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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

A carta aberta de Andressa Munizo

De volta com a carta aberta! Dessa vez a convidada é integrante da banda Binarious, que vem chamando atenção pela sua autenticidade musical e sua extrema força de opinar nas demais formas de arte! Então senta ai, entre nesse texto e entenda que a voz tem de ser escutada também, vem com a gente!

História pessoal e na música


"Então, vamos começar do começo, nasci em Montes Claros (MG), atualmente tenho 21 anos. Venho de uma família musical e logo aos 5 anos aprendi a tocar violão e teclado de ouvido, com o meu pai, aos 10 comecei as primeiras composições e a editar vídeos e aos 15 comecei a produzir. Música e audiovisual sempre fizeram parte da minha veia cultural e é sempre um imenso prazer poder dividir experiências e trabalhar com outros artistas. Me mudei para Brasília (DF) em 2018, onde comecei a estudar ''Cinema e Mídias Digitais'' e desenvolver o projeto autoral Binarious. Isso sempre foi o meu sonho e é incrível poder realiza-lo a cada dia ao lado das minhas companheiras, Lídia e Clara. Em minha cidade natal pude contribuir com a cena local, toquei e produzi alguns artistas e lancei a minha primeira música autoral '' Tesouro '', através do movimento cultural ''Psiu Poético''.  Em 2017, lancei e produzir a música'' O Sol Nascer em Festa '', com o mineiro Raphael Piêit. Juntos, abrimos o show do Emicida no festival '' Mineiro Beat'' em Patos de Minas e também tocamos na ''Parada LGBT+ de Montes Claros''. Quando escolhi me mudar para Brasília em 2018, segui a minha intuição com o projeto Binarious onde componho, faço produção musical e desenvolvo os projetos audiovisuais, além disso, pude trabalhar com vários artistas brasilienses de diversos estilos. Eu amo o som que é feito em Brasília, é uma cidade muito rica musicalmente e artisticamente, cada vez mais me surpreendo com o talento das pessoas que compartilham da veia cultural brasiliense comigo, é inspirador poder fazer parte disso."

Pandemia e Lições


"Durante a pandemia os dias se parecem e o tempo parece não ter mais medida pois não importa que horas são o sentimento tende a ser o mesmo de qualquer outra hora, uma angústia mascarada no presente de um dia após o outro dentro de casa, uma consequência de ter que absorver a energia de todos os acontecimentos ao redor. Tenho assistido muitos documentários, aprendido a pintar, ouvido muita música, produzido e composto bastante sem me preocupar se essas músicas vão ter uma finalidade específica, talvez sim, talvez não, só estou focada em registrar esses sentimentos no momento, se isso será lançado de alguma forma, só saberemos depois. Tenho passado mais tempo com o meu cachorro e com a minha familia e essa parte tem sido muito boa, afinal é nas pequenas coisas que encontramos a nossa felicidade e leveza."

O mundo a sua volta e o que está acontecendo

"O mundo todo está passando por uma série de transformações na era mais tecnológica até agora e toda ação gera uma reação, uma mudança pequena é o que move uma mudança maior, precisamos ser fortes e confiar na nossa intuição que aclama por todas essas mudanças, esse é o mundo onde vivemos e onde as próximas gerações irão viver então precisamos mudar a rota pois seguindo nessa direção, vamos dar de cara com nosso precipício. É triste e lamentável ver o Brasil com um presidente como Bolsonaro, usando a mentira, a loucura e a aleatoriedade dos fatos como forma de manipulação e auto defesa de seu governo e isso tem funcionado muito bem, basta olhar ao seu redor. Temos um país dividido preparado para retroceder, um país conservador que insiste em conservar o racismo, o machismo, a pobreza, a homofobia e o desrespeito pela natureza. Faço parte das pessoas que estão em busca de uma sociedade mais justa e transparente, usando a cultura e a arte como minhas armas nessa guerra."

Deixe sua fala se existe diferença entre Andressa cotidiano e Andressa artista

"Essa separação existe mas ao mesmo tempo não, eu sinto a Andressa personagem artística vivendo dentro de mim e convivendo comigo no meu dia a dia, mas em poucos momentos ela realmente se torna presente. Eu digo que só quem já me viu no palco me conhece de verdade hahaha. A Andressa artista tem muito o que dizer ao mundo com suas músicas e muita determinação para correr atrás do seus sonhos, já a Andressa do dia dia, tem muito o que aprender com sua coragem.


Pra finalizar,gostaria de agradecer imensamente ao Matheus Hodniuk pelo convite e parabenizá-lo por essa matéria tão especial e necessária em tempos necessários. Para todos os que acreditam em dias melhores assim como eu, lute pelos seus sonhos e por uma sociedade mais inclusiva e melhor para todos, um grande abraço aos leitores."



Links da artista



FOTOSO POR: Pedro Ribas.

sábado, 4 de abril de 2020

Cincos motivos para escutar Wake Up, Sunshine do All Time Low


Depois de muita espera a banda saiu de suas tumbas e no presenteou com um disco extremamente animador, você pode escutar ele em vários sentidos que ainda vai ser uma vibe de animação em geral. Sem prolongar vamos aos cinco motivos.

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"A banda não lançava disco desde o “Last Young Renegade” em 2017, onde o disco não empolgou como os passados. Porém nesse a banda deu uma reinventada e trouxe traços bem únicos de meados
do inicio, onde priorizaram mais na junção dos instrumentos e não tanto em efeitos, o som é mais “cru” mas é mais gostoso e palpável."

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"Independente de quantos discos foram feitos, ou em como são feitos, um lance legal do All Time Low é que são  os mesmos integrantes desde o começo da banda, o quarteto não se modificou e eles colocaram muito isso em pauta antes desse último lançamento, em como a amizade deles andava tão forte a ponto de poder produzir um disco com o numero grande de músicas, fluindo de forma bem natural."

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"Mesmo tendo as influencias passadas a banda também trouxe algo mais novo, como na faixa
“Monsters” o rapper da nova geração Blackbear faz um participação que muda um pouco a cara da música, é como se fosse um hip hop rápido e com umas guitarras distorcidas de fundo, é uma participação no mínimo instigante."

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"A banda sempre trouxe as letras tratando dos mais diversos temas, nesse disco não foi diferente, abordaram problemas psicológicos, traumas de um passado, um dia triste, como uma passagem pela praia e um enorme sol nascendo, e o que me chamou a atenção é a construção literal do disco, parece um disco muito conexo entre as faixas, não músicas perdias e sim uma história sendo contada, e isso sempre é algo a se valorizar e raro hoje em dia."

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"Agora tenho de ressaltar apenas trss músicas do disco, mas por ser um disco grande vou alavancar cinco, isso ai. A primeira sem dúvida alguma que traz aquele ar da banda das antigas, com extrema
rapidez instrumental, o alex gritando e todos os riffs perfeitos é “Melancholy Kaleidoscope”, a mais pura essência da banda está nessa música. Devo falar de “Trouble Is” que é um música daquelas que vão te conduzindo, vão te mostrando devagar a que veio e ao que pode te mostrar, tem uma simplicidade enorme na música mas é bem tocante, como “All that I wanted was just to get over you, trouble is I can't find a way, you're part of me..”, aqui entra  a parte instrumental elétrica e letra melancólica que a banda sempre soube fazer MUITO bem. Seguindo coloco “’Wake Up, Sunshine”, que traz o nome do disco consigo, e é a típica música que você vai querer escutar na estrada cercado de amigos e indo a uma viagem a praia ou ao que for, é pura endorfina e alegria, sem mais. Agora pra por mais sentimento no coração vem “January Gloom (season: pt 1)” que é um som bem mais denso e tem mais alterações com instrumentos bem dinâmica, traz uns agudos do Alex também que
surpreenderam bastante, e a temática da música mostrando em como é a estação que afeta um humor, como o redor nos influência, só esperando os dias mais iluminados virem a tona, sensacional! E sem mais delongas vem “Glitter e Crimson” que é realmente daquelas músicas que emociona ao se escutar, faz balançar mesmo cabeça e o coração, mas ao mesmo tempo tem aquele tom bem doido de animar, mas o meio de “Heavy as ever, light as a feather, I'm caught in between” como se fosse o lance de estar empacado preso em algo/alguém sem se deixar dar um passo a mais, mas ao decorrer vem literalmente os gritos do Alex com “No compromise and no second guessing, there's no stopping now, this weight on my chest, i won't settle down, won't settle for less, i won't settle for less, I won't settle for less” e pronto, vem a lagrima mas também vem aquela fúria e animação de dentro pra se mover, ir e se enfrentar, e seguir sempre em frente. Citei apenas cinco faixas que me marcaram, mas tem varias que chamaram atenção como “Sleepin in”, “Clumsy”, “Some Kind of Disaster”, mas ai fica de você descobrir o que te atrai também no disco."


LINKS DA BANDA




sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

“The Slow Rush” na sensibilidade de Kevin Parker


O Tame Impala lançou disco a pouco tempo, em um hiato de alguns anos vieram com uma temática que mais parece uma viagem do que algo novo ou velho, na realidade há de se perceber, sentir e notar todos os discos e músicas já feitas pela banda nesse disco, como uma lenta transição de sensibilidades. O disco foi produzido, mixado e tocado todos os instrumentos por Kevin Parker, onde
trouxe muito do seu estilo e gosto musical próprio para o disco, tendo até umas batidas bem pop com um ritmo de 80’ bem nítido, deixando um pouco as distorções e solos de guitarra um pouco de lado. Em diversas entrevistas de promoção do novo disco o próprio Kevin afirma que esse é o disco onde ele se deixou mais fluir e liberou de forma mais ampla sua criatividade intrínseca, sendo algo bem sentimental dele mesmo, não importando tanto em como fosse soar no fim, mas sim em fazer algo que tocasse ele no fundo. Mas tratando mais de discorrer do disco, ele se inicia com a transcendental “One more year” e finaliza o disco com “One more hour” que levanta a questão de que ao decorrer de um ano por completo, sempre ao fim aparentamos pedir um pouco mais de tempo, uma hora pelo menos. Difícil é argumentar o sentimento de Kevin e como ele tenta explorar e expor aos seres humanos
(nós), porque é de uma complexidade bem densa que não é perceptível tão fácil assim, como em “Instant Destiny” que vem depois da abertura do disco e te coloca pra chacoalhar de um lugar até Miami, onde qualquer poção mágica possa te ferver do início ao fim, e que nenhum destino é longe demais e sim o instante deve ser o mais importante, de algo desconecto você junta uma parte a outra e consegue entrar um pouco na mente dele, de certa forma essa daí soa com uma forma motivacional. E a fortíssima “Posthumous Forgiveness” que vem como uma carta a alguém que se foi e ele ainda tem vontade de mostrar o que realmente se tornou , aparentemente é ao seu pai que ele gostaria de proclamar várias falas, como na letra ele cita histórias de andar em Abbey Road e até mesmo a conversa com Mick Jagger, ela é densa e absurdamente melancólica, mas com o instrumental deixando bem forte os novos toque de parker ao mundo da
música, dentro da mesma música aparenta ter lado A-B porque muda muito a sonoridade, é uma das melhores viagens do disco! Venha com a doce “On Track” que faz toda sua aceleração do dia se diminuir e você só quer sentir, sentir e sentir mais e mais, dizendo que está em um caminho mais certo e que tudo há de ficar bem, é uma carta doce de que conseguiu seguir em frente, como se em algum período desses anos algo o fez duvidar de si e ele continua nesse caminho certo e bem, seguindo sempre. Agora vem dançar em uma discoteca porque estou falando de “It is true” , nela a batida te contagia e te coloca com um frenesi intenso de dança, sem guitarras mas com muito sintetizador, a voz mais aguda no disco com mudanças pontuais pro grave, vai ditando como se deve dançar com a sua verdade. Mas o fechamento do disco com ‘One more hour” é uma explosão, é sensacional e beira a
perfeição, todo disco deve ser fechado como um livro em vários capítulos e o Parker acertou em cheio nesse! Proclama que nada do que fez ou fará será pelo dinheiro, ou por sua fama ou por futuros filhos, mas sim faz tudo pelo amor, no caso eu agradeço ele por essa música em especial porque se tornou rápido a favorita, com um toque intenso por trás da música do início ao fim, fazendo viagens com a guitarra e ele continua a proclamar ao mundo que tudo é passageiro e ele sabe ficar bem sozinho, e tudo que ele precisa é de mais uma hora nesse mundo, e após um tempo ele sabe que poderia ficar mais um ano com alguém e continuar rolando o mundo, arrepia do início ao fim! Com essa finalização não há muito mais o que falar, mas sim agradecer por Kevin Parker sair de sua caverna e nos presentear com essa obra prima. 



(segue a gente pra acompanhar o projeto também!)


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Ô Oversong diz pra mim o que vocês vão fazer


Em um papo bem descontraído com um dos integrantes da banda, consegui tirar algumas informações do que vem pra frente e o futuro da banda, almejando shows, festivais e o mundo. Então se liga ai que o Anderson soltou a lábia pra gente!

Shows e festivais em um futuro próximo

"Estamos bem focados no EP, então tiramos umas férias de shows pelo menos por agora, por enquanto, temos um show dia 07/03 marcado no Rocka, assim que sair o EP, vamos começar a
mandar o material para as casas de show de Maringá, Londrina e região para voltarmos a ativa de shows."

A alma da novo EP vem de onde?

 "As nossas referências são bem amplas, para timbrar as guitarras, usamos bastante reverb e chorus nas bases, um som limpo e melancólico, para as músicas mais leves, diria que eu e o Ariel pegamos muita referência de Terno Rei pra essa parte, já para as mais pesadas, usamos pedais de Overdrive pra empurrar o som, porém leve, para não ficar tão "rock", lembra um pouco de strokes e arctic monkeys. Além disso, estamos experimentando vários instrumentos diferentes, como teclas e instrumentos de percussão... Também, estamos criando varios arranjos diferentes, tem músicas que tem até 4
guitarras, até o João (vocalista) entrou nas gravações das guitarras, o que torna bem experimental e complementar. Um fato curioso é que o João Tonet, que está produzindo tudo, testa várias maneiras de ambiência e captação de som, uma bem diferente foi ter colocado um microfone dentro de um copo na gravação de algumas guitarras, bem peculiar Nas composições, foi uma maluquisse, acreditamos que rolou uma mistura de tudo que a gente gosta e até do que paramos de ouvir, desde arctic monkeys até terno rei, um fato peculiar foi estarmos produzindo um riff e o Zulu (baixo) comentar "isso está tão Guns n' Roses", ou seja, tem muita influencia diferente, trazendo um estilo um tanto característico nosso. Estamos gravando 4 músicas novas pro EP e ainda fazendo novas versões das 3 que já existem, pra postar com qualidade no spotify e outros apps de streaming, acredito que temos 2 estados de espírito, as músicas um pouco mais agitadas, estilo Balada do Café
Preto e também, mais tranquilas como a Deixa."

Desejos e sonhos que a banda vem trabalhando

"Um dos nossos sonhos que tínhamos ano passado, inclusive que foi perguntado na última entrevista, está sendo realizado agora, que é gravar um EP, agora vamos lançar no Spotify e estaremos divulgando e mandando pra Selos e revistas musicais para sermos conhecidos em outras partes do Brasil, próximo foco é tocar em festivais ao longo do país, apresentar nossas músicas pra todo mundo e quem sabe, conseguir uma vaguinha ai no lolla de 2021 ou 2022."



LINKS DA BANDA


sexta-feira, 26 de julho de 2019

Precisamos falar sobre a Oversong



Em um papo simplista com um dos integrantes da banda, o Ariel (guitarra), tive o prazer de saber mais sobre a banda Oversong que vem chamando a atenção de todos na região. Pelos seus covers extremamente bem feitos com um toque autoral, e agora com o próprio autoral sendo feito e com previsão de um lançamento futuro. Sentimos que a hora de despontar da banda é essa e queremos estar juntos ali, entrelaçados, nessa viagem cósmica que pode acontecer! Deem uma lida no bate papo e veja a construção de uma base sólida da banda e como podem esperar muitas coisas da mesma!

Quem são e como foi formada a oversong?

"A banda atual é formada por, João Marcelo Prevedel (vocal), Luis Fernando "Zulu" (baixo), Anderson "Durock" (guitarra e vocal), Victor Perli (bateria), Ariel Dolce (guitarra rítmica e solo). A Oversong foi formada em meados de 2015, após uma conversa entre o Victor Perli e o Durock sobre se reunir para tocar em um festival que estava aberto. O Durock conhecia o Zulu, o Victor conhecia o antigo vocalista da Oversong, o João Nicola, e as coisas foram fluindo. Eu entrei depois, por questão de necessidade de mais um guitarrista para encorpar o som, em um tempo que eles tinham dado uma parada. Ficamos um período com o antigo vocalista, mas por questão de divergências de interesses resolvemos deixá-lo em 2017, posteriormente convidamos o João Marcelo pra tocar conosco e estamos assim desde então. Nosso primeiro evento foi em 2018, depois de um longo período de inatividade. Agora estamos bem entrosados e as coisas estão acontecendo."

Bandas que influenciam no estilo musical/visual da banda?

"De certa forma procuramos não nos rotular e muito menos nos limitar, crescemos e passamos a
adolescência com uma grande raiz no rock clássico em geral, alguns membros como eu e o durock, quando eramos mais novos, ouvíamos até coisas mais pesadas como hard rock e thrash metal oitentista, o que influenciou bastante no nosso aprendizado na guitarra. A adolescência passa e (AINDA BEM) a gente se abre à muitas coisas, atualmente estamos experimentando de tudo, desde o mais variado e calmo MPB, até ao pop e hip hop, que nos dá boas influências nas composições, nessa fase estamos numa vibe bem New MPBista, ouvindo bastante artistas brasucas, como Rubel, Liniker e os Caramelows, Cicero... Porém, influenciando diretamente na composição, eu diria que o que mais nos vem no momento seria a nossa raiz do indie britânico e bandas do já ultrapassado termo "alternativo", como Cage the Elephant, The Strokes e claramente, o Arctic Monkeys. Bandas Brasileiras atuais também nos chamam muita a atenção e nos influenciam muito na composição das letras, timbres e climas, como O Terno, Boogarins e Selvagens a Procura de Lei por exemplo."

Qual seria a maior ambição dentro da banda em pró do autoral?

"Bem, por enquanto estamos bem pé no chão e procurando compor coisas que gostamos e que nos sentimos verdadeiros. No começo a banda era totalmente um hobby e fazíamos apenas tributos de músicas que a gente se identificava, mas agora, apesar de estarmos no começo do nosso momento autoral, estamos bem animados e já temos algumas músicas prontas, nosso EP e álbum virão em breve, a curto prazo, se as pessoas ouvirem as nossas musicas e conseguirem se identificar com as
letras captadas, muitas vezes, de instantes simples, verdadeiros e até mesmo aleatórios, ja vamos ficar bem contentes. A longo prazo, estamos totalmente abertos para o que pode vir, também vamos procurar abrir para bandas maiores e conhecer bastante a galera da cena. Por fim, eu diria que conquistar o nosso espaço em grandes festivais brasileiros talvez seja a nossa maior ambição."

Shows, projetos e tudo que possa vir em um futuro próximo?

"Em agosto de 2019 teremos, talvez, 3 shows confirmados, um no Porão Bar de Maringá, outro no Rolê do Bem no dia 10, que é um evento beneficente de Campo Mourão e por fim no festival dos amigos, também em Campo Mourão, onde sempre tocamos e nos divertimos muito. Nesse mesmo tempo, estamos com plano de gravar nossas músicas em demo, e posteriormente, de forma profissional; então montar um EP e divulgá-las nas plataformas de streaming. Quando todo o material estiver pronto, queremos lançar um álbum completo, aguardem!!"



De fim fica o gostinho de querer saber o que vem por ai, mas esperam com louvor, pois não demorará! Fiquem ligados nas redes sociais da banda e não perca nada!


Chega junto e nos diga o que achou da matéria!


sexta-feira, 22 de março de 2019

Cinco motivos para escutar Wanderlust da Stolen Byrds


Chegou para nós essa obra-prima de pura rebeldia musical, fugindo de todos padrões que poderiam ser integrados mas sim feito para viajar para um universo paralelo e absorver tudo de bom que possa ter, em sua vida. A Stolen chegou arrebentando com o novo disco, e eu vou alavancar cinco motivos
para você se deliciar com ele!

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"Esse é o quarto álbum da banda, eles se firmaram ao passar dos anos como uma banda que nunca deixa se acomodar em um estilo musical ou em um feixe de estilo, eles interagem desde aos maiores riffs de metal como uma boa balada romântica, aromatizando tudo e deixando um bom prato de sonoridade impecável a todos!"

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"Esse disco foi feito com a gravadora Sony, onde os membros das banda haviam ganho um concurso no ano passado, que passavam varias etapas como se fosse um mata a mata, e por fim se sagraram campeões em Curitiba, a partir dali uma
das premiações seria a produção do novo disco com selo da Sony Music."

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"Mesmo o disco sendo feito por uma gravadora que pode interferir em seus processos criativos, a banda não largou as suas raízes e teve o trabalho cem por cento sendo composto pelos membros da banda, os arranjos, melodias e letras é totalmente obra dos Byrds!"

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"A banda trouxe novos elementos no disco, como a adição de cavaquinho, mais sintetizadores ainda e
muita percussão em algumas músicas, o vocal ainda é e sempre será uma das maiores evidencias da banda, mas tem uma harmonia maior ainda em todos os elementos, até em músicas com sonoridades que nunca tinha sido feito ainda pela banda!"

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"Agora para dar destaque em três músicas, inciarei com a porrada que é New Born Child, já havia escutado ela ao vivo algumas vezes e eu sempre senti uma energia tão forte vindo da música, a letra é como se fosse mandamentos do Neto sendo proclamado aos seus súditos, e eles gritam ao fundo em varias partes da música, é sensacional. O segundo som eu colocaria Soul Much Higher, uma introdução de toque sensíveis e uma calmaria que adentra do aguçante vocal um pouco depois, uma típica balada dos anos 70 que te deixaria em uma enorme calmaria, mas ela explode e mostra quem é a banda tocando de verdade, os vocais de fundo fazendo a mescla com o principal vai te levando em um transe sensacional, sente também um belo groove que faz te mexer por completo, é pura sintonia com a alma! E para destacar
uma ultima seria com toda certeza “É tão bom” que traz a nova cara da banda de novo, refrão em português que traz algo novo e uma batidinha de blues para iniciar a música, segue com uma explosão junto do vocal principal e vai te levando como uma energia gigantesca que assola você, sinta muito essa música pois ela tem o poder de te fazer transcender com toda certeza! Poderia dizer com certeza outras músicas, mas quero deixar vocês descobrirem por si só esse discaço!"

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Com isso os cinco motivos foram alavancados e com certeza se você gosta de ouvir um som de qualidade, você não terá arrependimento algum! O novo de novo Stolen Byrds chegou, que possamos acompanhar essa viagem deles para sempre!

Acompanhe a banda e escute o novo disco:



sexta-feira, 11 de maio de 2018

Cinco motivos para escutar Tranquility Base Hotel & Casino, novo disco do Arctic Monkeys




Hoje a banda Inglesa Arctic Monkeys lançou seu mais novo disco, com uma demora gigantesca desde o promissor AM, a banda se reinventou de novo e lançou um disco cheio de nuances e muito charme, se liguem nas dicas!

1 – Primeira e talvez mais importante, se é fã do disco AM ou se é fã do Hambug que for, desconstrua tudo que se tem da banda e amplie a visão para algo novo e totalmente diferente do que já foi feito, é um disco difícil de se interpretar mas prazeroso demais quando se conquista esse feito.

2 – O disco teve uma demora um tanto grande desde o lançamento passado, o AM, que também
divergiu muitas opiniões de fãs, que esperavam aquela eletricidade e toda ginga de um indie mais pro rock do que um indie mais lento e denso, fazendo você ao invés de dançar pulando, você abraçaria alguém e dançaria uma melodia apaixonante. Isso tornou o novo disco curiosíssimo para se escutar e ver o que teve de tão bom nessa demora.

3 – A musicalidade é diferente de muita coisa que já foi escutada pelo mundo, de inicio você pode tomar um susto porque é um som de certa forma que precisa ser desconstruído e você entender por partes, melodias e enredos, talvez uma mistura de um som clássico com a pitada de um jazz seja uma forma mais fácil de tentar compreender Turner e seus fieis escudeiros.

4 – De inicio o disco era pra ser um trabalho solo do Alex Turner, mas pela gravação e enredos
que poderiam ser incrementados tornou-se um novo disco da banda, trazendo pontos onde a guitarra, a batida de uma bateria diferente, e a liberdade maior pro vocalista se dedicar mais ainda na questão do canto ser o primordial das músicas. Mas lembrando que quem negou tudo de ser um trabalho solo foi o próprio canto, que preferiu sempre a banda ao seu trabalho solo, dizendo que como banda poderiam tornar aquele projeto algo muito maior e mais denso.

5 – Talvez o principal desse disco é você não desistir. Não se vá pelas primeiras músicas ou pela primeira escutada do mesmo, escute algumas vezes, separe um bom tempo pra apreciar toda melodia e todo choro que tem nos instrumentos, o vocal está em super destaque e algumas batidas são diferentes e te fazem dar uma boa viajada. As letras se dissipam em bebedeiras e cantorias ao amor, seja levado acima de tudo com esse som hipnotizante que a banda formou, um trabalho grandioso e que tem tudo pra mudar um patamar a mais na música em geral, a banda se revolucionou de novo, e isso é sensacional!

TOP 3 DO DISCO!

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Star Treatment – É a música que abre o disco, faz um ritmo bem calma soando um bom blues com um “Q” de música clássica, você se imagina em um belo bar com alguém a seu lado e tomando bons drink’s e muita fumaça ao redor, apaixonante.

The Ultracheese – Uma música super levada pelo piano, com a voz do Turner sendo exposta pela frente e muito groove sendo colocado no meio disso, além da letra ser super linda com um melodrama gigantesco em cada estrofe.

Four out of Five – A favorita do disco é essa, traz um ar bem obscuro de inicio, cheio de distorções durante a música inteira, uma cantoria que parece um poeta proclamando suas blasfêmia para o mundo. Mas na verdade é um canto de amor para a vida, para alguém, ou por ele mesmo. É uma música cheio de choque do inicio ao fim!




sábado, 9 de dezembro de 2017

A viagem intergaláctica da Abdusounds



De uma forma interestelar cheguei ao meu recinto, agora me sinto em terra firme mais uma vez, pois no dia desse role eu já não me encontrava na forma física em que estou hoje. O abdusounds realmente te transporta pra algum lugar nessa imensa galáxia que você não se encontra direito, é realmente uma explosão. Tratemos de falar da trilha sonora então que me conduziu de um corpo físico para vários átomos perdidos no ar, se iniciou com nada menos que os caras da Fusage, que eu já tenho um
carinho imenso pela banda, mas tratando das músicas fica até batido eu falar que a onda rápida e forte que eles fazem te giram o cérebro de uma forma desigual com o restante do mundo, eles mandam muito bem, conduziram o role de uma forma excepcional e mostraram que estão ai sempre pra quebrar todo o role! Lembrando que o Douglas (vocalista) tem uma potência vocal fora de série mesmo, o cara eleva o som em uma potência que deixa o som em linha perfeita com o instrumental, sendo que as músicas não são operas pra afinar de uma forma lenta, é pura porradaria na cabeça! Após a fusage, voltando de terras internacionais, os irmãos da Stolen Byrds vieram dar o veredito que são uma banda do caralho, desculpe o palavreado, mas a emoção que eu sinto toda vez
que eu vejo esses caras tocando é fora do comum, são todos meus amigos, mas quando sobem ao palco eu sinto uma transferência cósmica de todos pra plateia que é surreal, o Bruninho vai na marretada em toda música de fundo, o “AJ” é o condutor da banda totalmente, o “Guz” manda bala na base e ainda manda um som nos vocais, o João é tipo um extraterrestre  tocando e solando, o que ele faz não é desse mundo, e a explosão de alma que sai da boca do Neto toda vez que ele canta é um negócio que chega ser meio angelical, não é por menos que esses pássaros já começaram a voar bem longe de onde eles nasceram, e espero que voem o mais longe que puder, porque merecem DEMAIS! Fechando o trio de bandas que mexeram com tudo que estava naquele plano astral, veio a banda mais pesada que se tem nesse paranazão, a Red Mess faz uma aula de Stoner tacando o baixo no mais alto grave que pode, a bateria transbordando força e marretada o tempo todo, a guitarra mostrando que o
ritmo é quente vai te pulsar por dentro o tempo todo que a banda estiver tocando, e o vocal conduzindo o som de forma densa e que te coloca em um transe sem igual. Além disso estava rolando umas exposições de artistas autorais no role, teve flash tattoo e a galera se entusiasmou mesmo em tatuar, entre outras apreciações do espaço. Assim foi essa viagem ultra espacial que aconteceu no dia oito de dezembro, teve o pouso da nave, mas depois de todo esse percurso eu não me acho de novo no mesmo plano astral que eu estava antes! 

Midias sociais das bandas:

https://www.facebook.com/fusagerock/
https://www.facebook.com/stolenbyrdsoficial/
https://www.facebook.com/redmessmusic/

Curtiu a matéria ou o evento e não sabe onde dar oipinão? Chega no link abaixo:

https://www.facebook.com/vivendoamusica1/

sábado, 26 de agosto de 2017

Aos preguiçosos musicais, calem-se




Antes de iniciar esse texto que é um pouco diferente da maioria das matéria do projeto, eu já pergunto, você já ouviu a fatídica frase “nossa, eu acho que o rock ou a boa música no Brasil acabou”, se sim, continue a ler isso. Quando afirmamos uma opinião você tem de acatar mas dificilmente você concorda com a pessoa, mas ao fato de deixar uma resposta, negativa, tão grande como essa afirmação que citei, você não se cale, por favor. Deparamos em um momento muito único musicalmente em nosso país, as bandas andam ralando o triplo do que elas já ralam normalmente, sem restringir a um estilo musical em si, mas na música, que te vibra e te anima. O Brasil um pais cheio de miscigenação, um número exorbitante de etnias no mesmo país e com uma cultura tão rica e única como nós temos, nota-se nas bandas que elas sabem usar isso em suas músicas, mesmo as influencias sendo de fora ou os ídolos e ícones que eles tem em si sejam lá do Japão que for, os trabalhadores musicais no país merecem mais o nosso respeito, o jogo é duro e as vezem nem tão gratificante. Quantas bandas você conhece que não foram pra frente por parte de apoio financeiro ou o que for, sendo que naquele show que era quinze reais você pediu pra um amigo da banda te liberar e entrar na faixa porque era só a banda dele, nada mais. O erro de tudo é seu também.  Muda-se a cabeça das pessoas, assim podemos abrir nossos próprios horizontes, sendo assim vos apresento uma pequena lista de bandas Brasileiras que nos mostram muita coisa boa. A lista não é de pior pra melhor nem nada, é só umas citações de artistas que valem MUITO nossa atenção, como a Scalene que lançou a pouco tempo o disco novo chamado “Magnetite” que é um álbum todo inovado dos sons antigos da banda, com uma pegada brasileira em diversos enredos. Seguida temos Liniker que vem demonstrando todo o seu talento e quebrando diversas barreiras preconceituosas, com uma voz que é de outro universo! Muda um pouco vamos pesar isso, coloco a Far From Alaska, uma banda que a vocalista é uma mulher, sim você que é um machista e acha que mulher não tem potencia vocal, ela uma voz DOS INFERNOS e bota pra quebrar, que lançou um disco a pouco tempo também chamado “Unlikely” que é super inovador e com arranjos que você não encontra em todo lugar. Daremos um pulo em Salvador agora e chegamos com a Vivendo do ócio que é a banda mais agitada e com o sotaque mais gostoso de se curtir em todos os momentos, os caras fazem um som fino demais! Os caras do Vespas mandarinas que é um dos rock’s mais brasucas que tem na atualidade, e também lançou trabalho a pouco tempo! Agitando um pouco mais temos a Water rats que vem com o Punk estourando qualquer ouvido que se deixe escutar. Parceiros do projeto que se dividem em São Paulo e Maringá nossos amigos Corona Kings que está pra lançar trabalho novo e dão a vida pela música, deixando o comodismo da cidade natal pra viver e tocar a todo momento em uma das cidades que mais se senti o underground. O Hellbenders que é uma puta banda foda la de Goiânia, que toca um Stoner infernal, gravaram o ultimo disco no rancho de la luna, um dos estúdios mais fudidos do mundo, sendo que lá você só pode gravar se é convidado. Tem a Boogarins que faz um som super psicodélico que te deixa nas nuvens, na mesma pegada tem os manos da Azulejo de vênus que faz as estrelas se aproximarem de você e te girar até você viajar. Tem duas bandas destruindo no stoner também que é Red mess de Londrina e nossos parceiros da Muñoz mineiros de respeito porque tocam um som pesadíssimo! Os nossos eternos irmãos da Stolen Byrds que fazem um rock clássico que te faz vibrar do início ao fim de qualquer música, e estão despontando no Brasil e pra fora também! Serei um pouco injusto de não falar mais bandas, me desculpe as banda e artistas solo  não citados e que merecem estar aqui também, mas em uma pequena pegada já citei vários nomes que estão destruindo no cenário nacional e com certeza internacional. O propósito do projeto é mostrar tudo que a música pode fazer com a pessoa, junto disso ajudar a todos esses nomes e de diversos outros terem a divulgação merecida pela sua arte. Então é um pedido, não parem de escutar suas bandas internacionais, ao contrário escutem mais ainda, mas adicionem essa pitada brasileira em sua vida, e acho muito difícil você se arrepender. Não seja mais um desse clã infame que só diz o negativo do mundo, e sim rebata e fale que a música vive no Brasil, e vive muito bem. 


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sábado, 3 de setembro de 2016

Kings of Leon em Mechanical Bull.


O sexto disco da banda, muito conhecido pela maioria como o melhor já feito da banda. Traz junto todas as referências que já foram tocadas nos discos antigos, junto com um toque a mais, alguns solos que antes não existiam e um canto diferente do nosso querido Caleb.  O disco teve seu lançamento no final de setembro do ano de 2013, desde o seu lançamento já se observava uma evolução da banda e como esse seria dos maiores discos deles. O disco recebeu disco de Platina no reino unido, foi aclamado nos Estados Unidos e muito bem falado aqui pra nós da América do Sul. O single do disco que é Supersoaker ainda toca nas
rádios e aposto que é o toque de celular de muitas pessoas por ai, porque é sim das melhores músicas já feitas da banda.  Para quem não sabe o clima da banda é totalmente familiar, feito por três irmãos e um primo, desde o começo eles trouxeram nas canções as mensagens de quem vivia muito do country e do deserto dos USA, no inicio da vida deles começaram a tocar na banda da igreja, pois seu pai que era pastor os forçava há estudar o dia e a praticar música todos os dias à noite, no fim eu o agradeço do fundo do coração. Em entrevistas todos os integrantes sempre ressaltam que esse clima de irmãos e primos, deixando tudo sem a entrada de empresários e outros a tratar dos assuntos da banda, foi o que fez a banda chegar até hoje sem nenhuma separação ou algo do gênero, sempre decidindo e resolvendo entre eles todos os problemas. Agora sabendo um pouco da banda, vou aprofundar nesse disco que é uma obra prima. O disco já vem na paulada de Supersoaker, com aquela pegada dançante que
seu pé não fica parado, com a guitarra entrando em sintonia com todos os arrepios que você tem na vida e o Sr. Caleb entra com a voz rouca cantando, é muito bem escolhida como single e estréia do disco, com certeza os pontos altos dele. Dentro do disco todas as músicas são boas e como sempre tem as que se destacam a mais que outras, de segundo lugar eu colocaria Don’t matter brigando páreo a páreo com Beautiful War, ambas são um ar meio pesado, mas a levada da música não deixa o tom depressivo e sim no estilo de se cantar indo no embalo da banda. Agora como a mais forte do disco é escolhido “Tonight”, desde a intro já te da aquele choque que você percebe que vem paulada, ai começa a letra “Tonight, somebody's lover, Is gonna pay for his sin, It's coming on, it's coming on, I don't know, just what is leading me..” agora leia isso e me diz que não se arrepia! A música é muito linda, eu assumo me emocionar toda vez que ela toca além de ser das maiores músicas que eu já ouvi, junto com meus maiores ídolos. Além de Comeback Story, Temple, Rock City e as demais do disco que são muito boas, esse CD é incrível!

PS: A banda está em estúdio e o disco está previsto para sair ainda esse ano, se vier no estilo e evolução deste, vai ser coisa quente!

Abaixo link para download e link do single.


http://www.4shared.com/rar/-wwC5apq/Mechanical_Bull.html?locale=pt-BR


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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Foo fighters em Wasting Light.


O sétimo disco da banda foi lançado em 2011, e pode sim dizer que foi uma das obras primas da banda. O disco foi produzido e remasterizado tudo em forma analógica, no estilo das antigas que as gravações eram em fitas, ou seja, errou tem de regravar toda aquela parte, não ir junto e deixar tudo perfeitinho. O disco veio depois de 4 anos que a banda não tinha produzido nada, assim fazendo a mesma gerar uma enorme desconfiança com o próprio disco e se esse modo era a escolha certa para se gravar, bom o resultado vocês dizem ai pra mim .Para esse disco a banda contou com diversos ídolos antigos nas gravações, como ex-baixista do Nirvana, Krist Novoselic, e de Bob Mould, um herói de Grohl desde seus tempos de Hüsker Du e Sugar, além do  principal que foi à volta do guitarrista Pat Smear assumindo oficialmente a guitarra na banda. O disco foi dos maiores vencedores no mundo todo, arrecadando o Grammy daquele ano.
Mas voltando ao disco é de divergências entre os fãs, muitos falam que ele é muito melhor que o Sonic Highways que é o ultimo lançado da banda e outros ainda preferem o antigo Foo Fighters, além dos que adoram tudo que a banda lança até mesmo um vídeo brincando com a possibilidade de a banda ter acabado. Agora tratando mais da questão do CD e não tanto por trás nas gravações, o disco é muito bem feito. Ele nos traz elevações nas músicas, segue uma cronologia durante o disco todo que você pode ouvir o mesmo achando que é uma história com inicio, meio e fim. Não tem ponto negativo no disco, todas as músicas são de excelente qualidade, claro, umas tem aquela letra chiclete e fica na cabeça o refrão e outras não ficam tanto assim na cabeça. Vai dizer que quando você escutou These Days não ficou na sua cabeça vários dias, como na parte... “Easy for you to say, Your heart has never been broken, Your pride has never been stolen, Not yet, not yet..” e nesse final você cantava jnto ao Dave com toda sua força. Tem diversos hits como “Arlandria” que é aquela animação do inicio ao fim, você escuta na estrada ou até mesmo deitado tentando descansar. Tem a “Walk” que é o ponto principal do disco para mim, a letra, o significado, o significado pessoal, as guitarras, os gritos, tudo!
Essa música é meio que o hino de milhões, assim eu acredito. I should have know, agora e a hora da música mais forte que tem no disco, alguns dizem que é feita para Kurt Cobain, alguns acham que é apenas um desabafo da banda para os antigos produtores, vocêm digam o que acham, para mim é apenas uma linda carta de quando a banda não esava passando bons bocados, tornando ela uma das melhores já feita pela banda. Além delas tem White limo que é uma pancada no estilo Motörhead onde o já falecido lemmy articipa do videoclipe, Matter of time, Miss the misery, Rope e diversas que fazem do disco uma obra prima. Escute o disco inteiro, prometo que não vai rolar arrependimento.




Abaixo link pra download do disco e single do mesmo.

http://www.4shared.com/rar/lfiwt-Ys/2011_wasting_light.htm?locale=pt-BR



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sábado, 20 de agosto de 2016

Bring me the horizon em That's the Spirit!


Disco lançado em 2015 pela banda de metalcore Bring me the horizon. Antes que pensem que é mais uma banda que vive de gritos e screamos, não, eles não são mais só isso. A banda teve uma evolução notável dos discos anteriores para esse, a quem diga que eles mixaram demais, ou mudaram muito o estilo, para outros eles evoluíram musicalmente falando, e eu sou desse segundo grupo. O que levou a banda a mudar foi quando o vocalista Oliver Sykes que estava viciado em drogas depois do sucesso do disco anterior o "Sempiternal" decidiu mudar, e levar a banda em um percurso de extremo sucesso tanto no reino unido quanto para as Américas do mundo. O próprio vocalista em algumas entrevistas falou que o ponto foi que eles viraram mais profissionais, cuidou do trabalho de cada um em especifico, ele na sua voz, o guitarrista em aulas de guitarra e assim pelo resto da banda, além de também se importarem com a questão física
deixando as drogas de lado e praticando exercícios físicos como treinamentos hit e crossfit. Assim a banda subiu um patamar a mais e começaram a produção do disco, com letras fortes sobre o passado de cada um da banda, animadoras com a visão de um futuro glorioso e com certeza promissora.
Agora destrinchando o disco. Ele tem faixas magníficas e tem algumas que você de inicio pode não gostar. O single do disco com a música “Drown” tem todo o poder do disco contigo em cada frase e verso que se cante como “Drag me out alive?
Save me from myself, Don't let me drown!”, isso pra mim é pura poesia. Mas além dela tem diversas músicas boas como “What you need?” que desde que escutei eu sinto que é feita especialmente para o

antigo produtor da banda que os abandonou e disse que eles não poderiam evoluir em nada (e veja o que virou não é? haha), e daí veio a musica como resposta, chocante e uma pedrada na cabeça. Se escutar o disco em sequencia vem “Avalanche” que é das minhas favoritas, você ouvindo sente uma energia que vem como uma avalanche inicia estrondosa do inicio ao fim, com a escrita “Give me a remedy cause my head wasn't wired for this world, I need a cure for me cause a square doesn't fit the circle!” não é puro lirismo? Eu amo essa música. Tem outras muito legais também como “Happy Song” que tem um coral de crianças ao fundo ou “Oh no” que finaliza o disco de uma forma bem legal. Mas escute o disco ao todo que não vai se arrepender!



Abaixo link pra download do disco e do single do disco.

http://www.4shared.com/zip/OXY_gC0Qba/_2015__Thats_The_Spirit_-_BMTH.html

https://www.youtube.com/watch?v=TkV5709EG5M



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