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sábado, 30 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar o disco de estréia da Violet Soda


Firmar e se afirmar, são coisas distintas mas que condizem muito com o que aconteceu com a Violet Soda no seu primeiro disco lançado, denominado com o mesmo nome da banda. A banda montou aos poucos uma obra firme, forte e cheia de atitude, muitos riffs e muita energia contagiante, é quente e rápido como deve ser, então se aconchegue e prepare pra entender cinco motivos dessa masterpiece.

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O primeiro disco de uma banda é das coisas mais complexas que se pode ter, mas ao mesmo tempo eu acredito que nele você encontra o mais cru da banda, onde nota mais fácil as semelhanças em inspirações, e como a banda quer mesmo ser escutada, o som é o mais puro que pode ser, e ao ver esse disco em especifico fica nítido onde a banda quer atingir e chegar.

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Esse disco foi distribuído e assinado pela Deck, mas também em parceria com a Forever Vacation Records, que anda pegando várias bandas que estão surgindo e ajudando as impulsionar com nada menos que Alexandre Capilé. Fazendo o disco ter uma distribuição maior e atingindo mais massas em si.

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Pelos EP’S passados já se tinha uma imagem pré concebida da banda, mas no discorrer do disco você vai encontrando algumas formas novas e uma identidade mais própria do que antes em si, nota o tom mais enérgico em algumas faixas e algumas mais sérias também, é uma mistura que fixa muito bem a ideia em si da banda.

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A banda já chamou a atenção de um público que estava carente de algo com energia e atitude, ao olhar ao palco você vê muita singularidade de cada integrante mas percebe uma ligação a mais que há ali, aparenta que a mensagem que a banda tem é o contexto perfeito para união dos quatro integrantes, com o comando espetacular de Karen Dió no vocal, o grito revolucionário da banda é ouvido aos quatro cantos da alma.

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Chegou a hora de alavancar a top três do disco, e não tem como não colocar em primeiro lugar “Charlie” que desde a primeira vez que escutei sempre me trouxe alguma sensação de quebra de comodismo, não sei se é o ritmo em si da música que é muito dinâmica e rápida, ou o refrão que gruda na mente e faz você ter aquela sensação de gritar a quem precisa ouvir, é literalmente uma explosão em sentimento em si. Depois vamos continuar bem rápidos e pra ajudar coloca bem alto o volume ai, vamos com “I’m trying”, que é o cansaço e a indignação mental em não parecer com seu algoz, diz bem alto que está tentando mas tem vezes que o mundo provoca e pede das nossas mais surtadas atitudes, muito instigante e intensamente forte o vocal em especial dessa música. Depois tem de colocar “Fade out” que de primeira já me agradou, lembrando bem bandas noventistas e toda aquela onda grunge que atingia o mundo fortemente, mas é mais limpo e um pouco mais melancólico o tom vocal, tem mais sentimento como “Leave it all behind with no excuses, go, you wanna prove it, with holy words, you only think about you, i am fading out!”, e aquela levada instrumental que vai te puxando dentro do frenesi que é a música, faz você sentir em si o que é proclamado, por favor façam clipe dessa música.  BÔNUS! É isso ai, disco bom tem que ter bônus, e vamos de “Don’t like this song” que me lembra bastante também as músicas do inicio do Foo Fighters mas com uma pegada vocal do The runaways, é bem misturado mas o ingrediente final é a banda em si, é muito único o som, é extremante Violet Soda, o disco coo um todo.


Links da banda


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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Vos apresento Guto Ferreira





Agora é a vez do viajante musical nos dizer um pouco quem é e o porquê o som dele é vibrante. Em um papo bem bacana e solto, Guto Ferreira soltou o verbo sobre sua carreira, cena autoral e o que vem por ai!

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 Seu projeto de música em geral

Eu comecei a trabalhar com música na rua né. Antes só tocava por hobby e pouco. No ano de 2012, já na Bolívia, encontro um irmão argentino, Agustín, e com ele desenvolvi a técnica e desenvoltura de calçadões e ônibus de Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. Saí do Brasil como artesão e de bicicleta. Volto ao Brasil músico e de ônibus (ou carona). Já de volta ao Brasil, eu passo a focar mais em uma outra paixão que tenho, que é o circo, e daí passo a tirar meu sustento. Mas a música não fica fácil esquecida. Passei a pesquisar mais, e me interessar por escrever e musicalizar minhas letras, mas sem qualquer pretensão de um dia grava-las. Isso até conhecer o Ni (produtor Nicholas Emmanuel), ano passado, e ele me convidar pra gravar. Eu não entendi nada a princípio. Como assim? Minhas músicas? Sério? E ele super me incentivando e tal. Entrei nessa barca todo entusiasmado e cheio de energia. Gravamos duas faixas: um samba e um rap. Gostei do resultado e achei que era isso. Mas não. Esse ano o ni me convida novamente. Desta vez um pouco mais sério, gravar um EP Uma música já tinha toda construída, mas as outras todas foram criadas nesse processo. Uma música que fala sobre viajar, outra fala sobre queda e ascensão. E assim vai. Todo o processo de gravação foi feito na "casinha da bh".


Quem é Guto ferreira e o que tem por trás dele

Eu brinco de tocar desde criança. Costumo brincar que meu primeiro time de futebol foi também meu primeiro grupo...rs Pagode é claro. Criançada, futebol e um pandeiro e já tava feita a alegria. Mas com o tempo fui deixando o prazer de tocar de lado. Compromissos e caminhos que a vida te impõe
vão te afastando dos teus prazeres. Mas quando comecei a viajar de bike sem pressa e sem compromissos, tudo voltou, e da maneira mais linda. Estava descendo pro Uruguai com o Hector, e ambos loucos por um violão pra acompanhar nosso pandeiro solitário. Quando conhecemos um rapaz em Pelotas que nos presenteou com seu violão. Ahhhh isso me inspirou demais. Passamos felizes o verão no Uruguai esse ano. Mas tivemos que nos separar, Hector e eu, pois eu voltaria pro Brasil e ele permaneceria no Uruguai. O violão acabou com ele, e eu voltei pro Brasil na missão de fazer a grana pra comprar um violão. Mas não é que o destino queria que eu tocasse mesmo. Poucos meses depois, tentando chegar no litoral norte de São Paulo pro carnaval, já na rodoviária de Bauru, enquanto tocava passando o chapéu mais a Isa e o Agustín, um cara veio até a gente e perguntou se tocávamos corda de aço. Respondemos que sim e ele disse que queria ouvir um Bob Marley. Tocamos com o maior prazer. E qual foi a contribuição no chapéu desse cara? O violão. Sim, o violão. Daí não pude parar mais com a música né. E tudo que escrevo é o que vivencio ou vejo por onde passo todos esses anos.

O que acha do cenário da música autoral principalmente de Maringá

A cena autoral como um todo já é fraca né. Ver um monstro como Kiko Dinnuci dizer que não é fácil viver de arte em São Paulo é de chorar. Se pro Kiko tá difícil imagine pra nós...rs 
Maringá tem pouquíssimo espaço pro autoral né. Já teve melhor. Lembro de ver surgindo Sollado B, Anônimos, Cidade Verde, Melodia Preto Band, Mestre Ouriço. Algumas acabaram, outras saíram da cidade pra levantar vôos maiores, e quem fica acaba numa cena que pouco valoriza o autoral. Pra mim então que fiquei um tempo largo viajando e voltei a pouco pra Maringá, nem se fala. Vou te dizer que tá valendo mais tocar na rua do que perder tempo atrás de agradar empresário. Esqueci de citar Stolen Byrds né, muita coisa já rolou por aqui, e está rolando cada vez mais.

O que o seu som pode atingir nas pessoas

 Meu som retrata minha vivência. Viajante, artista de rua, observador e absorvedor das culturas e cotidianos por onde passo. Acredito que ao ouvir as pessoas vão conseguir viajar junto comigo um pouco. E é isso que quero transmitir pro meu público. Que as pessoas acreditem nos seus sonhos e sejam sinceras consigo mesmas. E foco na missão. E que as quedas nos engrandece. Sejam elas causadas por forças alheias a nós, ou causadas por nós mesmos. O importante é se levantar. Isso é muito do que quero transmitir com minha música.

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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

A explosão de The Old Skull Guz




La vem uma explosão em seu ouvido, está chegando uma banda que vai trazer mais vertentes de um som de outro universo, a Old Skull Guz vem chegando demolindo tudo ao redor. A banda que tem suas principais influências o Blues com as pitadas magnificas do rock’n roll está com um projeto pra lá de bonito pra nos agraciar, banda nova e cheio de energia, com um frontman conhecido aqui já, Guz, nosso amigo ex integrante da Stolen Byrds, agora vai voar nesse novo projeto e estamos juntos dele com todo apoio e amor. Vendo esse estouro que vai ser, resolvemos te rum bate papo com nosso ilustríssimo e tiramos algumas informações do que vem por ai. Saca que está quente!

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Um ciclo finalizou e outro está só começando, fale um pouco de tudo que anda rolando em especifico contigo Guz.


Pois é, esta sendo uma grande mudança, foram 7 anos de Stolen Byrds aonde eu aprendi quase tudo
do que sei hoje sobre ser um músico. Fico feliz e agradecido por toda a experiência que tive ao lado deles! Foram 7 anos de muito som e de luta. Com toda certeza a decisão de sair foi bem difícil, mas eu senti que era o momento de tentar algo novo, com características mais ligadas às minhas influencias, e estou bastante empolgado com essa nova fase.


A banda é nova, cheia de energia e pegadas diferentes, o que podemos esperar dela nesse primeiro trabalho que está pra sair?


Bom, esse primeiro disco tem muita coisa boa! Serão 13 músicas que exploram várias vertentes do Blues e do Rock and Roll numa abordagem mais contemporânea. Algumas músicas são coisas antigas que eu tinha guardado na geladeira, outras mais novas concebidas em Jams no Old Skull Guz. Tem sons pegados com sequencia de riffs e também tem baladas mais calmas. Podem esperar por algo bem sincero, verdadeiro e muito eclético.


Com suas palavras, diga o que é a The Old Skull Guz, e o que ela vem representar.

 O Old Skull Guz é uma banda que vem pra somar na cena do rock and roll atual. É um power trio com grandes influencias de Blues e que pretende atingir o maior público possível com a nossa musica. Acho que é disso que se trata: música boa e sincera para bons ouvintes.

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Assim temos uma ideia do que podemos esperar desse disco de estreia, só nos resta seguir a banda e ver todas as atualizações que eles nos mostram, e torcer pra chegar logo o disco. Ouvindo tacks que recebi posso garantir, ninguém vai se arrepender de esperar esse disco!




Links sobre a banda:



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terça-feira, 9 de outubro de 2018

Vos apresento Greta Van fleet




Em meados de 2012 um grupo de irmãos e um amigo fizeram uma explosão dos pensamentos e decidiram ter uma banda, ilhados em Michigan queriam ainda dominar um mundo inteiro, mas não de poder mas sim com música e muito amor em todas as suas percepções, estou falando de Greta Van Fleet, uma banda de quatro caras com base de idade entre 20/23 anos, promissora mas que já vem se
consolidando principalmente no cenário musical exterior. Três irmãos e um amigo, fazendo o som de um amor revolucionário, trazendo uma poderosa guitarra com solos e entorpecentes auditivos em cada linha que toca, o baixo tem uma condução que te faz penetrar na música mais e mais, o vocal estridente inevitavelmente fazendo breves comparações a nada mais que Robert Plant, e uma bateria que a sucção que é preciso do seu cérebro, entre nesse transe e já de o play no que a banda já lançou e continue a ler.

Diversos jornais e revistas pelo mundo já fazem o trabalho de sempre e tentam colocar a banda em uma bolha que faz ela se tornar apenas mais um “cover” de uma banda do passado. Sim, não podemos omitir que eles tem uma pegada, uma loucura e vários agudos do Led Zeppelin, mas também vejo nuances de AC/DC, frações de Aerosmith e até mesmo um balanço de The Doors, o frenesi de jimmi Hendrix, mas o principal, eu sinto muito também a banda em si, a original, a Greta Van Fleet criando o som deles no momento certo e com a sua sonoridade, perfeita sintonia entre
inspiração e ação, movendo a cada momento e evoluindo, a banda é um conjunto de muita coisa, é difícil descrever e sim fácil de mostrar ao mundo, escutem por favor!

Além de tudo isso, eles vem sendo muito elogiados por músicos da velha guarda como o próprio Robert Plant, o Slash e até mesmo Dave Grohl comentando sobre chamar a banda pra ser abertura de seus shows. Estão bem cotados também para vir ao Brasil e tocar na próxima edição do Lollapalooza que seria um passo enorme na projeção mundial da banda. Com todo esse assédio a banda ainda assim pede pra que não coloquem como “salvação do rock” mas sim mais uma banda de rock, pois o mundo tem de montes, só devemos abrir mais os olhares pro que nasce e deixar entrar em nossas mentes.

Dia 18 desse mês está vindo CD novo dos caras também, já foram lançados 4 singles do disco
aparentando uma evolução das músicas anteriores mas mantendo a essência da banda, fiquem ligados que terá resenha!

Particularmente acho que estamos com uma safra nova de bandas muito promissoras que trazendo vertentes gigantescas do rock, derivando de tudo e misturando mais ainda, isso torna tudo mais saudável e bem gostoso de se provar. Que assim continuem e que toquem muito ainda, vida longa a Greta Van Fleet.

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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Stolen Byrds continuam a trilhar


A banda vem em uma metamorfose ambulante, se transformando a cada dia, passando por provas gigantescas e sempre buscando se auto afirmar no mundo a música, onde eles já tem sua cadeira cativa faz um bom tempo. Em um papo bem descontraído com o "Neto" vocalista da banda, tirei um pouquinho do que esperar da banda e o que tem de novo nessa mudança que houve na banda!
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 A banda vem estourando tudo e a todos ao redor do Brasil e do mundo. Um disco novo está por vir. O que os fãs podem esperar dessa nova fase? 

 "Muito gás, muito amor, o disco novo representa muito disso, novos horizontes pra gente, preparem-se pra dançar e suar, viajar e emocionar."

A mudança dos ventos sempre fazem florescer algo novo. Na última semana o Guz acabou saindo da
banda pra assumir um novo caminho. Qual é a ideia da banda e o sentimento com a ida dele e a chegada do novo integrante?

"Processos naturais, permitimos que toda essa nova corrente de sentimentos e vibrações passe por nós e nos aponte o caminho, o Guz é um cara maravilhoso e seu ciclo conosco foi esplendido, agora com o Fernando tudo também será, ele já é nosso amigo a tempos e a energia dele é maravilhosa, o que vem por aí não cabe a mim dizer, mas estamos dando vazão a isto!"

Alem do disco e dessa nova formação, qual é a maior ambição que a banda tem em um curto período de tempo?

"Não sei se chega a ser uma ambição, mas a estrada e novos lugares são novidades que veremos com uma frequência muito maior e isso diz muito sobre o trabalho que estamos fazendo hoje."

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Mais sobre banda apertando aqui embaixo:



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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Gustavo Betoni lança Where Lights Pours in






Gustavo Bertoni vocalista da banda Scalene, mas também um musico que se aventura sempre, lançou seu novo trabalho solo, segundo do mesmo, com o nome Where light pours in. O disco é uma obra super delicada e de simplicidade ao mesmo tempo, fazendo transgredir ao trabalho anterior do mesmo, ter umas pitadas da banda onde ele toca mas muita coisa nova também. A pronuncia de um inglês puxado lembrando um britânico e os acordes de um violão bem afinado é a escrita da beleza nas músicas, o acerto foi em cheio. Colocando os pontos em cada estrofe, o disco é escutado em uma batida ou se quiser colocar em seus tempos pode-se colocar também, o importante é saborear isso  e com muita intensidade, que é o que transparece em todas músicas. Enfim é um trabalho super minimalista, desde a divulgação como foi feito, a fotografia do clipe de “Be here now”, todo o cuidado para lançar e ao mesmo tempo o cuidado do cantor em não misturar os trabalhos em que participa, mas sempre entregar o cem por cento em tudo,ele é um joia rara em tempos da eletricidade e velocidade, nos ensina a saborear mais os momentos e dar uma pausa na cabeça, esse é o ensinamento que absorvi do novo trabalho dele, e um muito obrigado Gustavo, continue sempre.






sexta-feira, 11 de maio de 2018

Cinco motivos para escutar Tranquility Base Hotel & Casino, novo disco do Arctic Monkeys




Hoje a banda Inglesa Arctic Monkeys lançou seu mais novo disco, com uma demora gigantesca desde o promissor AM, a banda se reinventou de novo e lançou um disco cheio de nuances e muito charme, se liguem nas dicas!

1 – Primeira e talvez mais importante, se é fã do disco AM ou se é fã do Hambug que for, desconstrua tudo que se tem da banda e amplie a visão para algo novo e totalmente diferente do que já foi feito, é um disco difícil de se interpretar mas prazeroso demais quando se conquista esse feito.

2 – O disco teve uma demora um tanto grande desde o lançamento passado, o AM, que também
divergiu muitas opiniões de fãs, que esperavam aquela eletricidade e toda ginga de um indie mais pro rock do que um indie mais lento e denso, fazendo você ao invés de dançar pulando, você abraçaria alguém e dançaria uma melodia apaixonante. Isso tornou o novo disco curiosíssimo para se escutar e ver o que teve de tão bom nessa demora.

3 – A musicalidade é diferente de muita coisa que já foi escutada pelo mundo, de inicio você pode tomar um susto porque é um som de certa forma que precisa ser desconstruído e você entender por partes, melodias e enredos, talvez uma mistura de um som clássico com a pitada de um jazz seja uma forma mais fácil de tentar compreender Turner e seus fieis escudeiros.

4 – De inicio o disco era pra ser um trabalho solo do Alex Turner, mas pela gravação e enredos
que poderiam ser incrementados tornou-se um novo disco da banda, trazendo pontos onde a guitarra, a batida de uma bateria diferente, e a liberdade maior pro vocalista se dedicar mais ainda na questão do canto ser o primordial das músicas. Mas lembrando que quem negou tudo de ser um trabalho solo foi o próprio canto, que preferiu sempre a banda ao seu trabalho solo, dizendo que como banda poderiam tornar aquele projeto algo muito maior e mais denso.

5 – Talvez o principal desse disco é você não desistir. Não se vá pelas primeiras músicas ou pela primeira escutada do mesmo, escute algumas vezes, separe um bom tempo pra apreciar toda melodia e todo choro que tem nos instrumentos, o vocal está em super destaque e algumas batidas são diferentes e te fazem dar uma boa viajada. As letras se dissipam em bebedeiras e cantorias ao amor, seja levado acima de tudo com esse som hipnotizante que a banda formou, um trabalho grandioso e que tem tudo pra mudar um patamar a mais na música em geral, a banda se revolucionou de novo, e isso é sensacional!

TOP 3 DO DISCO!

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Star Treatment – É a música que abre o disco, faz um ritmo bem calma soando um bom blues com um “Q” de música clássica, você se imagina em um belo bar com alguém a seu lado e tomando bons drink’s e muita fumaça ao redor, apaixonante.

The Ultracheese – Uma música super levada pelo piano, com a voz do Turner sendo exposta pela frente e muito groove sendo colocado no meio disso, além da letra ser super linda com um melodrama gigantesco em cada estrofe.

Four out of Five – A favorita do disco é essa, traz um ar bem obscuro de inicio, cheio de distorções durante a música inteira, uma cantoria que parece um poeta proclamando suas blasfêmia para o mundo. Mas na verdade é um canto de amor para a vida, para alguém, ou por ele mesmo. É uma música cheio de choque do inicio ao fim!




quinta-feira, 3 de maio de 2018

Reaggae Viking chacoalha tudo!




Batemos um papo com o Vinicius Carneiro sobre o seu novo projeto. Dentro disso abordamos sobre influencias e de onde saiu essa ideia da mistura nórdica com o reaggae! Saca que é caliente!


Quem é Reggae Viking e o ideal do projeto


Reggae Viking não tem nada de Reggae, e também não tem nenhum Viking, é um projeto que criei quando percebi que tinha carinho por muitas músicas que fiz e que não encaixavam em outros projetos que toco (Vulgar Gods e Geada Negra). Assim, resolvi usar elementos que estas bandas não possuem, principalmente elementos eletrônicos, misturando isso com o que eu mais gosto de fazer, que é tocar guitarra com o Big Muff estourando. As gravações são bem soltas, tenho chegado no estúdio com o esqueleto da música, mas sem coisas extremamente definidas, sem um solo definitivo ou um baixo específico, por exemplo, e tenho deixado a mente fluir enquanto gravo. Tem sido bem legal, porque dá uma certa desapegada do erro, e o erro, pra mim, é um elemento essencial da música e da gravação, porque traz uma naturalidade que muitas vezes é perdida com o nível atual de profissionalização da engenharia de áudio. 


Da onde surgiu essa idéia


A ideia surgiu faz um tempo já, metade de 2017, quando eu comecei a olhar pra esses ‘descartes’ de músicas de uma maneira diferente. Eu achei que tinha coisa pra tirar dali e que algumas delas não mereciam ficar pra escanteio, então, peguei e fui completando-as, mas deixando espaços abertos para serem criados durante a gravação. Já a ideia do nome, saiu de uma música de brincadeira com as invasões vikings em igrejas, e essa música era um reggae, mas não tem nada a ver com o som da banda, apenas achei o nome fluido e engraçado, e deixei aí.  


O que pode esperar desse projeto


Zero nexo entre as músicas, diversão, clipes completamente nonsense, stop motions de lego, tentativas de escalar locais que eu não tenho competência pra escalar, um monte de amigo fazendo besteira em um estúdio ou em algum lugar, e felicidade em geral.


As influencias que precisou pra compor essa música e o projeto em geral


São tantas, mas principalmente Nick Drake, Bob Dylan, Joan Baez, Roy Harper, Bon Iver, Lorde, Sia, George Harrison, John Frusciante, Led Zeppelin, Pink Floyd, David Gilmour, Anitta, Secos e Molhados, Major Lazer, Don Omar, Red Hot Chilli Peppers, Portugal. The Man... bom, tem muita coisa a mais, mas se eu não parar, esse tópico não acaba nunca.


Abaixo link para conferir mais desse projeto e curtir o som!

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Uma carta sobre Abdusounds


Por meio de uma carta, o nosso correspondente nos falou de como é viajar na presença de todas as atrações desse festival.


“Voltei, de um lugar onde eu não consigo expressar em palavras como é ao certo. Fui abduzido, e vou lhes contar a história, pois faz poucos dias, exatamente no dia 13.04 aconteceu, alguns denominaram isso de ABDUSOUNDS! Nessa viagem me colocaram uma trilha sonora pesada e das boas, lembro-me de início um belo e grande groove com uns caras, a banda era o Montanas Trio e já deram um início forte e cheio de vibrações que faziam o corpo transcender de onde estivesse, o ritmo já me contagia mas não sinto ao certo o local, isso é o de menos, o local de nada importa. Quando me contaram sobre dinossauros eu penei a crer, mas tinha uma banda com o nome Cadillac Dinossauros que aguçou meu ouvido na hora em que deram a primeira chacoalhada dentro do palco, as luzes ajudaram a fazer a galera inteira se chacoalhar e pular, o frenesi era absoluto por todos os presentes nesse local, a paulada que a banda transborda faz seu coração dar umas palpitadas a mais. Um tempo se passa até que umas batidas bem mais fortes em tambores estrondosos aparecem em alguns passos de onde me encontro, o Maracatu Ingazeiro chegou explodindo os tímpanos dos acomodados, aquele ritmo ensurdecedor de animação do começo ao fim, as cores de todos ao redor, as batidas ecoando aos céus, foi uma das cenas mais bonitas de toda essa viagem. Até chegarem as guitarras fortes que ecoam pelo universo, a Fusage é uma banda das mais fortes que já vi nesse plano astral, vem com respostas rápidas e as guitarras mais ainda, o grave bate lá em cima com um agudo perfeito, suas sinapses entram em colapso e você está no momento certo e sendo eletrocutado, a banda sabe te dar um choque dos bons no cérebro, faz a ti dançar como nunca! La vem a Aminoácido com sua malemolência total, a banda é o toque de calmaria que te faz ficar por um tempo viajando dentro de si, faz os sentidos aguçarem como se você realmente paralisasse completamente e comece a penetrar em todas as ondas sonoras que a banda te apresenta, faz um autoconhecimento dentro de seu próprio corpo, mas de uma forma mais forte e centradas. O Quarto astral vem sendo das bandas com mais psicodélia dentro de suas músicas aqui nesse brasilzão velho, fazendo jus a toda a viagem em seus instrumentos e sabendo utilizar isso mandando ver pro público que estava sedento de um pouco de universo dentro da musicalidade! Teve um cântico feito por pássaros, os Stolen Byrds também estiveram na mixtape da abdução, fazendo um ritmo intenso e muito forte, mostrando que ainda é a banda que mais faz mexer e conduzir tudo que esteja na sua frente para um balanço geral, mostrando como que uma guitarra une-se ao vocal fazendo um grito ensurdecedor ao comodismo, faz minha viagem ser completa e tão prazerosa.”





segunda-feira, 9 de abril de 2018

Seja abduzido, Abdusounds está chegando


Em um papo com o Douglas (Organizador/Vocalista da Fusage) descobri um pouco do que vai rolar nesse festival que vai tirar você do chão e levar para cima, onde o céu fica infinito, viajemos! Com a palavra, caro Douglas:

"Esse evento promovido pelas bandas independentes para divulgar o próprio trabalho, e que desde a primeira edição já havia exposições artísticas em geral, e nessa edição se manteve a essência de ser um festival de arte com vários focos das mais diversas artes. Essa edição (terceira) o Neto (vocal Stolen Byrds) entrou em contato e comentou sobre uma banda que ambos gostávamos e éramos fãs chamado Quarto Astral e essa banda viria tocar em Maringá junto com ela também viria a Aminoácidos que tem a vontade de fazer todo esse role em Maringá. Além delas a Barbara uma das criadoras do evento havia conversado com a Cadillac Dinossauros pra tocar também em maringá, fazendo parte do Abdusounds. De primeiro momento a Fusage iria até ficar sem tocar porque o propósito do festival é abrir para todas as bandas tocarem e mostrar seu trabalho, não sempre as mesmas bandas tocar, mas como resolução resolvemos juntar todas as bandas com que estávamos conversando, adicionar a Fusage também e fazer o maior evento que já existiu. Vai rolar mais de 20 artistas no lugar, Foodtrucks, Flash tattoo entre outras coisas. Então o Abdusounds em si é o festival pra unir e fazer uma interação maior da classe artística, promover o contato, troca de ideia e tudo mais, fazendo a ferramenta pra fortalecer todo o role. A galera pode esperar a maior edição e mais forte que já fizemos, estamos trabalhando com muito carinho desde fevereiro para que seja um dia memorável a todos os presentes. Estamos tendo o apoio de diversas frentes como Enjoy Maringá, da Mundo Livre FM, do jornal Metro, do Vivendo a Música um portal especializado eu sempre nos dá muito apoio e visibilidade não só pra gente mas todas as bandas que conhecemos e tivemos privilegio de trabalhar juntos."

Palavras de um dos caras mais correria que nós do projeto já conhecemos, fazendo com que a estiga para o dia chegar logo e que seja um baita festival, nos vemos lá!  


Abaixo link do evento e playlist com as bandas do role!



sábado, 10 de março de 2018

Foo Fighters e Queens of stone Age no Brasil, o sonho

Posters dos  shows, primeiro em São Paulo e ao lado Curiiba.


Isso vai soar de forma muito pessoal, as letras estão sendo escritas com a mais pura onda de amor que eu senti nesses dias, desculpe se me emocionar ao proclamar minhas falas sobre tais dias, pois dias assim são vividos com o meu máximo, pra que em minha memória sempre fique um belo sorriso dos
dias passados, em que revivo na minha mente. Pois bem, a data marcava dia 27/02/18, São Paulo
mais precisamente, cidade onde não se para pôr nada mas se corre por tudo, a vida alucina se estiver pisando no solo Paulistano, isso faz o frenesi pelo show aumentar cada vez mais. Os portões de um estádio verde cheio de esperança de uma noite maluca, onde eu não queria mais habitar dentro de mim, queria me elevar e me desabitar, será que a música tem esse poder dentro de mim? As horas começam a passar, pelo movimento acabei pegando o fim do show da banda de abertura, a Ego Kill Talent, então nesse dia não posso dar minha opinião do show deles, mas aparentemente sabem faze chacoalhar o esqueleto. O céu que encobria o sol vai se dissipando e dando lugar ao luar, a noite chega como um pressagio do que estava por vir, ah meu deus do céu, meu vilões adentram ao palco. O elvis ruivo
dançando ao palco cumprimentando a todos que o via a frente, eu vibrava de uma forma inimaginável, era a primeira vez que eu assistia uma das bandas que me moldam, eu estava fora de mim. Com um show cheio de luzes, conversas, e muitos hits o Queens of Stone Age deu uma aula de como se faz o público adentrar na banda e dançar tudo que tem direito, das mais sentimentais como “No one Knows”, a um novo ritmo que é impossível você não dançar com “The way you used to do”, ou a poderosa “Domesticated Animals” que não teve comparação, ao vivo esse som te explode o cérebro e não tem como decifrar o motivo. A banda foi formidável na elaboração do setlist, uniu hits das mais antigas até lançamentos de menos de um ano, fez dos fãs antigos chacoalharem com os novos fãs, fez com que um estádio inteiro dançasse e requebrasse junto a banda. Assim a banda sai de campo, as luzes se acendem e a esperança toma conta que eu ainda tenha um show memorável ao resto da noite. Tempo passa, tudo cronometrado, Grohl entra correndo, lagrimas caem, “Run” começa. Essa foi a sequência
do que foi o início do show do Foo Fighters, é difícil dizer o que eu sinto ao ver eles, é uma mistura de uma emoção GIGANTESCA, fazendo ter vontade de cantar ou gritar o tempo inteiro. Aqueles acordes de “Run” com o incio “Wake up, run for your life with me’, meu deus do céu, eu me arrepio até agora do poder que essa música tem sobre mim. A emoção abaixa um pouco e começa a dançar mais com a banda e todas as músicas que estavam por vir, a banda tocou muitos hits, não deixou fã de nenhuma época fora da dança. Teve até em determinado momento do show um pedido de casamento em cima do palco, que casal felizardo, não é? Dave é um frontman que todo músico devia se espelhar, gostando ou não do Foo Fighters, ele é de um carisma muito surreal, te prende ali coma banda do início ao fim do show. Dentre as músicas tocaram de “Breakout”, para “Dirty water” (<3), além de covers como “Under pressure” que já se tornou um marco com o Taylor assumindo os vocais. Não
tem como não falar de “Sky is a Neighborhood” que é inegualavel, imabtivel ou seila o que mais ao vivo, esse som com as luzes e todo o coro atrás da banda, faz você pulsar do inicio ao fim! O setlist ia se desenhando perfeitamente, a famosa pausa ao fim pedindo bis, a banda fecha com “Everlong” fazendo ter ao meu lado pessoas gritando e umas ao choro, talvez das músicas mais fortes que banda tem e faz do público uma sintonia perfeita com a letra, o Foo Fighters sabe fazer um espetáculo. Os dias passaram, o adeus a São Paulo foi bem rápido, chegamos a Curitiba, o show tem que continuar. O caminho foi como um jato, rápido e sem muita hesitação, chegou o segundo dia de março, o segundo e último show em que eu acompanhei. A chuva e os céus emaranhados de nuvens não negava, estava tudo prescrito para um show sobre as águas de um céu imenso, nada abalava. Pedreira Paulo Leminski, 02/03/18, que lugar sensacional, que sonoridade linda que tem nas imagens daquele lugar, revivo agora em minha memória. Sem mais delongas o Ego Kill Talent chega ao palco e mostra quem é a banda, um som bem forte e cheio de vocais super graves e altos, fizeram uma passagem rápida mas bem marcante. O céu começava a avermelhar, a noite ia chegando mas a nuvens não se dissipavam, os vilões estava
prestes a adentrar no seu palco, as luzes vermelhas tomam o lugar, o Queens of Stone Age veio me chacoalhar. Nesse a banda começou com o cântico ao sol, “My god is the sun” estourava meus sensores e me espatifava por todos os cantos, berrei em proclamação ao sol, sentia que essa noite ia ser mais quente do que nunca havia sido. A banda estava em uma energia fora do normal, Josh virava doses de Vodka várias vezes, notava na cara dele o desejo transpor tudo que ele tinha nas músicas para o público, e ele conseguia. Uma setlist diferente, havia mais hits antigos como “Burn the witch”, “Sick, sick, sick” mas também trouxe músicas mais recentes como “Smooth Sailing” e a dançante “The evil has landed”, o fato marcante e bem pessoal foi tocarem “...Millionaire” que é sem dúvidas um dos sons mais eletrizantes que a banda já fez na vida! O céu não se abria, o palco trocava de cores mas a vermelhidão no céu arrematava que ao fim teria de ter uma música caótica a todos, la vem, riffs
iniciam, “Songs for the dead” chegou, Josh não se contém e durante as exclamações que as guitarras faziam, ele subiu em diversas caixas de som, além de derrubar várias partes do palco, e por fim jogar sua guitarra e uma parte da caixa de som, com um sorriso maquiavélico diz um adeus e manda beijos a plateia. O fim de um show literalmente infernal que minha memória vibra ao lembrar, meus vilões favoritos me deram dois shows memoráveis. O palco é desmontado, a emoção vai tomando conta ao notar que aquele momento ali foi único, e pode demorar um tempo a rever, mas ao olhar o palco noto no fundo o símbolo do último disco do Foo Fighters, e penso que ainda tenho muito o que sentir. Parecia um repeteco de São Paulo no início, Grohl entra elétrico correndo e gritando, a emoção toma conta, levo as mãos ao rosto e limpo meu rosto marejado em lacrimejos, jogo o cabelo pra trás, vai
começar. “Run” é uma música que dificilmente vai se bater como entrada da banda, ela é perfeita pois já mostra do que a banda é feita e o que se pode esperar de um show, muita eletricidade e muita energia! Olho para o palco, nesse show fiquei a menos de 2 metros de distância do mesmo, Grohl correndo a lateral, desce uma parte do palco e vem MUITO perto da plateia, mostrando como sua guitarra faz a alma chacoalhar, a meu deus do céu está ficando difícil. Seguindo com “All my life” que é um dos maiores gritos da banda também, forte e astuta, sem frescura como um soco na sua cara, essa nunca pode faltar também. Pouco depois algumas músicas, em um intervalo eu olho para o céu, ele estava abrindo, as estrelas estava brilhando como sentinelas para mim, gritantes e vivas, quando eu noto os acordes e estava chegando, era hora de “Sky is a Neighborhood”, talvez a música que mais decorei de antes do show e eu cantava gritando
para o palco, como se tentasse lavar a minha alma junto com a banda, “OH MY DEAR HEAVEN IS A BIG BANG NOW, GOTTA GET TO SLEEP SOMEHOW, BANGIN’ON THE CEILING, BANGIN’ON THE CEILING, KEEP IT DOWN, THE SKY IS A NEIGHBORHOOD!”, nesse momento eu olhei para os céus e lembrei de quem está lá sentado
olhando por mim, aquele misero momento, valeu por tudo, eu me senti infinito. Depois a banda veio com o setlist parecido com o de São Paulo, mudando uma ou outra música, mas a energia é diferente a cada show da banda, o sentimento transmuta de uma forma sem igual. “Sunday Rain” com o Taylor la em cima com a bateria, e a voz dele que chega a uns tons de outro universo foi dos pontos altos dos dois shows! Mandaram hits como “Monkey Wrench”, “Times like These”, “The pretender”, “Best of you” e mais atuais como “These Days” e a emblemática “Walk”. Além de cantarem um pedaço de "Love of my life" que é golpe baixo no quesito se emocionar em frente a tantas mil pessoas, obrigado Taylor! Um show incrível, emocionante e super forte, a banda faz a pausa pro charme e volta tocando “Dirty water” que é impecável, e finaliza com a marcante“Everlong”, apagam-se as luzes o show acabou. Mero momento em que todos saem e ficam
apenas algumas pessoas pela grade, em um tom de brincadeira peço a um segurança um setlist da banda que estava colado perto do Dave, pouco tempo depois ele passa e me entrega como se fosse um mero papel, uma recordação física que pra sempre vou ter em meu coração. VALEU SEGURANÇA. Saio do local do show com uma sensação infinita de felicidade, eu realizei dos meus maiores sonhos, duas bandas de minha vida de perto e em dose dupla, espero repetir um dia tudo isso, pois é disso que eu vivo, eu vivo de música, pra sempre vivendo a música.




PS: Não poderia deixar de agradecer a três pessoas que tornaram tudo isso mais lindo ainda. A um amigo pouco provável mas guardarei em recordações, o Anderson, cara correria e que soube apreciar tudo do show de São Paulo, mesmo quando parecia que ele não conseguiria assistir ao show, obrigado irmão. As outras duas pessoas a Eleiza e ao Alan, um casal fora do normal de tão lindos de coração, me ajudaram por São Paulo e em Curitiba também, estarão sempre nas minhas memórias. Que o texto toque vocês, e saibam que não teria sido tão prazeroso se não tivesse vocês na minha história, realmente muito obrigado, meu coração pulsa por vocês!




quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Stolen Byrds em 2018, voando mais alto!


A banda talvez mais parceira do projeto, a Stolen Byrds está cada vez voando mais alto e mais e mais longe, ao decorrer de sua história já são inúmeros shows, conquistas e muita evolução. Em um papo
bem descontraído e rápido (pois a banda está trabalhando em um novo material) o vocalista e frontman Edwards Neto, deu alguma pitadas do que vem, o que foi e o que ta sendo a Stolen Byrds.

Ano passado foi um ano cheio de acontecimentos pra banda em geral, mas destaque um especial que foi um divisor de águas pra vocês?


Sim e somos muito gratos por isso, mas a turnê entre 7 Estados Brasileiros + Portugal no final do ano, foi algo que abriu uma nova dimensão para nós, esse divisor de águas, é o princípio do que faremos agora, total.


O grupo é visível que está cada vez mais alinhado e fino na questão musical, mas qual seria o segredo por tras da banda?

Nós nos amamos muito, temos muito carinho, respeito e admiração uns pelos outros, e isso acaba fazendo com a gente transmute naturalmente, no final das contas a música reflete isso, acredito piamente.

O ano está começando e a banda já tem algo planejado para acontecer?

2018 será um ano especial, fechamos com a Sony Music, temos um clipe novinho pra lançar agora, algumas live sessions, e em março iremos para o Rio de Janeiro gravar nosso próximo disco. 



O que esperar da família Stolen Byrds pra esse ano e os próximos que estão por vir?

O melhor, sempre.

Por fim, nas palavras do Jagger maringaense:

Estamos chegando, agradecemos a todos por tudo! Muito amor.


Alguns indícios de que a banda vem explodir mais um ano. Então saca embaixo os links para acompanha-los:

https://www.facebook.com/stolenbyrdsoficial/
https://www.instagram.com/stolenbyrds/
https://open.spotify.com/artist/2CYiDHkJsYFLsRW552aTaG

Link do projeto, chega e fala o que achou da matéria:

https://www.facebook.com/vivendoamusica1/