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sábado, 9 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar Why me? Why not do Liam Gallagher


Liam lançou esse disco com a pronuncia de que era de longe melhor que o seu primeiro disco solo e que aqui ele conseguiu demonstrar todo seu poder em forma musical, sem medos e sem amarras e cheio de potencia nas letras. Agora seguindo nesse fluxo, alavanquei cinco motivos distintos do porque de se ouvir esse baita disco, só ir de cabeça aberta e aproveitar.


"Dois anos após o conceituadíssimo “As You Were” ele voltou com uma drástica mudança no estilo
das músicas, passou de um tom mais melancólico para uma som extremamente britânico elétrico que se assemelha bem mais com o Oasis, mas com vários factoides de Beatles e até mesmo Stones."

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"O álbum como um todo vem mais trabalhado e é muito mais pensado no quesito de enredo, podendo se dizer que foi muito mais pensado em ser utilizado para apresentações em grande escala, como ele vem fazendo pela Europa nos meses antecedentes."

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"É bem forte o tom britpop que só ele consegue colocar nas música principalmente quando ele tem de
soltar a voz mesmo, os alcances de notas que ele consegue em meio a tanta transfusão de instrumentos é bem único e sempre feito com imensa maestria por ele, como exemplo claro em “Meadow”, além da lembrança intensa na voz do John Lennon nessa música, o qual o Liam já demonstrou ser o seu maior ídolo musical."

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"Antes do lançamento do disco muito foi falado sobre a potência da voz do Liam e se ele ainda aguentava aquela potencia toda que ele cantava, principalmente no disco anterior, onde em algumas músicas ele realmente chega a gritar com todo ar esvarando de seus pulmões, e digo a verdade, ele vai conseguir cantar por mil anos ainda se quiser, quanto mais velho melhor está a voz dele, é
incrível."

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"Agora tendo de alavancar três destaques do disco, início com “Gone” que tem um ar até de faroeste pelos seus ritmos e como ele vem cantando de inicio, o som é agradável demais para vários momentos do seu dia mas se você coloca ele na estrada é a trilha sonora perfeita para aproveitar todo
o momento. A quentinha “Now that i’ve found you” como um abraço de alguém que você ama, a música é uma carta linda de sensibilidade por alguém que você sente um amor, e proclamando que pra sempre estará por lá desde que a encontrou, com vozes de fundo, bastante guitarra mas é muito gostosa a ponto de te animar pra voar o mundo, revigorante ao extremo. Minha favorita e que não poderia deixar passar é “Once” que é a música mais poderosa que eu escutei nos últimos tempos, ela é com instrumental bacio e tranquilo, a voz é predominante em boa parte mas a melancolia dela te toca desde a primeira vez que escuta, vem como um soco em “You went down so easy like a glass of wine, my friend when the dawn came up you felt so inspired to do it again, but it turns out you only get to do it once, you only get to do it once...” mais algumas vezes e explode tudo, com uma mini orquestra de fundo, e seu coração vem na boca, emociona demais, é a melhor música do Liam da história!"


O disco tem muitos tesouros, mas deixo para que vocês achem os outros.



Link's do artista




sexta-feira, 24 de abril de 2020

Cinco motivos para escutar The New Abnormal do The Strokes



Uma das bandas mais queridas dessa geração, sempre trouxe uma inovação a cada disco que lançava, esse novo sendo o sexto de estúdio, e de novo trouxe a mudança perfeita. Já fazia sete anos do último lançamento de estúdio, muito se especulou, EP’S foram lançados, mas uma obra concreta não chegava, até que chegou e trouxe essa viagem intensa junto que é o novo disco, sem mais delongas, vamos aos cinco motivos.

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"A banda que consegue ficar sete anos sem lançar um disco e ainda sim fica nas rádios tocando sempre, em festas, bares e o que for sempre toca alguma música da banda, é algo muito relevante e
faz com que o trabalho que possa vir a seguir extremamente aguardado. Mas tratando da longa demora do disco e como mesmo assim a banda se manteve em um topo em um “x” estilo musical faz com que seja mais grandioso ainda esse disco."

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"Não há como não citar o amadurecimento da banda e em como não são mais um meninos fazendo música e curtindo o momento apenas, o disco é cheio de nuances fortes e que fazem auto critica a nós e até mesmo uma passada no governo no qual terá eleições esse ano (citando o USA), duras criticas e cínicas ao comandante do país, onde podíamos usar aqui no nosso facilmente."

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"Tem muita coisa nova que nunca foi feita nos passados do Strokes, tem algumas batidas e alguns
solos que existem mais harmonizados que antes eram simplesmente estourados e vinham como dinamites a nós, não que fosse ruim, é questão de gosto e momento, mas a banda é muito mais harmonizada hoje sim."

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"A dança é liberada e mais que obrigatória nesse disco, difícil escutar alguma música e não pensar que seria um tema delicioso para uma sexta feira a noite sem tempo para acabar, mas também tem o lírico e a letra por trás, como sempre tem letras malucas que o Julian sempre brinca em fazer e diversas críticas amorosas ao mundo, traga isso a uma pista e dance sem parar."

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"Agora colocando como um top 3 das músicas do disco eu inicio facilmente com “The adults are talking” que é a música de abertura mesmo do disco, ela deixa bem nítido como vai funcionar o disco e mostra tudo o que pode mostrar, é dançante e com um tom melancólico do mesmo jeito, os “gemidos” que o Julian vai cantarolando durante varias partes na música transparece até uma carta a ele mais novo, falando que uma hora vai dar certo. Depois coloco “Bad decisions” que traz aquele ar
da banda antiga com uma pitada que lembra bastante um “The cure” em sua fase mais pop, tem ritmo e muita levada com a guitarra mantendo um ritmo eloquente durante a viagem que você está, sensibiliza demais e da uma ótima nostalgia. Gostei de “Why are Sundays so depressing” já pelo titulo em particular, mas ao escutar ela virou a música perfeita pra se ouvir em um dia meio monótono que você precisa de um calma e um pouco de vibração, e ela traz isso na dose certinha, citando “My baby's gone, but I don't miss her, like a swan, I don't miss swimming, all my friends left, and they don't miss me...”, é a melancolia perfeita de um fim de domingo. Já foram três mas não tem como não citar “Not the same anymore” que é a música que diz tudo já no titulo e em como ela é tocada, muito diferente de tudo que o Strokes já fez, parece grava no lugar onde se escuta, é crua, forte e muito intensa, faz o barulho perfeito pra mostrar como esse disco é sensacional!"


O disco tem mais coisas a serem descobertas mas deixo aqui aberto para que você entre nessa nova fase da banda, e se encontre também.



LINKS DA BANDA



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

O amor no evento Magô Presente




Em um evento cheio de amor e muita emoção, a El niño está trazendo várias atrações do nosso pais e muita coisa local mesmo para celebrar a memória de Magô, como Terno rei, Boogarins, Stolen Byrds, Isabela Stresser, LUBS e muito mais. Em uma conversa com o Neto (El niño/ vocalista Stolen Byrds) consegui mais informações sobre o evento, quem está vindo e de onde surgiu essa faísca para manter a chama de uma pessoa tão querida viva entre nós.

Propósitos e influências

Propósito: produzir culturalmente, evidenciando e transformando os processos desiguais na questão de gênero, colocando a presença das mulheres nos diversos níveis dos processos de produção.
Influência: culturalmente temos a influência da nova música brasileira, que independente de suas vertentes é hoje uma das fontes mais ricas de música pop do mundo, estamos trazendo duas das grandes bandas que mostram muito deste cenário no Brasil hoje. Além das atrações locais que exaltam ainda mais a diversidade criativa que temos na região, olhar micro do que acontece hoje no macro brasileiro.

Atrações e surgimento do evento

Exatamente do ponto que tocamos na pergunta anterior, pelo propósito da festa chamamos as atrações em igualdade masculina e feminina de apresentações, influenciados pela nova música brasileira suas mensagens e estéticas.

Como a El niño está fazendo nos bastidores o movimento

 Contatos e relacionamentos, tudo que estamos fazendo para trazer bandas de fora e colocar as bandas locais partem do mesmo ponto, o olho no olho, as experiências que nos colocaram próximos uns aos outros, tudo isso motivados pela grande vontade de movimentar o circuito. Essas relações são bem humanas, tivemos a vivência da estrada no último ano e essa realidade facilita nas ações de produção hoje em Maringá, o contato, físico ou digital é a base de tudo. Mas principalmente o físico, o olho no olho.



quarta-feira, 24 de julho de 2019

Cinco motivos para escutar “Respiro”, nova obra da Scalene


A Scalene lançou hoje o seu quarto álbum de estúdio, intitulado “Respiro”, vem para abraçar a nossa alma em um caos total que o mundo vive. A revolução intrigante que banda vive em cada obra é uma das coisas mais palpáveis de sentir, é gostoso e afunda dentro de nós a cada grito que há em suas
letras, o amor resplandecente dos integrantes faz com que a banda só cresça e sempre nos mostra belas obras, como essa, de novo. Agora sem mais delongas, alavanquei cinco motivos para você colocar esse disco, e aproveitar extremamente o momento em que você se encontra!

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"A mudança imensa que tem na sonoridade de todos os discos anteriores para o dito cujo. É brutal mas é muito bem feita e gostosa de sentir, traz mais densidade nas letras e composições, e muito da cultura brasileira com timbres, instrumentos e estilos dentro das músicas, é um disco novo com uma banda nova por assim se dizer, abra seus horizontes e cabeça para escutar e apreciar, não se arrependerá, prometo."

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"Tem diversas participações especiais no disco, como Ney Matogrosso vem com sua voz única e
incrivelmente potente em “Esse Berro”, passando para a música “Vai Ver” tem o toque brazuca do bandolim com o saudosista Hamilton de Holanda, e finalizando as participações tem Xênia França e toda sua força na intrigante “Furta Cor”."

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"O disco marca o aniversário de dez anos da banda, se acompanhar a mudança brusca que tem do primeiro single da banda para esse último disco em questão é algo forte, a mudança visual, instrumental, vocal e principalmente as novas ideias que são incrementadas nas músicas, é como disse, uma das coisas mais gostosas de se notar!"

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"Não tem como falar de Scalene e não falar das letras, e nesse disco é sensacional, como a profundidade e o raso é elevado a cada segundo das músicas, te levando com uma onda gigantesca e
trazendo a uma simples maresia na beira do mar. Se deixe banhar com esse disco."

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"Aqui tenho de cometer um crime e alavancar apenas três músicas que mexeram e me tocaram mais nesse tempo em que escutei o disco. De primeira que me levou a outro mundo foi “Casa Aberta” que me trouxe uma paz e uma emoção muito grande, como a música é levada em uma calmaria de um som acústico com uma pegada bem leve do nosso mpb, com a voz suave que o Gustavo leva nessa música, com um toque de violino ao fundo, a letra traz o presente que vivemos, apenas a história de um cotidiano que precisa-se dar tempo, como “presenteou-se pois desligou o seu celular, sentiu falta de sentir falta de alguém, concordou que andava ansioso, a espera da luz da manhã..”, é como um desligue-se e sinta mais, deixe um pouco da prisão virtual que estamos vivendo e sinta mais o ao redor e sinta mais forte tudo que tem dentro de si, e isso foi um abraço, especifico,
em mim. Depois colocaria “Assombra” que inicia com dedilhados de violão e aparenta vir mais forte ao decorrer da música, mas mantém uma calmaria intrigante que vai te abduzindo para dentro, a letra trata de uma despedida e todas as nuances que disso se tem, trata da verdade que se é difícil de se fazer mas de como é libertador não ter de fugir dela, ter de se entregar ao real e deixar o irreal de lado, faz-se sentir o medo mesmo que lhe assombre, para ai sim, sentir-se livre. Das músicas mais belas que tocou meu coração é essa, “O que será” é uma carta de amor a vida e seus percursos, ela é simples com apenas um piano e a voz doce do Gustavo nessa canção, traz uma melancolia gostosa mas ao mesmo tempo um afago cheio de amor que você sente sim ao escutar, tratando dos cantos e becos da cidade onde você já passou e viveu, de pessoas que vem e vão e você continua a seguir, os medos e alegrias que você sente ao sair da cama com a sua rotina, mostra o que você guarda ai dentro do seu peito que só você sabe e isso é lindo, termina com a frase extremamente intrigante com “o que foi já se foi, o que for o que é, será, o que é será”, é como um viva o momento e abrace tudo que vier do futuro, viva o agora mais que nunca."

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O disco ao todo é sensacional, é uma obra prima do nosso lindo país, que mesmo em um grande caos vem esse “Respiro” para nos acalmar. Essa é a ideologia do disco, pare um tempo, coloque ele e respire, bem fundo, e sinta o máximo tudo que puder com as músicas, jogue elas ao tempo com o seu tempo, sinta, sinta muito mesmo, e não se esqueça nunca de respirar.


Um agradecimento especial ao Gustavo Bertoni (vocalista), que disponibilizou a obra tempos antes para matéria ser feita e sentida, assim apoiando o projeto, obrigado de coração.



Agora se quiser falar a nós o que achou da matéria clica em algum desses links





sábado, 13 de julho de 2019

Gustavo Oliveira e Fusage esquentam a calada noite de Campo Mourão



Ontem, precisamente dia doze de Julho, houve uma viagem de ida para outra dimensão com o show acústico do Gustavo e ainda a paulera que fez todos no recinto sacudirem suas almas com a Fusage. O início foi com o Guz (vocalista da The Old Skull Guz) que veio fazer uma performance solo e acústico, ali somente ele o violão e o microfone, e devo dizer que a muito tempo não conseguia ver uma apresentação com tanta emoção e tão bem feito como foi!

Ele diversificou seu setlist entre blues antigos, canções que ainda nem ele nem a banda havia lançado, e alguns hits da banda em formato acústico como o single “Mutt Dog” e a lindíssima e super tocante “True” que é sem dúvida dos sons mais deliciosos de se ouvir em todo canto! Sempre falo que é um orgulho tanto a amizade como poder apreciar esse cara soltando sua alma para que todos possam escutar! O show se fecha, as luzes ficaram vermelhas e uma fumaça aos poucos saindo, os diabólicos da Fusage entraram a mil por hora, sem nem pensar em ir acostumando os ouvidos, nos prometeram uma viagem cósmica e cumpriram. A quem estava no teatro sentiu cada pancada dentro de si com a bateria, as batidas entontes que vinham do baixo faziam a linha completa do transe, junto da guitarra que solava a cada minuto fazendo você se intoxicar-se de magia e a base com vocal estridente fazia você arregalar os olhos sem dúvida de que já nem estava mais ali! A banda vem de uma turnê pelo Brasil, eles já estão enormes musicalmente, explodiram todos os padrões que poderiam ter se fechado neles! Tocaram várias músicas do último disco lançado que faziam você balançar ao lembrar de vários riff’s, e como a banda sabe faze-los! Mas pra quem ficou até o fim deram uma canja do que vem por ai com um som que ainda nem foi lançado ! Foi o fechamento de uma noite cósmica que tivemos a oportunidade de ir na nave desses magos musicais!

Acompanhe os trabalho de ambos os artistas nas mídias sociais, e um pedido especial quando houver eventos vá e prestigiem pois não se arrependerão! A cultura vive se você der vida a ela em sua cidade, apenas falar e não agir não adiantara nada, e ela falecerá, pense mais nisso!

FUSAGE:


THE OLD SKULL GUZ


sexta-feira, 12 de abril de 2019

Lollapalooza 2019, a vivencia de um dia

Para iniciar a matéria, ela  será redigida diretamente aos felizardos do dia seis de abril de dois mil e dezenove, e quem esteve la e sentiu tanta emoção com o desenrolar do dia como eu, venha e se aventure nessas palavras. Achei injusto tentar falar dos outros dias onde não estive presente, certo ou errado, a matéria é sobre a minha vivencia, as minhas peculiaridades e experiências. Here we go?

“O Lolla sempre foi em minha visão o festival mais democrático que podemos ter no nosso país em questão de amplitude musical e de todas as tribos que podem ali estar presente, digo por duas visões de anos diferente que la estive, sempre saio com a cabeça virada de uma forma imensamente positiva! A forma como ele é proporcionado e todas as questões organizacionais de palcos e tudo mais, de certa forma forçando a mistura de todos os povos, do metal ao mpb, o respeito por todos os gêneros, isso é lindo e mega importante ainda mais em nossa geração e pelo que andamos vendo em nossa nação! Tendo dito isso vamos as músicas, o primeiro show em que me situei e fiquei ali para
apreciar foi do Liniker e os caramelows, que nunca havia parado realmente para escutar, e tive uma surpresa gigantesca ao ver o show e em como a energia da banda flui de uma forma magica e natural, é pesado como um riff de metal mas com uma calmaria profunda que te penetra, além da voz surreal do Liniker que atingi escalas que não há como entender, foi uma atração lindíssima de se ver! Depois de algum tempo em meio aos rodeios que todos fazem no festival andando pra la e pra ca, veio um balde gigantesco de água fria, por questões climáticas o festival foi interrompido no meio da tarde com chance de não haver mais apresentações alguma, ou seja, bandas que sonhei em ver não veria naquele dia! Saindo de cabeça baixa, indo na saída de emergência mais devagar do universo, a chuva delineava meu rosto e eu não entendia absolutamente nada, só uma enorme revolta dentro de mim. Passando um tempo chegando perto do portão de saída ouvi gritos de onde fecharam o portão la dos palcos, e um “MEU DEUS VAI REABRIR”, penso comigo que isso não é coisa de se brincar, mas literalmente quem está na chuva é para se molhar, que voltemos até la! E era verdade, o portão reabriu, iria ter todos shows decorrentes do horário, e estava perto do horário do show que eu ansiava em viver! Olho ao meu redor, corro e chego ao palco, sim estou a poucos metros de ver e viver o que eu mais queria, eu não consigo até hoje explicar o que senti. Encontro amigos por ali e ficamos, os olhos ao relógio, e chegou a hora. Adentrando o palco o Bring Me The Horizon, me arrepio e sinto
que era a hora de soltar um pouco de tudo que há dentro de mim, me sinto livre a sentir plenamente! Eles começaram com “Mantra” que é um loucura e cheio de batidas junto com o Oliver que entrou na lista dos maiores frontman que eu já assisti ao vivo, ele cativa e faz o publico ficar ali na palma de sua mão no show inteiro! A chuva caia, fina mas era de se sentir, olhava para cima e ela caia em meio aos meu sorrisos espontâneos, eu estava infinito, eles vieram com um setlist pesado, "Can you feel my heart", "Wonderful Life", "Mother Tongue", cheio de músicas que fazem sentir e dançar, gritei do começo ao fim! Quando tocaram “Drown” foi um momento importante, eu não consegui gravar, nem fotografar, nem nada, eu travei e me arrepiei, e gritei a música toda, eu sai de dentro de mim e entrei na música, foi o momento de ápice do show em minha versão! Terminaram o show com “Throne” que tem coreografia da plateia e tudo mais, foi o famoso show que se tem vontade de reviver todo dia para se ter animo de continuar, e torço do fundo do meu coração que voltem logo ao Brasil! Um grande obrigado e todo amor a banda fica aqui! Saindo de lá, pensei em ir perto do palco onde ainda teria uma imensa emoção a noite, o Kings of Leon ainda tinha de tocar! Passando as horas e assim começou mais uma espera, mas essa foi mais agradável ainda, pois teve a trilha sonora com Lenny Kravitz ARREBENTANDO tudo! O show dele eu nem estava muito para ir ver mas me cativou e acabei indo até perto do palco assistir, ele mandou bala por quase umas hora e pouco, fazendo o público cantarolar e dançar o tempo todo! Algum tempo após o show dele terminar
as horas passavam devagar, a ansiedade estava latejando a cabeça e as costas já, mas chegaram os reis leões! Chegaram para um público de quase 100% do festival que estava presente, parecia um mar de gente, e eu com uma emoção gigantesca era um pontinho ali na frente, perto deles! Eles souberam agradar desde os fãs dos primeiros discos até do último disco, fizeram uma mescla ininteligentíssima com estilos de músicas e como elas foram funcionando perfeitamente com o desenrolar do show! O palco e plateia se tornaram um só, era todo um mar de energia transbordando pra cima e para baixo, em um fluxo fora de qualquer universo! A emoção de vê-los pela primeira vez foi magnifica, dançando com “Sex on fire”, emocionando com “Over” e deixando os gritos junto de “Molly chambers” fez a noite perfeita! Depois de um show desses a noite acaba, os sentidos são exaltados e emoção a flor da pele, mais uma vez o Lolla me entregou um prato cheio de emoção e muita vida, e eu devorei ele por completo!”



Fica aqui a nota de todos a quem eu encontrei, amigos de longa data e de nova data, vocês são eternamente peças chaves de minha lembrança de um dos melhores dias da minha vida, um muito obrigado e até a próxima! 


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Cinco motivos para escutar MUTT, novo disco da The Old Skull Guz


A rapaziada da Old skull guz vieram arrebentando nos últimos meses e hoje lançaram em todas plataformas o seu primeiro disco, o “MUTT”. A banda está em turnê nesse começo de ano em vários pontos do Brasil soltando a voz e toda sua euforia musical, então aqui vai cinco motivos
luxuosos pra se absorver esse disco do começo ao fim!

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"O primeiro disco da banda tem suas misturas mais cruas, sempre o primeiro trabalho tem uma mistura muito maior dos gêneros e gostos de todos os integrantes. Não poderia ser diferente nesse aqui, sinto uma energia do jazz, uma balada dançante do blues e uma porradaria do Hard rock também, tudo em uma mudança frenética."

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"Apesar de ser uma banda nova a sincronia instrumental chega a dar emoção, o alinhamento entre os três instrumentos faz com que as ondas sonoras faça você viajar de longe a perto em alguns segundo, junto do vocal estridente e afinado."

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"O disco foi lançado com o selo da Forever Vacations que é uma turma de São Paulo comandada pelo Capilé (Ator Morto/Suagr kane/Water Rats) que faz o trampo das bandas mais porradas e lança para o mundo! Trazendo o underground mais em evidencia de novo como a vários anos atrás!"

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"A banda já tem seu primeiro clipe lançado da música “Mutt Dog” além de algumas gravações em estúdio que já está liberado no Youtube. Não há trabalhos posteriores da banda, mas dois integrantes são velhos conhecidos dentro do projeto pelo seu passado em bandas anteriores."

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"Alavancando um top 3 do disco, de primeira eu escolheria a Rampage Boogie que é sem duvidas uma ótima carta de apresentação da banda e é a abertura no disco mesmo, uma porrada quarentista e cheio de energia muito própria da banda, trazendo a euforia em cada segundo da música! Depois não
posso deixar de falar da Mocaccino Blues, é a favorita do disco, é um frenesi da guitarra com os outros elementos, o vocal limpo em algumas partes o deixando solo e depois volta a explodir o instrumental completo, fazendo isso como se fossem ondas no bar, trazendo da calmaria a maior quebra constantemente, além da gaita estridente que o “Guz” sabe tocar como poucos! Pra fechar os destaque eu colocaria a “Mutt Dog” que como citado a cima tem clipe já e tudo mais, ela é uma história sendo cantada para todos os ouvidos que se aventurarem, tem uma grande semelhança as maiores baladas como de Johnny Cash com uma pitada única da banda mesmo, é uma balada das boas! Varias outras tem destaque como "Lovin Odissey" que é ANIMAL, "True" com toda sua paixão entre todao o disco!"

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Assim fica os cinco motivos para apreciar esse novo disco dessa banda que está surgindo agora mas já da vários indícios que vem forte e com um baita futuro! Então se deliciem e acompanhem tudo que vem por ai!


Acompanhe a banda:





sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

A metamorfose da Stolen Byrds está chegando




A Stolen Byrds não parou no tempo e está prestes a nos dar mais um filho do ventre musical mais forte que eles poderiam ser. A banda teve mudanças no quesito de formulações das novas canções, mas manteve os ares em muitos outros pontos, o que solidifica um grupo a um "tempinho" na estrada.
Abaixo um bate papo bem leve e solto com o frontman Edwards Neto. Leiam, vibrem e se deliciem, e em pouco tempo o novo disco estará entre nós!


O processo criativo do disco em geral e como se desenvolveu

"O processo criativo desse disco se deu por assim que nós lançamos o 2019 (último disco da banda) nós tivemos uma vivencia muito bacana no brasil e na Europa, as relações entre a banda se estreitaram mais ainda, no processo de criar mesmo em melodias e letras conseguimos absorver muito de cada um, fazendo um caldeirão de ideias, tanto que tem músicas do novo disco que tem 100% da criação dos cinco membros, outras tem um pouco mais de um ou de outro, como os discos anteriores eram composições que levávamos aos ensaios e dai rolava a todos os outros detalhes juntos, já nesse nasceu junto e no
mesmo tempos de todos os integrantes. Esse disco nós torcemos para que o público perceba essa mistura que fizemos, esse seria o nosso novo processo criativo, conseguir absorver mais entre nós e expor da melhor forma."

 É o quarto álbum da banda, cada um é muito particular, qual a evolução necessária pra manter a banda no auge tanto tempo

"Por buscar mesmo a evolução individual tanto musicalmente e espiritualmente, é sempre aquilo de estar conhecendo lugares novos pra tocar, conhecendo artistas de todos os lugares, vivenciar esse mesmo sonho no dia a dia com mais pessoas ao redor do mundo, então essa mescla de vivenciar os lugares, de estar ali conhecendo novos povos faz com que seja a nossa evolução pra ser cada vez mais faminto de música e não parar nunca, assim é o processo natural, agregando muito de novas experiências e como absorver tudo, como nesse disco novo tem um ar novo, um refresco a mais!"

Como será após o lançamento do disco, em questão de turnês, shows e clipes

"O disco será lançado em meio a turnê, o nome dele será “Wanderlust” que tem toda relação as
viagens e a sede de estrada, fazendo assim a nossa maior divulgação sendo nossas viagens pelo mundo a fora. Isso se dá como a viagem em distância, em qualidade e quantidade, nosso combustível pra esse disco é a estrada. Os shows e clipes serão apresentados da mesma forma, a ideia principal vai ficar muito mais claro quando todos puderem ouvir o novo disco e captar essa mensagem que tem o próprio nome do disco, fazendo disso de uma nova viagem como um todo, sendo física, mental ou espiritual."

 Para os fãs da banda, o que esperar do novo disco e do novo ano

"Posso deixar que vem uma nova Stolen por ai, bem fresquinha e com novos ares, quem quiser embarcar nessa aventura com a gente, vai ser algo bem gostoso e vão se sentir mais rejuvenescidos, com muita força, levando o astral la no alto! Sempre digo que é um disco diferente dos demais como todos foram, pra não perdermos o espirito de renovação sempre!"



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Links para encontrar a banda:


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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

The Old Skull Guz por trás do novo disco


Em pouco tempo estará entre nós um dos trabalhos que mais anseio nesse ano, estou falando do primeiro disco da nova banda The Old Skull Guz. Já fizemos uma matéria não há muito tempo sobre como foi a formação da banda e o que ela vem trazer de novo para os fãs de uma boa música. Agora em uma nova conversa com o frontman da banda, Gustavo Oliveira, conseguimos algumas pistas do que vem por ai, tanto do disco quanto da banda em si com seu futuro, então sente ai, coloque a música da banda já lançada ( Só apertar aqui) e leia essa preciosidade! 

A ideia do novo disco!

MUTT foi gravado da forma mais orgânica possível, fizemos tudo sem metrônomo e ao vivo, acho que a ideia principal é transmitir de forma fiel um show do The Old Skull Guz, simples e direto.


Por dentro do disco!

O disco foi produzido e mixado por Stone Ferrari no estúdio Pé de Manga em Maringá, tivemos as ilustres participações especiais de Claudio Caldeira no saxofone e órgão, Felipe Gerardi no Violino, Patricia Borges, além de Bruno Abreu e Bruno Meneghetti nos backing vocals.

O sentimento de um lançamento!

A sensação não poderia ser melhor, um grande orgulho para nós três ter concebido esse disco, o resultado final ficou muito além do esperado, tem músicas para todos os gostos, desde as mais lentas e acústicas até as elétricas e pesadas, acredito que este álbum é um grande ponto de partida para podermos conquistar grandes coisas.

O futuro da banda! 

Temos o clipe de Mutt Dog agendado para o dia 25 de janeiro, produzido por Emanuel Vasconcelos e estamos preparando uma tour de lançamento do MUTT, passaremos por algumas cidades do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, a ideia agora é rodar bastante para divulgarmos nossa música.



Abaixo Links para achar a banda e onde curtir!





sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Stolen Byrds continuam a trilhar


A banda vem em uma metamorfose ambulante, se transformando a cada dia, passando por provas gigantescas e sempre buscando se auto afirmar no mundo a música, onde eles já tem sua cadeira cativa faz um bom tempo. Em um papo bem descontraído com o "Neto" vocalista da banda, tirei um pouquinho do que esperar da banda e o que tem de novo nessa mudança que houve na banda!
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 A banda vem estourando tudo e a todos ao redor do Brasil e do mundo. Um disco novo está por vir. O que os fãs podem esperar dessa nova fase? 

 "Muito gás, muito amor, o disco novo representa muito disso, novos horizontes pra gente, preparem-se pra dançar e suar, viajar e emocionar."

A mudança dos ventos sempre fazem florescer algo novo. Na última semana o Guz acabou saindo da
banda pra assumir um novo caminho. Qual é a ideia da banda e o sentimento com a ida dele e a chegada do novo integrante?

"Processos naturais, permitimos que toda essa nova corrente de sentimentos e vibrações passe por nós e nos aponte o caminho, o Guz é um cara maravilhoso e seu ciclo conosco foi esplendido, agora com o Fernando tudo também será, ele já é nosso amigo a tempos e a energia dele é maravilhosa, o que vem por aí não cabe a mim dizer, mas estamos dando vazão a isto!"

Alem do disco e dessa nova formação, qual é a maior ambição que a banda tem em um curto período de tempo?

"Não sei se chega a ser uma ambição, mas a estrada e novos lugares são novidades que veremos com uma frequência muito maior e isso diz muito sobre o trabalho que estamos fazendo hoje."

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Mais sobre banda apertando aqui embaixo:



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sexta-feira, 11 de maio de 2018

Cinco motivos para escutar Tranquility Base Hotel & Casino, novo disco do Arctic Monkeys




Hoje a banda Inglesa Arctic Monkeys lançou seu mais novo disco, com uma demora gigantesca desde o promissor AM, a banda se reinventou de novo e lançou um disco cheio de nuances e muito charme, se liguem nas dicas!

1 – Primeira e talvez mais importante, se é fã do disco AM ou se é fã do Hambug que for, desconstrua tudo que se tem da banda e amplie a visão para algo novo e totalmente diferente do que já foi feito, é um disco difícil de se interpretar mas prazeroso demais quando se conquista esse feito.

2 – O disco teve uma demora um tanto grande desde o lançamento passado, o AM, que também
divergiu muitas opiniões de fãs, que esperavam aquela eletricidade e toda ginga de um indie mais pro rock do que um indie mais lento e denso, fazendo você ao invés de dançar pulando, você abraçaria alguém e dançaria uma melodia apaixonante. Isso tornou o novo disco curiosíssimo para se escutar e ver o que teve de tão bom nessa demora.

3 – A musicalidade é diferente de muita coisa que já foi escutada pelo mundo, de inicio você pode tomar um susto porque é um som de certa forma que precisa ser desconstruído e você entender por partes, melodias e enredos, talvez uma mistura de um som clássico com a pitada de um jazz seja uma forma mais fácil de tentar compreender Turner e seus fieis escudeiros.

4 – De inicio o disco era pra ser um trabalho solo do Alex Turner, mas pela gravação e enredos
que poderiam ser incrementados tornou-se um novo disco da banda, trazendo pontos onde a guitarra, a batida de uma bateria diferente, e a liberdade maior pro vocalista se dedicar mais ainda na questão do canto ser o primordial das músicas. Mas lembrando que quem negou tudo de ser um trabalho solo foi o próprio canto, que preferiu sempre a banda ao seu trabalho solo, dizendo que como banda poderiam tornar aquele projeto algo muito maior e mais denso.

5 – Talvez o principal desse disco é você não desistir. Não se vá pelas primeiras músicas ou pela primeira escutada do mesmo, escute algumas vezes, separe um bom tempo pra apreciar toda melodia e todo choro que tem nos instrumentos, o vocal está em super destaque e algumas batidas são diferentes e te fazem dar uma boa viajada. As letras se dissipam em bebedeiras e cantorias ao amor, seja levado acima de tudo com esse som hipnotizante que a banda formou, um trabalho grandioso e que tem tudo pra mudar um patamar a mais na música em geral, a banda se revolucionou de novo, e isso é sensacional!

TOP 3 DO DISCO!

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Star Treatment – É a música que abre o disco, faz um ritmo bem calma soando um bom blues com um “Q” de música clássica, você se imagina em um belo bar com alguém a seu lado e tomando bons drink’s e muita fumaça ao redor, apaixonante.

The Ultracheese – Uma música super levada pelo piano, com a voz do Turner sendo exposta pela frente e muito groove sendo colocado no meio disso, além da letra ser super linda com um melodrama gigantesco em cada estrofe.

Four out of Five – A favorita do disco é essa, traz um ar bem obscuro de inicio, cheio de distorções durante a música inteira, uma cantoria que parece um poeta proclamando suas blasfêmia para o mundo. Mas na verdade é um canto de amor para a vida, para alguém, ou por ele mesmo. É uma música cheio de choque do inicio ao fim!




sábado, 10 de junho de 2017

Marcelo Zarske trio em Aditum


Se liga que esse groove te faz dançar, essa deveria ser a frase de impacto ao falar desse discão de um dos pilares do projeto nosso grandiosíssimo Marcelo Zarske, daqui da nossa cidade mesmo, Campo Mourão respira! O disco tem todas as composições feitas pelo próprio Marcelo, mas tem a participação de Laudinei Napredi no piano elétrico e Wesley Ribeiro
como baterista, formando um trio de chacoalhar! É um trabalho bem autoral feito pelas ideias do trio, sentar e tocar transmitindo tudo que se pode através dessa música, o disco tem um ar bem jazzista com umas baixas para o blues, famoso som ambiente que você gostaria de ter 24 horas por dia!  O disco conta com oito músicas, todas apenas instrumentais e que o deixa mais massa pelo fato de serem várias improvisações que tornaram músicas pro disco, o que poucos conseguem fazer. Escutando o disco você pode trazer tudo que você encontra em diversos sons, como de exemplo os bons bares de jazz de New orleans, tocariam com certeza em preservation hall e entraria mais alguns elementos pra deixar cada vez mais elétrico o som, ou aquela pegada do blues com Muddy Waters e toda malemolência que há de ter um som contagiante! Abaixo uma explicação de como foi feito o trio:

"A ideia do trio, é fazer música sem rótulos pré estabelecido, tanto nos timbres dos instrumentos quanto nas interpretações, somando toda a influência, vivencia e bagagem que os cada um traz, passeando pelo jazz e a improvisação livre."


O disco é uma delícia de escutar em vários momentos, você encontra uma canção para cada parte do seu dia, vale muito curtir, adquirir e aproveitar o momento desse som! Abaixo link pra ouvir e as páginas pra saber mais do trio:


http://www.marcelozarske.com.br


PS: Tem show marcado pro lançamento do disco, aqui embaixo o link

https://www.facebook.com/events/1483343638406308/permalink/1483347605072578/

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