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terça-feira, 23 de junho de 2020

A carta aberta de Luiz Miguel


Lançando essa proposta de matérias, onde vou buscar vozes potentes no meio musical e excitar elas a soltarem o verbo dos assuntos que mais precisam ser debatidos no momento, englobando claro cultura, musica e tudo mais. A primeira voz é Luiz Miguel, baixista da banda Fusage, vive com a arte e vibra em sua alma o basquete. Então vem conosco nessa nova proposta, e aprecie a língua afiadíssima desse cara!

Sua história pessoal e na musica

"Sou Luiz Miguel da Costa Neto (nome do meu avô) tenho 30 anos, Design Gráfico e Diretor de arte, baixista na Fusage e amante de basquete, cerveja e café. Cara, minha história com a Fusage é algo da hora demais, até porque eu e o Douglas (Vocalista) já nos conhecíamos das antiga, somos de Naviraí-MS, a gente teve banda na mesma época em Naviraí e tínhamos vários amigos em comum e nessa ai a vida deu conta de cruzar nossos caminhos aqui em Maringá, a ideia inicial da banda foi do Douglas, ele tava fervoroso assim que voltou da Irlanda, me chamou várias vezes pra colar no estúdio e tirar um som mas eu não tava muito na vibe de tocar, eu tava bem focado na Faculdade de Publicidade e Propaganda que eu acabei trancando no último ano. Até que teve um dia que eu aceitei e fui no estúdio pra ver o que ia rolar, acabei brisando demais, foi quando ele chegou e falou “ Ta afim de fazer parte da banda?”  ai eu acabei assumindo esse compromisso. E tem sido algo muito fodaa, sério, o que eu pude experienciar com a banda ou melhor família, é algo surreal, as viagens, a galera, a energia que a gente pode trocar tanto com público em cima do palco quanto as pessoas boas que encontramos ao longo desse período de banda, é sinistro. Bom acho que meu som vem sempre do momento que estamos passando, sou muito de tentar sentir a vibe do momento, as vezes mais agressivo e as vezes mais “deboista”  eu sou de escutar muita coisa, quando criança tinha muita influência direta da minha mãe Dona Maria que já cantou em banda baile durante um tempo, ela sempre colocava vários CD’s pra tocar, Djavan, Tim Maia, Eliana de Lima, Phill Collins, Raça Negra… entre outros, Na adolescência era mais revolts kkkkk, ouvi muito, Slipknot, Mudvayne, System of Down… Só que esse período todo eu era muito mais influenciado pelo Hip Hop por conta do basquete, eu só usava roupas gigantescas, tênis branco, camiseta branca, trancinhas no cabelo, sempre no estilo gangsta rap kkkkkkkkk (bons tempos). Então acho que meu som tenta beber de várias fontes mas não tem nada específico, uma mistura do caralho que até está dando certo. Eu cursei publicidade e propaganda mas não concluí, no segundo ano eu sentia a necessidade de entrar logo no mercado de trabalho e nessa, as pessoas exigiam a experiência com os softwares de criação, ai comecei a aprender por conta mesmo, eu sempre falo que essa profissão me escolheu. Eu vejo uma importância tão grande na publicidade e propaganda, pois ela é capaz de mudar padrões e conceitos que estão enraizados dentro de uma sociedade, é capaz de trazer a representatividade para minorias. Eu como homem negro atuando nesse mercado de trabalho sei da minha importância e do meu papel social, então sempre que posso tento contribuir com a representatividade do negro em peças publicitárias e assim tenho seguido. Hoje em dia estou muito focado em criar Identidades visuais( Marca, logo) faço alguns cursos tenho estudado e buscado aperfeiçoar meu trabalho cada dia mais."

A vida durante a pandemia 

"Cara essa pandemia realmente deixou tudo a flor da pele, mas sigo uma rotina de muito trabalho na verdade, to fazendo Home Office na empresa que estou trabalhando e nos momentos livres estou tentando usar esse tempo pra poder melhorar minhas habilidades profissionais, estudando marca, desenvolvimento, técnicas de criatividade e desenvolver projetos pessoais de Design, mas também não estou me cobrando muito não. A terapia tem me ajudado bastante com a saúde mental no entanto acho que o que mais está pegando é  a saudade da minha mãe e meu irmão mais novo que moram MS isso ai ta foda irmão. Em relação a saúde física ta foda acho que corri na primeira semana de pandemia e até hoje não fiz nada de nada, só bebendo e comendo dentro de casa. Queria muito voltar ao basquete, mas agora só Deus sabe o que vai ser e quando poderemos jogar novamente TRISTÃOO com isso."


Governo atual e preconceitos 

"Poxa as vezes eu nem consigo expressar todo esse meu descontentamento com a situação do governo atual brasileiro, penso muito que com esse presidente no poder ele conseguiu dar voz há pessoas que tinham um racismo velado e que não expressavam por não ter um “aval” e vejo que o atual governo tem dado todo esse aval. Eu não faço parte de movimentos sociais negros nem nada do tipo no entanto eu luto pela causa como eu posso, como eu disse vejo que a publicidade é uma ferramenta muito importante como representatividade do povo negro, não é hora de ficar em cima do muro precisamos nos posicionar e levar a tona todo tipo de preconceito, seja racismo, homofobia, transfobia é tempo de “FOGO NOS RACISTAS”. Em Maringá eu sofri várias formas de racismo  do tipo “segurar a bolsa quando eu tava passando”  “ ser seguido por segurança de mercado”, sem contar os olhares ao entrar em lugares “mais sofisticados”. Hoje eu tenho total consciência do lugar que ocupo mas nem sempre foi assim, antes eu não frequentava lugares mais sofisticados por conta de se sentir coagido com olhares que me mediam de cima em baixo, hoje vejo que se eu posso frequentar lugares assim, porque não matar meu desejos de comer algo que eu tenho vontade, beber algo que quero experimentar ? Ocupar esses lugares acho que é uma forma de normalizar essa situação sabe. A situação global mais do que nunca coloca em pauta tanta coisa, por que depois de tanto tempo com essa falsa  “LIBERDADE” e ainda nos matam a troco de nada, não só na gringa, no Brasil o índice de morte do homem negro é bizarro, ser negro nessa sociedade racista é se revoltar com olhares, é ter medo de policia, é saber que a culpa pode ser jogada no seu colo a todo momento. Então assim socão na boca de racista e poucas ideia."

Recado de Luiz miguel baixista/Luiz miguel do cotidiano

"Luiz integrante da Fusage PAU NO CU DO BOZONARO QUE JAJA VAI CAIR , Luiz do cotidiano  “A VIDA É MUITO CURTA PARA SER PEQUENA” Benjamin Disraeli … Assistam o doc brasileiro “EU MAIOR”."


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Links para encontrar o artista




sábado, 9 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar Why me? Why not do Liam Gallagher


Liam lançou esse disco com a pronuncia de que era de longe melhor que o seu primeiro disco solo e que aqui ele conseguiu demonstrar todo seu poder em forma musical, sem medos e sem amarras e cheio de potencia nas letras. Agora seguindo nesse fluxo, alavanquei cinco motivos distintos do porque de se ouvir esse baita disco, só ir de cabeça aberta e aproveitar.


"Dois anos após o conceituadíssimo “As You Were” ele voltou com uma drástica mudança no estilo
das músicas, passou de um tom mais melancólico para uma som extremamente britânico elétrico que se assemelha bem mais com o Oasis, mas com vários factoides de Beatles e até mesmo Stones."

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"O álbum como um todo vem mais trabalhado e é muito mais pensado no quesito de enredo, podendo se dizer que foi muito mais pensado em ser utilizado para apresentações em grande escala, como ele vem fazendo pela Europa nos meses antecedentes."

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"É bem forte o tom britpop que só ele consegue colocar nas música principalmente quando ele tem de
soltar a voz mesmo, os alcances de notas que ele consegue em meio a tanta transfusão de instrumentos é bem único e sempre feito com imensa maestria por ele, como exemplo claro em “Meadow”, além da lembrança intensa na voz do John Lennon nessa música, o qual o Liam já demonstrou ser o seu maior ídolo musical."

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"Antes do lançamento do disco muito foi falado sobre a potência da voz do Liam e se ele ainda aguentava aquela potencia toda que ele cantava, principalmente no disco anterior, onde em algumas músicas ele realmente chega a gritar com todo ar esvarando de seus pulmões, e digo a verdade, ele vai conseguir cantar por mil anos ainda se quiser, quanto mais velho melhor está a voz dele, é
incrível."

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"Agora tendo de alavancar três destaques do disco, início com “Gone” que tem um ar até de faroeste pelos seus ritmos e como ele vem cantando de inicio, o som é agradável demais para vários momentos do seu dia mas se você coloca ele na estrada é a trilha sonora perfeita para aproveitar todo
o momento. A quentinha “Now that i’ve found you” como um abraço de alguém que você ama, a música é uma carta linda de sensibilidade por alguém que você sente um amor, e proclamando que pra sempre estará por lá desde que a encontrou, com vozes de fundo, bastante guitarra mas é muito gostosa a ponto de te animar pra voar o mundo, revigorante ao extremo. Minha favorita e que não poderia deixar passar é “Once” que é a música mais poderosa que eu escutei nos últimos tempos, ela é com instrumental bacio e tranquilo, a voz é predominante em boa parte mas a melancolia dela te toca desde a primeira vez que escuta, vem como um soco em “You went down so easy like a glass of wine, my friend when the dawn came up you felt so inspired to do it again, but it turns out you only get to do it once, you only get to do it once...” mais algumas vezes e explode tudo, com uma mini orquestra de fundo, e seu coração vem na boca, emociona demais, é a melhor música do Liam da história!"


O disco tem muitos tesouros, mas deixo para que vocês achem os outros.



Link's do artista




quarta-feira, 24 de julho de 2019

Cinco motivos para escutar “Respiro”, nova obra da Scalene


A Scalene lançou hoje o seu quarto álbum de estúdio, intitulado “Respiro”, vem para abraçar a nossa alma em um caos total que o mundo vive. A revolução intrigante que banda vive em cada obra é uma das coisas mais palpáveis de sentir, é gostoso e afunda dentro de nós a cada grito que há em suas
letras, o amor resplandecente dos integrantes faz com que a banda só cresça e sempre nos mostra belas obras, como essa, de novo. Agora sem mais delongas, alavanquei cinco motivos para você colocar esse disco, e aproveitar extremamente o momento em que você se encontra!

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"A mudança imensa que tem na sonoridade de todos os discos anteriores para o dito cujo. É brutal mas é muito bem feita e gostosa de sentir, traz mais densidade nas letras e composições, e muito da cultura brasileira com timbres, instrumentos e estilos dentro das músicas, é um disco novo com uma banda nova por assim se dizer, abra seus horizontes e cabeça para escutar e apreciar, não se arrependerá, prometo."

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"Tem diversas participações especiais no disco, como Ney Matogrosso vem com sua voz única e
incrivelmente potente em “Esse Berro”, passando para a música “Vai Ver” tem o toque brazuca do bandolim com o saudosista Hamilton de Holanda, e finalizando as participações tem Xênia França e toda sua força na intrigante “Furta Cor”."

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"O disco marca o aniversário de dez anos da banda, se acompanhar a mudança brusca que tem do primeiro single da banda para esse último disco em questão é algo forte, a mudança visual, instrumental, vocal e principalmente as novas ideias que são incrementadas nas músicas, é como disse, uma das coisas mais gostosas de se notar!"

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"Não tem como falar de Scalene e não falar das letras, e nesse disco é sensacional, como a profundidade e o raso é elevado a cada segundo das músicas, te levando com uma onda gigantesca e
trazendo a uma simples maresia na beira do mar. Se deixe banhar com esse disco."

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"Aqui tenho de cometer um crime e alavancar apenas três músicas que mexeram e me tocaram mais nesse tempo em que escutei o disco. De primeira que me levou a outro mundo foi “Casa Aberta” que me trouxe uma paz e uma emoção muito grande, como a música é levada em uma calmaria de um som acústico com uma pegada bem leve do nosso mpb, com a voz suave que o Gustavo leva nessa música, com um toque de violino ao fundo, a letra traz o presente que vivemos, apenas a história de um cotidiano que precisa-se dar tempo, como “presenteou-se pois desligou o seu celular, sentiu falta de sentir falta de alguém, concordou que andava ansioso, a espera da luz da manhã..”, é como um desligue-se e sinta mais, deixe um pouco da prisão virtual que estamos vivendo e sinta mais o ao redor e sinta mais forte tudo que tem dentro de si, e isso foi um abraço, especifico,
em mim. Depois colocaria “Assombra” que inicia com dedilhados de violão e aparenta vir mais forte ao decorrer da música, mas mantém uma calmaria intrigante que vai te abduzindo para dentro, a letra trata de uma despedida e todas as nuances que disso se tem, trata da verdade que se é difícil de se fazer mas de como é libertador não ter de fugir dela, ter de se entregar ao real e deixar o irreal de lado, faz-se sentir o medo mesmo que lhe assombre, para ai sim, sentir-se livre. Das músicas mais belas que tocou meu coração é essa, “O que será” é uma carta de amor a vida e seus percursos, ela é simples com apenas um piano e a voz doce do Gustavo nessa canção, traz uma melancolia gostosa mas ao mesmo tempo um afago cheio de amor que você sente sim ao escutar, tratando dos cantos e becos da cidade onde você já passou e viveu, de pessoas que vem e vão e você continua a seguir, os medos e alegrias que você sente ao sair da cama com a sua rotina, mostra o que você guarda ai dentro do seu peito que só você sabe e isso é lindo, termina com a frase extremamente intrigante com “o que foi já se foi, o que for o que é, será, o que é será”, é como um viva o momento e abrace tudo que vier do futuro, viva o agora mais que nunca."

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O disco ao todo é sensacional, é uma obra prima do nosso lindo país, que mesmo em um grande caos vem esse “Respiro” para nos acalmar. Essa é a ideologia do disco, pare um tempo, coloque ele e respire, bem fundo, e sinta o máximo tudo que puder com as músicas, jogue elas ao tempo com o seu tempo, sinta, sinta muito mesmo, e não se esqueça nunca de respirar.


Um agradecimento especial ao Gustavo Bertoni (vocalista), que disponibilizou a obra tempos antes para matéria ser feita e sentida, assim apoiando o projeto, obrigado de coração.



Agora se quiser falar a nós o que achou da matéria clica em algum desses links





sábado, 13 de julho de 2019

Gustavo Oliveira e Fusage esquentam a calada noite de Campo Mourão



Ontem, precisamente dia doze de Julho, houve uma viagem de ida para outra dimensão com o show acústico do Gustavo e ainda a paulera que fez todos no recinto sacudirem suas almas com a Fusage. O início foi com o Guz (vocalista da The Old Skull Guz) que veio fazer uma performance solo e acústico, ali somente ele o violão e o microfone, e devo dizer que a muito tempo não conseguia ver uma apresentação com tanta emoção e tão bem feito como foi!

Ele diversificou seu setlist entre blues antigos, canções que ainda nem ele nem a banda havia lançado, e alguns hits da banda em formato acústico como o single “Mutt Dog” e a lindíssima e super tocante “True” que é sem dúvida dos sons mais deliciosos de se ouvir em todo canto! Sempre falo que é um orgulho tanto a amizade como poder apreciar esse cara soltando sua alma para que todos possam escutar! O show se fecha, as luzes ficaram vermelhas e uma fumaça aos poucos saindo, os diabólicos da Fusage entraram a mil por hora, sem nem pensar em ir acostumando os ouvidos, nos prometeram uma viagem cósmica e cumpriram. A quem estava no teatro sentiu cada pancada dentro de si com a bateria, as batidas entontes que vinham do baixo faziam a linha completa do transe, junto da guitarra que solava a cada minuto fazendo você se intoxicar-se de magia e a base com vocal estridente fazia você arregalar os olhos sem dúvida de que já nem estava mais ali! A banda vem de uma turnê pelo Brasil, eles já estão enormes musicalmente, explodiram todos os padrões que poderiam ter se fechado neles! Tocaram várias músicas do último disco lançado que faziam você balançar ao lembrar de vários riff’s, e como a banda sabe faze-los! Mas pra quem ficou até o fim deram uma canja do que vem por ai com um som que ainda nem foi lançado ! Foi o fechamento de uma noite cósmica que tivemos a oportunidade de ir na nave desses magos musicais!

Acompanhe os trabalho de ambos os artistas nas mídias sociais, e um pedido especial quando houver eventos vá e prestigiem pois não se arrependerão! A cultura vive se você der vida a ela em sua cidade, apenas falar e não agir não adiantara nada, e ela falecerá, pense mais nisso!

FUSAGE:


THE OLD SKULL GUZ


sexta-feira, 22 de março de 2019

Cinco motivos para escutar Wanderlust da Stolen Byrds


Chegou para nós essa obra-prima de pura rebeldia musical, fugindo de todos padrões que poderiam ser integrados mas sim feito para viajar para um universo paralelo e absorver tudo de bom que possa ter, em sua vida. A Stolen chegou arrebentando com o novo disco, e eu vou alavancar cinco motivos
para você se deliciar com ele!

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"Esse é o quarto álbum da banda, eles se firmaram ao passar dos anos como uma banda que nunca deixa se acomodar em um estilo musical ou em um feixe de estilo, eles interagem desde aos maiores riffs de metal como uma boa balada romântica, aromatizando tudo e deixando um bom prato de sonoridade impecável a todos!"

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"Esse disco foi feito com a gravadora Sony, onde os membros das banda haviam ganho um concurso no ano passado, que passavam varias etapas como se fosse um mata a mata, e por fim se sagraram campeões em Curitiba, a partir dali uma
das premiações seria a produção do novo disco com selo da Sony Music."

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"Mesmo o disco sendo feito por uma gravadora que pode interferir em seus processos criativos, a banda não largou as suas raízes e teve o trabalho cem por cento sendo composto pelos membros da banda, os arranjos, melodias e letras é totalmente obra dos Byrds!"

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"A banda trouxe novos elementos no disco, como a adição de cavaquinho, mais sintetizadores ainda e
muita percussão em algumas músicas, o vocal ainda é e sempre será uma das maiores evidencias da banda, mas tem uma harmonia maior ainda em todos os elementos, até em músicas com sonoridades que nunca tinha sido feito ainda pela banda!"

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"Agora para dar destaque em três músicas, inciarei com a porrada que é New Born Child, já havia escutado ela ao vivo algumas vezes e eu sempre senti uma energia tão forte vindo da música, a letra é como se fosse mandamentos do Neto sendo proclamado aos seus súditos, e eles gritam ao fundo em varias partes da música, é sensacional. O segundo som eu colocaria Soul Much Higher, uma introdução de toque sensíveis e uma calmaria que adentra do aguçante vocal um pouco depois, uma típica balada dos anos 70 que te deixaria em uma enorme calmaria, mas ela explode e mostra quem é a banda tocando de verdade, os vocais de fundo fazendo a mescla com o principal vai te levando em um transe sensacional, sente também um belo groove que faz te mexer por completo, é pura sintonia com a alma! E para destacar
uma ultima seria com toda certeza “É tão bom” que traz a nova cara da banda de novo, refrão em português que traz algo novo e uma batidinha de blues para iniciar a música, segue com uma explosão junto do vocal principal e vai te levando como uma energia gigantesca que assola você, sinta muito essa música pois ela tem o poder de te fazer transcender com toda certeza! Poderia dizer com certeza outras músicas, mas quero deixar vocês descobrirem por si só esse discaço!"

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Com isso os cinco motivos foram alavancados e com certeza se você gosta de ouvir um som de qualidade, você não terá arrependimento algum! O novo de novo Stolen Byrds chegou, que possamos acompanhar essa viagem deles para sempre!

Acompanhe a banda e escute o novo disco:



sábado, 17 de fevereiro de 2018

Fusage chegando quente em 2018!


A Fusage é daquelas bandas que você coloca o som no último, põe aquele fone maroto e viaja pra outra dimensão em um cometa dos mais rápidos que pode existir, sim, você não fica nesse plano astral. Enfim, batemos um papo super legal com o Douglas Takazono que é vocal e guitar da banda,
sobre vários pontos da banda e seu futuro!

Ano passado foi um ano cheio de acontecimentos pra banda em geral, mas destaque um especial que foi um divisor de águas pra vocês?

Acho que no caso da Fusage foi participar do Stolen Fuzztival. Estivemos em contato com muitas bandas que todo mundo curtia já fazia uns anos, e a energia do festival com certeza foi determinante pra dar aquele gás de “agora a porra ficou séria”. Desde o momento em que fomos confirmados no line até o momento em que finalizamos nosso show as vibrações geradas alimentaram muita coisa boa que aconteceu e que está por acontecer.

O grupo é visível que está cada vez mais alinhado e fino na questão musical, mas qual seria o segredo por trás da banda?

Essa é uma questão bem ampla, mas não há segredo. O importante para nós é realmente estarmos em sintonia fina com o que sentimos e expressar isso da forma que reflita em um trabalho que nos orgulhe. A parte técnica e “burocrática” da coisa é levar com profissionalismo, evoluir no sentido de servir quem consome nosso som, existe toda uma correria por trás da coisa, mas em qual trabalho não tem né? A diferença é que pra banda, todos os corres são sempre um prazer, é ver o sonho sendo construído a cada passo dado.

O ano está começando e a banda já tem algo planejado que ainda vai acontecer no mesmo ano?

Estamos com muitos planos, ainda não traçamos completamente o planejamento estratégico de cada meta, mas a ideia é gravar novas músicas, produzir um clipe e registrar ao vivo, que consiga extrair

exatamente o que é a experiência do nosso show. Já temos músicas novas e estamos bem empolgados em relação a isso, ainda não firmamos datas para tudo isso acontecer, mas até o começo de março queremos ter tudo bem alinhado.


O que esperar da banda pra esse ano e os próximos que estão por vir?

Muita ação. Vamos promover um evento enorme, vamos produzir material novo e queremos visitar cidades que ainda não tocamos. Começamos

tocando em Londrina no final de janeiro e já fizemos o primeiro show no tribão junto com o Montanas Trio. A ideia é conciliar da melhor forma os compromissos pessoais de cada um com os compromissos e metas da própria banda. Como ainda não sobrevivemos com a grana proveniente da Fusage precisamos otimizar nossos horários e fazer o que está ao nosso alcance no momento. Para os próximos anos pode-se esperar muito fuzz, riffs e psicodelia, o resto a gente tá correndo atrás!


Por fim as palavras do nosso frontman explosivo:

Somos gratos a cada um que contribui e alimenta esse sonho da forma que pode! E estamos muito empolgados pra fazer não só pela banda, mas pela arte independente como um todo.


Abaixo link's pra acompanhar a banda:




terça-feira, 7 de novembro de 2017

Longevidade musical


Ao notar bandas e mais bandas que aparecem o sentimento de querer que elas sejam eternas permeiam as nossas cabeças, como quero ainda ouvir esses caras quando eu for um velhinho que senta a meia tarde para ouvir um disco. Ao mesmo tempo bandas se desintegram de pouco a pouco por sede de aparecimento prematuro ou até mesmo o excesso de aparecimento, fazendo dos mesmos a destruição completa do algo mais importante em uma banda, a música e seu amor pela mesma. Como mero expectador quero mais e mais bandas aparecendo e somando junto das que estão fazendo esse globo girar em seus ritmos mais frenéticos que se possa ser, não deixando a roda parar, mas estando ali como uma engrenagem forte e sustentada. Leia sobre bandas influentes que não se dissiparam aos anos, de Foo Fighters, Paul Mccartney a Metallica, onde pode encontrar uns exemplos mais fortes de que a banda manteve o mínimo que se necessita para se manter, que é deixar a música como a espécime mais importante dentro do integrante, que a paixão e a alma tem de ser expressa nas músicas e em si, tire toda vaidade e assim por anos ou décadas estarão ali em pé fazendo o seu cérebro girar. Talvez o segredo seja esse mesmo para manter a maior longevidade que der a uma banda, é deixar aquilo rolar como quando se iniciou, podendo ser uma jam entre amigos ou até mesmo de início tentar ser uma banda com reconhecimento nacional/internacional, a formação de algo sempre tem de ser solidado e não deixar que o tempo o ruine, deixe a música sempre percorrer a veias de seu ser. De decreto eu digo, nada na vida se permanece firme sem o maior sentimento que você tenha, se teu peito não vibra ao fazer isso saiba que você está em algum aspecto errado, talvez o lugar ou determinado tempo, mas saiba que quando tudo se encaixar, e você ficar em frenesi com o que se faz a sua chance de levar isso a vida toda é enorme. E o resultado para ter uma longa jornada em uma banda, talvez seja isso, deixar o sentimento rolar e ser o mais sincero e leal a você mesmo, sem vender o seu ideal, porque é isso que o futuro vai te recompensar, rumo ao estrelato, rumo ao seu coração palpitar por uma longevidade sem tamanho, infinito será, infinitos sentimentos você há de conquistar. 


Gostou da nova proposta de matéria? Então chega na página e comente!

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