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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

A carta aberta de Edwards Neto



Hoje a nossa matéria é com um cara que não consigo nem identificar de que universo ele é, puro amor em forma de humano, esse artista sensacional que é o Neto, soltou a lábia e nos contou muitas curiosidades além de falar sobre a cena e o cenário em que vivemos, chega junto pra entender o porque esse cara é tão diferenciado!

História pessoal e na música


"Em primeiro lugar, agradeço imensamente pelo convite e pela iniciativa do Vivendo a Música e de você Matheus! Bom, a minha vida inteira eu sempre estive em contato com a música, tenho um avô compositor e músico de chorinho, tive o privilégio de lhe ouvir tocar desde criança, além dele, meu pai e minha mãe sempre tiveram uma grande paixão por música, sendo assim, a minha veia cultural é aberta nos primeiros anos de idade através da música, hoje já se ramificou em muitas áreas, pois a arte e a cultura são coisas do dia-a-dia, tudo é cultura, tudo é arte, compreendendo assim, aprendi a enxergar muitas faces da realidade. Conforme a compreensão sobre o que é a arte, a cultura, as realidades (infinitas), foram aumentando, eu fui enxergando assim a minha função dentro da banda, dentro dos Stolen Byrds, que nada mais é do que um organismo vivo, mutável, em movimento e em constante troca, produzir com eles é uma verdadeira lição e aprendizado, pois a todo momento estamos em comunhão com a criação, ou seja, criamos em comunhão, sabemos que de certa forma a nossa função é transmitir algo que nos faça sentido através das percepções e mensagens que nos chegam, cada um de nós é um instrumento, apenas deixamos fluir, claro que cada um trás algo específico, um ponto de vista, um ângulo da mesma coisa, isso, diariamente, acaba se tornando uma verdadeira escola. Por tudo isso, minha história, minha profissão, minha banda e a veia cultural que se expressa através de mim são junções de vivências que esclarecem o que cada dia devo fazer, aperfeiçoar e me orientar, organicamente, no presente, que é viver."


Pandemia e lições

"Hehehehe, é um tanto quanto caótico, geralmente o que me ocorre é acordar e sentir o que devo fazer no presente, quando começo a pensar ou imaginar demais as coisas começam a entrar em ebulição, que de vez em quando rola, pode ser bom, mas não deixo isso direcionar meus sentires. A pandemia é uma oportunidade de vasculhar minhas interioridades, eu encarei assim, tudo aquilo que é inconsciente, subconsciente, profundo, seja qual for o nome. Tem sido bem um momento (longo) de muita reflexão, indagação, silêncio e menos ação. O que tenho feito mesmo é buscar cuidar do mínimo, que na verdade, quando você vê é o máximo! Como cuidar do quarto, da casa, dos amigos, da companheira, do bem estar. Resumidamente, estou cuidando de coisas, coisas que muitas vezes não consigo nem saber direito o que são, mas são coisas que me fazem pulsar, no fundo, adoro imersões e esta tem sido uma grande."

O mundo a sua volta e o que está acontecendo

"Primeiramente, fora Bolsonaro, em segundo lugar: Está acontecendo uma inversão de valores em níveis bizarros, estamos enxergando o monstro que foi criado a milênios na nossa cara e não conseguindo derrubar ele, está na nossa frente todo o acúmulo de preconceito, desprezo, desrespeito e egoísmo, que além de tudo incita a morte e a ignorância.  Essa realidade influência quase 100% da nossa população brasileira e está completamente tomada por genocidas, é muito tóxico ter que entender, absorver, acompanhar o cenário como um todo, ao mesmo tempo temos a necessidade, pois precisamos nos situar, posicionar e não fechar os olhos para o absurdo que é isso. Todas as lutas que travamos hoje estão tencionando pois tem que tencionar, não podemos dar mais passos para trás como humanidade, este é um momento muito importante para olharmos para o futuro com mais amor, respeito e igualdade. As lutas não são de hoje, mas chegou a hora de realmente dar um basta, pra tudo que é opressivo, desigual e desumano. O que faço é sentir, posicionar, resistir sendo resiliente e crescer com a adversidade que me é proposta. Vou sempre defender o lado oprimido e fortalecer aqueles que amam a vida, o que fazem e transmitem esta verdade. A vida é muito mais do que essa destruição, com certeza. Ainda acredito no amanhã."

Deixe sua fala se existe a diferença entre Neto artista e Neto do cotidiano

"Não há separação. Só quero dizer pra quem tá lendo, que se você chegou até aqui é porque você gosta de mim e eu gosto de você, isso é mais importante que tudo, amar e se amado. Um grande beijo no coração de vocês, nos encontramos em breve. <3"

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Links do artista





sexta-feira, 24 de abril de 2020

Cinco motivos para escutar The New Abnormal do The Strokes



Uma das bandas mais queridas dessa geração, sempre trouxe uma inovação a cada disco que lançava, esse novo sendo o sexto de estúdio, e de novo trouxe a mudança perfeita. Já fazia sete anos do último lançamento de estúdio, muito se especulou, EP’S foram lançados, mas uma obra concreta não chegava, até que chegou e trouxe essa viagem intensa junto que é o novo disco, sem mais delongas, vamos aos cinco motivos.

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"A banda que consegue ficar sete anos sem lançar um disco e ainda sim fica nas rádios tocando sempre, em festas, bares e o que for sempre toca alguma música da banda, é algo muito relevante e
faz com que o trabalho que possa vir a seguir extremamente aguardado. Mas tratando da longa demora do disco e como mesmo assim a banda se manteve em um topo em um “x” estilo musical faz com que seja mais grandioso ainda esse disco."

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"Não há como não citar o amadurecimento da banda e em como não são mais um meninos fazendo música e curtindo o momento apenas, o disco é cheio de nuances fortes e que fazem auto critica a nós e até mesmo uma passada no governo no qual terá eleições esse ano (citando o USA), duras criticas e cínicas ao comandante do país, onde podíamos usar aqui no nosso facilmente."

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"Tem muita coisa nova que nunca foi feita nos passados do Strokes, tem algumas batidas e alguns
solos que existem mais harmonizados que antes eram simplesmente estourados e vinham como dinamites a nós, não que fosse ruim, é questão de gosto e momento, mas a banda é muito mais harmonizada hoje sim."

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"A dança é liberada e mais que obrigatória nesse disco, difícil escutar alguma música e não pensar que seria um tema delicioso para uma sexta feira a noite sem tempo para acabar, mas também tem o lírico e a letra por trás, como sempre tem letras malucas que o Julian sempre brinca em fazer e diversas críticas amorosas ao mundo, traga isso a uma pista e dance sem parar."

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"Agora colocando como um top 3 das músicas do disco eu inicio facilmente com “The adults are talking” que é a música de abertura mesmo do disco, ela deixa bem nítido como vai funcionar o disco e mostra tudo o que pode mostrar, é dançante e com um tom melancólico do mesmo jeito, os “gemidos” que o Julian vai cantarolando durante varias partes na música transparece até uma carta a ele mais novo, falando que uma hora vai dar certo. Depois coloco “Bad decisions” que traz aquele ar
da banda antiga com uma pitada que lembra bastante um “The cure” em sua fase mais pop, tem ritmo e muita levada com a guitarra mantendo um ritmo eloquente durante a viagem que você está, sensibiliza demais e da uma ótima nostalgia. Gostei de “Why are Sundays so depressing” já pelo titulo em particular, mas ao escutar ela virou a música perfeita pra se ouvir em um dia meio monótono que você precisa de um calma e um pouco de vibração, e ela traz isso na dose certinha, citando “My baby's gone, but I don't miss her, like a swan, I don't miss swimming, all my friends left, and they don't miss me...”, é a melancolia perfeita de um fim de domingo. Já foram três mas não tem como não citar “Not the same anymore” que é a música que diz tudo já no titulo e em como ela é tocada, muito diferente de tudo que o Strokes já fez, parece grava no lugar onde se escuta, é crua, forte e muito intensa, faz o barulho perfeito pra mostrar como esse disco é sensacional!"


O disco tem mais coisas a serem descobertas mas deixo aqui aberto para que você entre nessa nova fase da banda, e se encontre também.



LINKS DA BANDA



sábado, 18 de fevereiro de 2017

Arctic Monkeys em AM



Nada mais que o quinto disco da banda mais aclamada por movimentos new indie no Brasil e no mundo, quando lançado gerou uma repercussão muito maior do que o esperado, até pelos músicos. Lançado em 2013 mas se você reparar bem toca músicas do disco por todos os cantos ainda, com várias baladas envolventes e algumas um tanto quanto apaixonadas é a formula perfeita para o disco de maior sucesso da banda. Há quem diga que Josh Homme (Produtor/Lider do QOSA) foi
responsável por esse crescimento absurdo da banda, mas também tem fãs que preferem a banda de antes do AM, antes de Josh interferir tanto no processo criativo dos discos mas ninguém pode negar que foi e é o maior disco da banda em questão de popularidade. O disco foi gravado em nada menos que no Rancho de la luna, no deserto da Califórnia que é um dos lugares mais famosos para produção de um disco por ter um visual intenso e toda aquela imensidão e só a banda ali para trabalhar e focar cada vez mais, ali diversas bandas já gravaram como de exemplo Queens of stone age, Foo Fighters, Helbenders (banda brasileira) entre outras. Com esse disco a banda concorreu a diversos prêmios e pontuou em várias partes do mundo com os hits “RU MINE” e “One for the road” diversas vezes. Agora tratando em si das faixas do disco, o disco começa com “Do i wanna know?” que foi bem escolhida como abertura de disco com todo o gingado que te obriga a fazer pelas batidas e a guitarra de fundo, a voz do Alex turner tem algo de diferente nesse disco, talvez tenha deixado de gritar um pouco mais e agora parece proclamar as suas canções. Segue depois com ‘R u mine” que é o single mais vendido da banda até hoje, o clipe é divertidíssimo de assistir e a letra condiz com uma evolução gradual da banda, a música é trabalhada e você sente isso ao escutar, ao escutar impossível não cantarolar “Well, are you mineeeeeee?” dançando junto com o ritmo, é impossível não considerar o hit do disco. Após isso vem a “One for the road” que é um pouco confusa na questão letra com estilo da música, ela leva uma batida parecendo uma balada oitentista das boas, mas a letra condiz a estrada e tudo que pode vir, talvez faltou um pouco mais de guitarra além do solo que tem em uns minutos a frente, mas o
solo dá um ar incrível na música tem de se assumir.  Agora vem a doce “Arabella” que é uma música que todos deveriam escutar na vida, Alex vem com as notas certas e cantando uma história de uma garota, do nada tem a quebra com a bateria e tudo o mais, desacelera e acelera em fração de segundos seguido de uma explosão com todos os elementos da banda, o Arabella chacoalha o meu cérebro. Depois desce um degrau e vem “I want it all” que é mais uma música da banda como outras, não tem nada de muito diferente que chame a atenção. Segue com a lindíssima “No.1 Parthy Anthem” que é a famosa música de você abraçar a sua dama ou vagabundo e dançar sob o luar com estrelas sendo suas luzes, é uma música de pura paixão que te fara transpor todo amor por algo, letra e melodia lindas que te fazem suspirar com a letra “The house of fun, The number one party anthem!” segue toda a luz que a música te da. Seguindo, tem “Mad sounds” que é uma música mais desacelerada e tem um toque diferente, uma música legal de se escutar mas também não tem aquela diferença de varias da banda. Depois já muda o panorama e vem “Fireside” com um toque de maluquice no ritmo e na letra, talvez essa possa ser um hino para muitas pessoas que há escutou juntando tudo que ela representa, um som delicioso de se escutar na estrada com certeza. Depois a cômica “Why´d You Only Call Me When You´re High?” que vem uma batida toda gostosa de se escutar seja bebendo algo ou simplesmente na rua passeando com seu fone, nela se passa o clipe um tanto quanto bêbado feito pela banda, onde na letra ele retrata do porquê uma certa pessoa te ligar justamente quando se está alto,
junto da batida da vontade de você ficar alto junto com a trupe que está tocando é a mais genial do disco. Vem depois com “Snap out if it” que também não desce degrau nenhum e mantém uma linha muito legal da banda, com uma letra um tanto quanto descontraída e o clipe da banda também, pegue um drink com alguém e dance essa música que com certeza será uma bela combinação, ou junte algumas pessoas em seu carro e cantarole ela pela sua cidade, outra combinação muito boa que faz dela ser mais um dos belos hits do disco, ainda mais pela letra que vem “I’ll be here waiting ever so patiently for you to, Snap out of it (snap out of it)” tendo uma segunda voz mais fina no fundo, é muito bom o som! A penúltima música do disco é “Knee socks” que tem a principal referência a guitarra e as distorções que se tem nela, mas em questão de letra e arranjos da música não tem nada fora do normal da banda. E pra finalizar o disco tem “I wanna be yours” que é a música do amor saca? Impossível você a escutar com alguém e não rolar aquele feeling entre os dois, é pura magia, o som vem te conduzindo de uma forma tudo dentro de você consegue seguir o ritmo, ai vem a letra com todo seu sentimento “Secrets I have held in my heart, Are harder to hide than I thought, Maybe I just wanna be yours, I wanna be yours, I wanna be yours...” e você segue o fluxo da batida se deixando levar pelo momento, a música com mais magia que se tem no disco com certeza é essa, escute com o peito apertado em alguém e sinta tudo isso.



Abaixo link para download do disco e a música magia do disco!






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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Green Day em Revolution Radio


Esse nada mais é que o décimo segundo disco da banda, alguns críticos de fora consideram a obra prima da banda e o disco vem sendo muito bem recebido por nós brasileiros. O disco teve seu lançamento faz pouco tempo, no dia 7 de outubro do ano passado. A banda mudou uma ou outra coisa, mas o legal é a essência deles que você encontra em cada segundo de todas as músicas, a eletricidade que a banda transpõe para nossos tímpanos é incrível! Em uma entrevista sobre as curiosidades do disco Billie Joe comenta o sentido da música “Bang Bang” como “a cultura do tiroteio em massa que acontece na América envolvida com uma mídia social narcisista", ainda
acrescenta que o disco pode ser encarado como um significado de reflexão pelo estado de violência que se encontra os estados unidos tanto em política como nas mentes das pessoas. Que a banda sempre teve esse ar de revolução como tem no titulo da banda ninguém tem como negar, o estilo de todos os integrantes dentro e fora da banda, as letras que podem ser usadas como tiros de respostas contra uma política ou um país corrupto é de se invejar! Podemos usar elas a nos inspirar a revolucionar o nosso que anda de mal a pior, porque não responder tudo com música? Voltando ao disco, já é o disco favorito nosso do projeto, os outros são muito bons e tem hits mega marcantes, mas o disco em um todo é incrível, você escuta todas as músicas em qualquer estado emocional ou físico que você esteja, é pedrada! O disco começa com “Somewhere now” que é uma das músicas mais fortes e bonitas da banda, inicia com alguns acordes em violão e o Billie Joe mandando “I never wanted to compromise or bargain with my soul,How did a life on the wild side ever get so dull?” ai vem a explosão com Mike Dirnt no seu baixo porradeiro e Tré Cool e a sua magistral bateria colocando tudo em fogos e explosivos, essa é dos pontos mais altos do disco com toda a certeza! Após ela vem o single do disco “Bang Bang” como falei ali em cima é o grito da banda para o atual estado em que se encontra os Estados Unidos, como na parte “I got a fever for the violent behavior, I'm sweating bullets like a modern Romeo” é muito pesado e elétrico como já dito! Sem se alongar muito vou fazer os destaques do restante do disco, que vem “Revolution Radio” que tem o nome do disco e é super pra cima, famosas músicas que te animam a ter um belo dia de sol e rock’n roll! Após algumas vem “Outlaws” que é a música mais linda do disco, famosa música feita para arrepios, começa estilo uma balada dos anos 60’ por um tempo, depois explode tudo com “Outlaws, When we were forever Young, When we were outlaws, We're outlaws of redemption, baby!” e fica nessa onda de balada e estouros, é incrível de sentir! Outro destaque que também tem um ar pesado é “Still Breathing” que é de um lirismo na letra
impressionante, motivadora como na parte “Cause I'm still breathing, 'Cause I'm still breathing on my own, My head's above the rain and roses, Making my way away, My way to you!” nãotem como eu negar que é a mais linda e forte do disco. Depois dessa vem “Youngblood” que tem a pegada bem parecida com a banda das antigas com uma letra com um teor cômico e uma levada rápida, famosa música que você nem respira e só segue o ritimo, como na letra “Youngblood, Punch drunk and youngblood!” e vem junto uma frenética guitarra e bateria! Mas não abaixem o tom e experimente “Too dumb to die” chega na calmaria vem tranqüila e leve com tudo que tem direito, mas em seguida vem a banda toda e te explode e te balança sem nem mesmo você perceber com “Looking for a cause, But all I got was camouflage, I'm hanging on a dream that's too dumb to die!” e você dança e se agita com ela, sem esquecer que ela tem o melhor solo do disco, vale a pena escutar DEMAAAAAAIS! Tem ainda a belíssima “Ordinary World” que eles colocaram como ultima música acho que pra acalmar de toda loucura que foi no disco, um estilo acústico e calmo com a voz do Billie Joe qe vem cantando “Baby, I don't have much, But what we have is more than enough!” e o disco é fechado. Tem algumas músicas que não foram citadas do disco, por não terem uma pegada tão marcante quanto as outras,  mas o disco completo é muito bom e vale muito à pena adquirir ele e escutar!

Abaixo link pra download e do single do disco!



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sábado, 12 de novembro de 2016

Stolen Byrds 2016, seu álbum.


Como vir aqui no projeto sem falar de uma das bandas que nos acompanha desde o começo não é mesmo? Mas dessa vez com o disco físico em mãos pude ter a liberdade de degustar o disco em outras viagens além dos meios digitais. Mas vamos lá falar do disco, ele é o segundo disco da banda, lançado esse ano ainda mesmo com a banda ainda fazendo shows pelo país mostrando toda a evolução e a audácia no estilo que eles nunca fugiram. O som mudou bastante, em conversas com eles comentaram que tinham certo receio do que os fãs poderiam achar do novo disco, a resposta está acontecendo, a mudança foi muito boa e aprovadissima por todos que escutam a banda.  Agora tratando bem sobre o disco, ele contem treze viagens, em que você pode escolher o trajeto que quer percorrer de cada um, só basta você se deixar sentir. Ela começa com “Come Undone” e a pancada já se inicia assim, com uma distorções de fundo e a guitarra vai entrando aos poucos e você sente um ar meio Black Sabbath ao escutar mas daí entra a voz e todos os elementos e você já identifica de volta que é sim, a Stolen Byrds e seu jeito único de tocar. Seguindo vem “Sons of Babylon” e sua psicodélia desde o começo, o ritimo abaixa por alguns segundos mais retorna em segundos depois, é uma das músicas com maior elevação que tem no disco, a frente na música tem uma parte que parece que o Neto (vocalista) ta dialogando com quem está escutando e entra um solo de arrepiar. Depois vem a explosiva “Move on” e toda sua audácia em forma de música e ritmo que alucina você ao escutar e tentar levar junto com você a qualquer lugar. E ai vem uma das mais lindas do disco, estou falando de “Shiva” que começa com um violão e alguns acordes que fazem você desacelerar de tudo que possa estar te acelerando, faz você respirar e colocar um bem estar do tamanho do mundo dentro de você, daí chega uma parte com uma guitarra atrás e a letra “All this time you’ve been sinking , Take my hand and sail with me...” depois entra um solo que é dos melhores que já vi ser tocado por nada mais nada menos que João Manoel (guitarrista solo da banda) que é mestre! Seguido de uma balada com mistura de Bob Dylan e algo mais elétrico que é cantada por “Guz” (guitarrista base da banda) que é uma das coisas mais gostosas de se ouvir, a música se chama “Artemis” e pode se colocar com dos destaques do disco com toda certeza! Vem depois com “Beggin for you” e a guitarra se mistura com as batidas fortes e certeiras do Bruno Abreu (baterista da banda) e vem com a le
tra em um ritmo que te faz induzir a se mexer junto com música e com certeza sentir tudo o que vem a ser cantado. Depois vem uma das minhas favoritas do disco que é nada mais nada menos que “Save you heart” e toda sua explosão do começo ao fim, com a letra que te faz repensar em até mesmo o seu estado de espírito atual, da forma como você anda se tratando, daí vem a parte “Save your heart, set him free, Break the walls follow him!” levo essa parte de uma forma de quebrar tudo os paradigmas e os padrões que nos colocamos em nós mesmos todos os dias e todos os momentos, vamos quebrar tudo isso e seguir mais os nossos corações, talvez seja só minha interpretação, mas vale a pena a sua interpretação também! Vem depois com “Face the light” que desde o lançamento é a minha favorita, talvez pelo estilo de música que não me deixa pensar e me acelera de uma forma que eu me arrepio toda vez, tudo combina desde as linhas de baixo do Adilson com a voz a batida da bateria e as guitarras, a música é muito boa, mas daí cai o ritmo e você já imagina uma calmaria e do nada BOOM explode de novo e você já nem sente mais parte desse planeta, a parte da letra que eu mais gosto é “Cause you never know, Why do you feel so low, It's time to rise, it's time to face the light!” e daí a casa cai, é pesado demais! Seguido vem “Travelling to the Sun” que pra mim é onde a banda mudou drasticamente o jeito de tocar e o som da banda, e foi muito bom porque é a mais ousada do disco todo e uma das melhores também. Depois vem a terapêutica “Requiem” e toda sua sintonia com o universo que te faz viajar, é uma das músicas que te faz relaxar e querer entrar em sintonia com tudo. Depois vem “You gotta believe” e sua pancada desde o inicio, não sei dizer qual é minha favorita no disco de verdade, na verdade é o disco todo, mas essa é pancada na cabeça demais desde o ritmo e a letra que vem “ Cause they give us a lie and turn it into truth, Well you gotta believe (in me)” e daí você pode interpretar essa parte em tantas coisas que você possa estar passando ou sentindo. Depois vem a música do coração como eu gosto de chama-la, que é nada mais nada menos que “Rain Time” e toda a sua beleza desde o seu jeito de levar a música como a letra e a forma que é cantada, a letra então “It's only the rain time,But it all it's gonna pass, Here comes the Sunshine, Lets make it last..” e voce já se arrepia todo, mas ai vem pro fim e vem “But I call my preachers, and I call my friends, cause I know the good lord, Will take me someday!” e você se sente tão bem ao escutar isso que te traz uma
paz inacreditável, além da voz do Neto que faz uns agudos e uns solos nessa música que não tem como ser falado que o cara é desse mundo. Depois vem a mega motivacional “Make until the Day” e já chega fazendo você se balançar no ritmo da música e tentar cantarolar junto da música, ai vem um coro no fundo da música com vozes femininas e deixa a música tão grandiosa que não é de se espantar você se arrepiar ela por inteiro, como na parte “We’re gonna make it untill it pass, Ooh gonna make untill the Day!” e vem todos cantando juntos e você se sente ali no meio de toda aquela energia, é sensacional! Assim fechando o disco, que é um dos melhores lançados nesse ano de 2016 com toda a certeza, obrigado a todos da banda pela parceria tão forte com o projeto e continuem essa estrada que vocês estão que o céu não é o limite de vocês, nada é o limite pra vocês. Fale com eles nos links abaixo para adiquirir o disco, escutem nas plataformas abaixo e comentem o que acharam tanto do disco quanto da matéria, até a próxima!


LINKS:



sábado, 15 de outubro de 2016

Precisamos falar sobre o Aerosmith.


Mais precisamente vamos falar sobre o dia 11 de outubro de 2016, que foi a data que aconteceu a destruição de barreiras do Aerosmith em Porto Alegre. Que a banda é genial e  enérgica até o ultimo suspiro de qualquer fã, isso não tem como negar, o que pensávamos é que não era tão absurdo como é na realidade. Pois bem, um dia agradável se deu desde o começo do dia onze, algumas nuvens no céu, mas nada preocupante a ponto de pensar que choveria ou algo parecido para atrapalhar o show, era o dia perfeito para uma noite de muito rock. Então vamos ao show, que foi do inicio da banda até os maiores clássicos colocando todo fã aos seus ápices e ainda rolando um cover de Beatles que faz a platéia delirarem. A banda começou com “Back in the sadle” como já é de praxe de vários shows, nesse momento eu ainda
não acreditava que estava vendo minha banda de infância tão perto, difícil descrever. O que restava era tentar acompanhar o ritmo da banda e as loucuras de Steven Tyler no palco, no auge dos seus 68 anos, com seus pulos danças e maluquices no palco como se fosse um garotão de vinte e poucos. A ficha foi caindo esperando amansar a criança interior que gritava dentro de mim, mas a banda não deixou e já mandou “Love in elevator” uma das músicas mais gostosa de ouvir da banda e agitou a todos do estádio, até aos zeladores que estavam em serviço, foi lindo de ver todos na dança. Nesse momento eu cantava, gritava e dançava tudo ao mesmo tempo, era uma euforia que eu ainda não havia sentido na vida. A banda seguiu com “Cryin”, "Crazy" e “Kings and Queens” que todas foram loucas de se ver ao vivo, mas seguido delas veio “Livin on the edge” onde foi o meu ápice de emoção e eu não consegui me controlar, olhei tudo ao meu redor, cantei o mais alto que eu pude como se houvesse de alguma forma a sintonia da banda comigo e toda a emoção que eu sinto nessa letra, quando cantei “And God knows it ain't His, It sure ain't no surprise, WE’RE LIVIN’ ON THE EDGE!” meus lábios pulsavam mais que meu coração, eu não agüentei e comecei a chorar e a cantar junto, tudo em uma única sintonia, tudo feito pela música. Essa música teve um significado gigantesco em grande parte da minha vida pessoal, nunca imaginei que sentiria o que eu senti, nunca imaginei viver o que eu vivi, a gratidão exalava de mim por minhas lagrimas. Seguiu com “Rats” onde eu comecei a respirar um pouco mais e seguiu com “Dude” que foi sensacional e até consegui gravar uma parte cantando onde o Steven aponta na direção onde eu estava, nunca vou saber se era pra mim, mas pra mim foi, então beleza. Depois veio “Song & dance”, “Monkey” e “Pink” que a banda fez uma lindíssima homenagem ao outubro rosa aqui no Brasil, onde todos colocaram
um acessório rosa e ao fundo no telão deixaram um laço rosa enquanto tocavam, foi uma atitude simples mas com muito significado para todos que estão nessa luta, eu tenho certeza. Chegando com “Rag Doll” e sua batida e agito que não para um segundo na música, coreografias sendo feitas na platéia com as mãos, nessa hora eu já me sentia nas nuvens. Depois veio “Stop Messin' Around” com Joe Perry arregaçando tudo, e agitando todos que estavam vivos no local. Depois veio uma das maiores músicas de amor com “I don't wanna miss a thing” que foi uma das coisas mais bonitas que eu vi na minha vida, não consegui gravar o vídeo de tão dentro da música que eu me encontrava, a cada frase e a cada acorde batido meu corpo vibrava de tanta emoção que eu estava sentindo naquele momento, com certeza as imagens na minha cabeça vão ser usadas pra vida toda! Seguiu na batida com um cover maluco de “Come together!” dos Beatles, que foi muito bem tocado pela banda por sinal e por todo o coro que tinha no estádio que cantou e se mexiam durante a música toda, aposto que o Paul ficaria orgulhoso. Seguiu com “Walk this way” que foi um dos marcos na banda voltar ao topo das paradas e “Train” antes de darem uma mini pausa para o marco principal do show. De longe já se percebia um piano lindo branco sendo montado no palco, uma versão de “Dream on” que me emociono toda vez de escutar foi tocado em um piano branco, os espaços na cabeça se completaram, assim veio a banda para tocar a música, sim, era dream on, de novo eu não me aguentei. A entrada do piano com a guitarra, juntando com todos os elementos da banda,
seguindo a voz do Steven, eu não conseguia pensar muito bem só estava tentando me prometer curtir até o último segundo daquela música, que sim é a música que eu sempre amei e pra sempre vou amar. Cada estrofe era um calafrio, cada pausa de uma letra a outra era um suspiro, mas ai vem “Sing with me, If it's just for today, Maybe tomorrow the good lord will take you away...” ai veio o completo ápice de emoção, o Steven sobe em cima do piano e proclama “ DREAM ON, DREAM ON, DREAM ON, AND DREAM UNTIL YOUR DREAM COMES TRUE!” assim eu me acabei, todas as lágrimas possíveis que poderia sair de mim estavam rolando, toda a emoção que eu vivi nos últimos tempos, tudo que eu estava me guardando a anos foi liberado, foi extraído de uma forma mais gostosa que foi sentindo a música, que fez a marca em meu peito pulsar mais e mais, que me mostrou como viver a música literalmente me faz viver. Depois dessa música eu não esperava mais nada, já não precisava de mais nada, mas ainda tinha “Sweet Emotion” e um grande final com explosões e papeis picados voando pelo estádio todo, parecia uma cena de filme que eu estava vendo, eu me senti mais realizado do que nunca. Assim acabou o show, com um sentimento de sonho realizado do tamanho do universo, com o sentimento de euforia e alegria que não cabia mais em mim, eu estava feliz. Mais um show que o projeto esteve e tomara que continue nessa ordem, sempre a frente!


Agradecimentos: Muito obrigado aos meus amigos que estiveram ao meu lado, Paulão, Giuliano, Rafaela, Vinicius e Nilson. Alguns mesmo não sendo tão conhecidos antes, mas depois desse momento com certeza vão ser lembrado na minha vida, grato a todos.


Vídeo gravado da música que já está na pele.

sábado, 1 de outubro de 2016

Queens of the Stone age em Like Clockwork.


Talvez um dos discos mais densos e pesados que eu escutei nos últimos anos, a banda trouxe algo mais pesado que o normal para os seus fãs e agradou a maioria dos tais. O disco é o sexto lançado pela banda, no ano de 2013 teve o lançamento oficial e em pouco tempo já diversos artistas se pronunciaram falando
que era um dos melhores discos de rock alternativo da história da música, como o Sir Elton John definiu. Em algumas entrevistas Josh Homme o vocalista da banda comenta que estava passando por maus bocados, tanto em fatores pessoais como todos da banda em si, ao invés de deixar passar e não fazer nada se uniu mais ainda à banda e começou a compor e escrever as canções, tornando esse disco um dos mais emocionantes da banda. Desde o lançamento o disco foi impactante para os críticos de música do mundo inteira, fazendo assim ele chegar a ganhar disco de platina no reino unido e indicações ao Grammy incluindo melhor disco de Rock. Sinto um pouco de dificuldade de descrever bem do disco, ele é bem forte em todos os sentidos pra mim, além de ser dos meus favoritos. Como todo disco tem suas principais músicas de destaque e tem algumas que se passa despercebido, mas não caia nessa,
escute uma a uma detalhadamente e depois diga se não é uma obra prima. De prima eu já mando “The vampyre of time and memory” que é uma das mais tocantes do disco, como na parte em que Josh proclama “You think the worst of all is far behind, The Vampyre of time and memories has died, I've survived, I speak, I breathe, I'm incomplete..” assim você começa a se arrepiar do começo ao fim. Seguido vem a impactante “My god is the Sun” e toda sua ferocidade no ritmo, fazendo você entrar em um colapso ao acompanhar a música, ai vem à letra “See them kneeling? Godless heathens Godless heathens always want from the Sky..” e você coloca toda a letra na sua vida e entende algumas divergências que acontecem em tudo. O disco é sensacional de ouvir seja uma viajem ou colocar pra tocar enquanto você está estudando ou atoa em algum lugar. Já ia me esquecendo de falar de nada menos que “Fairweather friends” com toda sua melancolia do inicio ao fim, com a voz do Josh parecendo alguém sofrendo ao cantar a música, você sente a emoção em tudo que ele fala e como a guitarra te empurra, a música tem letra pesada como instrumentalmente também, a letra diz “Well it ain't so long before the dawn When the sun is gone so are, Well, so are you...” como esse som é bom meu deus! Enfim, o disco tem varias músicas para se destacar como “Like clockwork”, “I Sat by the ocean”, “Kalopsia” ou “Smooth sailing”, além das outras que o disco nos mostra a essência de todos da banda. Vale a pena a aquisição do disco, principalmente escutar e aproveitar cada segundo que ele nos proporciona.

ABAIXO O LINK PRA DOWNLOAD DO DISCO E O SINGLE!



http://www.4shared.com/rar/1Whhqdc-/qotsa__-_like_clockwork__2013_.html?locale=pt-BR

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sábado, 24 de setembro de 2016

Foo Fighters em Echoes, Silence, Patience and Grace.


Esse é o sexto álbum de estúdio da banda, não tem como não dizer o quão magnífico é o disco e como tem canções marcantes desde o seu lançamento. Começando pelo trabalho por trás do disco, ele vem depois de One by One que foi um disco que teve um baque muito grande na banda por questões de empresário, alguns integrante com brigas internas, Taylor sendo internado com problemas de drogas, o basta para gravadoras que só sugam os artistas, talvez onde nasceu e viveu o espírito da banda que sentimos até hoje. Agora tratando do disco, para mim é impossível Alencar qual o meu preferido, ou melhor, todos os discos podem ser escutados a qualquer hora e momento, mas esse tem algumas mensagens que o Dave e a banda querem mostrar a todos. Começando com nada menos que “The pretender” colocando toda sua raiva
contida nos outros discos, toda sua angustia do que passou, toda sua revolta com o que esse mundo pode proporcionar de ruim, Dave cantarola para nós como “What if I say I'm not like the others?,What if I say I'm not just another one of your plays?, You're the pretender, What if I say that I will never surrender?” chega a dar um calafrio na espinha! O disco tem uma levada um tanto quanto melancólico pode dizer também, seguido vem com “Let it die” que é uma das maiores discussões da banda, alguns falam que é simplesmente a música feita para Kurt Cobain, o maior amigo da vida do Dave, alguns falam que é apenas uma música forte e com um tom triste, mas sem nenhum motivo especifico, nunca foi revelada a verdadeira face da letra. Tem diversas músicas fortes também como “Erase replace” e “Come Alive”, mas também tem as baladas da banda como “Long Road to ruin” que é sensacional a levada da música e o clipe junto então formam aquele famoso hit que fica na sua cabeça! Além dessas tem a linda “But Honestly” que tem todo seu charme atrás da letra
como na parte “And tonight I thank the stars, As I count my lucky scars, For everything you've given me!” é coisa linda de se ouvir e sentir! Pra fechar o disco, mas não menos importante temos “Home”, que particularmente tinha de ser considerada das músicas mais bonitas que já se ouviu na galáxia, ela mexe com você mesmo sem conhecer a banda, ela te toca La no fundo fazendo sua alma balançar, ela mexe com seu psicológico deixando você em uma paz absurda, quando ele canta “People I've loved, I have no regrets, Some I remember, some I forget, Some of them living, some of them dead, All I want is to be home!” pode ser dia ou noite, toda vez que escuto essa música me emociono. Além de todas essas citadas, tem mais músicas como “Statues”, "Cheer Up, Boys (Your Make Up Is Running)”, "Once & for All", "Erase/Replace" entre outras, o disco é muito bom, pode te acompanhar em extrema excitação ou extrema tranqüilidade, é muito bom! Vale com certeza curtir e adquirir o mesmo!

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Foo fighters em Wasting Light.


O sétimo disco da banda foi lançado em 2011, e pode sim dizer que foi uma das obras primas da banda. O disco foi produzido e remasterizado tudo em forma analógica, no estilo das antigas que as gravações eram em fitas, ou seja, errou tem de regravar toda aquela parte, não ir junto e deixar tudo perfeitinho. O disco veio depois de 4 anos que a banda não tinha produzido nada, assim fazendo a mesma gerar uma enorme desconfiança com o próprio disco e se esse modo era a escolha certa para se gravar, bom o resultado vocês dizem ai pra mim .Para esse disco a banda contou com diversos ídolos antigos nas gravações, como ex-baixista do Nirvana, Krist Novoselic, e de Bob Mould, um herói de Grohl desde seus tempos de Hüsker Du e Sugar, além do  principal que foi à volta do guitarrista Pat Smear assumindo oficialmente a guitarra na banda. O disco foi dos maiores vencedores no mundo todo, arrecadando o Grammy daquele ano.
Mas voltando ao disco é de divergências entre os fãs, muitos falam que ele é muito melhor que o Sonic Highways que é o ultimo lançado da banda e outros ainda preferem o antigo Foo Fighters, além dos que adoram tudo que a banda lança até mesmo um vídeo brincando com a possibilidade de a banda ter acabado. Agora tratando mais da questão do CD e não tanto por trás nas gravações, o disco é muito bem feito. Ele nos traz elevações nas músicas, segue uma cronologia durante o disco todo que você pode ouvir o mesmo achando que é uma história com inicio, meio e fim. Não tem ponto negativo no disco, todas as músicas são de excelente qualidade, claro, umas tem aquela letra chiclete e fica na cabeça o refrão e outras não ficam tanto assim na cabeça. Vai dizer que quando você escutou These Days não ficou na sua cabeça vários dias, como na parte... “Easy for you to say, Your heart has never been broken, Your pride has never been stolen, Not yet, not yet..” e nesse final você cantava jnto ao Dave com toda sua força. Tem diversos hits como “Arlandria” que é aquela animação do inicio ao fim, você escuta na estrada ou até mesmo deitado tentando descansar. Tem a “Walk” que é o ponto principal do disco para mim, a letra, o significado, o significado pessoal, as guitarras, os gritos, tudo!
Essa música é meio que o hino de milhões, assim eu acredito. I should have know, agora e a hora da música mais forte que tem no disco, alguns dizem que é feita para Kurt Cobain, alguns acham que é apenas um desabafo da banda para os antigos produtores, vocêm digam o que acham, para mim é apenas uma linda carta de quando a banda não esava passando bons bocados, tornando ela uma das melhores já feita pela banda. Além delas tem White limo que é uma pancada no estilo Motörhead onde o já falecido lemmy articipa do videoclipe, Matter of time, Miss the misery, Rope e diversas que fazem do disco uma obra prima. Escute o disco inteiro, prometo que não vai rolar arrependimento.




Abaixo link pra download do disco e single do mesmo.

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quinta-feira, 24 de março de 2016

Stolen byrds 2016, disco do ano!

No titulo do texto já decifro a vocês a minha opinião, é o melhor disco Brasileiro desse ano, sem mais nem menos. Agora aqui embaixo vou destrinchar as músicas pra vocês entenderem o que se passa a cada música, além do que eu sinto ao ouvir cada uma delas.Tem diversas participações especiais como : João Fortes (Gaita) – “Beggin’ For You”, Claudio Caldeira (Saxofone) – “Travelling to the Sun”, Patrícia Borges (Backing Vocals) – “Make Until the Day”, Fernanda Persona (Backing Vocals) – “Make Until the Day”, Andre Drago (Teclados) – “Son of Babylon”, “Shiva”, “Beggin’ For You”, “Rain Time”, “Make Until the Day”. Além dos integrantes da banda Edwardes Neto (Vocal); João Olivieri (Guitarra); Guz Oliveira (Guitarra); Bruno Abreu (Bateria); A.J. Filho (Baixo). Depois de apresentar todos, borá ver sobre esse disco?


1 – Come Undone – Primeira faixa do disco, nela você já nota que a banda não é a mais a mesma do disco passado, e dificilmente vai assimilar a música com o que já ouviu da banda. Noto um tom mais baixo e mais pesado, fazendo menção a um filme de terror em alguns momentos,  letra forte e com instrumental com um ar stoner, ta bom demais.

2 – Son of Babylon – Típica música que te faz dar aquela suprema viajada na sua vida, tem um estilo mais leve do que da faixa anterior, mas com a voz do “Neto” ditando as elevações das notas e a velocidade da música. Ao mesmo tempo tem um ar de que ele ta proclamando palavras para nós adoradores da vida, até na última estrofe que cita “I'll give my love and we will bring the fire” seguido de um super solo, que finalize a música. Arrepia demais.

3 – Move On – Rapaz esse som ta purissimo Black Sabbath, mas ao mesmo tempo não está não, e sim com a cara da Stolen Byrds. O ritimo da bateria vai levando sua cabeça junto com
aquele balanço do ritmo, é uma música para se ouvir dirigindo com toda e absoluta certeza, e tem mais solos ao fim da música, que deixa ela melhor ainda, além de fazer você em si viajar ouvindo ela. Pancada na cabeça.

4 – Shiva – Agora chegamos na parte espiritual do disco, a música mais calma até o momento. Começa somente com o violão e a voz do Neto, uma combinação que torcemos para que role no show ao vivo também, porque arrepia demais. Daí entra a bateria junto do solo de guitarra e vos digo, talvez a música tenha a cara do Aerosmith, mas ainda assim eles deixam com o estilo da Stolen Byrds, por fim da música é proclamado “All this time you’ve been sinking, Take my hand and sail with me..”, e quem não se emociona ouvindo ela, não sente amor em musica alguma. Das favoritas com certeza.

5 – Artemis – Essa música é meio que a mais “divertida” do álbum, com o “Guz” assumindo os vocais, parece do começo ao fim uma história que está sendo contada, sem aquele ar de blues com umas pancadas ainda da bateria que vem bem na sua testa, além dos riffs contagiantes da banda e toda sua euforia cantando. Boa demais!

6 – Beggin’ For You – Agora sim pode dizer que a música tem um ar da “antiga” Stolen Byrds, não que a nova não é incrível, longe disso, ambas tem de ser muito vangloriadas. Mas na música você tem emoção, e das fortes. A levada que a música tem, com todas as elevações é coisa que só quem sabe fazer faz, e sim a banda fez com maestria, ta incrível o som deles!

7 – Save Your Heart – O nome da música já deixa entender como a música tem de ser levada, um ataque bem no meio do peito salvando seu coração. Desculpe a piada, mas é que a música é das minhas preferidas e a letra também, o jeito que eles conduzem a música instrumentalmente com harmonia da voz faz você pirar demais. Traz um tipo de música como da banda “Rival Sons” um psicodélico hardrock, algo do tipo. Só com essa arte já da aquela adrenalina “Save your heart, set him free, Break the walls, follow him!”, é coisa boa demais!

8 – Face The Ligth – Desculpem, mas essa música é MUITO BOA! É a minha favorita até o momento do disco, a sintonia que a banda transfere dela é de outro mundo! Esse som ao vivo
deve ser daqueles que você se arrepia do primeiro ao ultimo segundo da música. Além de dar um ar como Led Zeppelin, com aquela pancada das guitarras e bateria, comando com a tranqüilidade da voz, daí tem uma pausa e de repente tudo explode de novo, isso é das coisas mais gostosa de se ouvir. Até o momento minha preferida.

9 – Travelling To The Sun – Essa eu havia escutado em um show em Campo Mourão, e pedi pro Neto o nome da música e ele me disse dessa tal. Desde então venho ansiosamente esperando ela ser lançada no CD, e sim ela é uma das obras primas do CD. Ao vivo ela transmite uma energia que te transfere em outra dimensão, a cada porrada na bateria é uma estremecida, a cada linha de baixo do você dança com os ombros, a cada palavra citada pelo vocal como na parte “And I'm Feeling , Like I'm Reaching the Sun” sua alma tenta explodir, e ainda entra Claudio com a loucura do saxofone que faz sua pupilas saltarem e explodirem como cosmo, assim a música absorveu tudo dentro da gravação, a emoção é a mesma! A mais forte do disco!

10 – Requiem – Gostosa de se ouvir, trazendo uma calma insana dentro de você. Depois da “Travelling...” acho que a banda falou pra acalmar o animo de quem esteja ouvindo. Essa é uma daquelas música lindas, lembrando bons momentos dos Beatles e suas baladas calmantes. Excelente tranqüilidade musical.

11 – You Gotta Believe – Pronto acabaram a calmaria e a pancadaria musical vai voltar mais forte e mais rápida ainda, se preparem. Mais uma música que é a cara da própria banda, da pra ver varias influências, mas a principal é a própria banda, com os vocais estraçalhando a música, a guitarra junto do baixo conduzindo você como se fosse o mar em fúria, e a bateria diversas explosões que acontecem na sua cabeça. É difícil de assimilar na primeira vez, mas na segunda você já entra até dentro dela. Música mais cósmica.

12 – Rain Time – Agora chegando na penúltima música, mas talvez em uma das top 5 do disco, vem a música que tem a cara de um dia que você está controverso consigo mesmo, não está se achando e tem esse som pra vamos dizer, te levantar? Famosas músicas de
 inspiração e de amor, a letra é muito tocante, “It's only the rain time, But it all it's gonna pass, Here comes the Sunshine, Lets make it last!” vem cpra você dar aquela arrepiada de corpo e alma. O “Neto” talvez mostrou nessa música que é um dos melhores vocais brasileiros da atualidade, o jeito que ele aumenta e diminui o tom simultaneamente, o jeito que ele leva a mensagem da música toca na gente que está escutando. Pra mim essa é pura alma e amor.


13 – Make Until The Day – Chegamos a ultima música do disco, ifelizmente não existe disco com mil músicas da banda, porque seria muito bom. Mas cara essa é meio que seguimento da música anterior, faz aquela leavantada no seu astral, junto da banda tem backing vocals com Patricia Borges e a Fernanda Persona, fazendo a música parecer aquelas mensagens pro mundão. A música tem toda uma levada de despedida do disco mesmo, é muito agitada e faz você levantar da cadeira e querer dançar, ta muito gostosa de ouvir. Essa é a animadora!





Assim acaba a resenha sobre o novo disco da banda, agradeça por ter esse material disponível tão facilmente, porque o som dos caras é revigorante. A quem tenha a chance de ir a um show, VÁ! A quem tem a chance de conversar com os caras, converse porque é tudo gente fina e de alma grandona. Muito obrigado ao apoio de sempre da banda, essa matéria é um agradecimento pela musica que vocês fazem. Fim e quase esqueci, VIVA A MÚSICA!

Abaixo o link para escutar o novo disco da banda e a pagina do facebook:

https://www.facebook.com/stolenbyrdsoficial

https://soundcloud.com/stolen-byrds/sets/stolen-byrds-stolen-byrds-2016