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sábado, 11 de março de 2017

Jack White em Lazaretto



Segundo disco de um dos maiores caras da música, Sr. Jack White de novo nos deu um baita material pra você apreciar em diversos momentos. Desde a estreia do disco já houve uma enorme repercussão boa, vendendo discos ao redor do mundo inteiro, a primeira plataforma lançada foi em vinil, onde
vendeu mais de 40.000 cópias na estreia do mesmo. A pegada é bem diferente de algumas músicas que ele já havia lançado em seu disco anterior, nele você encontra pouca semelhança do que foi o Jack em Whites stripes, é totalmente um novo músico, tendo os lados bons e ruins. Quando estava em época de gravação do disco em um entrevista ele comentou que estava trabalhando em cerca de 20/25 músicas, mas só iria lançar as que estivessem perfeitamente em sintonia com que ele sentia no estúdio, que não ia lançar material por lançar, tanto que o disco contem onze músicas e a duração do disco com apenas trinta e oito minutos, é porrada de uma vez. Agora tratando do disco em si, ele começa com a elétrica “Three Woman”, que nela você já percebe toda uma diferença no som da banda, alguns arranjos diferentes, alguns instrumentos que antes não apareciam tanto, e a forma em que o Jack canta também tem uma diferença, nesse disco ele recita histórias mais do que parece estar apenas cantando, é gostoso de se curtir. Seguida vem com o single do disco que tem o nome do mesmo, “Lazaretto”, e vem com uma porrada na cabeça, a guitarra sentindo tudo que tem no redor e os riffs que soam do começo ao fim, a bateria sendo só porrada e seu cérebro aparenta girar quando você ta escutando, como na parte que ele proclama “And I shake god's hand, I jump up and let her know when I can,This is how I'm gonna do it!” e começa toda a loucura instrumental, com um solo magnifico de guitarra junto com a pancadaria na bateria, é sensacional! O próximo ponto alto do disco vem com “Would You Fight For My Love” que é a melhor música do disco em minha humilde opinião, ela é
perfeitamente encaixada em harmonia, voz, letra, melodia e sentimento, a o sentimento da música sempre tão importante e nela você sente muito, como ele começa nela “It's not enough that I love you,There's all these things I have to prove to you, You use the sun to erase the past, But you think it only raises for you!” e todo aquele feeling vem percorrendo você, e continua até o fim, com elevações e ondas com a guitarra que é com certeza o ponto alto do disco. A próxima música a se comentar é “High Ball Stepper” que é totalmente instrumental, não contém letra nem voz alguma, é só uma maluquice cheio de ondas sonoras e que te faz vibrar do início ao fim, se você está enjoado de tudo, escute esse som e depois fale se não vai ficar vibrante! Agora vem a música mais gostosa de se escutar “Just One More Drink” e todo seu blues cósmico onde você se encontra na década de 70/80, a que viajem que esse som te proporciona, na música ele meio que confronta alguém que é um ser todo diferente do que o alter ego do Jack é, como “You drink water, I drink gasoline, One of us is happy, One of us is mean, I love you, But honey, why don't you love me?” mesmo ele sendo todo apaixonado por essa pessoa,
como falei, o disco é puro ele contando várias histórias. O próximo ponto altíssimo é “That Black Bat Licorice” que segue até um ponto um tanto quanto Funk das antigas, onde a batida se junta com o canto, os instrumentos parecem mais batidas do que algo sendo tocado, o riff de fundo deixa tudo perfeito, ai vem Jack cantarolando “Good for the needy, like Nietzsche, Freud and Horus, But I'm skin, flint, broke, making no money, making jokes!” e a loucura toma conta de você. Por fim chega “Want and able” que é perfeitamente a última carta proclamada por um guerreiro que finaliza sua batalha, que som sensacional de se escutar e sentir tudo por tras dela, como na parte “Who is the who, telling who what to do? Being able is to freedom what wanting is to cruel, It's hard to tell it seems, which one of them's the foolIs freedom a gift, That we only give to the ones that say I love you?” e o violão te conduz com a música e você fecha o disco perfeitamente. Como nas ultimas matérias, só alavanquei as músicas de grande destaque no disco, mas confira ele por inteiro que talvez seu gosto possa ser diferente, venha debater dai sobre isso. Vale cada segundinho do disco, é uma obra prima musical para o mundo, além de que o material físico é muito bonito e cheio de detalhes que engrandece ele.



Abaixo link para download e single do disco ao vivo para sentir ainda mais o que é a banda!



http://www.euescuto.com.br/2014/06/02/jack-white-lazaretto-download/


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sábado, 15 de outubro de 2016

Precisamos falar sobre o Aerosmith.


Mais precisamente vamos falar sobre o dia 11 de outubro de 2016, que foi a data que aconteceu a destruição de barreiras do Aerosmith em Porto Alegre. Que a banda é genial e  enérgica até o ultimo suspiro de qualquer fã, isso não tem como negar, o que pensávamos é que não era tão absurdo como é na realidade. Pois bem, um dia agradável se deu desde o começo do dia onze, algumas nuvens no céu, mas nada preocupante a ponto de pensar que choveria ou algo parecido para atrapalhar o show, era o dia perfeito para uma noite de muito rock. Então vamos ao show, que foi do inicio da banda até os maiores clássicos colocando todo fã aos seus ápices e ainda rolando um cover de Beatles que faz a platéia delirarem. A banda começou com “Back in the sadle” como já é de praxe de vários shows, nesse momento eu ainda
não acreditava que estava vendo minha banda de infância tão perto, difícil descrever. O que restava era tentar acompanhar o ritmo da banda e as loucuras de Steven Tyler no palco, no auge dos seus 68 anos, com seus pulos danças e maluquices no palco como se fosse um garotão de vinte e poucos. A ficha foi caindo esperando amansar a criança interior que gritava dentro de mim, mas a banda não deixou e já mandou “Love in elevator” uma das músicas mais gostosa de ouvir da banda e agitou a todos do estádio, até aos zeladores que estavam em serviço, foi lindo de ver todos na dança. Nesse momento eu cantava, gritava e dançava tudo ao mesmo tempo, era uma euforia que eu ainda não havia sentido na vida. A banda seguiu com “Cryin”, "Crazy" e “Kings and Queens” que todas foram loucas de se ver ao vivo, mas seguido delas veio “Livin on the edge” onde foi o meu ápice de emoção e eu não consegui me controlar, olhei tudo ao meu redor, cantei o mais alto que eu pude como se houvesse de alguma forma a sintonia da banda comigo e toda a emoção que eu sinto nessa letra, quando cantei “And God knows it ain't His, It sure ain't no surprise, WE’RE LIVIN’ ON THE EDGE!” meus lábios pulsavam mais que meu coração, eu não agüentei e comecei a chorar e a cantar junto, tudo em uma única sintonia, tudo feito pela música. Essa música teve um significado gigantesco em grande parte da minha vida pessoal, nunca imaginei que sentiria o que eu senti, nunca imaginei viver o que eu vivi, a gratidão exalava de mim por minhas lagrimas. Seguiu com “Rats” onde eu comecei a respirar um pouco mais e seguiu com “Dude” que foi sensacional e até consegui gravar uma parte cantando onde o Steven aponta na direção onde eu estava, nunca vou saber se era pra mim, mas pra mim foi, então beleza. Depois veio “Song & dance”, “Monkey” e “Pink” que a banda fez uma lindíssima homenagem ao outubro rosa aqui no Brasil, onde todos colocaram
um acessório rosa e ao fundo no telão deixaram um laço rosa enquanto tocavam, foi uma atitude simples mas com muito significado para todos que estão nessa luta, eu tenho certeza. Chegando com “Rag Doll” e sua batida e agito que não para um segundo na música, coreografias sendo feitas na platéia com as mãos, nessa hora eu já me sentia nas nuvens. Depois veio “Stop Messin' Around” com Joe Perry arregaçando tudo, e agitando todos que estavam vivos no local. Depois veio uma das maiores músicas de amor com “I don't wanna miss a thing” que foi uma das coisas mais bonitas que eu vi na minha vida, não consegui gravar o vídeo de tão dentro da música que eu me encontrava, a cada frase e a cada acorde batido meu corpo vibrava de tanta emoção que eu estava sentindo naquele momento, com certeza as imagens na minha cabeça vão ser usadas pra vida toda! Seguiu na batida com um cover maluco de “Come together!” dos Beatles, que foi muito bem tocado pela banda por sinal e por todo o coro que tinha no estádio que cantou e se mexiam durante a música toda, aposto que o Paul ficaria orgulhoso. Seguiu com “Walk this way” que foi um dos marcos na banda voltar ao topo das paradas e “Train” antes de darem uma mini pausa para o marco principal do show. De longe já se percebia um piano lindo branco sendo montado no palco, uma versão de “Dream on” que me emociono toda vez de escutar foi tocado em um piano branco, os espaços na cabeça se completaram, assim veio a banda para tocar a música, sim, era dream on, de novo eu não me aguentei. A entrada do piano com a guitarra, juntando com todos os elementos da banda,
seguindo a voz do Steven, eu não conseguia pensar muito bem só estava tentando me prometer curtir até o último segundo daquela música, que sim é a música que eu sempre amei e pra sempre vou amar. Cada estrofe era um calafrio, cada pausa de uma letra a outra era um suspiro, mas ai vem “Sing with me, If it's just for today, Maybe tomorrow the good lord will take you away...” ai veio o completo ápice de emoção, o Steven sobe em cima do piano e proclama “ DREAM ON, DREAM ON, DREAM ON, AND DREAM UNTIL YOUR DREAM COMES TRUE!” assim eu me acabei, todas as lágrimas possíveis que poderia sair de mim estavam rolando, toda a emoção que eu vivi nos últimos tempos, tudo que eu estava me guardando a anos foi liberado, foi extraído de uma forma mais gostosa que foi sentindo a música, que fez a marca em meu peito pulsar mais e mais, que me mostrou como viver a música literalmente me faz viver. Depois dessa música eu não esperava mais nada, já não precisava de mais nada, mas ainda tinha “Sweet Emotion” e um grande final com explosões e papeis picados voando pelo estádio todo, parecia uma cena de filme que eu estava vendo, eu me senti mais realizado do que nunca. Assim acabou o show, com um sentimento de sonho realizado do tamanho do universo, com o sentimento de euforia e alegria que não cabia mais em mim, eu estava feliz. Mais um show que o projeto esteve e tomara que continue nessa ordem, sempre a frente!


Agradecimentos: Muito obrigado aos meus amigos que estiveram ao meu lado, Paulão, Giuliano, Rafaela, Vinicius e Nilson. Alguns mesmo não sendo tão conhecidos antes, mas depois desse momento com certeza vão ser lembrado na minha vida, grato a todos.


Vídeo gravado da música que já está na pele.

sábado, 1 de outubro de 2016

Queens of the Stone age em Like Clockwork.


Talvez um dos discos mais densos e pesados que eu escutei nos últimos anos, a banda trouxe algo mais pesado que o normal para os seus fãs e agradou a maioria dos tais. O disco é o sexto lançado pela banda, no ano de 2013 teve o lançamento oficial e em pouco tempo já diversos artistas se pronunciaram falando
que era um dos melhores discos de rock alternativo da história da música, como o Sir Elton John definiu. Em algumas entrevistas Josh Homme o vocalista da banda comenta que estava passando por maus bocados, tanto em fatores pessoais como todos da banda em si, ao invés de deixar passar e não fazer nada se uniu mais ainda à banda e começou a compor e escrever as canções, tornando esse disco um dos mais emocionantes da banda. Desde o lançamento o disco foi impactante para os críticos de música do mundo inteira, fazendo assim ele chegar a ganhar disco de platina no reino unido e indicações ao Grammy incluindo melhor disco de Rock. Sinto um pouco de dificuldade de descrever bem do disco, ele é bem forte em todos os sentidos pra mim, além de ser dos meus favoritos. Como todo disco tem suas principais músicas de destaque e tem algumas que se passa despercebido, mas não caia nessa,
escute uma a uma detalhadamente e depois diga se não é uma obra prima. De prima eu já mando “The vampyre of time and memory” que é uma das mais tocantes do disco, como na parte em que Josh proclama “You think the worst of all is far behind, The Vampyre of time and memories has died, I've survived, I speak, I breathe, I'm incomplete..” assim você começa a se arrepiar do começo ao fim. Seguido vem a impactante “My god is the Sun” e toda sua ferocidade no ritmo, fazendo você entrar em um colapso ao acompanhar a música, ai vem à letra “See them kneeling? Godless heathens Godless heathens always want from the Sky..” e você coloca toda a letra na sua vida e entende algumas divergências que acontecem em tudo. O disco é sensacional de ouvir seja uma viajem ou colocar pra tocar enquanto você está estudando ou atoa em algum lugar. Já ia me esquecendo de falar de nada menos que “Fairweather friends” com toda sua melancolia do inicio ao fim, com a voz do Josh parecendo alguém sofrendo ao cantar a música, você sente a emoção em tudo que ele fala e como a guitarra te empurra, a música tem letra pesada como instrumentalmente também, a letra diz “Well it ain't so long before the dawn When the sun is gone so are, Well, so are you...” como esse som é bom meu deus! Enfim, o disco tem varias músicas para se destacar como “Like clockwork”, “I Sat by the ocean”, “Kalopsia” ou “Smooth sailing”, além das outras que o disco nos mostra a essência de todos da banda. Vale a pena a aquisição do disco, principalmente escutar e aproveitar cada segundo que ele nos proporciona.

ABAIXO O LINK PRA DOWNLOAD DO DISCO E O SINGLE!



http://www.4shared.com/rar/1Whhqdc-/qotsa__-_like_clockwork__2013_.html?locale=pt-BR

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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Corona Kings está vivendo!


Em um bate papo bem descontraído com o Frontman da banda (Caique Fermentão) descobri algumas curiosidades da nova vida da banda, que foi viver em São Paulo. Abaixo o bate papo com o cara!

Qual foi a principal inspiração pra mudarem pra uma capital?

Cara, acho que a principal era buscar algo a mais do que Maringá podia oferecer, com mais oportunidades para nós. E não só com o Corona, acredito que para todos nós na banda isso rolou num nível pessoal tbm, aqui dá pra correr atrás de trabalhar do que nós gostamos de fazer, tanto na banda quanto paralelo a ela.

Já está surtindo efeitos a mudança em relação a produção e visibilidade?

Com certeza já. Estamos conhecendo muita gente do meio músical independente e uma galera de bandas que crescemos ouvindo. Também já rolou uma oportunidade muito bacana, que foi gravar e lançar um single inédito pela Jagermeister, que está rolando na playlist deles do spotify. No dia do show de lançamento do single tivemos a apresentação transmitida ao vivo numa projeção na Rua Augusta aqui em São paulo.

Como está viver junto com os caras da banda no famoso estilo vivendo o nosso sonho?

Hahahahaha "vivendo o sonho" tá sendo bem bacana, acho que estamos mudando e amadurecendo em muitas coisas. Viver com a banda 24h por dia é um casamento, tem briga, tem festa, tem conta pra pagar que não acaba mais, e toda essa vida nova acontecendo acaba influenciando muito no nosso som também. Por mais que seja difícil no momento eu não voltaria atrás da minha decisão de tentar.

Trabalhar no costella da um anseio a mais em tocar e fazer acontecer?

Hahahaha eu gostaria de trabalhar no Costella, mas isso ainda não aconteceu. Nós tivemos a sorte de fazer amizades muito legais aqui em São Paulo que estão nos ajudando bastante nos primeiros passos. o Costella foi isso, meio que nos adotou hahaha, lá acabou virando a nossa segunda casa onde ensaiamos, gravamos, tocamos em festas e conhecemos pessoas. Isso com certeza dá um gás absurdo pra nós.

Comente um pouco de novos projetos, músicas novas, clipes, e o que podemos esperar da corona kings ainda esse ano.

 Tá, vamos por partes. Sobre músicas novas, a gente está ouvindo muita coisa diferente, e agora somos um quarteto, então acho que as pessoas podem esperar uma mudada na cara e no som da banda. Já temos umas oito músicas praticamente prontas, quem tem ido nos shows já está ouvindo algumas. Lançaremos até o fim do ano provavelmente dois clipes, um de alguma música do Dark sun, que vai fechar o trabalho com o nosso segundo álbum, e o outro ,que esperamos que fique pronto, do single Unnatural Selection. Queremos tocar muito ainda no ano de 2016, vamos representar Maringá no Festival Alternativo de Maringá ao lado dos nossos irmãos do Stolen Byrds, o que vai ser uma honra muito grande. E queremos visitar lugares que nunca fomos, estamos com planos ai de turnês em alguns estados que nunca visitamos. Pro começo do ano que vem tem muita coisa nova chegando, quem sabe essa parceria Corona e Costella ai não da em alguma coisa.


Abaixo link do som dos caras, da pagina no facebook e da pagina do Vivendo a música.




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sábado, 10 de setembro de 2016

Black drawing chalks em No Dust Stuck On You!


Fazia tempo que eu queria falar dessa banda e principalmente desse disco, que pra mim é dos melhores lançado no ano de 2012. A banda Black drawing chalks já não está mais em atividade, nós fãs torcemos para que voltem logo, mas parece que todos os integrantes se apegaram muito nas outras profissões e a banda ia ficar em segundo plano, algo que todos não queriam. A banda de Goiânia manda aquele stoner
pesadão de balançar seu cérebro a cada verso cantado ou riff tocado, é insano. A banda tem quatro discos lançados, sendo um deles um ao vivo em Goiânia, que vale a pena escutar pra você sentir a energia do lugar e como que é um show dos caras, sensacional! Agora vamos nos ater ao disco para que a matéria não fique em um tom triste, mas sim de gratidão. O CD começa com a “Famous”, sério, se você quer saber o estilo da banda é simples, escuta essa canção e você já vai ter uma base onde você está se metendo, é coisa quente eu posso te afirmar! Seguido de “Cut myself in 2” que é o delírio apaixonante da banda, com o tom gótico falando “All this my Love, Wasted in you before you run, And turn me blue, Make me drunk, and put myself in one..”, diz se não é coisa fina? Além do tom que a música te leva, deixando do mais baixo ao mais alto astral ser atingido! O disco tem 15 faixas, fazendo você se ater bastante nos seus gostos pessoais e às vezes não dando tanta atenção a todas as músicas, mas não cometa essa gafe, a “Disco Ghosts” pode parecer uma música simples e sem muito que te enfeitiçar, ERRADO, essa é uma das melhores músicas do disco, fazendo você ficar e permanecer numa viagem do
começo ao fim, pensando em mil formas de interagir com ela e senti-la ao mesmo tempo, é genial! Não posso deixar de comentar da “Swallow” e seu grito de intro, deixando você arrepiado da cabeça aos pés, pode acreditar! Não só a intro como a levada da música, não sei o porquê me faz pensar em um enredo de filme de suspense misturado com um ar de terror, uma dica, tente pensar em enredos para as músicas da banda, é formidável!Pra finalizar e não deixar isso aqui muito longo sintetizarei “The stalker”, uma música que você ou leva pra seu lado engraçado ou pode deixar como aquelas baladas dançantes das antigas, é uma delicia de se ouvir e curtir! Além dessas o disco tem muito mais coisa boa, o CD é uma carta de despedida feita com muito amor para quem sente a música!

Abaixo link para download do disco e link do single:



http://www.4shared.com/rar/CvkUkpzt/black_drawing_chalks-no_dust_s.htm?locale=pt-BR

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sábado, 3 de setembro de 2016

Kings of Leon em Mechanical Bull.


O sexto disco da banda, muito conhecido pela maioria como o melhor já feito da banda. Traz junto todas as referências que já foram tocadas nos discos antigos, junto com um toque a mais, alguns solos que antes não existiam e um canto diferente do nosso querido Caleb.  O disco teve seu lançamento no final de setembro do ano de 2013, desde o seu lançamento já se observava uma evolução da banda e como esse seria dos maiores discos deles. O disco recebeu disco de Platina no reino unido, foi aclamado nos Estados Unidos e muito bem falado aqui pra nós da América do Sul. O single do disco que é Supersoaker ainda toca nas
rádios e aposto que é o toque de celular de muitas pessoas por ai, porque é sim das melhores músicas já feitas da banda.  Para quem não sabe o clima da banda é totalmente familiar, feito por três irmãos e um primo, desde o começo eles trouxeram nas canções as mensagens de quem vivia muito do country e do deserto dos USA, no inicio da vida deles começaram a tocar na banda da igreja, pois seu pai que era pastor os forçava há estudar o dia e a praticar música todos os dias à noite, no fim eu o agradeço do fundo do coração. Em entrevistas todos os integrantes sempre ressaltam que esse clima de irmãos e primos, deixando tudo sem a entrada de empresários e outros a tratar dos assuntos da banda, foi o que fez a banda chegar até hoje sem nenhuma separação ou algo do gênero, sempre decidindo e resolvendo entre eles todos os problemas. Agora sabendo um pouco da banda, vou aprofundar nesse disco que é uma obra prima. O disco já vem na paulada de Supersoaker, com aquela pegada dançante que
seu pé não fica parado, com a guitarra entrando em sintonia com todos os arrepios que você tem na vida e o Sr. Caleb entra com a voz rouca cantando, é muito bem escolhida como single e estréia do disco, com certeza os pontos altos dele. Dentro do disco todas as músicas são boas e como sempre tem as que se destacam a mais que outras, de segundo lugar eu colocaria Don’t matter brigando páreo a páreo com Beautiful War, ambas são um ar meio pesado, mas a levada da música não deixa o tom depressivo e sim no estilo de se cantar indo no embalo da banda. Agora como a mais forte do disco é escolhido “Tonight”, desde a intro já te da aquele choque que você percebe que vem paulada, ai começa a letra “Tonight, somebody's lover, Is gonna pay for his sin, It's coming on, it's coming on, I don't know, just what is leading me..” agora leia isso e me diz que não se arrepia! A música é muito linda, eu assumo me emocionar toda vez que ela toca além de ser das maiores músicas que eu já ouvi, junto com meus maiores ídolos. Além de Comeback Story, Temple, Rock City e as demais do disco que são muito boas, esse CD é incrível!

PS: A banda está em estúdio e o disco está previsto para sair ainda esse ano, se vier no estilo e evolução deste, vai ser coisa quente!

Abaixo link para download e link do single.


http://www.4shared.com/rar/-wwC5apq/Mechanical_Bull.html?locale=pt-BR


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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Foo fighters em Wasting Light.


O sétimo disco da banda foi lançado em 2011, e pode sim dizer que foi uma das obras primas da banda. O disco foi produzido e remasterizado tudo em forma analógica, no estilo das antigas que as gravações eram em fitas, ou seja, errou tem de regravar toda aquela parte, não ir junto e deixar tudo perfeitinho. O disco veio depois de 4 anos que a banda não tinha produzido nada, assim fazendo a mesma gerar uma enorme desconfiança com o próprio disco e se esse modo era a escolha certa para se gravar, bom o resultado vocês dizem ai pra mim .Para esse disco a banda contou com diversos ídolos antigos nas gravações, como ex-baixista do Nirvana, Krist Novoselic, e de Bob Mould, um herói de Grohl desde seus tempos de Hüsker Du e Sugar, além do  principal que foi à volta do guitarrista Pat Smear assumindo oficialmente a guitarra na banda. O disco foi dos maiores vencedores no mundo todo, arrecadando o Grammy daquele ano.
Mas voltando ao disco é de divergências entre os fãs, muitos falam que ele é muito melhor que o Sonic Highways que é o ultimo lançado da banda e outros ainda preferem o antigo Foo Fighters, além dos que adoram tudo que a banda lança até mesmo um vídeo brincando com a possibilidade de a banda ter acabado. Agora tratando mais da questão do CD e não tanto por trás nas gravações, o disco é muito bem feito. Ele nos traz elevações nas músicas, segue uma cronologia durante o disco todo que você pode ouvir o mesmo achando que é uma história com inicio, meio e fim. Não tem ponto negativo no disco, todas as músicas são de excelente qualidade, claro, umas tem aquela letra chiclete e fica na cabeça o refrão e outras não ficam tanto assim na cabeça. Vai dizer que quando você escutou These Days não ficou na sua cabeça vários dias, como na parte... “Easy for you to say, Your heart has never been broken, Your pride has never been stolen, Not yet, not yet..” e nesse final você cantava jnto ao Dave com toda sua força. Tem diversos hits como “Arlandria” que é aquela animação do inicio ao fim, você escuta na estrada ou até mesmo deitado tentando descansar. Tem a “Walk” que é o ponto principal do disco para mim, a letra, o significado, o significado pessoal, as guitarras, os gritos, tudo!
Essa música é meio que o hino de milhões, assim eu acredito. I should have know, agora e a hora da música mais forte que tem no disco, alguns dizem que é feita para Kurt Cobain, alguns acham que é apenas um desabafo da banda para os antigos produtores, vocêm digam o que acham, para mim é apenas uma linda carta de quando a banda não esava passando bons bocados, tornando ela uma das melhores já feita pela banda. Além delas tem White limo que é uma pancada no estilo Motörhead onde o já falecido lemmy articipa do videoclipe, Matter of time, Miss the misery, Rope e diversas que fazem do disco uma obra prima. Escute o disco inteiro, prometo que não vai rolar arrependimento.




Abaixo link pra download do disco e single do mesmo.

http://www.4shared.com/rar/lfiwt-Ys/2011_wasting_light.htm?locale=pt-BR



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sábado, 20 de agosto de 2016

Bring me the horizon em That's the Spirit!


Disco lançado em 2015 pela banda de metalcore Bring me the horizon. Antes que pensem que é mais uma banda que vive de gritos e screamos, não, eles não são mais só isso. A banda teve uma evolução notável dos discos anteriores para esse, a quem diga que eles mixaram demais, ou mudaram muito o estilo, para outros eles evoluíram musicalmente falando, e eu sou desse segundo grupo. O que levou a banda a mudar foi quando o vocalista Oliver Sykes que estava viciado em drogas depois do sucesso do disco anterior o "Sempiternal" decidiu mudar, e levar a banda em um percurso de extremo sucesso tanto no reino unido quanto para as Américas do mundo. O próprio vocalista em algumas entrevistas falou que o ponto foi que eles viraram mais profissionais, cuidou do trabalho de cada um em especifico, ele na sua voz, o guitarrista em aulas de guitarra e assim pelo resto da banda, além de também se importarem com a questão física
deixando as drogas de lado e praticando exercícios físicos como treinamentos hit e crossfit. Assim a banda subiu um patamar a mais e começaram a produção do disco, com letras fortes sobre o passado de cada um da banda, animadoras com a visão de um futuro glorioso e com certeza promissora.
Agora destrinchando o disco. Ele tem faixas magníficas e tem algumas que você de inicio pode não gostar. O single do disco com a música “Drown” tem todo o poder do disco contigo em cada frase e verso que se cante como “Drag me out alive?
Save me from myself, Don't let me drown!”, isso pra mim é pura poesia. Mas além dela tem diversas músicas boas como “What you need?” que desde que escutei eu sinto que é feita especialmente para o

antigo produtor da banda que os abandonou e disse que eles não poderiam evoluir em nada (e veja o que virou não é? haha), e daí veio a musica como resposta, chocante e uma pedrada na cabeça. Se escutar o disco em sequencia vem “Avalanche” que é das minhas favoritas, você ouvindo sente uma energia que vem como uma avalanche inicia estrondosa do inicio ao fim, com a escrita “Give me a remedy cause my head wasn't wired for this world, I need a cure for me cause a square doesn't fit the circle!” não é puro lirismo? Eu amo essa música. Tem outras muito legais também como “Happy Song” que tem um coral de crianças ao fundo ou “Oh no” que finaliza o disco de uma forma bem legal. Mas escute o disco ao todo que não vai se arrepender!



Abaixo link pra download do disco e do single do disco.

http://www.4shared.com/zip/OXY_gC0Qba/_2015__Thats_The_Spirit_-_BMTH.html

https://www.youtube.com/watch?v=TkV5709EG5M



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