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sábado, 25 de julho de 2020

Cinco motivos para escutar “All Distortions Are Intentional” do Neck Deep



E chegou esse grande dia, saiu o novo disco do Neck Deep! E os fãs da banda podem ficar muito felizes e se satisfazerem com esse baita disco! Veio cheio de potência e muita energia pra cima, super mesclado com alguns tons diferentes mas ainda é a pegada da banda, muito única! Então aproveite e mergulhe na matéria escutando essa baita obra!



Esse é o quarto disco de estúdio da banda, onde sempre se inovou mas em especial nesse deram um passo gigante e uma revolução que eles sempre falavam que haveria, é uma nova onda musical mas ainda com toda a identidade da banda. Tornando cada vez uma nova cara ao pop punk, muito fiel aos seus primórdios também.
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As músicas emanam uma energia muito boa, é uma pegada de superação misturada com alto astral que eles empenham sempre dentro dos discos, segundo algumas entrevistas da banda, o disco se passa em “Sonderland” que é um mundo ficcional com inspiração na palavra “sonder’, que significa “percepção de que qualquer transeunte aleatório está vivendo uma realidade tão vívida e complexa quanto a sua”.

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Esse disco também foi lançado pela Hopeless Records, que já haviam lançado seu disco anterior e também já lançou varias bandas do gênero como All Time Low, e varias do pop punk também.

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Uma das coisas que sempre me faz gostar mais da banda é que sempre tem um tom de motivação por trás da maioria de suas musicas, sempre dizendo que tudo que fazem mal na real um dia vai ser um aprendizado, ou que tudo bem estar em uns dias ruins que tudo há de melhorar, esse ar motivacional com a pegada da banda deixa uma sincronia muito importante pra nos animar nos dias de hoje principalmente, então um obrigado especial a banda, de coração.

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Dessa vez não será top três mas sim top cinco!!! Porque o disco é bom demais, então não tem como eleger só algumas músicas.  De primeira já vou colocar “Sonderland” que é a primeira faixa do álbum e traz tudo que o disco vai mostrar, ela é bem forte no instrumental e também na letra que mostra em como os dias de hoje estão tão sombrios, cheio de julgamentos e em como estamos de saco cheio sem querer falar de política, ou ciências sociais em contradições quando se está a beira de um precipício emocional, e termina meio que tentando se afirmar que tudo vai ficar bem e há de tudo ficar bem, pesado mas ótimo para se refletir. Depois vem “Fall” também que é um dos singles do disco, tem um clipe lançado na pandemia e tem todo um ar muito de skate life que é uma delícia de acompanhar, cheio de visual bacana, e a música é bem o estilo da banda com progressões rápidas e elevações da bateria, junto de um vocal que chama o coro em algumas partes, sensacional.  Vamos de “Telling Stories” agora que é uma das melhores musicas da história da banda, que é muito boa de se curtir e aproveitar totalmente o momento em si, com uma letra forte também como “Everybody else, everybody only talks about themselves, have you ever felt lost in a window, desperate to be loved and just been thrown out?” e explode tudo de uma vez, sensacional de novo!! Agora tem de ser a queridinha do disco com “When you know” que faz você sentir um abraço ao escutar, o clipe é formado com vários vídeos de fãs que mandaram durante a pandemia trechos da letra, tendo fãs de todas as partes do mundo participando, é bem divertido assistir, e tratando da letra tem vários momentos dizendo que o amor deve sempre prevalecer e que devemos antes de tudo amar a nós mesmos em diversos momentos. Pra fechar o top cinco vamos com “Pushing Daisis” que fecha o disco em si também, é uma daquelas músicas que anima demais com seu ritmo, e te toca já de primeira quando se escuta, como “Life is a joke and we get dead anyhow, lowlife kids got to live how you wanna live, fuck society, fuck your politics, fuck yourself and fuck the way it is.” E termina o disco com esse grito pra nos libertarmos de todas as amarras emocionais que o mundo impõe a nós, sejamos mais livres das opiniões alheias e saibamos viver mais do momento! Citei cinco músicas mas é real, o disco por completo é sensacional, vale escutar todas como "Sick Joke", "Lowlife", "I revolve (around you)" entre outras, se deliciem ao descobrir os encantos que a banda pronuncia a nós!



Links da banda




sábado, 4 de julho de 2020

Cinco motivos para escutar "Forever and Ever x infinity" do New Found Glory


Pra se alegrar um pouco nesse momento pandêmico que vivemos, os caras do NFG lançaram um disco daqueles estilo dos primórdios pop punk, e alegraram os críticos demais! Fazendo uma somzeira bem enérgica e cheio de riffs contagiantes os caras acertaram mais uma vez, então vamos lá pros cinco motivos de se energizar com esse discaço!

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De prima temos de falar sempre, bandas que ficam tanto tempo em estrada e ainda assim mostrar um trabalho tão bem feito tem de ser muito vangloriado, esse é o DÉCIMO, isso mesmo, décimo disco de estúdio da banda, onde sempre há algumas renovações no estilo das músicas mas a base pop-punk está presente sempre!

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A banda é dos primórdios nesse estilo musical, sendo os percursores junto do Blink, Green Day e talvez o Sum 41 também entre nessa mesma formula musical. Mas onde todas as bandas já modificaram e muito o estilo das músicas, tentando algo mais melódico, algo mais calmo ou até inovando pra algo mais pesado, o NFG se manteve as raízes e nos trouxe mais um disco de puro pop-punk.

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É um disco considerado longo, ainda mais nos dias de hoje onde tudo tem de ser rápido e informações básicas sempre. Tendo quinze faixas onde se desenrola rapidamente em 48 minutos no total, então é guitarra e bateria rápida e muito do Jordan cantando rapidíssimo.

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Acho que um erro de muitas pessoas é colocarem um estilo musical e colocar suas formas em um quadrado, como se fosse um som só trata-se de “x” assuntos, e o que sempre me chama atenção em todos os trabalhos do NFG é que eles abordam diversos temas, seja de um termino de namoro, uma paixão nova, até mandar o presidente pro inferno, fabuloso!
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Agora vou colocar as três que de cara me chamaram a atenção e não paro de escutar! Começando com “Greatest of All Time”, que é uma rapidez absurda e uma pancada na cabeça, mas que vai te elevando pra cima conforme a música vai passando e deixando tudo em um astral lá pra cima, eu colocaria ela todos dias ao acordar pra deixar o dia em um astral melhor, já fique a dica disso aqui. Depois sigo com “Same Side Sitters” que é uma bateria frenética mas o vocal tem um desacelero maior, uma melodia mais bem cantada e não tão rápida, como no refrão “Sit on the same side at the restaurant, and we'll kiss if we want, even though the locals think that we look cringey, maybe they just don't have someone to hold on to, and I'm holding on to you, to you..” que entra naquele aspecto de trazer a rapidez com a harmonia romântica nas músicas da banda. A próxima com certeza é “Do you want to settle down?” que é puríssimo a banda do começo, com falas rápidas e muito ritmo quente, e trechos que ficam na sua cabeça onde você cantarola o dia inteiro, talvez é o hit da banda que vai tocar noite a dentro nos verões da Florida. Agora um bônus tem de colocar “Trophy” que é um ritmo alucinante e uma letra daquelas que esquentam o coração, bonito dever a mistura do frenético e da paixão que a banda consegue conectar muito fácil.


Links da banda



quarta-feira, 1 de julho de 2020

Vou falar é da Radio Front



Aumenta o volume ai que vem pedrada! Em um conversa descontraída com o Leonardo (baterista), conseguimos conhecer mais sobre a banda, projetos futuros e o que vem sendo lançado até agora! Se aconchegue, coloca a música dos caras e bora pra essa matéria logo!

Trajetória da Radio Front


"Nós somos do Rio de janeiro, todos da zona norte. Inicialmente a banda foi formada por três amigos de escola, o Felipe, Marcelo e Bruno, que tocavam num estúdio improvisado por eles na casa do Felipe, no Méier. Lá eles faziam jams e convidavam amigos pra tocar, e aí vinham os amigos dos amigos, até que um dia eu caí por lá de para quedas e toquei bateria. Sempre aparecia alguém novo, em legítimas jams de "garagem". Um tempo depois disso me deparei com um vídeo do Felipe simplesmente tocando as músicas da Radio Front em um programa de Hollywood. Achei aquilo incrível e fiquei muito feliz por eles. Até que alguns dias depois inacreditavelmente o próprio Felipe me liga, não sei nem com quem ele conseguiu meu telefone, e pergunta se eu quero gravar uma música com eles. Oi? O cara tocou semana passada em Hollywood e tá me chamando pra gravar? Não dei nem tempo de ele terminar de perguntar e aceitei. E assim eu estou aqui até hoje, e a banda foi se solidificando até a formação que temos atualmente."

Projetos Lançados e plano futuros

"Em 2018 lançamos nosso primeiro disco "Into The Rain", após um longo ano de pré-produção, gravação e pós-produção, além da honra de tê-lo masterizado pelo mestre Chris Hanzsek, que já trabalhou com o Soundgarden e Far From Alaska. Lançamos também três videoclipes de músicas do disco. Após este lançamento e muitos shows, tivemos tempo de amadurecer novas idéias e entramos em uma nova fase, que teve início com o lançamento do single "Butterfly". Um tempo depois disso fomos procurados por um selo Canadense, ficamos muito animados, pois é uma coisa que não esperávamos que fosse acontecer tão cedo, e assinamos com eles para o nosso som tocar na América do Norte, Europa e Austrália. Atualmente trabalhamos em novas músicas às quais estamos muito animados e ansiosos pra lançar. Por isso fiquem ligados que tem novidade saindo do forno em breve!"

Influencias musicais


"Ouvimos do metal à música eletrônica, do rock progressivo ao punk, é uma salada de influências e cada integrante contribui com as suas no processo criativo, que acontece geralmente de duas formas. Através de jams no estúdio com todo mundo jogando suas idéias recentes no ar, e também, principalmente nesse momento que vivemos, trocando gravações pessoais de riffs e melodias. Aí cada um de sua casa contribuí e aos poucos para construirmos algo novo."

Mensagem ao fãs

"Aos nossos fãs só temos a agradecer. É deles que vem toda a energia que nos motiva a continuar produzindo e tocando um som totalmente autoral. Tivemos experiências incríveis em diversos lugares que tocamos, inclusive no interior, onde tivemos uma receptividade incrível! Aos novos fãs, que ainda não tiveram oportunidade de nos assistir ao vivo, queremos dizer que o mais breve possível, quando todos estivermos seguros para nos reunir novamente após o fim da pandemia, anunciaremos datas para próximos shows, estamos muito ansiosos pra faze-los!"


Links da banda





sábado, 13 de junho de 2020

This is Little Triggers



Passamos a linha do continente e paramos em Liverpool, isso mesmo. Batemos um papo com um representante da banda Little Triggers, da Inglaterra comentando sobre a banda, projetos futuros e recentes, e até mesmo curiosidades de onde já tocaram. Então segue ai a matéria juntamente da tradução das falas! Vem que é quenteeee!

History of band

“Little Triggers got together when Tom Hamilton, the lead singer and guitarist got together with some other young musicians when he went to study music in Liverpool, the home of the Beatles. The band is now a duo with Tom joined by drummer and backing vocalist Jay Radcliffe. Tom was born in London but Liverpool is his adopted home. The pandemic and lockdown meant that several gigs were cancelled and the band were not able to go into the studio to record a new single as planned. They have spent the time writing and practising with Tom learning to play keyboards. Lockdown is now slowly lifting and the recording studios have reopened.”

Little Triggers se formou quando Tom Hamilton, o vocalista e guitarrista, se juntou a outros jovens músicos quando foi estudar música em Liverpool, a casa dos Beatles. A banda agora é uma dupla com Tom acompanhado pelo baterista e vocalista Jay Radcliffe. Tom nasceu em Londres, mas Liverpool é seu lar adotivo. A pandemia e o bloqueio significaram que vários shows foram cancelados e a banda não pôde entrar no estúdio para gravar um novo single, como planejado. Eles passaram o tempo escrevendo e praticando com Tom aprendendo a tocar teclados. O bloqueio aqui está diminuindo aos poucos assim os estúdios irão reabrir em breve.”

Launched works and future projects.

“The band released their first album last year with the single 'So Fine' featuring on curated Spotify playlists and being chosen as one of Classic Rock magazine's tracks of the year. The band released a new single 'Bang' in February this year and played a 12 gig UK tour. We will record a new single in June for release in August with a video. If allowed, we will go on a UK tour in September/October and will open a huge festival in November called Hard Rock Hell ABC in front of 5,000 people.”

“A banda lançou seu primeiro álbum no ano passado com o single 'So Fine', apresentando em playlists do Spotify e sendo escolhido como uma das faixas da revista Classic Rock do ano. A banda lançou um novo single 'Bang' em fevereiro deste ano e fez uma turnê de 12 shows no Reino Unido. Gravaremos um novo single em junho para lançamento em agosto com um vídeo. Se permitido, faremos uma turnê pelo Reino Unido em setembro / outubro e abriremos um grande festival em novembro chamado Hard Rock Hell ABC pra mais de 5.000 pessoas.”

Memorable band shows
“We played a festival in France near the city of Poiters last year where 3,000 fans went crazy with girls climbing onstage to dance, guys stage diving into the crowd and it ended with a mass stage invasion - crazy! We played another festival in France supporting Iggy Pop and ended up partying with his band.”


“No ano passado, tocamos em um festival na França, perto da cidade de Poiters, onde 3.000 fãs enlouqueceram com garotas subindo ao palco para dançar, caras mergulhando no meio da multidão e terminou com uma invasão em massa - loucura! Tocamos em outro festival na França apoiando Iggy Pop e acabamos festejando com sua banda.”

Leave a message for Brazil fans

”A great big hello to everyone in Brazil who likes our music. We would love to come over for you to see us live as we put on a fantastic show. Love from Little Triggers.”

“Um grande olá para todos no Brasil que gostam da nossa música. Gostaríamos muito de ir até vocês para que nos vissem ao vivo e fazer um show fantástico. Com amor dos Little Triggers.”



Links da banda





sábado, 6 de junho de 2020

Vou lhe falar é da Disaster Cities


Com um som extremante frenético e muita atitude, a banda Disaster Cities já tem muito material lançado e está pra chegar mais coisas nesse ano.  Com isso em um papo bem tranquilo com o Matheus integrante da banda, descobrimos mais particularidades e histórias da banda. Então vai, se acomode e saca que está o fino da bola esse bate papo.

História da banda

"A DC nasceu como uma banda na internet, via conversas casuais sobre projetos musicais e anseios sobre o que deixar registrado na vida musical de cada um. Nos víamos de quatro em quatro meses, em média, para ensaiar e iniciar as primeiras gravações, em curtas rápidas viagens à São Paulo durante 2017. Dois integrantes (Matheus e Rafael) em Chapecó, Santa Catarina, que já se conheciam de longa data. Em São Paulo o ex-baterista Ian Bueno. Em meados de 2018, após os primeiros lançamentos de singles, todos se concentraram em SP capital para início de alguns projetos profissionais e tendo como centro deles a banda funcionando de forma presencial. Ao longo da gravação do Lowa, nosso disco de estreia registrado no Estúdio Costella, Vinicius Cripa também de Chapecó, porém residente de São Paulo há longa data também passou a integrar a banda na função dos sintetizadores. Ainda em 2018 o baterista Daniel Bacon, natural de Natal-RN e músico que já havia integrado algumas outras bandas relacionadas também passou a integrar a DC. O projeto continuou como um quarteto nos seus primeiros dois anos de vida. Por fim, Júlio Miotto (natural do RS e até então em Florianópolis), amigo de longa data - e produtor do segundo álbum que está em processo de finalização - passou a integrar a banda na função de baixista, o qual era desempenhado pelo Rafa, que agora passa a ocupar de forma integral os vocais."

Lançamentos já feitos da banda e projetos a serem lançados


"Temos o Lowa, que é nosso primeiro álbum de estúdio, lançado no dia 01.03.2018 e alguns singles que vieram nesse meio tempo entre a gravação do segundo disco, que vai se chamar Erasing Karma. Ainda em 2018 a gente lançou uma versão de Helter Skelter, dos Beatles e também um último registro que havia ficado guardado desde antes da entrada do Daniel, que se chama Into the Abyss. A gente sempre curtiu dar uma revisitada nas próprias músicas, então re-lançamos em 2018 também uma versão em piano e violino pra Right Next to You, um dos singles do Lowa, que a gente particularmente gosta muito. Estamos fazendo essa mesma dinâmica agora em tempos de quarentena, enquanto as gravações e o mundo não voltam ao novo normal. Pegamos algumas coisas do primeiro disco e estamos revisitando em outros formatos, em outros gêneros que também gostamos, mas não praticamos muito dentro do cotidiano da banda. Essas músicas tão ganhando um webclip exclusivo pro IGTV, mas todo esse material vai pro streaming logo mais. Em outubro de 2019 a gente botou no ar o primeiro single do Erasing Karma, "The Best Way You Used to Know", que ganhou um clipe maravilhoso de fazer, com um personagem que acabou virando nosso amigo pessoal. Seu sérgio. Esse disco novo, que tá previsto para 2020 e ainda não saiu devido essa paralisação mundial vai trazer muita coisa embutida sobre essas vivências pessoais em São Paulo pós mudança. Desde o lançamento desse primeiro single estamos buscando retratar ao máximo a humanização, rostos, pessoas, histórias, karmas pra apagar de todos os dias. Vai ser um bom momento pra gente como indivíduo, frente à todo esse recomeço que a humanidade tá entrando num panorama geral."

Onde já fizeram shows e a mensagem em sua música 

"Desde o começo da banda rodando, a gente fez em torno de 50 shows pra promover o Lowa. Cada uma das cidades que tocamos meio que deu um pouco do gás que serviu pra compor o Erasing Karma agora. Todos os integrantes já vêm de outros projetos e rodagens há algum tempo, mas mesmo assim em alguns lugares é como estar indo pela primeira vez. Me lembro de uma mini tour com o Dead Fish no mato grosso em 2018 que marcou muito, pela recepção das pessoas, organização, contexto. Eu já havia tocado antes nos mesmos lugares, mas foi como uma coisa nova. A parte nordeste da tour, em dezembro de 2018 foi muito marcante também por todas as coisas. Dirigir juntos pelo interior, encontrar alguns amigos de longa data em suas cidades de origem é algo que recorrentemente me passa na memória de um jeito muito bom. A primeira vez (e única até então) que voltamos para Chapecó em fase de tour foi maravilhoso. Florianópolis concentra a maior parcela de amigos e risadas, enfim...De cada lugar a gente leva um pouquinho na hora de voltar. Ainda mais pelo Brasil ser tão "suado" de fazer as coisas acontecerem pra uma banda independente. Então só pelo fato de ter ido já dá uma romantizada maravilhosa na memória. Lugar de banda é no asfalto. A gente quer falar um pouco mais sobre o que ta rolando hoje, enquanto pessoa, enquanto crise existencial de um tempo que começou agora pouco e a grande maioria, praticamente todos os humanos, ainda tão tentando aprender como lidar. Que é essa parada do mundo girando a todo vapor sem tempo pra gente dissecar a gente mesmo como indivíduo e organismo vivo. Esse tipo de olho grosso gera problemas na juventude de hoje, de sempre, mas hoje a gente ta lidando com mil notícias por segundo. Se antes faltava falar sobre, imagina agora. Então acho que a mensagem é uma soma entre as questões do velho e do novo mundo..."quem se vê sozinho levanta a mão, vamos falar sobre isso de uma vez por todas". Acho que esse é o centro das músicas da DC, até porque esse é o sentimento que mais passa pela nossa cabeça também, então a forma de conversar com todo o resto da galera que vive a mesma coisa é de uma forma cantada."

Recado a todos para que conheçam a banda


"A gente agradece demais o espaço e nos botamos disponíveis sempre pra galera que quiser conhecer um pouco mais, trocar um papo e falar sobre música e a vida. Ainda mais nesse momento de isolamento, né. Precisamos nos fortalecer entre os humanos e o que sai desse encontro entre as pessoas vira arte sempre. Logo mais tem segundo álbum na área, enquanto isso é só colar com a gente nas redes sociais, nesse projeto de quarentena que vai abranger alguns capítulos e já a gente ta abordando novos contextos pras músicas que já foram lançadas. Falando um pouco em forma de vídeo sobre os dias de quarentena e convívio. Um grande abraço e saúde à todos."



Links da banda



Mas se preferir pode falar aqui no Instagram também!


Créditos pelas imagens: Rafael Botelho.

sábado, 30 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar o disco de estréia da Violet Soda


Firmar e se afirmar, são coisas distintas mas que condizem muito com o que aconteceu com a Violet Soda no seu primeiro disco lançado, denominado com o mesmo nome da banda. A banda montou aos poucos uma obra firme, forte e cheia de atitude, muitos riffs e muita energia contagiante, é quente e rápido como deve ser, então se aconchegue e prepare pra entender cinco motivos dessa masterpiece.

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O primeiro disco de uma banda é das coisas mais complexas que se pode ter, mas ao mesmo tempo eu acredito que nele você encontra o mais cru da banda, onde nota mais fácil as semelhanças em inspirações, e como a banda quer mesmo ser escutada, o som é o mais puro que pode ser, e ao ver esse disco em especifico fica nítido onde a banda quer atingir e chegar.

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Esse disco foi distribuído e assinado pela Deck, mas também em parceria com a Forever Vacation Records, que anda pegando várias bandas que estão surgindo e ajudando as impulsionar com nada menos que Alexandre Capilé. Fazendo o disco ter uma distribuição maior e atingindo mais massas em si.

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Pelos EP’S passados já se tinha uma imagem pré concebida da banda, mas no discorrer do disco você vai encontrando algumas formas novas e uma identidade mais própria do que antes em si, nota o tom mais enérgico em algumas faixas e algumas mais sérias também, é uma mistura que fixa muito bem a ideia em si da banda.

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A banda já chamou a atenção de um público que estava carente de algo com energia e atitude, ao olhar ao palco você vê muita singularidade de cada integrante mas percebe uma ligação a mais que há ali, aparenta que a mensagem que a banda tem é o contexto perfeito para união dos quatro integrantes, com o comando espetacular de Karen Dió no vocal, o grito revolucionário da banda é ouvido aos quatro cantos da alma.

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Chegou a hora de alavancar a top três do disco, e não tem como não colocar em primeiro lugar “Charlie” que desde a primeira vez que escutei sempre me trouxe alguma sensação de quebra de comodismo, não sei se é o ritmo em si da música que é muito dinâmica e rápida, ou o refrão que gruda na mente e faz você ter aquela sensação de gritar a quem precisa ouvir, é literalmente uma explosão em sentimento em si. Depois vamos continuar bem rápidos e pra ajudar coloca bem alto o volume ai, vamos com “I’m trying”, que é o cansaço e a indignação mental em não parecer com seu algoz, diz bem alto que está tentando mas tem vezes que o mundo provoca e pede das nossas mais surtadas atitudes, muito instigante e intensamente forte o vocal em especial dessa música. Depois tem de colocar “Fade out” que de primeira já me agradou, lembrando bem bandas noventistas e toda aquela onda grunge que atingia o mundo fortemente, mas é mais limpo e um pouco mais melancólico o tom vocal, tem mais sentimento como “Leave it all behind with no excuses, go, you wanna prove it, with holy words, you only think about you, i am fading out!”, e aquela levada instrumental que vai te puxando dentro do frenesi que é a música, faz você sentir em si o que é proclamado, por favor façam clipe dessa música.  BÔNUS! É isso ai, disco bom tem que ter bônus, e vamos de “Don’t like this song” que me lembra bastante também as músicas do inicio do Foo Fighters mas com uma pegada vocal do The runaways, é bem misturado mas o ingrediente final é a banda em si, é muito único o som, é extremante Violet Soda, o disco coo um todo.


Links da banda


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sábado, 9 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar Why me? Why not do Liam Gallagher


Liam lançou esse disco com a pronuncia de que era de longe melhor que o seu primeiro disco solo e que aqui ele conseguiu demonstrar todo seu poder em forma musical, sem medos e sem amarras e cheio de potencia nas letras. Agora seguindo nesse fluxo, alavanquei cinco motivos distintos do porque de se ouvir esse baita disco, só ir de cabeça aberta e aproveitar.


"Dois anos após o conceituadíssimo “As You Were” ele voltou com uma drástica mudança no estilo
das músicas, passou de um tom mais melancólico para uma som extremamente britânico elétrico que se assemelha bem mais com o Oasis, mas com vários factoides de Beatles e até mesmo Stones."

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"O álbum como um todo vem mais trabalhado e é muito mais pensado no quesito de enredo, podendo se dizer que foi muito mais pensado em ser utilizado para apresentações em grande escala, como ele vem fazendo pela Europa nos meses antecedentes."

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"É bem forte o tom britpop que só ele consegue colocar nas música principalmente quando ele tem de
soltar a voz mesmo, os alcances de notas que ele consegue em meio a tanta transfusão de instrumentos é bem único e sempre feito com imensa maestria por ele, como exemplo claro em “Meadow”, além da lembrança intensa na voz do John Lennon nessa música, o qual o Liam já demonstrou ser o seu maior ídolo musical."

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"Antes do lançamento do disco muito foi falado sobre a potência da voz do Liam e se ele ainda aguentava aquela potencia toda que ele cantava, principalmente no disco anterior, onde em algumas músicas ele realmente chega a gritar com todo ar esvarando de seus pulmões, e digo a verdade, ele vai conseguir cantar por mil anos ainda se quiser, quanto mais velho melhor está a voz dele, é
incrível."

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"Agora tendo de alavancar três destaques do disco, início com “Gone” que tem um ar até de faroeste pelos seus ritmos e como ele vem cantando de inicio, o som é agradável demais para vários momentos do seu dia mas se você coloca ele na estrada é a trilha sonora perfeita para aproveitar todo
o momento. A quentinha “Now that i’ve found you” como um abraço de alguém que você ama, a música é uma carta linda de sensibilidade por alguém que você sente um amor, e proclamando que pra sempre estará por lá desde que a encontrou, com vozes de fundo, bastante guitarra mas é muito gostosa a ponto de te animar pra voar o mundo, revigorante ao extremo. Minha favorita e que não poderia deixar passar é “Once” que é a música mais poderosa que eu escutei nos últimos tempos, ela é com instrumental bacio e tranquilo, a voz é predominante em boa parte mas a melancolia dela te toca desde a primeira vez que escuta, vem como um soco em “You went down so easy like a glass of wine, my friend when the dawn came up you felt so inspired to do it again, but it turns out you only get to do it once, you only get to do it once...” mais algumas vezes e explode tudo, com uma mini orquestra de fundo, e seu coração vem na boca, emociona demais, é a melhor música do Liam da história!"


O disco tem muitos tesouros, mas deixo para que vocês achem os outros.



Link's do artista




sexta-feira, 24 de abril de 2020

Cinco motivos para escutar The New Abnormal do The Strokes



Uma das bandas mais queridas dessa geração, sempre trouxe uma inovação a cada disco que lançava, esse novo sendo o sexto de estúdio, e de novo trouxe a mudança perfeita. Já fazia sete anos do último lançamento de estúdio, muito se especulou, EP’S foram lançados, mas uma obra concreta não chegava, até que chegou e trouxe essa viagem intensa junto que é o novo disco, sem mais delongas, vamos aos cinco motivos.

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"A banda que consegue ficar sete anos sem lançar um disco e ainda sim fica nas rádios tocando sempre, em festas, bares e o que for sempre toca alguma música da banda, é algo muito relevante e
faz com que o trabalho que possa vir a seguir extremamente aguardado. Mas tratando da longa demora do disco e como mesmo assim a banda se manteve em um topo em um “x” estilo musical faz com que seja mais grandioso ainda esse disco."

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"Não há como não citar o amadurecimento da banda e em como não são mais um meninos fazendo música e curtindo o momento apenas, o disco é cheio de nuances fortes e que fazem auto critica a nós e até mesmo uma passada no governo no qual terá eleições esse ano (citando o USA), duras criticas e cínicas ao comandante do país, onde podíamos usar aqui no nosso facilmente."

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"Tem muita coisa nova que nunca foi feita nos passados do Strokes, tem algumas batidas e alguns
solos que existem mais harmonizados que antes eram simplesmente estourados e vinham como dinamites a nós, não que fosse ruim, é questão de gosto e momento, mas a banda é muito mais harmonizada hoje sim."

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"A dança é liberada e mais que obrigatória nesse disco, difícil escutar alguma música e não pensar que seria um tema delicioso para uma sexta feira a noite sem tempo para acabar, mas também tem o lírico e a letra por trás, como sempre tem letras malucas que o Julian sempre brinca em fazer e diversas críticas amorosas ao mundo, traga isso a uma pista e dance sem parar."

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"Agora colocando como um top 3 das músicas do disco eu inicio facilmente com “The adults are talking” que é a música de abertura mesmo do disco, ela deixa bem nítido como vai funcionar o disco e mostra tudo o que pode mostrar, é dançante e com um tom melancólico do mesmo jeito, os “gemidos” que o Julian vai cantarolando durante varias partes na música transparece até uma carta a ele mais novo, falando que uma hora vai dar certo. Depois coloco “Bad decisions” que traz aquele ar
da banda antiga com uma pitada que lembra bastante um “The cure” em sua fase mais pop, tem ritmo e muita levada com a guitarra mantendo um ritmo eloquente durante a viagem que você está, sensibiliza demais e da uma ótima nostalgia. Gostei de “Why are Sundays so depressing” já pelo titulo em particular, mas ao escutar ela virou a música perfeita pra se ouvir em um dia meio monótono que você precisa de um calma e um pouco de vibração, e ela traz isso na dose certinha, citando “My baby's gone, but I don't miss her, like a swan, I don't miss swimming, all my friends left, and they don't miss me...”, é a melancolia perfeita de um fim de domingo. Já foram três mas não tem como não citar “Not the same anymore” que é a música que diz tudo já no titulo e em como ela é tocada, muito diferente de tudo que o Strokes já fez, parece grava no lugar onde se escuta, é crua, forte e muito intensa, faz o barulho perfeito pra mostrar como esse disco é sensacional!"


O disco tem mais coisas a serem descobertas mas deixo aqui aberto para que você entre nessa nova fase da banda, e se encontre também.



LINKS DA BANDA



sábado, 4 de abril de 2020

Cincos motivos para escutar Wake Up, Sunshine do All Time Low


Depois de muita espera a banda saiu de suas tumbas e no presenteou com um disco extremamente animador, você pode escutar ele em vários sentidos que ainda vai ser uma vibe de animação em geral. Sem prolongar vamos aos cinco motivos.

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"A banda não lançava disco desde o “Last Young Renegade” em 2017, onde o disco não empolgou como os passados. Porém nesse a banda deu uma reinventada e trouxe traços bem únicos de meados
do inicio, onde priorizaram mais na junção dos instrumentos e não tanto em efeitos, o som é mais “cru” mas é mais gostoso e palpável."

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"Independente de quantos discos foram feitos, ou em como são feitos, um lance legal do All Time Low é que são  os mesmos integrantes desde o começo da banda, o quarteto não se modificou e eles colocaram muito isso em pauta antes desse último lançamento, em como a amizade deles andava tão forte a ponto de poder produzir um disco com o numero grande de músicas, fluindo de forma bem natural."

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"Mesmo tendo as influencias passadas a banda também trouxe algo mais novo, como na faixa
“Monsters” o rapper da nova geração Blackbear faz um participação que muda um pouco a cara da música, é como se fosse um hip hop rápido e com umas guitarras distorcidas de fundo, é uma participação no mínimo instigante."

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"A banda sempre trouxe as letras tratando dos mais diversos temas, nesse disco não foi diferente, abordaram problemas psicológicos, traumas de um passado, um dia triste, como uma passagem pela praia e um enorme sol nascendo, e o que me chamou a atenção é a construção literal do disco, parece um disco muito conexo entre as faixas, não músicas perdias e sim uma história sendo contada, e isso sempre é algo a se valorizar e raro hoje em dia."

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"Agora tenho de ressaltar apenas trss músicas do disco, mas por ser um disco grande vou alavancar cinco, isso ai. A primeira sem dúvida alguma que traz aquele ar da banda das antigas, com extrema
rapidez instrumental, o alex gritando e todos os riffs perfeitos é “Melancholy Kaleidoscope”, a mais pura essência da banda está nessa música. Devo falar de “Trouble Is” que é um música daquelas que vão te conduzindo, vão te mostrando devagar a que veio e ao que pode te mostrar, tem uma simplicidade enorme na música mas é bem tocante, como “All that I wanted was just to get over you, trouble is I can't find a way, you're part of me..”, aqui entra  a parte instrumental elétrica e letra melancólica que a banda sempre soube fazer MUITO bem. Seguindo coloco “’Wake Up, Sunshine”, que traz o nome do disco consigo, e é a típica música que você vai querer escutar na estrada cercado de amigos e indo a uma viagem a praia ou ao que for, é pura endorfina e alegria, sem mais. Agora pra por mais sentimento no coração vem “January Gloom (season: pt 1)” que é um som bem mais denso e tem mais alterações com instrumentos bem dinâmica, traz uns agudos do Alex também que
surpreenderam bastante, e a temática da música mostrando em como é a estação que afeta um humor, como o redor nos influência, só esperando os dias mais iluminados virem a tona, sensacional! E sem mais delongas vem “Glitter e Crimson” que é realmente daquelas músicas que emociona ao se escutar, faz balançar mesmo cabeça e o coração, mas ao mesmo tempo tem aquele tom bem doido de animar, mas o meio de “Heavy as ever, light as a feather, I'm caught in between” como se fosse o lance de estar empacado preso em algo/alguém sem se deixar dar um passo a mais, mas ao decorrer vem literalmente os gritos do Alex com “No compromise and no second guessing, there's no stopping now, this weight on my chest, i won't settle down, won't settle for less, i won't settle for less, I won't settle for less” e pronto, vem a lagrima mas também vem aquela fúria e animação de dentro pra se mover, ir e se enfrentar, e seguir sempre em frente. Citei apenas cinco faixas que me marcaram, mas tem varias que chamaram atenção como “Sleepin in”, “Clumsy”, “Some Kind of Disaster”, mas ai fica de você descobrir o que te atrai também no disco."


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