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sexta-feira, 28 de outubro de 2022

“SEX & SADNESS” DA THE OLD SKULL GUZ


Que alegria que tem aqui dentro do meu peito nesse dia, esse disco novo que está cantarolando pela minhas cabeça vem dos caras da TOSG que fizeram mais um trabalho muito fino e cheio de referências mas com muita, mas muita identidade! Grooves potentes, riffs estonteantes, letras reflexivas e a mensagem ecoando por nós sempre de que a banda veio forte com um belo cem pulo no peito.

A pancada é de se ouvir do começo ao fim, em uma tarde ensolarada ou em uma estrada olhando ao redor buscando sua alma que percebi muito nas letras, a tratação de o que é sua alma e como você a alimenta, mudando sua cabeça ou não.  Gostoso de sentir que o country de Bob Dylan pode ser misturado com o gingando do blues do B.B KING e uma metralhadora bem alta do rock’n roll de Jack White, joga toda essa essência no liquidificador e vai sair a TOSG, e sim, eles são todas essas referências e muito mais, não conheço banda tão ÚNICA hoje em dia, que ditam e agem com tamanha autenticidade como eles.

Não consigo aqui te falar pra escutar tal música por x ou x motivos, mas porque raios você não coloca o álbum inteiro nesse exato momento e faz sua alma dançar ai dentro desse esqueleto? Afinal minhas palavras parecem tanto com uma “Dirty Old Symphony”, mas também sei que pode ecoar como uma “Propaganda” e até mesmo se eu tiver um “Alibi” vou manter a palavra de que vocês devem degustar todo o disco AGORA, e não esperar eu dar cinco motivos dele!!!!

V.A.M

FOTO: BULLA JR.

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terça-feira, 7 de setembro de 2021

Destrinchando o Beautiful Ghosts do Unreqvited

Todo bom fã fica ansioso com um lançamento, não é mesmo? Não foi diferente comigo! Desde o primeiro single do álbum que o Unreqvited lançou, em maio, se não me engano, já venho contando os dias para ouvir todas as maravilhas que o Billy Melsness iria criar dessa vez. Sim, o Unreqvited faz parte das bandas de uma pessoa só que são completamente bem sucedidas nas composições musicais e muito comuns no subgênero do atmospheric black metal. 

O Beautiful Ghosts é o sexto álbum de estúdio da banda e conta com sete incríveis faixas e uma capa extremamente admirável. O álbum começa com All is Lost e já se torna perceptível que o Billy Melsness não veio para brincadeira. A faixa seguinte é Autumn & Everley, que foi também o primeiro single do álbum, e tem uma harmonia belíssima dos instrumentos, começando com um piano mais melancólico e atingindo um clímax com guitarras e vocais ininteligíveis de fundo. Segue-se, então, para Reverie, uma faixa que carrega em si a obscuridade muitas vezes encontrada no atmospheric black metal. Funeral Pyre começa em seguida, foi o segundo single do álbum, e traz consigo um peso maior, embora seja possível sentir uma leveza com os vocais de fundo no começo da canção. A próxima faixa é Cherish, que acalma a tempestade trazida por Funeral Pyre com, mais uma vez, um piano límpido e melancólico. Essa é, junto a Autumn & Everley, minha faixa preferida do álbum, toda vez me causa uma sensação de esperança e acolhimento quando ouço. Beautiful Ghosts, que dá nome ao álbum, começa em seguida, mantendo uma linha mais soturna como a de Cherish. Ao longo da faixa, uma força vai sendo adquirida e os vocais ininteligíveis de fundo transmitem uma sensação de que algo está sendo expresso, posto para fora e novamente uma serenidade permeia a música até chegar ao fim. All is Found fecha o álbum, e talvez um ciclo, visto que no começo do álbum tudo estava perdido (faixa um: All is Lost) e agora fora encontrado. A faixa, inclusive, tem uma tranquilidade e um sossego que nenhuma das outras demonstrou, é como se após se perder em todo um processo de lembranças e vivências, aquilo tudo fosse elaborado e sublimado, resultando em paz. Não vejo como coincidência as ordens em que foram postas as canções, tampouco os nomes, principalmente da primeira e da última faixa, o que torna o álbum ainda mais poético e digno de apreciação. Que vocês possam ver a beleza do Beautiful Ghosts e do Unreqvited assim como esta que vos fala, até a próxima!


LINKS DA BANDA



Autora do Texto: Laura Zanetti

sexta-feira, 5 de março de 2021

Cinco Motivos para escutar 'When You See Yourself" do Kings of Leon

 

Assumo de primeira que eu sempre fico emocionado ao escutar lançamentos, ainda mais de uma banda com o teor emocional em suas letras tão forte. Esse disco veio para nos abraçar de uma forma real e não genérica, sensível e com muito amor, vamos aos cinco motivo para degustar o disco que faz nos olharmos no mais fundo da alma.

O disco é o oitavo da banda, que vem de atividades desde 1999, a banda é sem dúvida um marco da geração em que vivemos, sempre mesclando e trazendo inovações mas em uma raiz bem forte do Southern rock que é a banda em si, a cada disco uma viagem e uma ideia do que a banda passa e quer que o fã entendam, dessa vez eles trouxeram o tempo, em como ele vai e vem, e o porquê de aproveitar tudo.

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Ritmo são importantes em um trabalho fechado, e o disco apresenta uma graduação em ir passando nas música, em ser uma mistura do ponto alto ao mais baixo em poucos minutos, mas sim uma evolução sistêmica do início ao fim, não sendo ondas mas sim uma tsunami de vez, a banda achou a formula pra nos afogar no bom sentido dentro de nós.

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Um disco sem pressa alguma e a rapidez ficando um pouco para trás, agora o KOL é a banda que fala mais e deixa o instrumento como complemento de uma obra sensacional, sinto uma conversa vindo de meu fones chegando da voz INCRÍVEL de Calleb, que sorte de um dia ter visto essa banda de perto, e que saúde de um show meu deus do céu.

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Letras são o ponto alto do disco a mim, eu me importo com a escrita sempre e depois começo nas pegada de ritmos, instrumentos e tudo mais. E a primeiro momento esse disco me remete a pessoas maduras mas que tem a alma jovem, tratando que a alma sempre vibra e que o tempo é um ceifador de almas, mas que devemos saber saborear mais ainda o que vivemos e aprender com tudo, sejam boas ou ruins a situações.

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Vamos ao top três do disco agora, as três que ao escutar meu coração ferveu. De início é “A Wave” que música deliciosa de se escutar, fazendo você entrar em uma imersão na alma e dar aquela vasculhada das boas, o ritmo vai se elevando aos poucos com vários estouros e o sintetizador comendo solto no fundo, nela eu sinto uma diferença enorme na sonoridade da banda, e eu particularmente amo quando as banda se reinventam mas mantendo a base de si, é sensacional. Depois coloco “The Bandit” que foi single da banda e nela já se notava que tinha algumas coisas diferentes na sonoridade em si, o vocal mais alto e com o foco central mas com as guitarra mais estridentes e a bateria em si mantendo o ritmo, sem tantas distorções e também com o baixo mandando do lado um ritmo frenético de sensações, trazendo a letra “Reckless abandon, Rundown and stranded, Must catch the bandit..” fazendo a analogia da tentativa de se pegar e manter o tempo consigo, o inimigo perfeito dos bons momentos. Agora a música que me fez realmente chorar quando eu escutei que foi “Echoing”, foi um sentimento tão forte na primeira vez que escutei que eu pra sempre irei me lembrar, ela traz um ar do antigo KOL, mas com umas elevações que não existiam ante, e a letra madura e extremamente sensível como “We could take it to the high sеas, Echoing, echoing where do wе stand”, tendo um diluvio dentro de si e tentando transformar em uma viagem derradeira pelo tempo de si mesmo, falando de memorias e como devemos dançar com o amor de forma mais leve. O disco é sensacional do começo ao fim, algumas músicas podem te tocar de alguma forma que ainda não me tocou em si, eu só posso pedir que você sinta abertamente esse disco sem amarras do passado da banda mas sim de um trabalho gostoso de se ouvir. Um disco lançado onde temos a falta de afeto e calor humano por uma pandemia, mas, ele veio nos abraçar, e a banda merece um agradecimento e muito amor nosso por eles, obrigado Kings Of Leon pelo abraço e pelas lagrimas. 


LINKS DA BANDA


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Precisamos falar sobre Medicine At Midnight do Foo Fighters

 


O ano mal começou e ainda bem que Dave Grohl e companhia nos presenteou com essa obra prima, que disco delicioso de se ouvir do começo ao fim. Gravado durante a pandemia, a banda em diversas entrevistas comentava que estava produzindo algo, que não tinham certeza perante ao lançamento e como seria, tudo por conta da pandemia. Mas eles tomaram a frente e acharam bacana lançar mesmo sem fazer turnê por agora, mas com o intuito de acalmar um pouco os corações da população em geral que vive essa loucura de pandemia desde o ano passado, pessoalmente, já digo um muito obrigado a banda, vocês conseguiram. 

O primeiro single lançado que foi “Shame Shame” é um pouco mais densa e de um caráter mais pesado do que todo o disco restante, a banda também comentava antes que o disco era a medicina perfeita para sacudir o esqueleto, assumo minha dúvida quando escutei e pensei que o disco soaria mais pesado por tudo que estamos vivendo e tudo mais, mas foi só ela com esse tom mais pesado, a presença de David Bowie em seu sucesso “Let’s Dance” é perceptível em diversos momentos e em várias faixas, com um mix da esse da banda mas com o tom irreverente do camaleão do Rock. Talvez a banda tenha acertado de novo como em “Wasting Light”, no quesito de simplicidade, sem uma super produção em si da história do disco, sem enredos históricos em cada música e sim focado mais que 100% no som, talvez isso faltou um pouco em Sonic Highways e Concret and Gold, a banda resgatou uma essência e trouxe uma inovação que combinou muito ao seu som, a nova era deles é mais que perfeita. Uma dica aos músicas e bandas que estão por ai e são fissurados como eu pelo som de sintetizador, escute demais esse disco, ele é usado na medida perfeita sem transformar o som em algo eletrônico brega e sim um acréscimo na onda da musica, que faz te balançar e eletrocutar por completo na música. Ai como não falar das mil vozes que aparecem nas musicas desse disco? As vozes de coral por trás de diversas músicas te fazem arrepiar do começo ao fim, a dança vai fervendo dentro das veias enquanto você vai mergulhando dentro da medicina da salvação, me de um milhão dessas doses Dave, porque eu estou adorando. O disco é bem curto que faz a degustação ser rápida mas que pede para repetir diversas vezes, o êxtase pode vir do primeiro ao último segundo, vem de baladas dançantes a rapidez emocionante como em “Son of mine” que me remete e muito ao Motorhead! Talvez se escutar sem colocar o nome da banda a identificação fique até um pouco turva, é um som muito diferente de tudo que eles fizeram, até em algumas o tom da voz do Dave se mistura bastante com os vocais de fundo que fica algo intenso e bem diferente de tudo. 

Um disco que começa falando “Making a fire” e termina com “Love dies Young” com certeza tem uma história profunda por trás, e tem mesmo, letras sensíveis e rápidas com um teor de pop dançante dos anos oitenta, havia a promessa do disco mais enérgico e dançante e eles conseguiram, mais uma vez o Foo Fighters acertou em cheio e nos deu um disco que satisfaz os seus faz e com certeza vai atrair muitos outros, a mescla do gênero faz engrandecer mais ainda a arte e acima de tudo a música. Com o peso de ser o decimo disco da banda, eles souberam passar a barreira e se tornar algo novo, algo leve mas com muito amor em tudo, literalmente já chorei e já sorri com esse disco, o Foo Fighters vem quente nesse ano, e que bom que podemos apreciar isso por aqui! 

Não foquei muito nas músicas em si porque vai sair um “5 Motivos para escutar..." desse disco futuramente! 

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sexta-feira, 24 de abril de 2020

Cinco motivos para escutar The New Abnormal do The Strokes



Uma das bandas mais queridas dessa geração, sempre trouxe uma inovação a cada disco que lançava, esse novo sendo o sexto de estúdio, e de novo trouxe a mudança perfeita. Já fazia sete anos do último lançamento de estúdio, muito se especulou, EP’S foram lançados, mas uma obra concreta não chegava, até que chegou e trouxe essa viagem intensa junto que é o novo disco, sem mais delongas, vamos aos cinco motivos.

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"A banda que consegue ficar sete anos sem lançar um disco e ainda sim fica nas rádios tocando sempre, em festas, bares e o que for sempre toca alguma música da banda, é algo muito relevante e
faz com que o trabalho que possa vir a seguir extremamente aguardado. Mas tratando da longa demora do disco e como mesmo assim a banda se manteve em um topo em um “x” estilo musical faz com que seja mais grandioso ainda esse disco."

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"Não há como não citar o amadurecimento da banda e em como não são mais um meninos fazendo música e curtindo o momento apenas, o disco é cheio de nuances fortes e que fazem auto critica a nós e até mesmo uma passada no governo no qual terá eleições esse ano (citando o USA), duras criticas e cínicas ao comandante do país, onde podíamos usar aqui no nosso facilmente."

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"Tem muita coisa nova que nunca foi feita nos passados do Strokes, tem algumas batidas e alguns
solos que existem mais harmonizados que antes eram simplesmente estourados e vinham como dinamites a nós, não que fosse ruim, é questão de gosto e momento, mas a banda é muito mais harmonizada hoje sim."

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"A dança é liberada e mais que obrigatória nesse disco, difícil escutar alguma música e não pensar que seria um tema delicioso para uma sexta feira a noite sem tempo para acabar, mas também tem o lírico e a letra por trás, como sempre tem letras malucas que o Julian sempre brinca em fazer e diversas críticas amorosas ao mundo, traga isso a uma pista e dance sem parar."

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"Agora colocando como um top 3 das músicas do disco eu inicio facilmente com “The adults are talking” que é a música de abertura mesmo do disco, ela deixa bem nítido como vai funcionar o disco e mostra tudo o que pode mostrar, é dançante e com um tom melancólico do mesmo jeito, os “gemidos” que o Julian vai cantarolando durante varias partes na música transparece até uma carta a ele mais novo, falando que uma hora vai dar certo. Depois coloco “Bad decisions” que traz aquele ar
da banda antiga com uma pitada que lembra bastante um “The cure” em sua fase mais pop, tem ritmo e muita levada com a guitarra mantendo um ritmo eloquente durante a viagem que você está, sensibiliza demais e da uma ótima nostalgia. Gostei de “Why are Sundays so depressing” já pelo titulo em particular, mas ao escutar ela virou a música perfeita pra se ouvir em um dia meio monótono que você precisa de um calma e um pouco de vibração, e ela traz isso na dose certinha, citando “My baby's gone, but I don't miss her, like a swan, I don't miss swimming, all my friends left, and they don't miss me...”, é a melancolia perfeita de um fim de domingo. Já foram três mas não tem como não citar “Not the same anymore” que é a música que diz tudo já no titulo e em como ela é tocada, muito diferente de tudo que o Strokes já fez, parece grava no lugar onde se escuta, é crua, forte e muito intensa, faz o barulho perfeito pra mostrar como esse disco é sensacional!"


O disco tem mais coisas a serem descobertas mas deixo aqui aberto para que você entre nessa nova fase da banda, e se encontre também.



LINKS DA BANDA



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Fine Line do Harry Styles é uma obra prima!


Sempre que um disco desperta diversos sentimentos em você, sempre que ele possa despertar do seu melhor ou o seu pior, leve ele em consideração. Pois bem, eu sinto de tudo ao ouvir o disco novo do Harry Styles, e afirmo sim que é uma obra prima, não apenas um disco com músicas batidas e super produzidas ou o melhor disco pop, há sentimento nas letras no arranjo e muito nos timbres chorosos
em diversos momentos, então ao invés de topo pop ele se colocou no topo da música em geral. Vai, coloque ai pra tocar e vem aqui ler e discorrer nas palavras que vos digo, não se arrependerá. O disco vai ser recheado de influencias antigas, umas pegadas bem dos Beatles, com uma aceleração no estilos dos Stones e uma calmaria ao estilo próprio que Harry soube criar, uma desaceleração absurda que até parece um pedal de carro, e ele assume o controle super bem. A carta de amor em “Golden” da aquela estremecida no coração, dizendo que simplesmente o mundo é dourada, sem muito a que falar mas sim, ao que sentir, do ele saber ou a pessoa saber, o quanto brilha ao luar, viajando pelos céus, e declarando toda a sensação do dourado e seus olhos, com o instrumental batendo de fora que ele proclama as palavras como um poema e pedindo um ombro, ao sentir uma solidão perdendo o controle, mas ainda sentindo o tudo dourado, a profundidade e como chega a voz

dele misturando com o instrumental é algo arrepiante. Tem uma das mais pop’s mas com a beleza poética que ele sabe colocar na letra com “Adore you”, que é simplesmente uma carta de adoração a alguém, nada mais em forçar de chamar de amor ou toda pressão em ser algo a mais juntos, só o fato de estarem ali, juntos, se adorando. Uma das que mais exemplifica uma constante mudança do Harry seria “Cherry” que assemelha um pouco ao seu primeiro trabalho, as leva uma calmaria constante daqueles mares que só tem marolas e se ondas, mas vem te trazendo ao fundo sem você perceber, é uma música hipnótica que te faz sentir o máximo que você esteja sentindo no momento. Mas para chegar mesmo no ponto forte do disco tem de se escutar o solo dele em “Falling” que é sua das músicas ais bonitas já feitas, é simples, piano e voz e nada mais, mas tem tanto sentindo unido de lembranças próprias que se desdobra na letra e te dobra pra dentro dela, faz você sentir que tudo que te pode desmoronar no mesmo segundo em que você pisca mas pode se lutar e reerguer, aparenta ser motivacional mas na verdade é EXTREMAMENTE emocional, não ouse deixar de chorar ao escutar. Algo que ele sabe usar muito bem é trabalhar tanto nos arranjos instrumentais que faz a quebra da letra não ser tão forte, “To be so lonely” é um dos exemplos, uma letra simples e um pedido de desculpas, com um “que” de música havaiana te leva e um sentimento gosto e simples.

“She” foi a primeira musica que me tocou de verdade no disco, ouvindo repetidas vezes ela é forte demais e sensível ao mesmo tempo, daquelas que te fazem ficar deitado por horas querendo saborear o mundo em sua letra, os toques da bateria conduzindo os amores penetrantes da voz em seus ouvidos, os agudos que ele alcança criando uma sintonia perfeita em sua alma, é fenomenal! E o ponto final que ele coloca a cara e fala eu fiz um álbum pra história, vem com “Fine Line”, de inicio despretensiosa com o violão, pequenos acordes e ele vai cantando em uma simplicidade “... i don't want to fight you, and I don't want to sleep in the dirt, we'll get the drinks in, so I'll get to thinking of her...” e você já vai se contorcendo por dentro e entendo tudo que ta rolando ao escutar a música, repetidas vezes dizendo que estamos na linha de chega ou fim da linha, proclamando que as mãos tremem e o violão se intensifica, continua gritando dentro que é o fim mas não acaba, continua, continua, e grite que é o fim da linha repetidas vezes e a música explode com o instrumental de fundo aparecendo, arrepiando a alma completamente, se mantem e é o fim da obra de arte do Harry Styles, um dos melhores discos com toda certeza dos últimos anos, grato por pode aprecia-lo.


Vá em algum dos link's e nos diga o que achou da matéria:



sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Cinco motivos para degustar AMO, novo disco do BMTH




O novo disco do Bring Me The Horizon vem com todas as falas clichês dos fãs de todo disco, comentando que está muito diferente, que a banda não é mais a mesma e tem saudades da época cheio de screamos. Mas a mudança é algo inevitável em qualquer âmbito de uma vida, o novo pode ser bom, então porque não experimentar? Aqui lhe dou cinco motivos que farão você repensar a
crítica do disco!

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"É o disco com a sonoridade mais limpa que a banda já lançou! Nele você nota os timbres do Oliver em todas as músicas, a guitarra em sua parte funcional e não tanto principal como antes, a bateria ganhou uma nova vida e mais dinâmica, com o baixo e o teclado tendo importâncias maiores do que já existiu em toda a historia da banda!"

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"A diferença de cada etapa da banda é sempre intrigante, esse em si se trata de um disco sobre o amor  e destacando em suas letras os pontos e baixos da vida em si, de tudo que  há de bom e o que há
de ruim em sentir muito todas as coisas. O Oliver vem de uma passagem a uns anos atrás das drogas, fazendo Sempiternal a resposta a todos que duvidaram dele, o That’s the Spirit a afirmação que está evoluindo, e nesse disco e sensitivel que estão no mais alto nível de suas emoções!"

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"Sendo divulgado de varias formas, foi o disco que houve maior contato com o publico e toda publicidade envolvida de uma forma mais adentro. Acompanhando as redes sociais da banda você notava que muita coisa estava sendo feita, e da pra notar no disco que ele é muito bem trabalhado em todos os mínimos detalhes, tem uma sonoridade perfeita do começo ao fim."

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"Primeira vez ao escutar o disco você vai tomar um certo susto pela diferença entre uma música e outra, ele viaja em uma onda totalmente indie, que passa pelo eletrônico, pegando algumas mais um
post punk e uma pitada de pop rock, é uma verdadeira mistura que a banda está vivendo, tornando agradável para todos os fãs."

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"Colocaria agora um levantamento especial para quatro músicas, que a primeira com toda certeza seria “Wonderful Life” que tem a participação do Dani Flith, trazendo a parte mais pesada do disco e com uma letra que balança sua mente! Depois iria alavancar “Medicine” pelo quesito principal que é a letra, dizendo pra tirar tudo e todos de negativo que nos sugam e deixar que o universo te cure e deixe as coisas boas nos guiar para a felicidade. E pra fechar seria “MANTRA” que já se tornou o hino do novo disco, com letra chiclete que gruda na cabeça, além de uma pegada pesada também!"

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Esse novo disco é o famoso que se deve ouvir varias vezes pra se notar tudo que há nele, não escute com pressa mas deguste dele! Vale a pena demais escutar e deixar a onda nova do BMTH te levar!






quinta-feira, 11 de outubro de 2018

A explosão de The Old Skull Guz




La vem uma explosão em seu ouvido, está chegando uma banda que vai trazer mais vertentes de um som de outro universo, a Old Skull Guz vem chegando demolindo tudo ao redor. A banda que tem suas principais influências o Blues com as pitadas magnificas do rock’n roll está com um projeto pra lá de bonito pra nos agraciar, banda nova e cheio de energia, com um frontman conhecido aqui já, Guz, nosso amigo ex integrante da Stolen Byrds, agora vai voar nesse novo projeto e estamos juntos dele com todo apoio e amor. Vendo esse estouro que vai ser, resolvemos te rum bate papo com nosso ilustríssimo e tiramos algumas informações do que vem por ai. Saca que está quente!

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Um ciclo finalizou e outro está só começando, fale um pouco de tudo que anda rolando em especifico contigo Guz.


Pois é, esta sendo uma grande mudança, foram 7 anos de Stolen Byrds aonde eu aprendi quase tudo
do que sei hoje sobre ser um músico. Fico feliz e agradecido por toda a experiência que tive ao lado deles! Foram 7 anos de muito som e de luta. Com toda certeza a decisão de sair foi bem difícil, mas eu senti que era o momento de tentar algo novo, com características mais ligadas às minhas influencias, e estou bastante empolgado com essa nova fase.


A banda é nova, cheia de energia e pegadas diferentes, o que podemos esperar dela nesse primeiro trabalho que está pra sair?


Bom, esse primeiro disco tem muita coisa boa! Serão 13 músicas que exploram várias vertentes do Blues e do Rock and Roll numa abordagem mais contemporânea. Algumas músicas são coisas antigas que eu tinha guardado na geladeira, outras mais novas concebidas em Jams no Old Skull Guz. Tem sons pegados com sequencia de riffs e também tem baladas mais calmas. Podem esperar por algo bem sincero, verdadeiro e muito eclético.


Com suas palavras, diga o que é a The Old Skull Guz, e o que ela vem representar.

 O Old Skull Guz é uma banda que vem pra somar na cena do rock and roll atual. É um power trio com grandes influencias de Blues e que pretende atingir o maior público possível com a nossa musica. Acho que é disso que se trata: música boa e sincera para bons ouvintes.

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Assim temos uma ideia do que podemos esperar desse disco de estreia, só nos resta seguir a banda e ver todas as atualizações que eles nos mostram, e torcer pra chegar logo o disco. Ouvindo tacks que recebi posso garantir, ninguém vai se arrepender de esperar esse disco!




Links sobre a banda:



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sexta-feira, 11 de maio de 2018

Cinco motivos para escutar Tranquility Base Hotel & Casino, novo disco do Arctic Monkeys




Hoje a banda Inglesa Arctic Monkeys lançou seu mais novo disco, com uma demora gigantesca desde o promissor AM, a banda se reinventou de novo e lançou um disco cheio de nuances e muito charme, se liguem nas dicas!

1 – Primeira e talvez mais importante, se é fã do disco AM ou se é fã do Hambug que for, desconstrua tudo que se tem da banda e amplie a visão para algo novo e totalmente diferente do que já foi feito, é um disco difícil de se interpretar mas prazeroso demais quando se conquista esse feito.

2 – O disco teve uma demora um tanto grande desde o lançamento passado, o AM, que também
divergiu muitas opiniões de fãs, que esperavam aquela eletricidade e toda ginga de um indie mais pro rock do que um indie mais lento e denso, fazendo você ao invés de dançar pulando, você abraçaria alguém e dançaria uma melodia apaixonante. Isso tornou o novo disco curiosíssimo para se escutar e ver o que teve de tão bom nessa demora.

3 – A musicalidade é diferente de muita coisa que já foi escutada pelo mundo, de inicio você pode tomar um susto porque é um som de certa forma que precisa ser desconstruído e você entender por partes, melodias e enredos, talvez uma mistura de um som clássico com a pitada de um jazz seja uma forma mais fácil de tentar compreender Turner e seus fieis escudeiros.

4 – De inicio o disco era pra ser um trabalho solo do Alex Turner, mas pela gravação e enredos
que poderiam ser incrementados tornou-se um novo disco da banda, trazendo pontos onde a guitarra, a batida de uma bateria diferente, e a liberdade maior pro vocalista se dedicar mais ainda na questão do canto ser o primordial das músicas. Mas lembrando que quem negou tudo de ser um trabalho solo foi o próprio canto, que preferiu sempre a banda ao seu trabalho solo, dizendo que como banda poderiam tornar aquele projeto algo muito maior e mais denso.

5 – Talvez o principal desse disco é você não desistir. Não se vá pelas primeiras músicas ou pela primeira escutada do mesmo, escute algumas vezes, separe um bom tempo pra apreciar toda melodia e todo choro que tem nos instrumentos, o vocal está em super destaque e algumas batidas são diferentes e te fazem dar uma boa viajada. As letras se dissipam em bebedeiras e cantorias ao amor, seja levado acima de tudo com esse som hipnotizante que a banda formou, um trabalho grandioso e que tem tudo pra mudar um patamar a mais na música em geral, a banda se revolucionou de novo, e isso é sensacional!

TOP 3 DO DISCO!

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Star Treatment – É a música que abre o disco, faz um ritmo bem calma soando um bom blues com um “Q” de música clássica, você se imagina em um belo bar com alguém a seu lado e tomando bons drink’s e muita fumaça ao redor, apaixonante.

The Ultracheese – Uma música super levada pelo piano, com a voz do Turner sendo exposta pela frente e muito groove sendo colocado no meio disso, além da letra ser super linda com um melodrama gigantesco em cada estrofe.

Four out of Five – A favorita do disco é essa, traz um ar bem obscuro de inicio, cheio de distorções durante a música inteira, uma cantoria que parece um poeta proclamando suas blasfêmia para o mundo. Mas na verdade é um canto de amor para a vida, para alguém, ou por ele mesmo. É uma música cheio de choque do inicio ao fim!




quinta-feira, 3 de maio de 2018

Reaggae Viking chacoalha tudo!




Batemos um papo com o Vinicius Carneiro sobre o seu novo projeto. Dentro disso abordamos sobre influencias e de onde saiu essa ideia da mistura nórdica com o reaggae! Saca que é caliente!


Quem é Reggae Viking e o ideal do projeto


Reggae Viking não tem nada de Reggae, e também não tem nenhum Viking, é um projeto que criei quando percebi que tinha carinho por muitas músicas que fiz e que não encaixavam em outros projetos que toco (Vulgar Gods e Geada Negra). Assim, resolvi usar elementos que estas bandas não possuem, principalmente elementos eletrônicos, misturando isso com o que eu mais gosto de fazer, que é tocar guitarra com o Big Muff estourando. As gravações são bem soltas, tenho chegado no estúdio com o esqueleto da música, mas sem coisas extremamente definidas, sem um solo definitivo ou um baixo específico, por exemplo, e tenho deixado a mente fluir enquanto gravo. Tem sido bem legal, porque dá uma certa desapegada do erro, e o erro, pra mim, é um elemento essencial da música e da gravação, porque traz uma naturalidade que muitas vezes é perdida com o nível atual de profissionalização da engenharia de áudio. 


Da onde surgiu essa idéia


A ideia surgiu faz um tempo já, metade de 2017, quando eu comecei a olhar pra esses ‘descartes’ de músicas de uma maneira diferente. Eu achei que tinha coisa pra tirar dali e que algumas delas não mereciam ficar pra escanteio, então, peguei e fui completando-as, mas deixando espaços abertos para serem criados durante a gravação. Já a ideia do nome, saiu de uma música de brincadeira com as invasões vikings em igrejas, e essa música era um reggae, mas não tem nada a ver com o som da banda, apenas achei o nome fluido e engraçado, e deixei aí.  


O que pode esperar desse projeto


Zero nexo entre as músicas, diversão, clipes completamente nonsense, stop motions de lego, tentativas de escalar locais que eu não tenho competência pra escalar, um monte de amigo fazendo besteira em um estúdio ou em algum lugar, e felicidade em geral.


As influencias que precisou pra compor essa música e o projeto em geral


São tantas, mas principalmente Nick Drake, Bob Dylan, Joan Baez, Roy Harper, Bon Iver, Lorde, Sia, George Harrison, John Frusciante, Led Zeppelin, Pink Floyd, David Gilmour, Anitta, Secos e Molhados, Major Lazer, Don Omar, Red Hot Chilli Peppers, Portugal. The Man... bom, tem muita coisa a mais, mas se eu não parar, esse tópico não acaba nunca.


Abaixo link para conferir mais desse projeto e curtir o som!

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Fusage chegando quente em 2018!


A Fusage é daquelas bandas que você coloca o som no último, põe aquele fone maroto e viaja pra outra dimensão em um cometa dos mais rápidos que pode existir, sim, você não fica nesse plano astral. Enfim, batemos um papo super legal com o Douglas Takazono que é vocal e guitar da banda,
sobre vários pontos da banda e seu futuro!

Ano passado foi um ano cheio de acontecimentos pra banda em geral, mas destaque um especial que foi um divisor de águas pra vocês?

Acho que no caso da Fusage foi participar do Stolen Fuzztival. Estivemos em contato com muitas bandas que todo mundo curtia já fazia uns anos, e a energia do festival com certeza foi determinante pra dar aquele gás de “agora a porra ficou séria”. Desde o momento em que fomos confirmados no line até o momento em que finalizamos nosso show as vibrações geradas alimentaram muita coisa boa que aconteceu e que está por acontecer.

O grupo é visível que está cada vez mais alinhado e fino na questão musical, mas qual seria o segredo por trás da banda?

Essa é uma questão bem ampla, mas não há segredo. O importante para nós é realmente estarmos em sintonia fina com o que sentimos e expressar isso da forma que reflita em um trabalho que nos orgulhe. A parte técnica e “burocrática” da coisa é levar com profissionalismo, evoluir no sentido de servir quem consome nosso som, existe toda uma correria por trás da coisa, mas em qual trabalho não tem né? A diferença é que pra banda, todos os corres são sempre um prazer, é ver o sonho sendo construído a cada passo dado.

O ano está começando e a banda já tem algo planejado que ainda vai acontecer no mesmo ano?

Estamos com muitos planos, ainda não traçamos completamente o planejamento estratégico de cada meta, mas a ideia é gravar novas músicas, produzir um clipe e registrar ao vivo, que consiga extrair

exatamente o que é a experiência do nosso show. Já temos músicas novas e estamos bem empolgados em relação a isso, ainda não firmamos datas para tudo isso acontecer, mas até o começo de março queremos ter tudo bem alinhado.


O que esperar da banda pra esse ano e os próximos que estão por vir?

Muita ação. Vamos promover um evento enorme, vamos produzir material novo e queremos visitar cidades que ainda não tocamos. Começamos

tocando em Londrina no final de janeiro e já fizemos o primeiro show no tribão junto com o Montanas Trio. A ideia é conciliar da melhor forma os compromissos pessoais de cada um com os compromissos e metas da própria banda. Como ainda não sobrevivemos com a grana proveniente da Fusage precisamos otimizar nossos horários e fazer o que está ao nosso alcance no momento. Para os próximos anos pode-se esperar muito fuzz, riffs e psicodelia, o resto a gente tá correndo atrás!


Por fim as palavras do nosso frontman explosivo:

Somos gratos a cada um que contribui e alimenta esse sonho da forma que pode! E estamos muito empolgados pra fazer não só pela banda, mas pela arte independente como um todo.


Abaixo link's pra acompanhar a banda:




sábado, 9 de dezembro de 2017

A viagem intergaláctica da Abdusounds



De uma forma interestelar cheguei ao meu recinto, agora me sinto em terra firme mais uma vez, pois no dia desse role eu já não me encontrava na forma física em que estou hoje. O abdusounds realmente te transporta pra algum lugar nessa imensa galáxia que você não se encontra direito, é realmente uma explosão. Tratemos de falar da trilha sonora então que me conduziu de um corpo físico para vários átomos perdidos no ar, se iniciou com nada menos que os caras da Fusage, que eu já tenho um
carinho imenso pela banda, mas tratando das músicas fica até batido eu falar que a onda rápida e forte que eles fazem te giram o cérebro de uma forma desigual com o restante do mundo, eles mandam muito bem, conduziram o role de uma forma excepcional e mostraram que estão ai sempre pra quebrar todo o role! Lembrando que o Douglas (vocalista) tem uma potência vocal fora de série mesmo, o cara eleva o som em uma potência que deixa o som em linha perfeita com o instrumental, sendo que as músicas não são operas pra afinar de uma forma lenta, é pura porradaria na cabeça! Após a fusage, voltando de terras internacionais, os irmãos da Stolen Byrds vieram dar o veredito que são uma banda do caralho, desculpe o palavreado, mas a emoção que eu sinto toda vez
que eu vejo esses caras tocando é fora do comum, são todos meus amigos, mas quando sobem ao palco eu sinto uma transferência cósmica de todos pra plateia que é surreal, o Bruninho vai na marretada em toda música de fundo, o “AJ” é o condutor da banda totalmente, o “Guz” manda bala na base e ainda manda um som nos vocais, o João é tipo um extraterrestre  tocando e solando, o que ele faz não é desse mundo, e a explosão de alma que sai da boca do Neto toda vez que ele canta é um negócio que chega ser meio angelical, não é por menos que esses pássaros já começaram a voar bem longe de onde eles nasceram, e espero que voem o mais longe que puder, porque merecem DEMAIS! Fechando o trio de bandas que mexeram com tudo que estava naquele plano astral, veio a banda mais pesada que se tem nesse paranazão, a Red Mess faz uma aula de Stoner tacando o baixo no mais alto grave que pode, a bateria transbordando força e marretada o tempo todo, a guitarra mostrando que o
ritmo é quente vai te pulsar por dentro o tempo todo que a banda estiver tocando, e o vocal conduzindo o som de forma densa e que te coloca em um transe sem igual. Além disso estava rolando umas exposições de artistas autorais no role, teve flash tattoo e a galera se entusiasmou mesmo em tatuar, entre outras apreciações do espaço. Assim foi essa viagem ultra espacial que aconteceu no dia oito de dezembro, teve o pouso da nave, mas depois de todo esse percurso eu não me acho de novo no mesmo plano astral que eu estava antes! 

Midias sociais das bandas:

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https://www.facebook.com/stolenbyrdsoficial/
https://www.facebook.com/redmessmusic/

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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Longevidade musical


Ao notar bandas e mais bandas que aparecem o sentimento de querer que elas sejam eternas permeiam as nossas cabeças, como quero ainda ouvir esses caras quando eu for um velhinho que senta a meia tarde para ouvir um disco. Ao mesmo tempo bandas se desintegram de pouco a pouco por sede de aparecimento prematuro ou até mesmo o excesso de aparecimento, fazendo dos mesmos a destruição completa do algo mais importante em uma banda, a música e seu amor pela mesma. Como mero expectador quero mais e mais bandas aparecendo e somando junto das que estão fazendo esse globo girar em seus ritmos mais frenéticos que se possa ser, não deixando a roda parar, mas estando ali como uma engrenagem forte e sustentada. Leia sobre bandas influentes que não se dissiparam aos anos, de Foo Fighters, Paul Mccartney a Metallica, onde pode encontrar uns exemplos mais fortes de que a banda manteve o mínimo que se necessita para se manter, que é deixar a música como a espécime mais importante dentro do integrante, que a paixão e a alma tem de ser expressa nas músicas e em si, tire toda vaidade e assim por anos ou décadas estarão ali em pé fazendo o seu cérebro girar. Talvez o segredo seja esse mesmo para manter a maior longevidade que der a uma banda, é deixar aquilo rolar como quando se iniciou, podendo ser uma jam entre amigos ou até mesmo de início tentar ser uma banda com reconhecimento nacional/internacional, a formação de algo sempre tem de ser solidado e não deixar que o tempo o ruine, deixe a música sempre percorrer a veias de seu ser. De decreto eu digo, nada na vida se permanece firme sem o maior sentimento que você tenha, se teu peito não vibra ao fazer isso saiba que você está em algum aspecto errado, talvez o lugar ou determinado tempo, mas saiba que quando tudo se encaixar, e você ficar em frenesi com o que se faz a sua chance de levar isso a vida toda é enorme. E o resultado para ter uma longa jornada em uma banda, talvez seja isso, deixar o sentimento rolar e ser o mais sincero e leal a você mesmo, sem vender o seu ideal, porque é isso que o futuro vai te recompensar, rumo ao estrelato, rumo ao seu coração palpitar por uma longevidade sem tamanho, infinito será, infinitos sentimentos você há de conquistar. 


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