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sábado, 25 de julho de 2020

Cinco motivos para escutar “All Distortions Are Intentional” do Neck Deep



E chegou esse grande dia, saiu o novo disco do Neck Deep! E os fãs da banda podem ficar muito felizes e se satisfazerem com esse baita disco! Veio cheio de potência e muita energia pra cima, super mesclado com alguns tons diferentes mas ainda é a pegada da banda, muito única! Então aproveite e mergulhe na matéria escutando essa baita obra!



Esse é o quarto disco de estúdio da banda, onde sempre se inovou mas em especial nesse deram um passo gigante e uma revolução que eles sempre falavam que haveria, é uma nova onda musical mas ainda com toda a identidade da banda. Tornando cada vez uma nova cara ao pop punk, muito fiel aos seus primórdios também.
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As músicas emanam uma energia muito boa, é uma pegada de superação misturada com alto astral que eles empenham sempre dentro dos discos, segundo algumas entrevistas da banda, o disco se passa em “Sonderland” que é um mundo ficcional com inspiração na palavra “sonder’, que significa “percepção de que qualquer transeunte aleatório está vivendo uma realidade tão vívida e complexa quanto a sua”.

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Esse disco também foi lançado pela Hopeless Records, que já haviam lançado seu disco anterior e também já lançou varias bandas do gênero como All Time Low, e varias do pop punk também.

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Uma das coisas que sempre me faz gostar mais da banda é que sempre tem um tom de motivação por trás da maioria de suas musicas, sempre dizendo que tudo que fazem mal na real um dia vai ser um aprendizado, ou que tudo bem estar em uns dias ruins que tudo há de melhorar, esse ar motivacional com a pegada da banda deixa uma sincronia muito importante pra nos animar nos dias de hoje principalmente, então um obrigado especial a banda, de coração.

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Dessa vez não será top três mas sim top cinco!!! Porque o disco é bom demais, então não tem como eleger só algumas músicas.  De primeira já vou colocar “Sonderland” que é a primeira faixa do álbum e traz tudo que o disco vai mostrar, ela é bem forte no instrumental e também na letra que mostra em como os dias de hoje estão tão sombrios, cheio de julgamentos e em como estamos de saco cheio sem querer falar de política, ou ciências sociais em contradições quando se está a beira de um precipício emocional, e termina meio que tentando se afirmar que tudo vai ficar bem e há de tudo ficar bem, pesado mas ótimo para se refletir. Depois vem “Fall” também que é um dos singles do disco, tem um clipe lançado na pandemia e tem todo um ar muito de skate life que é uma delícia de acompanhar, cheio de visual bacana, e a música é bem o estilo da banda com progressões rápidas e elevações da bateria, junto de um vocal que chama o coro em algumas partes, sensacional.  Vamos de “Telling Stories” agora que é uma das melhores musicas da história da banda, que é muito boa de se curtir e aproveitar totalmente o momento em si, com uma letra forte também como “Everybody else, everybody only talks about themselves, have you ever felt lost in a window, desperate to be loved and just been thrown out?” e explode tudo de uma vez, sensacional de novo!! Agora tem de ser a queridinha do disco com “When you know” que faz você sentir um abraço ao escutar, o clipe é formado com vários vídeos de fãs que mandaram durante a pandemia trechos da letra, tendo fãs de todas as partes do mundo participando, é bem divertido assistir, e tratando da letra tem vários momentos dizendo que o amor deve sempre prevalecer e que devemos antes de tudo amar a nós mesmos em diversos momentos. Pra fechar o top cinco vamos com “Pushing Daisis” que fecha o disco em si também, é uma daquelas músicas que anima demais com seu ritmo, e te toca já de primeira quando se escuta, como “Life is a joke and we get dead anyhow, lowlife kids got to live how you wanna live, fuck society, fuck your politics, fuck yourself and fuck the way it is.” E termina o disco com esse grito pra nos libertarmos de todas as amarras emocionais que o mundo impõe a nós, sejamos mais livres das opiniões alheias e saibamos viver mais do momento! Citei cinco músicas mas é real, o disco por completo é sensacional, vale escutar todas como "Sick Joke", "Lowlife", "I revolve (around you)" entre outras, se deliciem ao descobrir os encantos que a banda pronuncia a nós!



Links da banda




quarta-feira, 8 de julho de 2020

A nova fase do The Old Skull Guz




Em um papo bem simplista conversei com o vocalista da banda The Old Skull Guz, nosso amigo de data Gustavo Oliveira ou Guz” como muitos o conhecem. Falamos de pandemia, projetos futuros e até a nova formação da banda! Se liga que tem material novo saindo do forno! Chega junto!

Período de pandemia

"Tá sendo um período bem diferente, tínhamos muitos planos para 2020, todos eles foram colocados em espera por causa da pandemia, acredito que é um momento que exige muita responsabilidade e paciência, principalmente para nós que trabalhamos com música, estamos focando na composição, produção e tentando extrair ao máximo disso."

Novo disco      
                                                                 
"Nosso próximo disco vai ter em torno de oito faixas, no momento já temos seis decididas, e alguns retalhos que vamos levar nos ensaios para trabalhar e definir quais vão entrar no álbum. Algumas destas músicas já estamos tocando ao vivo, é bom pra sentir como vão funcionar. Em setembro vamos nos reunir para fazer a nossa pré produção, e tudo indica que ainda este ano entramos em estúdio para a gravação."

Novo integrante

"O Bruno agrega muito a banda, sua entrada foi definitivamente "A peça que faltava", temos uma química excelente com ele dentro e fora dos palcos. Ele é um músico excelente, afiado e muito dedicado. Acho que o Old Skull vai soar com a personalidade de sempre, pois o Bruninho possui um perfil muito parecido com o nosso, logo após sua saída do Stolen, muitas pessoas já vieram me perguntar se ele ia entrar no Old Skull, isso mesmo antes de termos comentado sobre a possibilidade dele trabalhar conosco, isso já mostra como ele tem a cara da banda e o quanto nos enriquece a sua presença."
Recado a galera

"Queria como sempre, agradecer a todos que escutam a nossa música, que nos acompanham pelas redes sociais, fiquem ligados, tem coisa boa chegando, acabamos de finalizar o clipe de “Lovin' Odissey” com a produção do Leandro Correa e do Bulla Jr, e ta lindo! Logo vai estar disponível. No mais, fiquem em casa o quanto puderem, logo estaremos todos juntos pra fazer um som pra vocês!"


Links da banda


sábado, 4 de julho de 2020

Cinco motivos para escutar "Forever and Ever x infinity" do New Found Glory


Pra se alegrar um pouco nesse momento pandêmico que vivemos, os caras do NFG lançaram um disco daqueles estilo dos primórdios pop punk, e alegraram os críticos demais! Fazendo uma somzeira bem enérgica e cheio de riffs contagiantes os caras acertaram mais uma vez, então vamos lá pros cinco motivos de se energizar com esse discaço!

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De prima temos de falar sempre, bandas que ficam tanto tempo em estrada e ainda assim mostrar um trabalho tão bem feito tem de ser muito vangloriado, esse é o DÉCIMO, isso mesmo, décimo disco de estúdio da banda, onde sempre há algumas renovações no estilo das músicas mas a base pop-punk está presente sempre!

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A banda é dos primórdios nesse estilo musical, sendo os percursores junto do Blink, Green Day e talvez o Sum 41 também entre nessa mesma formula musical. Mas onde todas as bandas já modificaram e muito o estilo das músicas, tentando algo mais melódico, algo mais calmo ou até inovando pra algo mais pesado, o NFG se manteve as raízes e nos trouxe mais um disco de puro pop-punk.

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É um disco considerado longo, ainda mais nos dias de hoje onde tudo tem de ser rápido e informações básicas sempre. Tendo quinze faixas onde se desenrola rapidamente em 48 minutos no total, então é guitarra e bateria rápida e muito do Jordan cantando rapidíssimo.

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Acho que um erro de muitas pessoas é colocarem um estilo musical e colocar suas formas em um quadrado, como se fosse um som só trata-se de “x” assuntos, e o que sempre me chama atenção em todos os trabalhos do NFG é que eles abordam diversos temas, seja de um termino de namoro, uma paixão nova, até mandar o presidente pro inferno, fabuloso!
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Agora vou colocar as três que de cara me chamaram a atenção e não paro de escutar! Começando com “Greatest of All Time”, que é uma rapidez absurda e uma pancada na cabeça, mas que vai te elevando pra cima conforme a música vai passando e deixando tudo em um astral lá pra cima, eu colocaria ela todos dias ao acordar pra deixar o dia em um astral melhor, já fique a dica disso aqui. Depois sigo com “Same Side Sitters” que é uma bateria frenética mas o vocal tem um desacelero maior, uma melodia mais bem cantada e não tão rápida, como no refrão “Sit on the same side at the restaurant, and we'll kiss if we want, even though the locals think that we look cringey, maybe they just don't have someone to hold on to, and I'm holding on to you, to you..” que entra naquele aspecto de trazer a rapidez com a harmonia romântica nas músicas da banda. A próxima com certeza é “Do you want to settle down?” que é puríssimo a banda do começo, com falas rápidas e muito ritmo quente, e trechos que ficam na sua cabeça onde você cantarola o dia inteiro, talvez é o hit da banda que vai tocar noite a dentro nos verões da Florida. Agora um bônus tem de colocar “Trophy” que é um ritmo alucinante e uma letra daquelas que esquentam o coração, bonito dever a mistura do frenético e da paixão que a banda consegue conectar muito fácil.


Links da banda



sábado, 27 de junho de 2020

Desmistificando "Parasite Eve” do Bring Me The Horizon


Com uma proposta nova, vou pegar músicas que realmente sinto mexer nas nossas entranhas e produzir um texto em cima. O primeiro é esse absurdo de música do Bring Me The Horizon lançado a poucos dias. Então chega junto e se deliciem.
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"Ao sentir e ouvir a primeira vez essa música foi um misto de euforia e uma ansiedade absurda, a letra, os toques, os riffs e o absurdísmo de tudo o que vivemos, representado nessa canção feita durante a quarentena pela banda. A beira de um colapso mundial onde estamos literalmente sem um rumo de cura ou do que for, a canção apresenta que o maior problema nessa época não é em si o vírus e sim o vazio dentro de nós. Começa em um ritmo mais tranquilo em que o Oliver (vocalista) faz uma brincadeira com as palavras ao dizer que está com uma febre que ninguém deve tocar nele, não acreditando em mais ninguém e simula um espirro, é como a loucura em que plantamos em nossa cabeça que todos podem estar infectados e que ninguém é viável de sua confiança, você está sozinho literalmente, fazendo com que nos forcemos a sentir algo, como o medo no momento mas na verdade é só o excesso da vontade de correr de tudo que sempre temos como escape nos dias “normais”, mas isso não tem como acontecer no agora! Ai vem uma voz robótica dizendo que mantenha a calma o fim está próximo e não há pra onde nem do que correr, que tudo tem uma data, tem o limite e tem o fim, mas aproveite o passeio mesmo que esse seja o fim. Em um trecho a frente é o refrão onde ele grita e exclama com todas as palavras, será que com tudo isso vamos aprender a lição? Parece algo intragável que vivemos mas é algo que deve sim fazer uma mudança em tudo de dentro pra fora de nós, e parafraseando se esse suspense não te matar outra coisa vai, é hora de mudarmos. Há um cântico dizendo que
precisamos procurar pontas de agulha em palheiros, onde temos de achar tudo que procuramos e colocar em quarentena, silenciando tudo e a todos, não apenas do vírus mas sim o grito de revolução, toda voz que grita e impõe é silenciada pelo mundo que não aceita uma revolução e um novo modo de vida, benéfico a todos, o comodismo é o maior mal em que sentamos e ficamos. Seguindo a parte mais forte onde há gritos realmente de guerra, onde se nota uma potência instrumental infernal, onde você se sente mexendo por dentro com a música, onde a alma vibra, fala-se que pode fechar suas janelas, lavar suas mãos e ficar ali sem ser infectado por nada, mas não consegue lavar sua alma em si e apagar todas as coisas em que não se mexe e em tudo que lhe incomoda e te suga sempre, “When life is a prison and death is the door, this ain't a warning, this is a war, war”, como um grito de basta e acabe tudo. Tem mais duas vezes o refrão e volta com a voz robótica onde fala que ninguém pode te salvar, que é o intuito dessa música, vivemos momentos estranhos e extremamente perturbadores, mas além disso, o mais assustador é dar ouvidos a nós mesmos, agora nessa “pausa” que vivemos estamos com a vozes que silenciamos em evidencia e temos sim que escutar e deixar sair, tratarmos de dentro pra fora e que quando isso passar, saibamos usar tudo que vivemos e presenciamos para algo benéfico, chega de opressão a todos, a banda nos escreveu uma carta extremamente forte e potente para agirmos, cabe a cada um saber como usar."



Um grande agradecimento a banda, a música me tocou muito e eu me sinto mais ciente de tudo. Talvez me faltava um grito de revolução pra que me ouvisse mais por dentro, sentindo e observando mais o "eu" em si, tirando do escuro certo demônios e trazendo a vida em resolução. 




quarta-feira, 27 de maio de 2020

A revolução musical da Binarious



Com um autoral de primeira, a banda Binarious de Brasilia está vindo com uma proposta musical quente e com muito sentimento em toda sua posse, aos ventos proclamam mudanças e mais amor ao mundo. Uma matéria simplista mas cheio de informações, é o que se segue nessa resenha, chega junto e se liberte ao novo.

História da banda


"Apesar do pouco tempo de história, o trio se destaca por movimentar a cena com eventos como a Binarious Listening Party e já marcou presença em festivais importantes da capital federal, entre eles CoMA e Porão do Rock. Baseada em Brasília, a Binarious é uma banda que une trip hop, indie folk e experimental. Transformando em música suas inseguranças e fragilidades, além de reflexões sobre sonhos, esperança, sexualidade, ciência, filosofia e com forte postura girl power, o grupo se reinventa como um trio. Binarious é formada atualmente pela fundadora da banda Andressa Munizo nos vocais e guitarras e pelas multi-instrumentistas Lídia Pessoa (baixo e vocais) e Clara Vidal (bateria). Juntas, elas estão divulgando o novo EP “Um Escape Fácil”. Com edição, mixagem e masterização do vencedor do Grammy Latino, Ricardo Ponte, o EP foi produzido pela banda e está disponível em todas as plataformas de streaming de música."

Influencias musicais

"Nossas influências são principalmente da cena independente brasileira e brasiliense, artistas como Brvnks, YMA, Fresno, Far From Alaska, Supercombo, Boogarins, Vivian Kuczynski, Bolhazul, Joe Silhueta, Dennehy, Young Lights etc. Dos artistas internacionais temos bastante influencia do duo Twenty One Pilots e das meninas do Warpaint, entre outras bandas como Metronomy, The Kills, Pink Floyd, The Do, The Neighbourhood, Nothing But Thieves, Tame Impala e Cleopatrick."

A mensagem que a banda transmite

"Acreditamos que a nossa música seja um impulso sobre a necessidade de se conectar com si mesmo. Fazer as pessoas refletirem sobre seus sonhos e propósitos em conjunto com a ciência e filosofia em um mundo tecnológico onde somos bombardeados todos os dias por milhares de informações. Muitas vezes sentimos uma perda de identidade, pois estão sempre nos dizendo como devemos agir e o que devemos fazer, gerando questionamentos sobre o sentindo da nossa existência e a nossa relação de conexão com a natureza e o universo. Vemos a arte como uma proposta de resinificar a palavra conexão. "

Aos fãs e futuros adoradores da banda


"A Binarious é uma nova ideia e esperamos que ela faça a diferença na perspectiva de vocês ao olhar para o mundo e sentir as coisas. A Binarious é sobre vocês, sobre nós e sobre o mundo em que vivemos, é sobre saber lidar com o caos e o desconhecido e saber aproveitar os dias de sol e quietude, sejam muito bem vindos ao nosso mundo de fragilidades e aos que já conhecem o nosso som, um grande abraço."


Links da banda


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Mas se preferir pode ser aqui no Instagram também!


Crédio pelas imagens: Pedro Ribas.

sábado, 23 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar Heartwork do The Used




Senta ai que la vem pedrada, o novo disco do The Used é uma porrada das grandes na nossa mente, a banda não se cansa, faz mais de quinze anos que estão na estrada e com inúmeros discos e reinvenções constantes. Com isso chegou essa obra cheio de força, mutável e com muita atitude como sempre, então fique confortável e curta os cinco motivos!

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Quase impossível uma banda continuar na estrada por tanto tempo e ainda manter a essência em si, poucas bandas conseguem isso, pois bem, The Used conseguiu com maestria e com o comandante dessa barco mostrando mais uma vez como a potência vocal importa muito sim em gritos de uma revolução necessária.

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Os discos depois de um tempo ficam bem distintos do som em primórdios das bandas, até mesmo no antecessor (The Canyon), já notava que a banda estava bem diferente, mas nesse novo disco eles conseguiram trazer vertentes desde do primeiro disco e mesclar com uma onda atual que a banda já vinha produzindo, transformando natural aos fãs mais antigos até os mais novos.

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Há diversas participações nas canções do disco e nas produções em si, como Mark Hoppus e Travis Barker do Blink-182, Jason Butler do Fever 333, John Feldmann do Goldfinger que ficou nas produções, mas o legal que até mesmo nas músicas com participações você escuta puramente a banda, sem perder em si sua essência.

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O disco foi gravado em três etapas bem distintas uma das outras, fazendo um processo bem natural, na última etapa a criatividade era tanto que flui de uma forma que criaram mais de 20 músicas, sendo que algumas foram guardadas para projetos futuros por não encaixar nas melodias do “Heartwork”.

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Agora alavancando as quatro principais faixas do disco pessoalmente, começo com “Paradise Lost, a poem by John Milton” que traz muito tudo aquilo que eu disse ali em cima, traz as guitarras e a bateria bem rápidas como dos primeiros discos, mas tem um toque a mais “eletrônico” dos novos discos e a voz incrível do Bert seguindo e conduzindo você em uma alucinante viagem a um meteoro, a música te excita a fazer tudo ao mesmo tempo, um frenesi intenso.  Depois coloca ai bem alto “Blow Me” que é um grito de revolução revelando alguns fantasmas que ecoavam dentro da banda em si, questionando se chegando lá temos a coragem de tomar a atitude em si, e o peito que a banda teve de percorrer tudo mesmo contra e se opondo a todo um sistema encontrado principalmente na América. Segue agora com “Gravity’s Rainbow” que vem
com um som de opera no início e o violino em alto e bom som, de repente estoura tudo com o instrumental de praxe da banda e vem uma explosão total, a fala do vocal contando uma história mesclam a música inteira em uma intensa onda em tranquilidade e intensa aceleração. Coloque o som bem alto e vem gritar com “The lottery” que é o puro The Used meados de 2000, vem forte e cheio de atitude mas com um toque bem suave no vocal em algumas horas com o Bert, sabendo usar das frase suas maiores amigas ao descrever uma loucura, a música no meio vira um new metal, antes da explosão vem um baixinho “Please don’t hurt me” e de repente EXPLODE TUDO, é muito intenso pra descrever, escutem e sintam. Não tem como deixar de comentar, então o bônus vai com “Wow, i hate this song”, que é uma melancolia pura em sua letra mas o instrumental é leve de certa forma, algumas explosões jogando a guitarra e a bateria em um volume intenso enquanto o vocal solta muitos screamos, fazendo um som delicioso de cantarolar, mas a letra em si aparenta falar do peso em escrever, em expor a dor, em sentir muito tudo mas ser o único modo de tirar aquilo do peito em si, como se fosse a pílula para todo problema que encontra, eu acho o Bert um dos maiores poetas musicais de nossa geração, e essa música merece muito a atenção lírica!


Links da banda


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sábado, 2 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar Future Nostalgia da Dua Lipa


Esse disco veio e transformou o conceito de muitos críticos musicais no mundo todo, podendo até dizer que foi criado um novo estilo musical em cima do mesmo, cheio de poder, empoderamento e muita dança. Vamos seguir o ritmo então e partir para os cinco motivos!

"De primeira ao pensar na Dua Lipa você já pensa em sucesso e músicas que grudam de forma gostosa na cabeça e te faz acordar cantarolando para dia inteiro, e adivinha, ela fez isso de novo, um disco cheio de hits e muita energia, mas com uma forma diferente do disco anterior, mas potente do mesmo jeito."

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"Não é um disco Pop, pode sim ter algumas tendências mas ele se encaixa muito mais em uma disco Dance no estilo oitentista ao extremo, te chacoalhando do início ao fim, ela trouxe uma quebra de paradigma dizendo que ela pode ter o pop derivado de diversas formas, feito de forma esplendorosa, e cheio de funk no meio, é uma mistura muito única e com certeza deu muito certo em união a voz da Dua."

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"O ponto do nome do disco pode ser isso, como um trocadilho” “Future Nostalgia” trazendo a tona tantas coisas nostálgicas como os ritmos já citados com a essência da cantora sendo acrescentado e colocando muita dança no meio e a irreverencia da própria em tudo."

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"Em um universo que se é dado com tantas falências de estilo, como a fatídica frase “O rock morreu”, ou “não se fazem mais divas pop como antes”, entre outras, a Dua Lipa dá um tapa de pelica na cara de todos ao mostrar que a música nunca morre ou deixa os estilos passarem despercebidos, e tem como mesclar com muita excelência vários estilos em um só e criar uma nova identidade sem perder as raízes dos ritmos em si, ela criou um novo som que pode se encaixar em diversos momentos, e isso é genial ao meu ver."

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"Agora a eletricidade tem de passar aqui e mostrar as três músicas que mais me chacoalharam desde o início, não tem como não ser “”Don’t start me now” como a primeira a ser exaltada, a linha de baixo que dá aquele ritmo gostoso, a voz dela recobrindo tudo de forma sutil e em como a música vai
crescendo em poder e altura conforme vai passando e passando em você, é impossível ouvir e ficar estático sem sentir uma vontade de balançar, se mover, treinar ou o que for, é pura eletricidade. Vamos colocar “Future Nostalgia” como um som que chega quebrando todas as linhas do que é uma música cheio de paradigmas e fechado em um casulo, ela começa “You want a timeless song, I wanna change the game..” e fica explicito o intuito dela no disco em mudar o jogo e toda a cara que tentam encaixar todo artista, a música tem uma semelhança com clássicos do Outkast e toda aquela ginga dançante que tinham, mas sem enganação, é puro Dua Lipa esse som. E não tinha como deixar de citar a incrível “Boys Will Be Boys” que é sim um tapa na cara de todos os homens, onde ela vem com o disco dançante e tranquilo mas finaliza  com essa carta de como as mulheres são criadas a sempre entender que garotos serão garotos, como um passar pano eterno para todos os erros, onde a artista transformou como um hino que pode ser usado em um estádio onde todos cantam bem alto pela liberdade e pelo fim das atitudes machistas e opressoras que a sociedade tem muito nos dias de hoje ainda, infelizmente. Dua Lipa usou de sua obra pra tratar de muitas coisas sérias e fortes, então esse disco é excepcional por diversos motivos, mas para mim, esse é o principal, usar a arte para abrir a mente do mundo, e ela fez isso com maestria. "


Link's da artista 




sábado, 18 de abril de 2020

O meteoro Olivia Yells vai colidir com sua existência



Seguinte, aqui vem gente com força e extremo talento dizendo umas poucas e boas que devemos escutar, digo isso sobre Olivia, um meteoro sem parâmetro cheio de raízes profundas e cheio de energia pra mostrar ao mundo. Segue na matéria que tem muito detalhe bacana dessa revelação que vem surgindo no cenário do nosso país.

Quem é Olivia Yells?

"Uma amante. Mas não no conceito que todos conhecemos da nossa língua, e sim, oriundo do sentido de amar tudo muito intensamente. Por trás desse traço, a Olivia carrega uma melancolia e dramaticidade muito grande diante das coisas, e em vezes, solta seus gritos como se estivesse tentando se soltar das amarras internas, onde então, vem seu sobrenome, “Yells”.Olivia Yells é um pouco de todo mundo, e isso trás um questionamento muito grande em cima do que é ser alguém. Do que nos faz nos sentirmos alguém. Na verdade, do que nos faz sentir qualquer coisa. Olivia Yells é uma palhaça." 

Principais Influências

"Quando eu comecei a compor minhas primeiras músicas em 2013 eu escutava muito PopRock, coisa que já não faço mais com tanta frequência hoje em dia, contudo, devo a ele toda a minha influência em estrutura musical. Inclusive, isso me lembra um amigo meu também musicista, Cláudio Sant’Anna, que sempre me diz para “nunca negar minha história”. Eu costumava pensar que talvez minhas músicas tivessem muitos detalhes Pop, mas hoje não é mais um problema pra mim.Quanto à melodia, sou muito inspirada pelo movimento Punk “Riot Grrrl”, ouço muito bandas de mulheres no Rock e no Punk como por exemplo, Bikini Kill, Mannequin Pussy, Le Butcherettes, The Monic, PJ Harvey, etc.Também ouço muito bandas como Queens of The Stone Age, Foo Fighters, Molho Negro e curto muito a pegada rock dos anos 70, como Jefferson Airplane e Led Zeppelin. Na construção melódica da minha música “Good Manners”, meu produtor musical, Lipe Borba, conseguiu construir uma aura levemente setentista combinada com Grunge, o que captou perfeitamente a essência que eu havia pensado pro Single."

Estilo musical e inspirações

"Quando eu penso sobre minhas composições, sempre percebo como em todas elas, pelo menos, existe um teor de um acontecimento real. Acredito que esse é o principal fator para
que a “Good Manners” seja tão poderosa. Quando eu a compus, estava passando por uma situação amorosa diferente, e me toquei que estava vendo a situação um pouco mais clara do que antes, mas só fui perceber isso quando terminei de escrevê-la. Posso dizer que aquilo foi uma epifania tanto musical quanto pessoal.A arte, em geral, é uma ferramenta gigantesca de auto conhecimento. As vezes demora um tempo para entendermos nossas próprias criações, e pra isso, precisamos de paciência. Mas depois disso, é muito bonito poder ligar os pontos e se descobrir um pouquinho mais."

Futuro e lançamentos

"O EP vem logo menos por aí, mas enquanto isso, eu e meu produtor musical, Lipe Borba, estamos produzindo minha próxima música intitulada “I Need You/ You Need Me”. O que eu posso dizer é que essa música é um pouquinho mais calma que a “Good Manners”, mas é tão poderosa quanto! Quanto a parcerias, gosto muito dos
vocais da Karen Dió, da banda Violet Soda. O som deles é incrível e seria muito massa poder tocar com eles algum dia! Em meio a Quarentena, posso dizer que os shows mais próximos por enquanto rolaram pelo meu Instagram @oliviayells por meio de lives, mas logo depois que estiver seguro, vamos ter show ao vivaço da Olivia Yells com tooooooda certeza! Por último, quero agradecer a minha equipe maravilhosa: Lipe Borba, meu produtor musical, Maju Tohme e Elle Freittas, minhas assistentes criativas. Obrigada por acreditarem em mim e me impulsionarem a criar cada vez mais! Obrigada, também, a todos que já ouviram “Good Manners”! Estou absurdamente feliz com os feedbacks."




LINKS DA ARTISTA

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quinta-feira, 9 de abril de 2020

Cinco motivo para escutar II II II da Oversong




A Oversong lançou hoje o seu primeiro EP, cheio de lirismo e muita sensibilidade, um trabalho autoral que dá prazer de sentir as entrelinhas e toda a magia que tem por trás dela, sinto uma enorme alegria de estar junto com eles desde os inícios das gravações. Correr atrás do sonho e fazer maior esforço a realizar é das maiores coisas que o ser humano pode fazer, e esses caras estão fazendo de uma forma esplendorosa! Sem mais delongas, lá vai os cinco motivos!!

“O gostoso de ouvir a Oversong é o misto de influencias, pega ali um riff de 70’’, uma base das balados 80” e a pancadaria de um grunge 90’’, mas ao mesmo tempo tem a sensibilidade da banda
mesmo, sabendo unir tudo isso em uma música só e deixando muito único o som que se extrai e faz você chacoalhar por dentro.”

“O disco é extremamente bem produzido, você escuta todos os timbres ressoando de uma forma muito limpa, as entradas e saídas de solos são precisos e as proclamações de poesia que vem do João faz um enquadramento perfeito, como se o disco fosse uma bela pintura que te absorve a atenção por horas e horas.”

“É fácil de se notar que a banda tem uma química sensacional, amigos que sabem se expressar em conjunto e de uma forma esplendorosa, até em depoimento com um dos integrantes ele cita em como foi feito de forma amistosa e tranquila o disco, mesmo tendo de ser tudo certinho, mas em completa harmonia.”

“Não tem como deixar de dar evidência ao como a banda é nova, feita por integrantes novos e soando tão maduros, o nascimento da banda faz pouquíssimo tempo, e já lançam um trabalho tão profundo e sensível como esse, é isso que devemos vangloriar, dar valor e enaltecer, a correria é intensa mas eles souberam correr e finalizaram bem demais essa primeira “prova”!”

“Se solte e tire as amarras que tem em seus ouvidos, fique livre e deixe tudo te penetrar ao decorrer desse disco. Das batidas intensas em “Espero que seja má” a balada melódica de “Balada do café
preto”, temos de absorver tudo e tomar o quanto mais puder. A você que se senta nessa momento e precisa de uma dose de melancolia eu já deixo a você o play em “Vou ouvir falar de você” que é um poema descorrente em alguns minutos, as batidas te entretêm e faz você se remexer do mais profundo ar do seu pulmão ao ar em volta de ti, sinta isso. Talvez o maior e mais potente single da banda é “7 infernos”, ao tocar em shows você vê toda a plateia se contagiando e gritando pelos quatro cantos, uma resposta ao seu eu, uma resposta em te dizer quem sou eu, com uma emocionante harmonia de fundo que faz arrepiar demais. Páreo a páreo coloque também “Deixa” com sua sensação de uma balada extremamente sensual a se dançar em uma noite estrelada, deixe tudo ao seu redor desconfigurar pra bailar noite a dentro, deixe que o tesão do universo faça você vibrar ao cantarolar por um noite inteira. O ápice do disco pra mim é “Espero que seja má”, a desaceleração e explosão instrumental sempre é algo que me deixa animado ao escutar um disco, e dentro de uma mesma música faz com que você se imploda e sinta mais ainda, seguindo um ritmo extremamente frenético, então torça pra que ela seja má, e vai ser. Sinta tudo, ao extremo.”


Há mais músicas além das listadas, mas deixo para que todos tenham um pouco suas próprias sensações ao ouvir também. Sinta, sinta e sinta tudo que esse disco pode te dar, esse é o único pedido.


Links da banda




**Todas fotos da matéria fornecida pela própria banda.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

A metamorfose da Stolen Byrds está chegando




A Stolen Byrds não parou no tempo e está prestes a nos dar mais um filho do ventre musical mais forte que eles poderiam ser. A banda teve mudanças no quesito de formulações das novas canções, mas manteve os ares em muitos outros pontos, o que solidifica um grupo a um "tempinho" na estrada.
Abaixo um bate papo bem leve e solto com o frontman Edwards Neto. Leiam, vibrem e se deliciem, e em pouco tempo o novo disco estará entre nós!


O processo criativo do disco em geral e como se desenvolveu

"O processo criativo desse disco se deu por assim que nós lançamos o 2019 (último disco da banda) nós tivemos uma vivencia muito bacana no brasil e na Europa, as relações entre a banda se estreitaram mais ainda, no processo de criar mesmo em melodias e letras conseguimos absorver muito de cada um, fazendo um caldeirão de ideias, tanto que tem músicas do novo disco que tem 100% da criação dos cinco membros, outras tem um pouco mais de um ou de outro, como os discos anteriores eram composições que levávamos aos ensaios e dai rolava a todos os outros detalhes juntos, já nesse nasceu junto e no
mesmo tempos de todos os integrantes. Esse disco nós torcemos para que o público perceba essa mistura que fizemos, esse seria o nosso novo processo criativo, conseguir absorver mais entre nós e expor da melhor forma."

 É o quarto álbum da banda, cada um é muito particular, qual a evolução necessária pra manter a banda no auge tanto tempo

"Por buscar mesmo a evolução individual tanto musicalmente e espiritualmente, é sempre aquilo de estar conhecendo lugares novos pra tocar, conhecendo artistas de todos os lugares, vivenciar esse mesmo sonho no dia a dia com mais pessoas ao redor do mundo, então essa mescla de vivenciar os lugares, de estar ali conhecendo novos povos faz com que seja a nossa evolução pra ser cada vez mais faminto de música e não parar nunca, assim é o processo natural, agregando muito de novas experiências e como absorver tudo, como nesse disco novo tem um ar novo, um refresco a mais!"

Como será após o lançamento do disco, em questão de turnês, shows e clipes

"O disco será lançado em meio a turnê, o nome dele será “Wanderlust” que tem toda relação as
viagens e a sede de estrada, fazendo assim a nossa maior divulgação sendo nossas viagens pelo mundo a fora. Isso se dá como a viagem em distância, em qualidade e quantidade, nosso combustível pra esse disco é a estrada. Os shows e clipes serão apresentados da mesma forma, a ideia principal vai ficar muito mais claro quando todos puderem ouvir o novo disco e captar essa mensagem que tem o próprio nome do disco, fazendo disso de uma nova viagem como um todo, sendo física, mental ou espiritual."

 Para os fãs da banda, o que esperar do novo disco e do novo ano

"Posso deixar que vem uma nova Stolen por ai, bem fresquinha e com novos ares, quem quiser embarcar nessa aventura com a gente, vai ser algo bem gostoso e vão se sentir mais rejuvenescidos, com muita força, levando o astral la no alto! Sempre digo que é um disco diferente dos demais como todos foram, pra não perdermos o espirito de renovação sempre!"



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