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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

A carta aberta de Andressa Munizo

De volta com a carta aberta! Dessa vez a convidada é integrante da banda Binarious, que vem chamando atenção pela sua autenticidade musical e sua extrema força de opinar nas demais formas de arte! Então senta ai, entre nesse texto e entenda que a voz tem de ser escutada também, vem com a gente!

História pessoal e na música


"Então, vamos começar do começo, nasci em Montes Claros (MG), atualmente tenho 21 anos. Venho de uma família musical e logo aos 5 anos aprendi a tocar violão e teclado de ouvido, com o meu pai, aos 10 comecei as primeiras composições e a editar vídeos e aos 15 comecei a produzir. Música e audiovisual sempre fizeram parte da minha veia cultural e é sempre um imenso prazer poder dividir experiências e trabalhar com outros artistas. Me mudei para Brasília (DF) em 2018, onde comecei a estudar ''Cinema e Mídias Digitais'' e desenvolver o projeto autoral Binarious. Isso sempre foi o meu sonho e é incrível poder realiza-lo a cada dia ao lado das minhas companheiras, Lídia e Clara. Em minha cidade natal pude contribuir com a cena local, toquei e produzi alguns artistas e lancei a minha primeira música autoral '' Tesouro '', através do movimento cultural ''Psiu Poético''.  Em 2017, lancei e produzir a música'' O Sol Nascer em Festa '', com o mineiro Raphael Piêit. Juntos, abrimos o show do Emicida no festival '' Mineiro Beat'' em Patos de Minas e também tocamos na ''Parada LGBT+ de Montes Claros''. Quando escolhi me mudar para Brasília em 2018, segui a minha intuição com o projeto Binarious onde componho, faço produção musical e desenvolvo os projetos audiovisuais, além disso, pude trabalhar com vários artistas brasilienses de diversos estilos. Eu amo o som que é feito em Brasília, é uma cidade muito rica musicalmente e artisticamente, cada vez mais me surpreendo com o talento das pessoas que compartilham da veia cultural brasiliense comigo, é inspirador poder fazer parte disso."

Pandemia e Lições


"Durante a pandemia os dias se parecem e o tempo parece não ter mais medida pois não importa que horas são o sentimento tende a ser o mesmo de qualquer outra hora, uma angústia mascarada no presente de um dia após o outro dentro de casa, uma consequência de ter que absorver a energia de todos os acontecimentos ao redor. Tenho assistido muitos documentários, aprendido a pintar, ouvido muita música, produzido e composto bastante sem me preocupar se essas músicas vão ter uma finalidade específica, talvez sim, talvez não, só estou focada em registrar esses sentimentos no momento, se isso será lançado de alguma forma, só saberemos depois. Tenho passado mais tempo com o meu cachorro e com a minha familia e essa parte tem sido muito boa, afinal é nas pequenas coisas que encontramos a nossa felicidade e leveza."

O mundo a sua volta e o que está acontecendo

"O mundo todo está passando por uma série de transformações na era mais tecnológica até agora e toda ação gera uma reação, uma mudança pequena é o que move uma mudança maior, precisamos ser fortes e confiar na nossa intuição que aclama por todas essas mudanças, esse é o mundo onde vivemos e onde as próximas gerações irão viver então precisamos mudar a rota pois seguindo nessa direção, vamos dar de cara com nosso precipício. É triste e lamentável ver o Brasil com um presidente como Bolsonaro, usando a mentira, a loucura e a aleatoriedade dos fatos como forma de manipulação e auto defesa de seu governo e isso tem funcionado muito bem, basta olhar ao seu redor. Temos um país dividido preparado para retroceder, um país conservador que insiste em conservar o racismo, o machismo, a pobreza, a homofobia e o desrespeito pela natureza. Faço parte das pessoas que estão em busca de uma sociedade mais justa e transparente, usando a cultura e a arte como minhas armas nessa guerra."

Deixe sua fala se existe diferença entre Andressa cotidiano e Andressa artista

"Essa separação existe mas ao mesmo tempo não, eu sinto a Andressa personagem artística vivendo dentro de mim e convivendo comigo no meu dia a dia, mas em poucos momentos ela realmente se torna presente. Eu digo que só quem já me viu no palco me conhece de verdade hahaha. A Andressa artista tem muito o que dizer ao mundo com suas músicas e muita determinação para correr atrás do seus sonhos, já a Andressa do dia dia, tem muito o que aprender com sua coragem.


Pra finalizar,gostaria de agradecer imensamente ao Matheus Hodniuk pelo convite e parabenizá-lo por essa matéria tão especial e necessária em tempos necessários. Para todos os que acreditam em dias melhores assim como eu, lute pelos seus sonhos e por uma sociedade mais inclusiva e melhor para todos, um grande abraço aos leitores."



Links da artista



FOTOSO POR: Pedro Ribas.

sábado, 23 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar Heartwork do The Used




Senta ai que la vem pedrada, o novo disco do The Used é uma porrada das grandes na nossa mente, a banda não se cansa, faz mais de quinze anos que estão na estrada e com inúmeros discos e reinvenções constantes. Com isso chegou essa obra cheio de força, mutável e com muita atitude como sempre, então fique confortável e curta os cinco motivos!

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Quase impossível uma banda continuar na estrada por tanto tempo e ainda manter a essência em si, poucas bandas conseguem isso, pois bem, The Used conseguiu com maestria e com o comandante dessa barco mostrando mais uma vez como a potência vocal importa muito sim em gritos de uma revolução necessária.

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Os discos depois de um tempo ficam bem distintos do som em primórdios das bandas, até mesmo no antecessor (The Canyon), já notava que a banda estava bem diferente, mas nesse novo disco eles conseguiram trazer vertentes desde do primeiro disco e mesclar com uma onda atual que a banda já vinha produzindo, transformando natural aos fãs mais antigos até os mais novos.

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Há diversas participações nas canções do disco e nas produções em si, como Mark Hoppus e Travis Barker do Blink-182, Jason Butler do Fever 333, John Feldmann do Goldfinger que ficou nas produções, mas o legal que até mesmo nas músicas com participações você escuta puramente a banda, sem perder em si sua essência.

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O disco foi gravado em três etapas bem distintas uma das outras, fazendo um processo bem natural, na última etapa a criatividade era tanto que flui de uma forma que criaram mais de 20 músicas, sendo que algumas foram guardadas para projetos futuros por não encaixar nas melodias do “Heartwork”.

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Agora alavancando as quatro principais faixas do disco pessoalmente, começo com “Paradise Lost, a poem by John Milton” que traz muito tudo aquilo que eu disse ali em cima, traz as guitarras e a bateria bem rápidas como dos primeiros discos, mas tem um toque a mais “eletrônico” dos novos discos e a voz incrível do Bert seguindo e conduzindo você em uma alucinante viagem a um meteoro, a música te excita a fazer tudo ao mesmo tempo, um frenesi intenso.  Depois coloca ai bem alto “Blow Me” que é um grito de revolução revelando alguns fantasmas que ecoavam dentro da banda em si, questionando se chegando lá temos a coragem de tomar a atitude em si, e o peito que a banda teve de percorrer tudo mesmo contra e se opondo a todo um sistema encontrado principalmente na América. Segue agora com “Gravity’s Rainbow” que vem
com um som de opera no início e o violino em alto e bom som, de repente estoura tudo com o instrumental de praxe da banda e vem uma explosão total, a fala do vocal contando uma história mesclam a música inteira em uma intensa onda em tranquilidade e intensa aceleração. Coloque o som bem alto e vem gritar com “The lottery” que é o puro The Used meados de 2000, vem forte e cheio de atitude mas com um toque bem suave no vocal em algumas horas com o Bert, sabendo usar das frase suas maiores amigas ao descrever uma loucura, a música no meio vira um new metal, antes da explosão vem um baixinho “Please don’t hurt me” e de repente EXPLODE TUDO, é muito intenso pra descrever, escutem e sintam. Não tem como deixar de comentar, então o bônus vai com “Wow, i hate this song”, que é uma melancolia pura em sua letra mas o instrumental é leve de certa forma, algumas explosões jogando a guitarra e a bateria em um volume intenso enquanto o vocal solta muitos screamos, fazendo um som delicioso de cantarolar, mas a letra em si aparenta falar do peso em escrever, em expor a dor, em sentir muito tudo mas ser o único modo de tirar aquilo do peito em si, como se fosse a pílula para todo problema que encontra, eu acho o Bert um dos maiores poetas musicais de nossa geração, e essa música merece muito a atenção lírica!


Links da banda


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sábado, 9 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar Why me? Why not do Liam Gallagher


Liam lançou esse disco com a pronuncia de que era de longe melhor que o seu primeiro disco solo e que aqui ele conseguiu demonstrar todo seu poder em forma musical, sem medos e sem amarras e cheio de potencia nas letras. Agora seguindo nesse fluxo, alavanquei cinco motivos distintos do porque de se ouvir esse baita disco, só ir de cabeça aberta e aproveitar.


"Dois anos após o conceituadíssimo “As You Were” ele voltou com uma drástica mudança no estilo
das músicas, passou de um tom mais melancólico para uma som extremamente britânico elétrico que se assemelha bem mais com o Oasis, mas com vários factoides de Beatles e até mesmo Stones."

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"O álbum como um todo vem mais trabalhado e é muito mais pensado no quesito de enredo, podendo se dizer que foi muito mais pensado em ser utilizado para apresentações em grande escala, como ele vem fazendo pela Europa nos meses antecedentes."

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"É bem forte o tom britpop que só ele consegue colocar nas música principalmente quando ele tem de
soltar a voz mesmo, os alcances de notas que ele consegue em meio a tanta transfusão de instrumentos é bem único e sempre feito com imensa maestria por ele, como exemplo claro em “Meadow”, além da lembrança intensa na voz do John Lennon nessa música, o qual o Liam já demonstrou ser o seu maior ídolo musical."

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"Antes do lançamento do disco muito foi falado sobre a potência da voz do Liam e se ele ainda aguentava aquela potencia toda que ele cantava, principalmente no disco anterior, onde em algumas músicas ele realmente chega a gritar com todo ar esvarando de seus pulmões, e digo a verdade, ele vai conseguir cantar por mil anos ainda se quiser, quanto mais velho melhor está a voz dele, é
incrível."

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"Agora tendo de alavancar três destaques do disco, início com “Gone” que tem um ar até de faroeste pelos seus ritmos e como ele vem cantando de inicio, o som é agradável demais para vários momentos do seu dia mas se você coloca ele na estrada é a trilha sonora perfeita para aproveitar todo
o momento. A quentinha “Now that i’ve found you” como um abraço de alguém que você ama, a música é uma carta linda de sensibilidade por alguém que você sente um amor, e proclamando que pra sempre estará por lá desde que a encontrou, com vozes de fundo, bastante guitarra mas é muito gostosa a ponto de te animar pra voar o mundo, revigorante ao extremo. Minha favorita e que não poderia deixar passar é “Once” que é a música mais poderosa que eu escutei nos últimos tempos, ela é com instrumental bacio e tranquilo, a voz é predominante em boa parte mas a melancolia dela te toca desde a primeira vez que escuta, vem como um soco em “You went down so easy like a glass of wine, my friend when the dawn came up you felt so inspired to do it again, but it turns out you only get to do it once, you only get to do it once...” mais algumas vezes e explode tudo, com uma mini orquestra de fundo, e seu coração vem na boca, emociona demais, é a melhor música do Liam da história!"


O disco tem muitos tesouros, mas deixo para que vocês achem os outros.



Link's do artista




sexta-feira, 24 de abril de 2020

Cinco motivos para escutar The New Abnormal do The Strokes



Uma das bandas mais queridas dessa geração, sempre trouxe uma inovação a cada disco que lançava, esse novo sendo o sexto de estúdio, e de novo trouxe a mudança perfeita. Já fazia sete anos do último lançamento de estúdio, muito se especulou, EP’S foram lançados, mas uma obra concreta não chegava, até que chegou e trouxe essa viagem intensa junto que é o novo disco, sem mais delongas, vamos aos cinco motivos.

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"A banda que consegue ficar sete anos sem lançar um disco e ainda sim fica nas rádios tocando sempre, em festas, bares e o que for sempre toca alguma música da banda, é algo muito relevante e
faz com que o trabalho que possa vir a seguir extremamente aguardado. Mas tratando da longa demora do disco e como mesmo assim a banda se manteve em um topo em um “x” estilo musical faz com que seja mais grandioso ainda esse disco."

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"Não há como não citar o amadurecimento da banda e em como não são mais um meninos fazendo música e curtindo o momento apenas, o disco é cheio de nuances fortes e que fazem auto critica a nós e até mesmo uma passada no governo no qual terá eleições esse ano (citando o USA), duras criticas e cínicas ao comandante do país, onde podíamos usar aqui no nosso facilmente."

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"Tem muita coisa nova que nunca foi feita nos passados do Strokes, tem algumas batidas e alguns
solos que existem mais harmonizados que antes eram simplesmente estourados e vinham como dinamites a nós, não que fosse ruim, é questão de gosto e momento, mas a banda é muito mais harmonizada hoje sim."

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"A dança é liberada e mais que obrigatória nesse disco, difícil escutar alguma música e não pensar que seria um tema delicioso para uma sexta feira a noite sem tempo para acabar, mas também tem o lírico e a letra por trás, como sempre tem letras malucas que o Julian sempre brinca em fazer e diversas críticas amorosas ao mundo, traga isso a uma pista e dance sem parar."

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"Agora colocando como um top 3 das músicas do disco eu inicio facilmente com “The adults are talking” que é a música de abertura mesmo do disco, ela deixa bem nítido como vai funcionar o disco e mostra tudo o que pode mostrar, é dançante e com um tom melancólico do mesmo jeito, os “gemidos” que o Julian vai cantarolando durante varias partes na música transparece até uma carta a ele mais novo, falando que uma hora vai dar certo. Depois coloco “Bad decisions” que traz aquele ar
da banda antiga com uma pitada que lembra bastante um “The cure” em sua fase mais pop, tem ritmo e muita levada com a guitarra mantendo um ritmo eloquente durante a viagem que você está, sensibiliza demais e da uma ótima nostalgia. Gostei de “Why are Sundays so depressing” já pelo titulo em particular, mas ao escutar ela virou a música perfeita pra se ouvir em um dia meio monótono que você precisa de um calma e um pouco de vibração, e ela traz isso na dose certinha, citando “My baby's gone, but I don't miss her, like a swan, I don't miss swimming, all my friends left, and they don't miss me...”, é a melancolia perfeita de um fim de domingo. Já foram três mas não tem como não citar “Not the same anymore” que é a música que diz tudo já no titulo e em como ela é tocada, muito diferente de tudo que o Strokes já fez, parece grava no lugar onde se escuta, é crua, forte e muito intensa, faz o barulho perfeito pra mostrar como esse disco é sensacional!"


O disco tem mais coisas a serem descobertas mas deixo aqui aberto para que você entre nessa nova fase da banda, e se encontre também.



LINKS DA BANDA



quinta-feira, 9 de abril de 2020

Cinco motivo para escutar II II II da Oversong




A Oversong lançou hoje o seu primeiro EP, cheio de lirismo e muita sensibilidade, um trabalho autoral que dá prazer de sentir as entrelinhas e toda a magia que tem por trás dela, sinto uma enorme alegria de estar junto com eles desde os inícios das gravações. Correr atrás do sonho e fazer maior esforço a realizar é das maiores coisas que o ser humano pode fazer, e esses caras estão fazendo de uma forma esplendorosa! Sem mais delongas, lá vai os cinco motivos!!

“O gostoso de ouvir a Oversong é o misto de influencias, pega ali um riff de 70’’, uma base das balados 80” e a pancadaria de um grunge 90’’, mas ao mesmo tempo tem a sensibilidade da banda
mesmo, sabendo unir tudo isso em uma música só e deixando muito único o som que se extrai e faz você chacoalhar por dentro.”

“O disco é extremamente bem produzido, você escuta todos os timbres ressoando de uma forma muito limpa, as entradas e saídas de solos são precisos e as proclamações de poesia que vem do João faz um enquadramento perfeito, como se o disco fosse uma bela pintura que te absorve a atenção por horas e horas.”

“É fácil de se notar que a banda tem uma química sensacional, amigos que sabem se expressar em conjunto e de uma forma esplendorosa, até em depoimento com um dos integrantes ele cita em como foi feito de forma amistosa e tranquila o disco, mesmo tendo de ser tudo certinho, mas em completa harmonia.”

“Não tem como deixar de dar evidência ao como a banda é nova, feita por integrantes novos e soando tão maduros, o nascimento da banda faz pouquíssimo tempo, e já lançam um trabalho tão profundo e sensível como esse, é isso que devemos vangloriar, dar valor e enaltecer, a correria é intensa mas eles souberam correr e finalizaram bem demais essa primeira “prova”!”

“Se solte e tire as amarras que tem em seus ouvidos, fique livre e deixe tudo te penetrar ao decorrer desse disco. Das batidas intensas em “Espero que seja má” a balada melódica de “Balada do café
preto”, temos de absorver tudo e tomar o quanto mais puder. A você que se senta nessa momento e precisa de uma dose de melancolia eu já deixo a você o play em “Vou ouvir falar de você” que é um poema descorrente em alguns minutos, as batidas te entretêm e faz você se remexer do mais profundo ar do seu pulmão ao ar em volta de ti, sinta isso. Talvez o maior e mais potente single da banda é “7 infernos”, ao tocar em shows você vê toda a plateia se contagiando e gritando pelos quatro cantos, uma resposta ao seu eu, uma resposta em te dizer quem sou eu, com uma emocionante harmonia de fundo que faz arrepiar demais. Páreo a páreo coloque também “Deixa” com sua sensação de uma balada extremamente sensual a se dançar em uma noite estrelada, deixe tudo ao seu redor desconfigurar pra bailar noite a dentro, deixe que o tesão do universo faça você vibrar ao cantarolar por um noite inteira. O ápice do disco pra mim é “Espero que seja má”, a desaceleração e explosão instrumental sempre é algo que me deixa animado ao escutar um disco, e dentro de uma mesma música faz com que você se imploda e sinta mais ainda, seguindo um ritmo extremamente frenético, então torça pra que ela seja má, e vai ser. Sinta tudo, ao extremo.”


Há mais músicas além das listadas, mas deixo para que todos tenham um pouco suas próprias sensações ao ouvir também. Sinta, sinta e sinta tudo que esse disco pode te dar, esse é o único pedido.


Links da banda




**Todas fotos da matéria fornecida pela própria banda.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Lollapalooza 2019, a vivencia de um dia

Para iniciar a matéria, ela  será redigida diretamente aos felizardos do dia seis de abril de dois mil e dezenove, e quem esteve la e sentiu tanta emoção com o desenrolar do dia como eu, venha e se aventure nessas palavras. Achei injusto tentar falar dos outros dias onde não estive presente, certo ou errado, a matéria é sobre a minha vivencia, as minhas peculiaridades e experiências. Here we go?

“O Lolla sempre foi em minha visão o festival mais democrático que podemos ter no nosso país em questão de amplitude musical e de todas as tribos que podem ali estar presente, digo por duas visões de anos diferente que la estive, sempre saio com a cabeça virada de uma forma imensamente positiva! A forma como ele é proporcionado e todas as questões organizacionais de palcos e tudo mais, de certa forma forçando a mistura de todos os povos, do metal ao mpb, o respeito por todos os gêneros, isso é lindo e mega importante ainda mais em nossa geração e pelo que andamos vendo em nossa nação! Tendo dito isso vamos as músicas, o primeiro show em que me situei e fiquei ali para
apreciar foi do Liniker e os caramelows, que nunca havia parado realmente para escutar, e tive uma surpresa gigantesca ao ver o show e em como a energia da banda flui de uma forma magica e natural, é pesado como um riff de metal mas com uma calmaria profunda que te penetra, além da voz surreal do Liniker que atingi escalas que não há como entender, foi uma atração lindíssima de se ver! Depois de algum tempo em meio aos rodeios que todos fazem no festival andando pra la e pra ca, veio um balde gigantesco de água fria, por questões climáticas o festival foi interrompido no meio da tarde com chance de não haver mais apresentações alguma, ou seja, bandas que sonhei em ver não veria naquele dia! Saindo de cabeça baixa, indo na saída de emergência mais devagar do universo, a chuva delineava meu rosto e eu não entendia absolutamente nada, só uma enorme revolta dentro de mim. Passando um tempo chegando perto do portão de saída ouvi gritos de onde fecharam o portão la dos palcos, e um “MEU DEUS VAI REABRIR”, penso comigo que isso não é coisa de se brincar, mas literalmente quem está na chuva é para se molhar, que voltemos até la! E era verdade, o portão reabriu, iria ter todos shows decorrentes do horário, e estava perto do horário do show que eu ansiava em viver! Olho ao meu redor, corro e chego ao palco, sim estou a poucos metros de ver e viver o que eu mais queria, eu não consigo até hoje explicar o que senti. Encontro amigos por ali e ficamos, os olhos ao relógio, e chegou a hora. Adentrando o palco o Bring Me The Horizon, me arrepio e sinto
que era a hora de soltar um pouco de tudo que há dentro de mim, me sinto livre a sentir plenamente! Eles começaram com “Mantra” que é um loucura e cheio de batidas junto com o Oliver que entrou na lista dos maiores frontman que eu já assisti ao vivo, ele cativa e faz o publico ficar ali na palma de sua mão no show inteiro! A chuva caia, fina mas era de se sentir, olhava para cima e ela caia em meio aos meu sorrisos espontâneos, eu estava infinito, eles vieram com um setlist pesado, "Can you feel my heart", "Wonderful Life", "Mother Tongue", cheio de músicas que fazem sentir e dançar, gritei do começo ao fim! Quando tocaram “Drown” foi um momento importante, eu não consegui gravar, nem fotografar, nem nada, eu travei e me arrepiei, e gritei a música toda, eu sai de dentro de mim e entrei na música, foi o momento de ápice do show em minha versão! Terminaram o show com “Throne” que tem coreografia da plateia e tudo mais, foi o famoso show que se tem vontade de reviver todo dia para se ter animo de continuar, e torço do fundo do meu coração que voltem logo ao Brasil! Um grande obrigado e todo amor a banda fica aqui! Saindo de lá, pensei em ir perto do palco onde ainda teria uma imensa emoção a noite, o Kings of Leon ainda tinha de tocar! Passando as horas e assim começou mais uma espera, mas essa foi mais agradável ainda, pois teve a trilha sonora com Lenny Kravitz ARREBENTANDO tudo! O show dele eu nem estava muito para ir ver mas me cativou e acabei indo até perto do palco assistir, ele mandou bala por quase umas hora e pouco, fazendo o público cantarolar e dançar o tempo todo! Algum tempo após o show dele terminar
as horas passavam devagar, a ansiedade estava latejando a cabeça e as costas já, mas chegaram os reis leões! Chegaram para um público de quase 100% do festival que estava presente, parecia um mar de gente, e eu com uma emoção gigantesca era um pontinho ali na frente, perto deles! Eles souberam agradar desde os fãs dos primeiros discos até do último disco, fizeram uma mescla ininteligentíssima com estilos de músicas e como elas foram funcionando perfeitamente com o desenrolar do show! O palco e plateia se tornaram um só, era todo um mar de energia transbordando pra cima e para baixo, em um fluxo fora de qualquer universo! A emoção de vê-los pela primeira vez foi magnifica, dançando com “Sex on fire”, emocionando com “Over” e deixando os gritos junto de “Molly chambers” fez a noite perfeita! Depois de um show desses a noite acaba, os sentidos são exaltados e emoção a flor da pele, mais uma vez o Lolla me entregou um prato cheio de emoção e muita vida, e eu devorei ele por completo!”



Fica aqui a nota de todos a quem eu encontrei, amigos de longa data e de nova data, vocês são eternamente peças chaves de minha lembrança de um dos melhores dias da minha vida, um muito obrigado e até a próxima! 


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Cinco motivos para escutar MUTT, novo disco da The Old Skull Guz


A rapaziada da Old skull guz vieram arrebentando nos últimos meses e hoje lançaram em todas plataformas o seu primeiro disco, o “MUTT”. A banda está em turnê nesse começo de ano em vários pontos do Brasil soltando a voz e toda sua euforia musical, então aqui vai cinco motivos
luxuosos pra se absorver esse disco do começo ao fim!

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"O primeiro disco da banda tem suas misturas mais cruas, sempre o primeiro trabalho tem uma mistura muito maior dos gêneros e gostos de todos os integrantes. Não poderia ser diferente nesse aqui, sinto uma energia do jazz, uma balada dançante do blues e uma porradaria do Hard rock também, tudo em uma mudança frenética."

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"Apesar de ser uma banda nova a sincronia instrumental chega a dar emoção, o alinhamento entre os três instrumentos faz com que as ondas sonoras faça você viajar de longe a perto em alguns segundo, junto do vocal estridente e afinado."

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"O disco foi lançado com o selo da Forever Vacations que é uma turma de São Paulo comandada pelo Capilé (Ator Morto/Suagr kane/Water Rats) que faz o trampo das bandas mais porradas e lança para o mundo! Trazendo o underground mais em evidencia de novo como a vários anos atrás!"

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"A banda já tem seu primeiro clipe lançado da música “Mutt Dog” além de algumas gravações em estúdio que já está liberado no Youtube. Não há trabalhos posteriores da banda, mas dois integrantes são velhos conhecidos dentro do projeto pelo seu passado em bandas anteriores."

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"Alavancando um top 3 do disco, de primeira eu escolheria a Rampage Boogie que é sem duvidas uma ótima carta de apresentação da banda e é a abertura no disco mesmo, uma porrada quarentista e cheio de energia muito própria da banda, trazendo a euforia em cada segundo da música! Depois não
posso deixar de falar da Mocaccino Blues, é a favorita do disco, é um frenesi da guitarra com os outros elementos, o vocal limpo em algumas partes o deixando solo e depois volta a explodir o instrumental completo, fazendo isso como se fossem ondas no bar, trazendo da calmaria a maior quebra constantemente, além da gaita estridente que o “Guz” sabe tocar como poucos! Pra fechar os destaque eu colocaria a “Mutt Dog” que como citado a cima tem clipe já e tudo mais, ela é uma história sendo cantada para todos os ouvidos que se aventurarem, tem uma grande semelhança as maiores baladas como de Johnny Cash com uma pitada única da banda mesmo, é uma balada das boas! Varias outras tem destaque como "Lovin Odissey" que é ANIMAL, "True" com toda sua paixão entre todao o disco!"

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Assim fica os cinco motivos para apreciar esse novo disco dessa banda que está surgindo agora mas já da vários indícios que vem forte e com um baita futuro! Então se deliciem e acompanhem tudo que vem por ai!


Acompanhe a banda:





sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

A metamorfose da Stolen Byrds está chegando




A Stolen Byrds não parou no tempo e está prestes a nos dar mais um filho do ventre musical mais forte que eles poderiam ser. A banda teve mudanças no quesito de formulações das novas canções, mas manteve os ares em muitos outros pontos, o que solidifica um grupo a um "tempinho" na estrada.
Abaixo um bate papo bem leve e solto com o frontman Edwards Neto. Leiam, vibrem e se deliciem, e em pouco tempo o novo disco estará entre nós!


O processo criativo do disco em geral e como se desenvolveu

"O processo criativo desse disco se deu por assim que nós lançamos o 2019 (último disco da banda) nós tivemos uma vivencia muito bacana no brasil e na Europa, as relações entre a banda se estreitaram mais ainda, no processo de criar mesmo em melodias e letras conseguimos absorver muito de cada um, fazendo um caldeirão de ideias, tanto que tem músicas do novo disco que tem 100% da criação dos cinco membros, outras tem um pouco mais de um ou de outro, como os discos anteriores eram composições que levávamos aos ensaios e dai rolava a todos os outros detalhes juntos, já nesse nasceu junto e no
mesmo tempos de todos os integrantes. Esse disco nós torcemos para que o público perceba essa mistura que fizemos, esse seria o nosso novo processo criativo, conseguir absorver mais entre nós e expor da melhor forma."

 É o quarto álbum da banda, cada um é muito particular, qual a evolução necessária pra manter a banda no auge tanto tempo

"Por buscar mesmo a evolução individual tanto musicalmente e espiritualmente, é sempre aquilo de estar conhecendo lugares novos pra tocar, conhecendo artistas de todos os lugares, vivenciar esse mesmo sonho no dia a dia com mais pessoas ao redor do mundo, então essa mescla de vivenciar os lugares, de estar ali conhecendo novos povos faz com que seja a nossa evolução pra ser cada vez mais faminto de música e não parar nunca, assim é o processo natural, agregando muito de novas experiências e como absorver tudo, como nesse disco novo tem um ar novo, um refresco a mais!"

Como será após o lançamento do disco, em questão de turnês, shows e clipes

"O disco será lançado em meio a turnê, o nome dele será “Wanderlust” que tem toda relação as
viagens e a sede de estrada, fazendo assim a nossa maior divulgação sendo nossas viagens pelo mundo a fora. Isso se dá como a viagem em distância, em qualidade e quantidade, nosso combustível pra esse disco é a estrada. Os shows e clipes serão apresentados da mesma forma, a ideia principal vai ficar muito mais claro quando todos puderem ouvir o novo disco e captar essa mensagem que tem o próprio nome do disco, fazendo disso de uma nova viagem como um todo, sendo física, mental ou espiritual."

 Para os fãs da banda, o que esperar do novo disco e do novo ano

"Posso deixar que vem uma nova Stolen por ai, bem fresquinha e com novos ares, quem quiser embarcar nessa aventura com a gente, vai ser algo bem gostoso e vão se sentir mais rejuvenescidos, com muita força, levando o astral la no alto! Sempre digo que é um disco diferente dos demais como todos foram, pra não perdermos o espirito de renovação sempre!"



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Links para encontrar a banda:


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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Vos apresento Guto Ferreira





Agora é a vez do viajante musical nos dizer um pouco quem é e o porquê o som dele é vibrante. Em um papo bem bacana e solto, Guto Ferreira soltou o verbo sobre sua carreira, cena autoral e o que vem por ai!

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 Seu projeto de música em geral

Eu comecei a trabalhar com música na rua né. Antes só tocava por hobby e pouco. No ano de 2012, já na Bolívia, encontro um irmão argentino, Agustín, e com ele desenvolvi a técnica e desenvoltura de calçadões e ônibus de Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. Saí do Brasil como artesão e de bicicleta. Volto ao Brasil músico e de ônibus (ou carona). Já de volta ao Brasil, eu passo a focar mais em uma outra paixão que tenho, que é o circo, e daí passo a tirar meu sustento. Mas a música não fica fácil esquecida. Passei a pesquisar mais, e me interessar por escrever e musicalizar minhas letras, mas sem qualquer pretensão de um dia grava-las. Isso até conhecer o Ni (produtor Nicholas Emmanuel), ano passado, e ele me convidar pra gravar. Eu não entendi nada a princípio. Como assim? Minhas músicas? Sério? E ele super me incentivando e tal. Entrei nessa barca todo entusiasmado e cheio de energia. Gravamos duas faixas: um samba e um rap. Gostei do resultado e achei que era isso. Mas não. Esse ano o ni me convida novamente. Desta vez um pouco mais sério, gravar um EP Uma música já tinha toda construída, mas as outras todas foram criadas nesse processo. Uma música que fala sobre viajar, outra fala sobre queda e ascensão. E assim vai. Todo o processo de gravação foi feito na "casinha da bh".


Quem é Guto ferreira e o que tem por trás dele

Eu brinco de tocar desde criança. Costumo brincar que meu primeiro time de futebol foi também meu primeiro grupo...rs Pagode é claro. Criançada, futebol e um pandeiro e já tava feita a alegria. Mas com o tempo fui deixando o prazer de tocar de lado. Compromissos e caminhos que a vida te impõe
vão te afastando dos teus prazeres. Mas quando comecei a viajar de bike sem pressa e sem compromissos, tudo voltou, e da maneira mais linda. Estava descendo pro Uruguai com o Hector, e ambos loucos por um violão pra acompanhar nosso pandeiro solitário. Quando conhecemos um rapaz em Pelotas que nos presenteou com seu violão. Ahhhh isso me inspirou demais. Passamos felizes o verão no Uruguai esse ano. Mas tivemos que nos separar, Hector e eu, pois eu voltaria pro Brasil e ele permaneceria no Uruguai. O violão acabou com ele, e eu voltei pro Brasil na missão de fazer a grana pra comprar um violão. Mas não é que o destino queria que eu tocasse mesmo. Poucos meses depois, tentando chegar no litoral norte de São Paulo pro carnaval, já na rodoviária de Bauru, enquanto tocava passando o chapéu mais a Isa e o Agustín, um cara veio até a gente e perguntou se tocávamos corda de aço. Respondemos que sim e ele disse que queria ouvir um Bob Marley. Tocamos com o maior prazer. E qual foi a contribuição no chapéu desse cara? O violão. Sim, o violão. Daí não pude parar mais com a música né. E tudo que escrevo é o que vivencio ou vejo por onde passo todos esses anos.

O que acha do cenário da música autoral principalmente de Maringá

A cena autoral como um todo já é fraca né. Ver um monstro como Kiko Dinnuci dizer que não é fácil viver de arte em São Paulo é de chorar. Se pro Kiko tá difícil imagine pra nós...rs 
Maringá tem pouquíssimo espaço pro autoral né. Já teve melhor. Lembro de ver surgindo Sollado B, Anônimos, Cidade Verde, Melodia Preto Band, Mestre Ouriço. Algumas acabaram, outras saíram da cidade pra levantar vôos maiores, e quem fica acaba numa cena que pouco valoriza o autoral. Pra mim então que fiquei um tempo largo viajando e voltei a pouco pra Maringá, nem se fala. Vou te dizer que tá valendo mais tocar na rua do que perder tempo atrás de agradar empresário. Esqueci de citar Stolen Byrds né, muita coisa já rolou por aqui, e está rolando cada vez mais.

O que o seu som pode atingir nas pessoas

 Meu som retrata minha vivência. Viajante, artista de rua, observador e absorvedor das culturas e cotidianos por onde passo. Acredito que ao ouvir as pessoas vão conseguir viajar junto comigo um pouco. E é isso que quero transmitir pro meu público. Que as pessoas acreditem nos seus sonhos e sejam sinceras consigo mesmas. E foco na missão. E que as quedas nos engrandece. Sejam elas causadas por forças alheias a nós, ou causadas por nós mesmos. O importante é se levantar. Isso é muito do que quero transmitir com minha música.

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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Stolen Byrds continuam a trilhar


A banda vem em uma metamorfose ambulante, se transformando a cada dia, passando por provas gigantescas e sempre buscando se auto afirmar no mundo a música, onde eles já tem sua cadeira cativa faz um bom tempo. Em um papo bem descontraído com o "Neto" vocalista da banda, tirei um pouquinho do que esperar da banda e o que tem de novo nessa mudança que houve na banda!
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 A banda vem estourando tudo e a todos ao redor do Brasil e do mundo. Um disco novo está por vir. O que os fãs podem esperar dessa nova fase? 

 "Muito gás, muito amor, o disco novo representa muito disso, novos horizontes pra gente, preparem-se pra dançar e suar, viajar e emocionar."

A mudança dos ventos sempre fazem florescer algo novo. Na última semana o Guz acabou saindo da
banda pra assumir um novo caminho. Qual é a ideia da banda e o sentimento com a ida dele e a chegada do novo integrante?

"Processos naturais, permitimos que toda essa nova corrente de sentimentos e vibrações passe por nós e nos aponte o caminho, o Guz é um cara maravilhoso e seu ciclo conosco foi esplendido, agora com o Fernando tudo também será, ele já é nosso amigo a tempos e a energia dele é maravilhosa, o que vem por aí não cabe a mim dizer, mas estamos dando vazão a isto!"

Alem do disco e dessa nova formação, qual é a maior ambição que a banda tem em um curto período de tempo?

"Não sei se chega a ser uma ambição, mas a estrada e novos lugares são novidades que veremos com uma frequência muito maior e isso diz muito sobre o trabalho que estamos fazendo hoje."

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Mais sobre banda apertando aqui embaixo:



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