucura com esse disco, e me sinto melhor ainda.


Esse ano foi atípico, mas como já falei essas pessoas citadas ai em cima nos ajudaram muito, então um muito obrigado a vocês. Tanto aos artistas quanto aos leitores, espero que tenham um ótimo ano novo, que seja infernal de bom 2021, e se cuidem, ainda existe uma pandemia, sejam responsáveis e preguem mais amor.


Chega aqui no Twitter e nos diga o achou da matéria


Se preferir, pode ser aqui no instagram também!

sábado, 9 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar Why me? Why not do Liam Gallagher


Liam lançou esse disco com a pronuncia de que era de longe melhor que o seu primeiro disco solo e que aqui ele conseguiu demonstrar todo seu poder em forma musical, sem medos e sem amarras e cheio de potencia nas letras. Agora seguindo nesse fluxo, alavanquei cinco motivos distintos do porque de se ouvir esse baita disco, só ir de cabeça aberta e aproveitar.


"Dois anos após o conceituadíssimo “As You Were” ele voltou com uma drástica mudança no estilo
das músicas, passou de um tom mais melancólico para uma som extremamente britânico elétrico que se assemelha bem mais com o Oasis, mas com vários factoides de Beatles e até mesmo Stones."

-

"O álbum como um todo vem mais trabalhado e é muito mais pensado no quesito de enredo, podendo se dizer que foi muito mais pensado em ser utilizado para apresentações em grande escala, como ele vem fazendo pela Europa nos meses antecedentes."

-

"É bem forte o tom britpop que só ele consegue colocar nas música principalmente quando ele tem de
soltar a voz mesmo, os alcances de notas que ele consegue em meio a tanta transfusão de instrumentos é bem único e sempre feito com imensa maestria por ele, como exemplo claro em “Meadow”, além da lembrança intensa na voz do John Lennon nessa música, o qual o Liam já demonstrou ser o seu maior ídolo musical."

-

"Antes do lançamento do disco muito foi falado sobre a potência da voz do Liam e se ele ainda aguentava aquela potencia toda que ele cantava, principalmente no disco anterior, onde em algumas músicas ele realmente chega a gritar com todo ar esvarando de seus pulmões, e digo a verdade, ele vai conseguir cantar por mil anos ainda se quiser, quanto mais velho melhor está a voz dele, é
incrível."

-

"Agora tendo de alavancar três destaques do disco, início com “Gone” que tem um ar até de faroeste pelos seus ritmos e como ele vem cantando de inicio, o som é agradável demais para vários momentos do seu dia mas se você coloca ele na estrada é a trilha sonora perfeita para aproveitar todo
o momento. A quentinha “Now that i’ve found you” como um abraço de alguém que você ama, a música é uma carta linda de sensibilidade por alguém que você sente um amor, e proclamando que pra sempre estará por lá desde que a encontrou, com vozes de fundo, bastante guitarra mas é muito gostosa a ponto de te animar pra voar o mundo, revigorante ao extremo. Minha favorita e que não poderia deixar passar é “Once” que é a música mais poderosa que eu escutei nos últimos tempos, ela é com instrumental bacio e tranquilo, a voz é predominante em boa parte mas a melancolia dela te toca desde a primeira vez que escuta, vem como um soco em “You went down so easy like a glass of wine, my friend when the dawn came up you felt so inspired to do it again, but it turns out you only get to do it once, you only get to do it once...” mais algumas vezes e explode tudo, com uma mini orquestra de fundo, e seu coração vem na boca, emociona demais, é a melhor música do Liam da história!"


O disco tem muitos tesouros, mas deixo para que vocês achem os outros.



Link's do artista




sábado, 18 de abril de 2020

O meteoro Olivia Yells vai colidir com sua existência



Seguinte, aqui vem gente com força e extremo talento dizendo umas poucas e boas que devemos escutar, digo isso sobre Olivia, um meteoro sem parâmetro cheio de raízes profundas e cheio de energia pra mostrar ao mundo. Segue na matéria que tem muito detalhe bacana dessa revelação que vem surgindo no cenário do nosso país.

Quem é Olivia Yells?

"Uma amante. Mas não no conceito que todos conhecemos da nossa língua, e sim, oriundo do sentido de amar tudo muito intensamente. Por trás desse traço, a Olivia carrega uma melancolia e dramaticidade muito grande diante das coisas, e em vezes, solta seus gritos como se estivesse tentando se soltar das amarras internas, onde então, vem seu sobrenome, “Yells”.Olivia Yells é um pouco de todo mundo, e isso trás um questionamento muito grande em cima do que é ser alguém. Do que nos faz nos sentirmos alguém. Na verdade, do que nos faz sentir qualquer coisa. Olivia Yells é uma palhaça." 

Principais Influências

"Quando eu comecei a compor minhas primeiras músicas em 2013 eu escutava muito PopRock, coisa que já não faço mais com tanta frequência hoje em dia, contudo, devo a ele toda a minha influência em estrutura musical. Inclusive, isso me lembra um amigo meu também musicista, Cláudio Sant’Anna, que sempre me diz para “nunca negar minha história”. Eu costumava pensar que talvez minhas músicas tivessem muitos detalhes Pop, mas hoje não é mais um problema pra mim.Quanto à melodia, sou muito inspirada pelo movimento Punk “Riot Grrrl”, ouço muito bandas de mulheres no Rock e no Punk como por exemplo, Bikini Kill, Mannequin Pussy, Le Butcherettes, The Monic, PJ Harvey, etc.Também ouço muito bandas como Queens of The Stone Age, Foo Fighters, Molho Negro e curto muito a pegada rock dos anos 70, como Jefferson Airplane e Led Zeppelin. Na construção melódica da minha música “Good Manners”, meu produtor musical, Lipe Borba, conseguiu construir uma aura levemente setentista combinada com Grunge, o que captou perfeitamente a essência que eu havia pensado pro Single."

Estilo musical e inspirações

"Quando eu penso sobre minhas composições, sempre percebo como em todas elas, pelo menos, existe um teor de um acontecimento real. Acredito que esse é o principal fator para
que a “Good Manners” seja tão poderosa. Quando eu a compus, estava passando por uma situação amorosa diferente, e me toquei que estava vendo a situação um pouco mais clara do que antes, mas só fui perceber isso quando terminei de escrevê-la. Posso dizer que aquilo foi uma epifania tanto musical quanto pessoal.A arte, em geral, é uma ferramenta gigantesca de auto conhecimento. As vezes demora um tempo para entendermos nossas próprias criações, e pra isso, precisamos de paciência. Mas depois disso, é muito bonito poder ligar os pontos e se descobrir um pouquinho mais."

Futuro e lançamentos

"O EP vem logo menos por aí, mas enquanto isso, eu e meu produtor musical, Lipe Borba, estamos produzindo minha próxima música intitulada “I Need You/ You Need Me”. O que eu posso dizer é que essa música é um pouquinho mais calma que a “Good Manners”, mas é tão poderosa quanto! Quanto a parcerias, gosto muito dos
vocais da Karen Dió, da banda Violet Soda. O som deles é incrível e seria muito massa poder tocar com eles algum dia! Em meio a Quarentena, posso dizer que os shows mais próximos por enquanto rolaram pelo meu Instagram @oliviayells por meio de lives, mas logo depois que estiver seguro, vamos ter show ao vivaço da Olivia Yells com tooooooda certeza! Por último, quero agradecer a minha equipe maravilhosa: Lipe Borba, meu produtor musical, Maju Tohme e Elle Freittas, minhas assistentes criativas. Obrigada por acreditarem em mim e me impulsionarem a criar cada vez mais! Obrigada, também, a todos que já ouviram “Good Manners”! Estou absurdamente feliz com os feedbacks."




LINKS DA ARTISTA

-






sábado, 14 de outubro de 2017

Corona Kings vai girar seu cérebro


O Corona Kings lançou nessa semana o seu terceiro disco, denominado “Death Rides A Crazy Horse” que tem uma simples palavra pra descrever de forma abrupta, explosão. O disco foi o
primeiro da banda gravado depois que foram morar na grande São Paulo, onde a tiveram uma gigantesca evolução em todos os conceitos que se pode colocar . Em conversas, matérias e tudo que tivemos no período com os integrantes, mas principalmente com o Caíque (vocalista) ele sempre alertava que a banda viria diferente e com a pegada que sempre quiseram fazer, então minha resposta chega um pouco tarde mas está aqui, vocês botaram pra quebrar, o disco está sensacional, a banda ta em uma harmonia que nunca havia notado antes, as letras tem diálogos super cheio de emoção e muita atitude, e tem muita porrada, isso é ótimo.

O disco é lançado pelo selo  Forever Vacations Records, que tem o comando vindo do ilustríssimo estúdio Costella onde já passaram
tantas bandas do brasil e de fora, sendo conduzido diretamente pelo Alexandre Capilé, Fabricio Livre e Luas Melim. O selo teve a estreio com o disco da banda, trazendo uma nova onda nas produções de música no nosso país, com uma autoria toda nova e que torcemos muito que siga prosperando.

Nos shows a banda já mostrava algumas músicas e como você sentia que o tom era todo diferente do “Dark sun” antecessor do disco, e como tudo que já citei acima, evolução da banda foi algo muito importante. O disco tem doze faixas, é uma pancada só que você sente só quando já está se balançando com a banda, três dicas essenciais pra você ver a nova cara da banda, comece com “Try it out” que tem participação da Deb Babilonia vocalista do Deb and the mentals, que são tudo chegado um do outro, depois siga e coloque bem alto “Inner Giant” que tem muita guitarra e muita harmonia pra você sentir mesmo a banda, e fecha com “Nowhere man” que é dos destaques mais destaques que poderia colocar no disco, talvez a
faixa principal, a, agora virou quatro destaques, porque a favorita até agora é “With You” que é elétrica, forte, pancada, enérgica e como destaquei te explode completamente. Mas delicie-se com o disco todo, porque vale muito a pena! Continue nos gritos de sua alma e a guitarra pesada Caique, sole como você anda solando que tem uns gritos de almas presas em sua guitarra Felipe, mantenha essa base pesada e cheio de grunge sujo que só seu baixo faz transpirar Murilo e continue a bater na bateria com toda essa sua ferocidade Antônio, porque unindo vocês quatro, temos dos maiores destaques do Rock no nosso país.






Chega no projeto e comente o que achou do novo som dos caras

https://www.facebook.com/vivendoamusica1/

sábado, 30 de setembro de 2017

Foo Fighters em Concret and Gold


Esse foi nada mais nada menos que o nono disco de estúdio que a banda lançou, mais um disco extremamente bem produzido, cheio de pontos de exclamação que havíamos questionado a alguns
anos ou meses, sim, o Foo Fighters voltou cheio de vida e muita energia. O hiato da banda serviu para que Dave fosse a um passo à frente sozinho, buscou produtores, e apenas mostrava a eles o projeto em mente, a maioria faria facilmente, mas claro, ele queria inovar de alguma forma. Assim buscou o produtor Greg Kurstin que já havia trabalhado e estourado diversos artistas principalmente no gênero do pop, e nunca havia produzido um disco de rock em si. Mas essa união improvável fez com que nascesse um disco bem diferente de tudo que já havia sido criado pela banda, um disco leve em harmonia, mas pesado em riffs, letras e os gritos do nosso adorado.

Se aconchegue, abra bem o olho, coloque o disco de fundo e mergulhe comigo, agora vamos destrinchar o disco, ALL YOU REAAAAAADY?


O disco já inicia naquela pegada diferente, mostrando um ar bem mais rock clássico oitentista, a voz e a viola de um jovem solitário, de repente tudo explode de uma forma meio cósmica e fica com um coral de fundo que te faz arrepiar o corpo todo, ao ouvir você encaixa ela como música de começo de filme facilmente, “T-shirt” é o início perfeito para uma história que está começando. Ao finalizar ela se liga com “Run” que foi o primeiro single lançado desse disco, e de certa forma todos que ouviram aclamaram a música, lembrando os tempos de Wasting Light, que era bem porradeiro e os instrumentais dominavam a música em si, junto com a voz gritada que o Dave faz com primor nessa música. As músicas se ligam no disco todo, a terceira é “Make it right” que ao ouvir a primeira vez tem algo que me remete aos Rolling Stones, talvez pela forma com que é cantada e no fundo fica uma guitarra base mudando o percurso e voltando na
música, Pat fez muito bem o papel nesse disco, talvez é o disco que ele mais apareça, além dele tem uma participação (bem mínima) do Justin Timberlake fazendo um coro ao fundo da música, de acordo com a banda o cantor apareceu no estúdio bem nos dias de gravação e aproveitou e deu uma canjinha. Olhe para o céu e grite bem alto “THE SKY IS A NEIGHBORHOOD” e se agite junto com a banda, essa é a música que fez com que a ansiedade pelo disco dobrasse a qualquer um que é fã da banda, é muito diferente de tudo, tem um coral ao fundo, as batidas do Taylor misturam marretadas com algo bem suave, a base é primorosa com o Nate, as três guitarras funcionam com uma sicronização impressionante, e a letra é de uma profundida que toca a alma mesmo como “Gotta get to sleep somehow, Bangin' on the ceiling, bangin' on the ceiling, Keep it down, The sky is a neighborhood!” transforme na letra o teto como se fosse a sua cabeça, e veja o sentido que dá a letra para nós, humanos! Depois dessa vem nada menos que a “White limo” do disco, sim tem uma, dessa vez ela se chama “La dee da” que é uma porradaria extrema do começo ao fim, com vocal gritante do Dave do inicio ao fim, as guitarras se predominam na música, mas aparece bastante o toque do Rami com o sintetizador ao fundo mudando toda a cara da música, é um baita som pra te fazer eletrizar! O principal em um disco são as músicas tocarem você tão fundo que você não consegue desconectar dele, pois bem, essa música “Dirty Water” fez isso comigo, pois iniciando ela te deixa em um transe
que você sai de um plano habitual, mas com o limiar do som transparecendo rola uma explosão, mas você já não esta mais em átomos terrestres, a banda te deixou no espaço e por favor, viaje com a banda, e grite bem alto “I'm a natural disaster, And you're the morning after all my storms, Bleed dirty water, Breathe dirty sky!” fiz isso nesse momento, minha alma prospera em paz. Depois de uma explosão astral dessa vem “Arrows” que é um som muito bem feito, arranjos, letra tocante e muita guitarra no som, o som me lembra intros de filmes de terror, talvez pela guitarra manter um ritmo de fundo e as batidas da bateria mais forte. Suspire, agora vem a lina do disco, falo de “Happy Ever After” que fica naquele toque de violão do inicio ao fim, tirando um pouco da aceleração que você estava no disco, a letra é
muito bonita como “There ain't no superheroes, They're underground, Happy ever after, Counting down to zero hour”que te deixa tranquilo ao finalizar. Agora tem a surpresa boa que é “Sunday Rain” cantada pela voz incrível de Taylor Hawkins (baterista original), e nada menos que Paul Mccartney na bateria, o som é uma viagem aos anos 70 cheio de batidas, muito teclado com o Rami e a voz ensurdecedor do Taylor que é muito, mas muito gostosa de se curtir, com certeza a música tem de entrar entre as três melhores do disco, é uma daquelas baitas surpresas ao curtir. Vamos falar um tanto sério, essa se chama “The line” e desde que foi lançada até antes do disco tive a opinião que é uma mistura de “Walk” com “These days” mas com o ar forte de “Best of you”, misturou essas três e deu essa música, pela emoção ENSURDECEDORA que ela tem, pelos riffs pegajosos que você adora, pelo
amor cantado do Dave pra gente, e pelo ritmo que te entrega e abraça na música toda, é um amor musical de primeira, se emocione em “The tears in your eyes, Someday will dry, We fight for our lives, 'Cause everything's on the line!” pode chorar, vai secar, e tudo vai melhorar. Fechando o disco vem “Concret and Gold” um som muito diferente de tudo que a banda já havia feito, tem um “Q” de Pink Floyd muito as claras, o início com a explosão lembra “Comfortably numb” com as batidas pesadas e uma explosão junto com a voz e no fundo aquele arco clássico, mas sempre deixando o peso dos Foo’s junto, é uma baita música pra finalizar o disco, e mostrar que a banda tem muito o que se recriar e nos presentear.



Assim os Foo’s mostram que tem muita boa pra se fazer, além de material a banda vem ao Brasil ano que vem, trazendo na turnê esse baita trabalho embaixo dos braços juntos com o QOSA, esperamos estar lá perto, vendo essa mágica acontecer.




Abaixo link do projeto pra vocês comentarem a matéria e link pra download do disco:

http://www.euescuto.com.br/2017/09/12/foo-fighters-concrete-and-gold-2017-download/

https://www.facebook.com/vivendoamusica1/

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Prosa solta com Marcelo Zarske


O vivendo a música teve um bate papo bem bacana com o mestre Marcelo Zarske, onde ele comentou sobre o seu trio, o disco que foi produzido, o futuro e ainda de quebra deu indicação de música! Saca ai que ta caliente!

Sobre o disco

"A ideia é que eu já tinha as composições por eu sempre escrever tanto sendo letras como melodias ou o que fosse, sempre que eu estava estudando como um acorde diferente já testava tocando e colocava alguma coisa pra gravar e eu não esquecer, desde a minha época no conservatório onde eu anotava tudo mesmo e passava pra transcrever no instrumento, assim sendo eu tinha muitos rascunho e coisas guardadas como futuros projetos. Assim quando eu peguei elas a um tempo eu lembrei que tinha vontade de gravar, fazer um som e um disco com aquilo, dai me veio em juntar uma galera pra fazer o som no estilo que eu já havia escrito, mais pra ter um trabalho feito com aquilo, não deixando só ser uns rascunhos que nunca viraram algo em si, fazendo o disco com

esse som que eu já tinha anotado além de fazer alguns improvisos na hora misturando do que tinha antigo com algo atual. Mas dai me veio a cabeça quem iria participar disso comigo, me veio o Rhuan (baterista) o Saulo (Baixista), toda essa galera, mas como todo mundo eles estavam em outros projetos e isso não ia acabar harmonizando no projeto que eu estava pensando, pela logística e tudo mais, mesmo eles sendo animais além de grandes músicos e amigos meus não ia acabar rolando da forma que tinha na minha cabeça. Dai chamei o lau que é o pianista e o baterista que é o barsa, assim como todos nos conhecemos e já fizemos paralelos trabalhos juntos seria mais fácil, ai eu escrevi a melodia das músicas cheguei neles e só falei pra gente tocar os três elas, porque eu não queria ser o dono das músicas, queria que os três participassem da criação total dos sons, assim tocando fizemos apenas um tack pra testar alguns sons e depois o tack já de uma vez pro disco sem aquele ensaio todo pra deixar tudo quadradinho, era algo muito instrumental e livre pra criar na hora, sem correção nem nada. Tanto que no “Improviso 2” foi algo que o baterista e o pianista fizeram na hora e eu liguei os dois microfones e acabei gravando, deixando livre e ficou muito bom, dai pedi a eles e colocamos no disco, da forma que eles tocaram ali mesmo. A faixa “Trapiche” que é a ultima do disco, eu criei em um trapiche mesmo la na usina (hahahhaha) eu estava la com minha namorada e uns amigos e acabei compondo alguma coisa, mas eu não escrevi nem nada, só gravei como áudio pra me lembrar depois e fui criando em cima daquilo que eu vivi no dia mesmo. Assim foi feito de uma forma totalmente caseira, gravamos aqui na escola mesmo, eu que mixei as faixas, em uma tarde conseguimos gravar tudo, fazendo algo que era bem verdadeiro para o trio." 


O depois do disco

"Depois de gravarmos isso ficou na cabeça que quero fazer isso de novo, todo esse processo bem natural e de forma caseira, sendo feito totalmente por nós três em conjunto. Porque até mesmo quando a gente toca deixamos as músicas que gravamos com a melodia que foi criada, mas durante podemos mudar com distorções diferentes, alguma batida ou um toque diferente pleo piano, dificilmente vamos tocar exatamente como no disco em algum lugar, porque o improviso meio que vai a todo momento que o trio está. Porque como na escola do Jazz, você recebe uma moldura e durante a música você pode fazer o que for mas não foge do que é a moldura em si, então é mais ou menos isso que fazemos a cada vez que tocamos.  Porque a maior preocupação nossa não era tocar para alguém e sim tocar pra nós, vomitar tudo que tem de dentro de nós pra fora sem algo a vender ou como for, e sim tocar algo nosso. Dai tem diversos outros temas escritos e prontos pra gente tocar, até toquei uma ou outra já com eles e vi que pode dar certo pra ser um som novo, tem tudo pra dar certo, não sei se algo físico mas em mídias como streaming e esses com certeza vamos lançar, porque eu pirei nessa formação desses músicas, além de não ter a estrutura com o baixo ali segurando tudo, deixando algo meio bagunçado mas de forma harmoniosa, deixando muito a nossa cara. Mas como falei que eu tenho escrito tudo, mas quando colocarmos todos nós na sala pra ter os elementos juntos vai mudar completamente, e esse é o mais legal do nosso trio."

Dica de som pelo Marcelo

"Cara eu escuto de tudo, como sempre gosto do meu rock como gosto de curtir muito o som instrumental, como tipo se tem de beber água de vez em quando mas você sempre gosta de uma cerveja ou um vinho assim, é assim com a musica, sempre vejo coisas novas mas os velhos gostos também ficam pra sempre por ali. Curto muitos os instrumentais que já falei pra ti na outra conversa brasileira e tals, mas tem um trio de fora que eu ando curtindo muito que se chama Virta, lá da Finlândia com um som instrumental muito bom, dai a formação que me chamou atenção, porque é um batera, um guitarrista e um cara que toca trompete, que usa uns sintetizador e deixa uns sons bem diferente mas que harmoniza com a banda toda, e eu pirei nelas porque se escuta e imagina mil integrante mas dai se vê os três e o que cada um toca você fica de cara o quão bom é. Porque na musica eu curto muito fugir do famoso quadrado, como se é jazz tem que ter um Saxofone, mas e se meu som não precisa de um Saxofone? (hahahahha), não vou colocar pra ficar agradando e sim pra fazer uma música que eu vá curtir, por isso essa banda me chamou muito a atenção."



Assim foi o papo com um dos maiores parceiros do projeto, vida longa a nós Marcelo, que seja só mais um capitulo de muitos acontecimentos! Abaixo os link's pra conhecer o trabalho do trio.


https://www.facebook.com/marcelozarskeguitar/

https://open.spotify.com/album/4XzI2rKgHRvMlwORdPooHu

http://www.marcelozarske.com.br



Curtiu a matéria? Então vai la na pagina e deixa um comentário!

https://www.facebook.com/vivendoamusica1/




sábado, 10 de junho de 2017

Marcelo Zarske trio em Aditum


Se liga que esse groove te faz dançar, essa deveria ser a frase de impacto ao falar desse discão de um dos pilares do projeto nosso grandiosíssimo Marcelo Zarske, daqui da nossa cidade mesmo, Campo Mourão respira! O disco tem todas as composições feitas pelo próprio Marcelo, mas tem a participação de Laudinei Napredi no piano elétrico e Wesley Ribeiro
como baterista, formando um trio de chacoalhar! É um trabalho bem autoral feito pelas ideias do trio, sentar e tocar transmitindo tudo que se pode através dessa música, o disco tem um ar bem jazzista com umas baixas para o blues, famoso som ambiente que você gostaria de ter 24 horas por dia!  O disco conta com oito músicas, todas apenas instrumentais e que o deixa mais massa pelo fato de serem várias improvisações que tornaram músicas pro disco, o que poucos conseguem fazer. Escutando o disco você pode trazer tudo que você encontra em diversos sons, como de exemplo os bons bares de jazz de New orleans, tocariam com certeza em preservation hall e entraria mais alguns elementos pra deixar cada vez mais elétrico o som, ou aquela pegada do blues com Muddy Waters e toda malemolência que há de ter um som contagiante! Abaixo uma explicação de como foi feito o trio:

"A ideia do trio, é fazer música sem rótulos pré estabelecido, tanto nos timbres dos instrumentos quanto nas interpretações, somando toda a influência, vivencia e bagagem que os cada um traz, passeando pelo jazz e a improvisação livre."


O disco é uma delícia de escutar em vários momentos, você encontra uma canção para cada parte do seu dia, vale muito curtir, adquirir e aproveitar o momento desse som! Abaixo link pra ouvir e as páginas pra saber mais do trio:


http://www.marcelozarske.com.br


PS: Tem show marcado pro lançamento do disco, aqui embaixo o link

https://www.facebook.com/events/1483343638406308/permalink/1483347605072578/

Curtiu a matéria e quer dar um comentário, chega na pagina e fala pra gente!

https://www.facebook.com/vivendoamusica1

sábado, 29 de abril de 2017

Alabama Shakes em Sound & Colour


Esse é o disco mais sentimental que você pode escutar, seja em um momento propício para mil lagrimas mantidas atrás de seus olhos ou para mil sorrisos que você guarda para dar, é um dos discos
que eu mais amo. O disco é sucessor de Boys and Girls, um disco que mostrou ao mundo o que era a banda, com toda sua pegada única, um leve blues que se eleva a um rock pra lá de pesado, em variações na mesma música, talvez seja essa essência que o Alabama Shakes tem que algumas bandas não conseguem, eles não se prendem na música e mudam em outra, uma música tem mil e uma variações de velocidade. Pelo disco a banda foi convidada para se apresentar no Grammy em 2016, e estava concorrendo a quatro indicações e ganhando 3 delas, perdeu apenas para Taylor Swift como melhor álbum do ano, deixo vocês julgarem qual disco é melhor de verdade. Agora saindo um pouco da história do disco e da banda, vamos começar a falar do disco em si! De primeira o toque inconfundível é “Sound & Colou” que tem o mesmo nome do disco te deixa em uma dimensão de tranquilidade do começo ao fim sem
comparação com qualquer coisa, é um groove perfeito em que te deixa em transe absoluto, cantarolando ao fundo “sound and colour, sound and colour...” você já começa em uma viajem pelo disco! Seguido vem a mais funk do disco “Don’t wanna Fight” onde de inicio a doce Brittany já solta um agudo que você fica em choque, entrando com os instrumentos e a batida bem leve de fundo na bateria vai introduzindo você em um ritmo que você danças por dentro, querendo transpor todo esse sentimento, mas daí vem a explosão mais a frente “Your pride and my pride, Don't waste my time, I don't wanna fight no more!” e vai se balançando junto com toda a música, é sensacional! É agora o chão treme, o próximo destaque é “Future people” que faz meu coração palpitar, é uma das melhores músicas que eu já escutei na minha vida, eu a coloco entre minhas cinco favoritas na história, ela é perfeitamente encaixada em instrumental que fica em uma passada meio psicodélica, mas a voz em frente tem um tom melancólico que te faz aprofundar mais ainda nela, mas dai explode com “Children, take or leave it, Come people you got to, Give a little, get a little, And see it, Like future you people!” e vai
levando um ritmo que você já imagina que vai se aprofundar mais pra frente mas não é a hora, ele retorna no ritmo do começo bem leve e com aquele ar melancólico com a voz inconfundível da Brittany de frente, mas é questão de segundos pra voltar a agitar e querer explodir tudo, dessa vez acontece com “Imagine the sound, And listen loud and then, You'll reach the top!” e ela te faz explodir pra fora todo sentimento que você possa ter dentro de você, já me emocionei mais de mil vezes ouvindo esse som e toda vez me emociona, é muito linda. Mas se achas que acabou, está muito enganado, pra não deixar a batida descer la vem a porrada de “Gimme all your love” e todo seu peso com ela ao seu lado, a meu deus do céu o que a brittany faz nessa música é algo inexplicável, atinge um nível cósmico todo o timbre que ela faz, os riffs são perfeitamente encaixados junto das batidas da guitarra e a linha do baixo da todo o peso que precisa nesse momento, ela
implorando “If you just gimme all your love, oh, Gimme all you got, babe, Gimme all your love, oh...” é uma elevação do som e de tudo em volta que te faz com certeza ficar em transe com tudo ao redor, mais uma das músicas que te tiram do chão e te chacoalham inteiro pelo que a Brittany faz nela, é de outra galáxia! Seguido vem nada mais nada menos que “This feeling” que é uma carta de amor que foi escrita, é algo que também quebra todas as paredes da emoção que você possa ter dentro de você, ela vai mexer contigo de uma forma gostosa mas que também te fara sentir de verdade tudo o que tem la no fundo do seu peito, como “And I've been having me a real fun time, And it feels so nice to know I'm gonna be alright!” e você entra junto com o trecho da música e todo o instrumental que está com ela mas em seguida a brottany canta com tanta emoção “Please don't take my feeling, I have found at last, If I wanted to, I'd be alright, Yeah, if I wanted to, I'd be alright!” e você se derrama no chão e vira apenas poeira estelar de tao forte que essa música pode ser com você, a genialidade dela e todo o feeling que ela traz faz algo muito forte rolar com você, esse som tem um poder muito forte dentro de mim pessoalmente falando, eu realmente tenho muita história com a música e muito amor por ela, é até meio difícil digitar sobre ela. Pra alavancar um pouco a agitação e maluquice que a banda também sabe fazer vamos com “ The Greatest” que começa já com uma guitarra e bateria acelerada indo junto com os outros elementos da banda e você vai indo junto no ritmo como se fosse uma dança, o som
diversifica um pouco dos anteriores mas é muito bom de se ouvir, mais a frente nele tem um festival de distorções e batidas fortes na bateria que te deixa tonto de tão gostoso de curtir.  Agora pra fechar o disco  vem a belíssima “ Miss you” que te faz pensar que é das músicas mais melancólicas do disco mas é um pouco diferente, tem sim uma letra um tanto pesada mas o instrumental tira um pouco do peso porque eles fazem umas explosões que não te deixa ficar em baixo, dai vem “Maybe the stars aligned, Or maybe I just changed my mind, Maybe I'm yours, I'm yours!” e vem junto toda uma sincronia de loucura instrumental, é uma das músicas que mais vai te fazer viajar no disco com toda certeza! Assim o disco finaliza com seus destaques, algumas músicas não citei por não terem um peso enorme em mim, mas são muito boas também. O disco é dos que eu mais tenho apreço em ter e poder escutar a todo momento que eu quiser, ele me tirou de algumas coisas e me colocou em outras que me fizeram me sentir mais vivo, eu realmente amo essa banda e toda sua maluquice. Então tratem de escutar e viajar com todas as canções que nele contem, prometo que será uma jornada sem volta além de muito proveitosa. Antes que me esqueça, se houver chance de ver a banda ao vivo faça isso, eu prometo que não se arrependera nenhum pouco.  




Abaixo link para download do disco e da melhor música do mesmo




https://www.4shared.com/rar/9P5rJsbrba/Alabama_Shakes_-_Sound__Color_.html?locale=pt-BR


Visite nossa página no Facebook e nos diga o que achou da matéria/disco da banda e diga se ele não merecia o disco do ano!


https://www.facebook.com/vivendoamusica1/