Mostrando postagens com marcador mothafucka. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mothafucka. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de março de 2019

Cinco motivos para escutar Wanderlust da Stolen Byrds


Chegou para nós essa obra-prima de pura rebeldia musical, fugindo de todos padrões que poderiam ser integrados mas sim feito para viajar para um universo paralelo e absorver tudo de bom que possa ter, em sua vida. A Stolen chegou arrebentando com o novo disco, e eu vou alavancar cinco motivos
para você se deliciar com ele!

-
"Esse é o quarto álbum da banda, eles se firmaram ao passar dos anos como uma banda que nunca deixa se acomodar em um estilo musical ou em um feixe de estilo, eles interagem desde aos maiores riffs de metal como uma boa balada romântica, aromatizando tudo e deixando um bom prato de sonoridade impecável a todos!"

-
"Esse disco foi feito com a gravadora Sony, onde os membros das banda haviam ganho um concurso no ano passado, que passavam varias etapas como se fosse um mata a mata, e por fim se sagraram campeões em Curitiba, a partir dali uma
das premiações seria a produção do novo disco com selo da Sony Music."

-
"Mesmo o disco sendo feito por uma gravadora que pode interferir em seus processos criativos, a banda não largou as suas raízes e teve o trabalho cem por cento sendo composto pelos membros da banda, os arranjos, melodias e letras é totalmente obra dos Byrds!"

-
"A banda trouxe novos elementos no disco, como a adição de cavaquinho, mais sintetizadores ainda e
muita percussão em algumas músicas, o vocal ainda é e sempre será uma das maiores evidencias da banda, mas tem uma harmonia maior ainda em todos os elementos, até em músicas com sonoridades que nunca tinha sido feito ainda pela banda!"

-
"Agora para dar destaque em três músicas, inciarei com a porrada que é New Born Child, já havia escutado ela ao vivo algumas vezes e eu sempre senti uma energia tão forte vindo da música, a letra é como se fosse mandamentos do Neto sendo proclamado aos seus súditos, e eles gritam ao fundo em varias partes da música, é sensacional. O segundo som eu colocaria Soul Much Higher, uma introdução de toque sensíveis e uma calmaria que adentra do aguçante vocal um pouco depois, uma típica balada dos anos 70 que te deixaria em uma enorme calmaria, mas ela explode e mostra quem é a banda tocando de verdade, os vocais de fundo fazendo a mescla com o principal vai te levando em um transe sensacional, sente também um belo groove que faz te mexer por completo, é pura sintonia com a alma! E para destacar
uma ultima seria com toda certeza “É tão bom” que traz a nova cara da banda de novo, refrão em português que traz algo novo e uma batidinha de blues para iniciar a música, segue com uma explosão junto do vocal principal e vai te levando como uma energia gigantesca que assola você, sinta muito essa música pois ela tem o poder de te fazer transcender com toda certeza! Poderia dizer com certeza outras músicas, mas quero deixar vocês descobrirem por si só esse discaço!"

-



Com isso os cinco motivos foram alavancados e com certeza se você gosta de ouvir um som de qualidade, você não terá arrependimento algum! O novo de novo Stolen Byrds chegou, que possamos acompanhar essa viagem deles para sempre!

Acompanhe a banda e escute o novo disco:



sábado, 14 de outubro de 2017

Corona Kings vai girar seu cérebro


O Corona Kings lançou nessa semana o seu terceiro disco, denominado “Death Rides A Crazy Horse” que tem uma simples palavra pra descrever de forma abrupta, explosão. O disco foi o
primeiro da banda gravado depois que foram morar na grande São Paulo, onde a tiveram uma gigantesca evolução em todos os conceitos que se pode colocar . Em conversas, matérias e tudo que tivemos no período com os integrantes, mas principalmente com o Caíque (vocalista) ele sempre alertava que a banda viria diferente e com a pegada que sempre quiseram fazer, então minha resposta chega um pouco tarde mas está aqui, vocês botaram pra quebrar, o disco está sensacional, a banda ta em uma harmonia que nunca havia notado antes, as letras tem diálogos super cheio de emoção e muita atitude, e tem muita porrada, isso é ótimo.

O disco é lançado pelo selo  Forever Vacations Records, que tem o comando vindo do ilustríssimo estúdio Costella onde já passaram
tantas bandas do brasil e de fora, sendo conduzido diretamente pelo Alexandre Capilé, Fabricio Livre e Luas Melim. O selo teve a estreio com o disco da banda, trazendo uma nova onda nas produções de música no nosso país, com uma autoria toda nova e que torcemos muito que siga prosperando.

Nos shows a banda já mostrava algumas músicas e como você sentia que o tom era todo diferente do “Dark sun” antecessor do disco, e como tudo que já citei acima, evolução da banda foi algo muito importante. O disco tem doze faixas, é uma pancada só que você sente só quando já está se balançando com a banda, três dicas essenciais pra você ver a nova cara da banda, comece com “Try it out” que tem participação da Deb Babilonia vocalista do Deb and the mentals, que são tudo chegado um do outro, depois siga e coloque bem alto “Inner Giant” que tem muita guitarra e muita harmonia pra você sentir mesmo a banda, e fecha com “Nowhere man” que é dos destaques mais destaques que poderia colocar no disco, talvez a
faixa principal, a, agora virou quatro destaques, porque a favorita até agora é “With You” que é elétrica, forte, pancada, enérgica e como destaquei te explode completamente. Mas delicie-se com o disco todo, porque vale muito a pena! Continue nos gritos de sua alma e a guitarra pesada Caique, sole como você anda solando que tem uns gritos de almas presas em sua guitarra Felipe, mantenha essa base pesada e cheio de grunge sujo que só seu baixo faz transpirar Murilo e continue a bater na bateria com toda essa sua ferocidade Antônio, porque unindo vocês quatro, temos dos maiores destaques do Rock no nosso país.






Chega no projeto e comente o que achou do novo som dos caras

https://www.facebook.com/vivendoamusica1/

sábado, 25 de março de 2017

Foo Fighters em seu primeiro disco


O primeiro disco da banda que tem o nome de “Foo Figthters’ mesmo é a carta de apresentação de Dave Grohl dizendo que ele não era mais um membro do Nirvana, e sim deu continuidade em sua majestosa carreira musical. No início da gravação era pra ser algo amistoso e sem muitas pretensões sobre o disco, era apenas a forma em que Dave queria continuar a seguir a vida mas com a música
que era sua paixão, mas em determinado momento ele percebeu que estava saindo muito bem o disco e começou a pensar em lançar o mesmo, mas pra nunca assimilarem o que ele estava fazendo com sua banda antiga ele criou o nome “Foo Fighters” e distribuiu para diversos amigos e pessoas do ramo da música. Resultado uma gravadora acabou recebendo a fita sem saber que era o antigo baterista do Nirvana e decidiu fechar a gravação do disco e o lançamento do mesmo! A banda no momento era formada por amigos de Dave, Pat Smear que tocou no nirvana com ele e antigo guitarrista da banda “The germs”, além dos amigos Nate mendel (ainda está na banda) e o primeiro baterista William Goldsmith que era pura pancada na bateria. Após lançar o disco em 1995 a banda tinha de fazer turnê, fechando cerca de 190 shows no tempo de apenas um ano! Agora tratando do disco e os destaques já pode-se começar
com a primeira música que é “This is a call” que é uma música mais calma e com a cara perfeita da banda até mesmo nos dias de hoje, que é uma pegada mais rápida cheio de guitarra e com a voz inconfundível do Dave, tudo combinava perfeitamente e o som flui de uma forma muito gostosa de escutar. Seguido vem a minha música favorita que é “I’ll stick around” que foi o primeiro som que escutei da banda a anos atrás, eu acho que ela tem umas elevações que também são um marco da banda, nela tem uma pegada um pouco mais forte e a bateria denomina todo o ritmo da música, dai mais a frente chega a parte que ele canta “I don't owe you anything, I'll stick around,I'll stick around and learn from all that came from it!” e fica impossível você não ficar contagiado com o ritmo e tentando cantarolar junto da banda! A próxima é “Big me” talvez uma das músicas mais conhecidas por todo o mundo, tem um ritmo bem tranquilo e gostoso de ouvir em qualquer ocasião, tem uma letra bonita como “Big me to talk about it, I could stand to prove, If we can get around it, I know that it's true!” e fica a música toda em um ritmo tranquilo e suave. O próximo destaque fica com “Alone+Easy target” que é uma música mais suja com um ruídos a mais das guitarras que dá uma semelhança ao “Nirvana” mas tem uma bateria um pouco mais rápida e menos pesada, o baixo da uma linha super legal nela também, além que nessa música o Dave dá uma forçada na voz que deixa ela bem diferente das demais e muito elétrica! Depois vem “Floaty” que encaixa perfeitamente na época em que a banda estava tentando
conciliar um som mais calma mas ao mesmo tempo a eletricidade que todos ali tinham, como o início vem só alguns acordes em um violão daí já encaixa todo o resto como uma explosão, é muito boa de viajar! Agora vamos com algo mais pesado, to falando de “Weenie Beenie” que é simplesmente o som que o Dave tocava bem antes de entrar no nirvana, uma mistura de um puro Punk com hardcore e muita velocidade em todos os tons que se pode ter na música, é uma pancada na cabeça que você demora pra assimilar tudo, é formidável! Agora vem mais uma das músicas mais conhecidas da banda, que é “For all the cows” que toda banda cover toca essa música, e em todo bar você já pode ter escutado ela tocando de fundo, é uma ótima música pra se curtir em qualquer lugar, e tem uma letra cheio de lirismo que fala “I'm called a cow, And I'm not about to blow it now for all the cows, It's funny how, Money allows all to browse and be endowed!” e leve pro lado que você quiser essa fala! Pra fechar os destaques do disco vem a maluca “Wattershed” que é uma rapidez que você mal pode notar op que ta rolando, é a música mais punk que a banda já tocou, e com letra mais rápida ainda como “I wanna swim in the wattershed, I wanna listen to the flowerhead, I lost a gallon and still I bled, I keep on thinking i get ahead!” e nada para junto com os cantos, e sim ficam mais rápidos e mais pesados, é um dose de adrenalina pura! Assim fecham os destaques do primeiro disco da banda, que com certeza você deve escutar pra entender todo o processo que a banda já passou desde a sua formação. Vale a pena com certeza escutar ele e junto disso adquiri-lo que tem todo aquele ar de disco das antigas com encarte legal e tudo mais.



Abaixo link pra download do disco e do show que a banda toca na integra todas as músicas desse disco.



https://www.4shared.com/rar/wT1YXuqaba/1995_-_Foo_Fighters.html


Visite nossa página no Facebook e nos diga o que achou da matéria/disco da banda!

https://www.facebook.com/vivendoamusica1/



sábado, 12 de novembro de 2016

Stolen Byrds 2016, seu álbum.


Como vir aqui no projeto sem falar de uma das bandas que nos acompanha desde o começo não é mesmo? Mas dessa vez com o disco físico em mãos pude ter a liberdade de degustar o disco em outras viagens além dos meios digitais. Mas vamos lá falar do disco, ele é o segundo disco da banda, lançado esse ano ainda mesmo com a banda ainda fazendo shows pelo país mostrando toda a evolução e a audácia no estilo que eles nunca fugiram. O som mudou bastante, em conversas com eles comentaram que tinham certo receio do que os fãs poderiam achar do novo disco, a resposta está acontecendo, a mudança foi muito boa e aprovadissima por todos que escutam a banda.  Agora tratando bem sobre o disco, ele contem treze viagens, em que você pode escolher o trajeto que quer percorrer de cada um, só basta você se deixar sentir. Ela começa com “Come Undone” e a pancada já se inicia assim, com uma distorções de fundo e a guitarra vai entrando aos poucos e você sente um ar meio Black Sabbath ao escutar mas daí entra a voz e todos os elementos e você já identifica de volta que é sim, a Stolen Byrds e seu jeito único de tocar. Seguindo vem “Sons of Babylon” e sua psicodélia desde o começo, o ritimo abaixa por alguns segundos mais retorna em segundos depois, é uma das músicas com maior elevação que tem no disco, a frente na música tem uma parte que parece que o Neto (vocalista) ta dialogando com quem está escutando e entra um solo de arrepiar. Depois vem a explosiva “Move on” e toda sua audácia em forma de música e ritmo que alucina você ao escutar e tentar levar junto com você a qualquer lugar. E ai vem uma das mais lindas do disco, estou falando de “Shiva” que começa com um violão e alguns acordes que fazem você desacelerar de tudo que possa estar te acelerando, faz você respirar e colocar um bem estar do tamanho do mundo dentro de você, daí chega uma parte com uma guitarra atrás e a letra “All this time you’ve been sinking , Take my hand and sail with me...” depois entra um solo que é dos melhores que já vi ser tocado por nada mais nada menos que João Manoel (guitarrista solo da banda) que é mestre! Seguido de uma balada com mistura de Bob Dylan e algo mais elétrico que é cantada por “Guz” (guitarrista base da banda) que é uma das coisas mais gostosas de se ouvir, a música se chama “Artemis” e pode se colocar com dos destaques do disco com toda certeza! Vem depois com “Beggin for you” e a guitarra se mistura com as batidas fortes e certeiras do Bruno Abreu (baterista da banda) e vem com a le
tra em um ritmo que te faz induzir a se mexer junto com música e com certeza sentir tudo o que vem a ser cantado. Depois vem uma das minhas favoritas do disco que é nada mais nada menos que “Save you heart” e toda sua explosão do começo ao fim, com a letra que te faz repensar em até mesmo o seu estado de espírito atual, da forma como você anda se tratando, daí vem a parte “Save your heart, set him free, Break the walls follow him!” levo essa parte de uma forma de quebrar tudo os paradigmas e os padrões que nos colocamos em nós mesmos todos os dias e todos os momentos, vamos quebrar tudo isso e seguir mais os nossos corações, talvez seja só minha interpretação, mas vale a pena a sua interpretação também! Vem depois com “Face the light” que desde o lançamento é a minha favorita, talvez pelo estilo de música que não me deixa pensar e me acelera de uma forma que eu me arrepio toda vez, tudo combina desde as linhas de baixo do Adilson com a voz a batida da bateria e as guitarras, a música é muito boa, mas daí cai o ritmo e você já imagina uma calmaria e do nada BOOM explode de novo e você já nem sente mais parte desse planeta, a parte da letra que eu mais gosto é “Cause you never know, Why do you feel so low, It's time to rise, it's time to face the light!” e daí a casa cai, é pesado demais! Seguido vem “Travelling to the Sun” que pra mim é onde a banda mudou drasticamente o jeito de tocar e o som da banda, e foi muito bom porque é a mais ousada do disco todo e uma das melhores também. Depois vem a terapêutica “Requiem” e toda sua sintonia com o universo que te faz viajar, é uma das músicas que te faz relaxar e querer entrar em sintonia com tudo. Depois vem “You gotta believe” e sua pancada desde o inicio, não sei dizer qual é minha favorita no disco de verdade, na verdade é o disco todo, mas essa é pancada na cabeça demais desde o ritmo e a letra que vem “ Cause they give us a lie and turn it into truth, Well you gotta believe (in me)” e daí você pode interpretar essa parte em tantas coisas que você possa estar passando ou sentindo. Depois vem a música do coração como eu gosto de chama-la, que é nada mais nada menos que “Rain Time” e toda a sua beleza desde o seu jeito de levar a música como a letra e a forma que é cantada, a letra então “It's only the rain time,But it all it's gonna pass, Here comes the Sunshine, Lets make it last..” e voce já se arrepia todo, mas ai vem pro fim e vem “But I call my preachers, and I call my friends, cause I know the good lord, Will take me someday!” e você se sente tão bem ao escutar isso que te traz uma
paz inacreditável, além da voz do Neto que faz uns agudos e uns solos nessa música que não tem como ser falado que o cara é desse mundo. Depois vem a mega motivacional “Make until the Day” e já chega fazendo você se balançar no ritmo da música e tentar cantarolar junto da música, ai vem um coro no fundo da música com vozes femininas e deixa a música tão grandiosa que não é de se espantar você se arrepiar ela por inteiro, como na parte “We’re gonna make it untill it pass, Ooh gonna make untill the Day!” e vem todos cantando juntos e você se sente ali no meio de toda aquela energia, é sensacional! Assim fechando o disco, que é um dos melhores lançados nesse ano de 2016 com toda a certeza, obrigado a todos da banda pela parceria tão forte com o projeto e continuem essa estrada que vocês estão que o céu não é o limite de vocês, nada é o limite pra vocês. Fale com eles nos links abaixo para adiquirir o disco, escutem nas plataformas abaixo e comentem o que acharam tanto do disco quanto da matéria, até a próxima!


LINKS:



sábado, 10 de setembro de 2016

Black drawing chalks em No Dust Stuck On You!


Fazia tempo que eu queria falar dessa banda e principalmente desse disco, que pra mim é dos melhores lançado no ano de 2012. A banda Black drawing chalks já não está mais em atividade, nós fãs torcemos para que voltem logo, mas parece que todos os integrantes se apegaram muito nas outras profissões e a banda ia ficar em segundo plano, algo que todos não queriam. A banda de Goiânia manda aquele stoner
pesadão de balançar seu cérebro a cada verso cantado ou riff tocado, é insano. A banda tem quatro discos lançados, sendo um deles um ao vivo em Goiânia, que vale a pena escutar pra você sentir a energia do lugar e como que é um show dos caras, sensacional! Agora vamos nos ater ao disco para que a matéria não fique em um tom triste, mas sim de gratidão. O CD começa com a “Famous”, sério, se você quer saber o estilo da banda é simples, escuta essa canção e você já vai ter uma base onde você está se metendo, é coisa quente eu posso te afirmar! Seguido de “Cut myself in 2” que é o delírio apaixonante da banda, com o tom gótico falando “All this my Love, Wasted in you before you run, And turn me blue, Make me drunk, and put myself in one..”, diz se não é coisa fina? Além do tom que a música te leva, deixando do mais baixo ao mais alto astral ser atingido! O disco tem 15 faixas, fazendo você se ater bastante nos seus gostos pessoais e às vezes não dando tanta atenção a todas as músicas, mas não cometa essa gafe, a “Disco Ghosts” pode parecer uma música simples e sem muito que te enfeitiçar, ERRADO, essa é uma das melhores músicas do disco, fazendo você ficar e permanecer numa viagem do
começo ao fim, pensando em mil formas de interagir com ela e senti-la ao mesmo tempo, é genial! Não posso deixar de comentar da “Swallow” e seu grito de intro, deixando você arrepiado da cabeça aos pés, pode acreditar! Não só a intro como a levada da música, não sei o porquê me faz pensar em um enredo de filme de suspense misturado com um ar de terror, uma dica, tente pensar em enredos para as músicas da banda, é formidável!Pra finalizar e não deixar isso aqui muito longo sintetizarei “The stalker”, uma música que você ou leva pra seu lado engraçado ou pode deixar como aquelas baladas dançantes das antigas, é uma delicia de se ouvir e curtir! Além dessas o disco tem muito mais coisa boa, o CD é uma carta de despedida feita com muito amor para quem sente a música!

Abaixo link para download do disco e link do single:



http://www.4shared.com/rar/CvkUkpzt/black_drawing_chalks-no_dust_s.htm?locale=pt-BR

Visite nossa pagina no facebook e diga o que achou da matéria e sua opinião do disco/banda.