Mostrando postagens com marcador Rock nacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rock nacional. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Seja abduzido, Abdusounds está chegando


Em um papo com o Douglas (Organizador/Vocalista da Fusage) descobri um pouco do que vai rolar nesse festival que vai tirar você do chão e levar para cima, onde o céu fica infinito, viajemos! Com a palavra, caro Douglas:

"Esse evento promovido pelas bandas independentes para divulgar o próprio trabalho, e que desde a primeira edição já havia exposições artísticas em geral, e nessa edição se manteve a essência de ser um festival de arte com vários focos das mais diversas artes. Essa edição (terceira) o Neto (vocal Stolen Byrds) entrou em contato e comentou sobre uma banda que ambos gostávamos e éramos fãs chamado Quarto Astral e essa banda viria tocar em Maringá junto com ela também viria a Aminoácidos que tem a vontade de fazer todo esse role em Maringá. Além delas a Barbara uma das criadoras do evento havia conversado com a Cadillac Dinossauros pra tocar também em maringá, fazendo parte do Abdusounds. De primeiro momento a Fusage iria até ficar sem tocar porque o propósito do festival é abrir para todas as bandas tocarem e mostrar seu trabalho, não sempre as mesmas bandas tocar, mas como resolução resolvemos juntar todas as bandas com que estávamos conversando, adicionar a Fusage também e fazer o maior evento que já existiu. Vai rolar mais de 20 artistas no lugar, Foodtrucks, Flash tattoo entre outras coisas. Então o Abdusounds em si é o festival pra unir e fazer uma interação maior da classe artística, promover o contato, troca de ideia e tudo mais, fazendo a ferramenta pra fortalecer todo o role. A galera pode esperar a maior edição e mais forte que já fizemos, estamos trabalhando com muito carinho desde fevereiro para que seja um dia memorável a todos os presentes. Estamos tendo o apoio de diversas frentes como Enjoy Maringá, da Mundo Livre FM, do jornal Metro, do Vivendo a Música um portal especializado eu sempre nos dá muito apoio e visibilidade não só pra gente mas todas as bandas que conhecemos e tivemos privilegio de trabalhar juntos."

Palavras de um dos caras mais correria que nós do projeto já conhecemos, fazendo com que a estiga para o dia chegar logo e que seja um baita festival, nos vemos lá!  


Abaixo link do evento e playlist com as bandas do role!



sábado, 17 de fevereiro de 2018

Fusage chegando quente em 2018!


A Fusage é daquelas bandas que você coloca o som no último, põe aquele fone maroto e viaja pra outra dimensão em um cometa dos mais rápidos que pode existir, sim, você não fica nesse plano astral. Enfim, batemos um papo super legal com o Douglas Takazono que é vocal e guitar da banda,
sobre vários pontos da banda e seu futuro!

Ano passado foi um ano cheio de acontecimentos pra banda em geral, mas destaque um especial que foi um divisor de águas pra vocês?

Acho que no caso da Fusage foi participar do Stolen Fuzztival. Estivemos em contato com muitas bandas que todo mundo curtia já fazia uns anos, e a energia do festival com certeza foi determinante pra dar aquele gás de “agora a porra ficou séria”. Desde o momento em que fomos confirmados no line até o momento em que finalizamos nosso show as vibrações geradas alimentaram muita coisa boa que aconteceu e que está por acontecer.

O grupo é visível que está cada vez mais alinhado e fino na questão musical, mas qual seria o segredo por trás da banda?

Essa é uma questão bem ampla, mas não há segredo. O importante para nós é realmente estarmos em sintonia fina com o que sentimos e expressar isso da forma que reflita em um trabalho que nos orgulhe. A parte técnica e “burocrática” da coisa é levar com profissionalismo, evoluir no sentido de servir quem consome nosso som, existe toda uma correria por trás da coisa, mas em qual trabalho não tem né? A diferença é que pra banda, todos os corres são sempre um prazer, é ver o sonho sendo construído a cada passo dado.

O ano está começando e a banda já tem algo planejado que ainda vai acontecer no mesmo ano?

Estamos com muitos planos, ainda não traçamos completamente o planejamento estratégico de cada meta, mas a ideia é gravar novas músicas, produzir um clipe e registrar ao vivo, que consiga extrair

exatamente o que é a experiência do nosso show. Já temos músicas novas e estamos bem empolgados em relação a isso, ainda não firmamos datas para tudo isso acontecer, mas até o começo de março queremos ter tudo bem alinhado.


O que esperar da banda pra esse ano e os próximos que estão por vir?

Muita ação. Vamos promover um evento enorme, vamos produzir material novo e queremos visitar cidades que ainda não tocamos. Começamos

tocando em Londrina no final de janeiro e já fizemos o primeiro show no tribão junto com o Montanas Trio. A ideia é conciliar da melhor forma os compromissos pessoais de cada um com os compromissos e metas da própria banda. Como ainda não sobrevivemos com a grana proveniente da Fusage precisamos otimizar nossos horários e fazer o que está ao nosso alcance no momento. Para os próximos anos pode-se esperar muito fuzz, riffs e psicodelia, o resto a gente tá correndo atrás!


Por fim as palavras do nosso frontman explosivo:

Somos gratos a cada um que contribui e alimenta esse sonho da forma que pode! E estamos muito empolgados pra fazer não só pela banda, mas pela arte independente como um todo.


Abaixo link's pra acompanhar a banda:




sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Far From Alaska em Unlikely



Segundo disco da banda, o enigmático Unlikely veio cheio de novas propostas mas com as caixas de som deixada no último como sempre, fazendo você se chacoalhar por inteiro ao ouvir. O disco foi gravado nos Estados Unidos, em Ashland (Oregorn) com produção de Sylvia Massi, que já fez
produções como de Red Hot Chili Peppers e Sistem of a down, então tinha tudo pra dar certo, e já posso adiantar, deu, e deu muito certo. Devo levantar que fiquei impressionado com o jeito que recebi o disco em uma sanduicheira de plástico, cheio de encartes das músicas, além do disco em si e os autógrafos, a banda trabalhou incrivelmente no merchandising para o disco com certeza, fiquei muito feliz em participar do crowndfunding da banda! Falando do disco, é extremamente bem produzido, você sente das notas da guitarra, na letra, na arte do disco, no som em completo que a banda fez que é animal. Agora vamos destrinchar música por música pra que possam entender um pouco o que esperar ao curtir o novo som da banda. O primeiro som do disco é o single que já foi lançado, “Cobra”, que já tem uma mini matéria aqui, pode falar que é a música
mais rápida e porrada do disco com toda certeza, eles souberam usar mais guitarras e um toque menos de sintetizador nessa no modo certo, a voz se completa com tudo, é uma baita abertura para o disco. A segunda música se chama “Bear”, que começa com aquelas músicas de filme de terror, que aumenta o volume no ultimo de repente some o som, se repetindo por alguns segundos, entrando a vocal que vem em uma batida por trás, isso tudo se une e engloba na mesma sintonia, depois explode, aaaah e como explode bem, a música tem elevações do início ao fim, vai do 100 por hora aos 10 em segundos, deixa você sintetizar tudo a sua volta dentro de você, é uma imensa viagem! Agora vem a acelerada “Flamingo” que começa com os instrumentos bem plugados e decididos a mostrar que gostam de fazer barulho, mas em estantes a loucura diminui e o sintetizador se une com a voz formando um coro muito bom, essa com certeza tende ser a música mais chiclete do disco, que o refrão vai ficar na cabeça e vamos ficar cantarolando por cima e pra baixo, é fora do normal! A quarta música é “Pig”, ela tem um início meio country na guitarra e nas batidas que ao chegar a um tempo diminuem e
encaixam o vocal totalmente, fazendo do mesmo dos instrumentos a voz, ela é mais calma que as anteriores, mantém pequenas elevações ao decorrer da música, imagino facilmente uma festa rolando esse som e fazendo tu dançar ela do começo ao fim! Agora vem “Elephant” que começa com um som bem melancólico, com a guitarra lá no fundo como se fosse obscuro o som, entrando o sintetizador e a voz bem calmo te fazendo entrar em uma nuvem, é a primeira balada romântica que eu escutei da banda e está muito aprovada, porque além dessa calmaria toda tem suas pequenas explosões que é a cara da banda, com certeza é dos pontos altos do disco! Vamos agitar de novo, essa é “Macaco”, um som que de abduz de uma forma fora do normal, ela tem um volume mais baixo que as primeiras, mantem um pouco a calma mas nela tem uma curiosidade que parece que a banda desliga e liga tudo várias vezes, fazendo você penetrar dentro da música, voltando sempre mais rápido, te deixando num transe perfeito, é genial! Se liguem nessa, estou falando de “Pelican” que é talvez a música favorita nesse disco, porque eu realmente fico encantado com músicas que parecem ter elevações o tempo todo e tem uma história sendo contada, e a banda está fazendo o disco todo com maestria nesse sentido, esse som em especial eu sinto uma emoção da banda e me emociono junto ao ouvir, arrepia e te deixa fora de si o tempo todo em que você escuta! Se está com fome de música então coma a “Pizza”, que é o som mais baladinha e elétrica que se pode ter no disco, ela mexe contigo e te faz
balançar por completo, e de repente se desliga tudo e te coloca nos tempos de brilhantina, nas pistas de dança, mas na sequencia já explode de novo e te coloca na banda, essa banda não tem uma época de música nem nada, ela é indecifravelmente incrível! Agora um som de faroeste de início, falo de “Armadillo”, que fica um bom tempo parecendo que a banda está tentando te contar uma história das boas, que se encaixa com todo o instrumental e fica claramente possível uma trilha sonora de um dos filmes de Clint Eastwood e toda sua trama. Está afim de um Rock’n roll? Então essa é a música, “Rhino” vem como o animal, vem forte e cheio de potência, fazendo do início ao fim você sentir uma porrada e se sentir conduzido pela banda, a letra também é daquelas que vão grudar e te fazer cantarolar do início ao fim, é um som que tem uma pegada lembrando o disco anterior da banda, mais pesado e puxado para as guitarras, mas com as acelerações iguais a todas as músicas que fazem o nome da banda! A última música do disco é a inigualável “Slug” que tem o início só o vocal em evidencia e de repente tudo vem a baixo com o instrumental que fica batendo e batendo no seu ouvido como se quisesse entrar e ficar na sua cabeça, você vai chacoalhando a cabeça no ritmo o tempo todo, além dos sintetizadores que te fazem acelerar e diminuir na música toda, é um baita fechamento pro disco! BONUS TRACK: ainda temos a música bônus do disco que é a “Coruja” que começa ao estilo de Queens of stone age, com o baixo lá em cima fazendo o som ritmar no começo, adentrando as vozes e mantendo um tom obscuro na música, entrando todos os elementos do som mas mantendo obscuro, deixa uma cara diferente na banda, mas me deixa louco para escutar na estrada, é o som de passagem de um lugar a outro com certeza. Assim foi descrito o disco novo dos infernais Far From Alaska, que nos deu de presente um disco muito bem trabalhado e cheio de potência, mostrando que no Brasil em todo canto tem muita música boa e gente que faz a correria! Obrigado por nos presentear com essa obra, com certeza dos maiores destaques na música mundial do ano!



Abaixo link’s das mídias sociais da banda e single do disco


https://www.instagram.com/farfromalaska/?hl=pt-br
http://farfromalaska.com/
https://www.facebook.com/FarFromAlaska/
https://twitter.com/farfromalaska


Curtiu a matéria? Vai na página dá um like e comente então! 

https://www.facebook.com/vivendoamusica1/

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Corona Kings em sua nova fase


Trocamos uma ideia com o Caíque (Guitarra/Vocal) da Corona Kings, sobre como anda a banda depois de se mudar para São Paulo e o que podemos esperar da nova fase da banda.

O que tem de diferente dos outros discos?

Acho que nesse terceiro álbum estamos nos encontrando muito mais. A saída da terceira guitarra e a entrada do Murilo transformaram a pegada da banda. Hoje em quatro o som tem que ser bem mais
direto e cru, e é isso que buscamos nesse novo trabalho.

A mudança pra São Paulo influenciou na musicalidade da banda?

Com certeza! Aqui em São Paulo conhecemos um monte de gente, várias outras bandas, uma porrada de shows e tudo isso acaba influenciando no seu som. A vida 24h com a banda também influencia muito, principalmente na hora da composição, antigamente eu costumava fazer a maioria das músicas em casa sozinho, hoje nem tenho mais essa opção hahaha. Se alguém faz um riff legal no violão outra pessoa na casa já da ideia, várias músicas novas nasceram assim. Uma outra coisa importante da mudança foi que chegando aqui somos só mais uma banda, então para aparecer um pouco que seja temos que ser cada vez melhores.

Tem data de lançamento do disco ou de alguma música?

Data exata ainda não temos não. Nós queremos lançar pelo menos dois singles até o começo de Julho, pra mostrar a cara do som que tá vindo. E no máximo até o começo de Agosto lançar o álbum inteiro.

O que os fãs podem esperar da nova era do Corona Kings?

Podem esperar o Corona mais rock'n roll que já ouviram. A filosofia nesse álbum novo é voltar às origens do que a gente cresceu ouvindo e ser mais direto sempre. Nós estamos nos encarando como uma banda nova e acho que a galera vai sentir isso. Estamos animados pra caramba com o resultado até agora, espero que o mundo sinta o mesmo.




Abaixo links para contatar e ver as músicas dos caras.



https://www.facebook.com/TheCoronakings/

http://coronakings.com.br/

https://www.instagram.com/corona_kings/


Visite nossa página no Facebook e nos diga o que achou da matéria!

https://www.facebook.com/vivendoamusica1/




sábado, 17 de setembro de 2016

Stolen Byrds em Gipsy Solution!




A esses caras passam magia na música, um euforia toda vez que toda qualquer música deles. Um dos pontos mais legais da banda é simples, elas são de Maringá, aqui do lado de onde a vivendo a música foi criada! A banda é uma das maiores parcerias que temos no projeto, toda vez que fazem alguma coisa nos
contatam e sempre mantemos contato de tudo que possa vir a florir no outro dia. Mas falando do disco, esse é o primeiro disco da banda, talvez dele que a banda explodiu e começou a ficar mais conhecida fora dos muros do Paraná e de toda a região. A banda tem uma miscigenação de estilo muito grande, lembrando de Aerosmith a Rolling Stones e por ai vai, mas o interessante que você nota que é a banda e não uma banda cover, isso os faz diferente de tudo que você que já pode ter escutado! Agora falando da musicalidade do disco que é o importante aqui, o disco é composto por onze músicas, te levando em uma viajem incrível e surpreendente do começo ao fim, além de parecer uma história sendo contada da primeira a ultima música, coisa fina! Começa com o single do disco “Gipsy Solution” que até pra escrever é meio difícil, aquele grito do “Neto” que é o vocalista da banda já demonstra um pouco do que se esperar da banda, que é PANCADA! A música tem uma levada no baixo que é boa demais de se levar em uma dança, as batidas da bateria e a guitarra vão entrando e te deixando em transe total, melhor escolha pra single não teria, essa música pra sempre vai estar entre as melhores dos caras! Fica até difícil continuar falando das outras músicas do disco, que muito pelo contrario,
não abaixam o nível! Mas vou tentar colocar os meus destaques pessoais no disco, seguido vem “Bad Luck River” que mais parece uma balada ao estilo Bob Dylan, mas não se mantém a calmaria por muito tempo, ela começa a se expor aos poucos, mas vai te penetrando e fazendo você cantarolar e sentir tudo que está sendo profanado, a bateria vêm forte nessa junto com o restante, repetitivamente vou falar, você vai viajar escutando isso! Seguido na lista vem “Wandering Spirit” que meu deus do céu, que coisa mais bonita de se escutar e curtir! UMA DICA! Pega o seu carro, coloque alguém que você goste do lado e vá a algum lugar que vocês assim o céu e fique por la escutando essa música, é sensacional! Como na parte “I’m a wandering spirit, All my life have been meaningless, Oh now lord rolls the dice, And with luck I’ll be fine!” arrepia demais, daí tem o choro da guitarra por trás e você só tem que aproveitar por isso ter sido gravado e feito, é pura magia! Não posso deixar de falar de “Underrated Son” que foi a música que me apresentou a banda, desde que ouvi ela já senti que não eram desse mundo. A levada dela com a força que é feita, transforma toda sua cabeça no mesmo minuto, chave de ouro pra essa! Tem mais muita coisa boa no disco como “In your name”, “Sugar” entre varias outras! O disco me apresentou os caras e fico feliz demais em saber que temos essa parceria! Por fim, vale a pena demais escutar e apreciar o disco!

Abaixo o link do single e página dos caras no facebook:




https://www.facebook.com/stolenbyrdsoficial/?fref=ts

Visite nossa página no facebook e diga o que achou da matéria e sua opinião do disco/banda.