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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

A metamorfose da Stolen Byrds está chegando




A Stolen Byrds não parou no tempo e está prestes a nos dar mais um filho do ventre musical mais forte que eles poderiam ser. A banda teve mudanças no quesito de formulações das novas canções, mas manteve os ares em muitos outros pontos, o que solidifica um grupo a um "tempinho" na estrada.
Abaixo um bate papo bem leve e solto com o frontman Edwards Neto. Leiam, vibrem e se deliciem, e em pouco tempo o novo disco estará entre nós!


O processo criativo do disco em geral e como se desenvolveu

"O processo criativo desse disco se deu por assim que nós lançamos o 2019 (último disco da banda) nós tivemos uma vivencia muito bacana no brasil e na Europa, as relações entre a banda se estreitaram mais ainda, no processo de criar mesmo em melodias e letras conseguimos absorver muito de cada um, fazendo um caldeirão de ideias, tanto que tem músicas do novo disco que tem 100% da criação dos cinco membros, outras tem um pouco mais de um ou de outro, como os discos anteriores eram composições que levávamos aos ensaios e dai rolava a todos os outros detalhes juntos, já nesse nasceu junto e no
mesmo tempos de todos os integrantes. Esse disco nós torcemos para que o público perceba essa mistura que fizemos, esse seria o nosso novo processo criativo, conseguir absorver mais entre nós e expor da melhor forma."

 É o quarto álbum da banda, cada um é muito particular, qual a evolução necessária pra manter a banda no auge tanto tempo

"Por buscar mesmo a evolução individual tanto musicalmente e espiritualmente, é sempre aquilo de estar conhecendo lugares novos pra tocar, conhecendo artistas de todos os lugares, vivenciar esse mesmo sonho no dia a dia com mais pessoas ao redor do mundo, então essa mescla de vivenciar os lugares, de estar ali conhecendo novos povos faz com que seja a nossa evolução pra ser cada vez mais faminto de música e não parar nunca, assim é o processo natural, agregando muito de novas experiências e como absorver tudo, como nesse disco novo tem um ar novo, um refresco a mais!"

Como será após o lançamento do disco, em questão de turnês, shows e clipes

"O disco será lançado em meio a turnê, o nome dele será “Wanderlust” que tem toda relação as
viagens e a sede de estrada, fazendo assim a nossa maior divulgação sendo nossas viagens pelo mundo a fora. Isso se dá como a viagem em distância, em qualidade e quantidade, nosso combustível pra esse disco é a estrada. Os shows e clipes serão apresentados da mesma forma, a ideia principal vai ficar muito mais claro quando todos puderem ouvir o novo disco e captar essa mensagem que tem o próprio nome do disco, fazendo disso de uma nova viagem como um todo, sendo física, mental ou espiritual."

 Para os fãs da banda, o que esperar do novo disco e do novo ano

"Posso deixar que vem uma nova Stolen por ai, bem fresquinha e com novos ares, quem quiser embarcar nessa aventura com a gente, vai ser algo bem gostoso e vão se sentir mais rejuvenescidos, com muita força, levando o astral la no alto! Sempre digo que é um disco diferente dos demais como todos foram, pra não perdermos o espirito de renovação sempre!"



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Links para encontrar a banda:


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sábado, 10 de março de 2018

Foo Fighters e Queens of stone Age no Brasil, o sonho

Posters dos  shows, primeiro em São Paulo e ao lado Curiiba.


Isso vai soar de forma muito pessoal, as letras estão sendo escritas com a mais pura onda de amor que eu senti nesses dias, desculpe se me emocionar ao proclamar minhas falas sobre tais dias, pois dias assim são vividos com o meu máximo, pra que em minha memória sempre fique um belo sorriso dos
dias passados, em que revivo na minha mente. Pois bem, a data marcava dia 27/02/18, São Paulo
mais precisamente, cidade onde não se para pôr nada mas se corre por tudo, a vida alucina se estiver pisando no solo Paulistano, isso faz o frenesi pelo show aumentar cada vez mais. Os portões de um estádio verde cheio de esperança de uma noite maluca, onde eu não queria mais habitar dentro de mim, queria me elevar e me desabitar, será que a música tem esse poder dentro de mim? As horas começam a passar, pelo movimento acabei pegando o fim do show da banda de abertura, a Ego Kill Talent, então nesse dia não posso dar minha opinião do show deles, mas aparentemente sabem faze chacoalhar o esqueleto. O céu que encobria o sol vai se dissipando e dando lugar ao luar, a noite chega como um pressagio do que estava por vir, ah meu deus do céu, meu vilões adentram ao palco. O elvis ruivo
dançando ao palco cumprimentando a todos que o via a frente, eu vibrava de uma forma inimaginável, era a primeira vez que eu assistia uma das bandas que me moldam, eu estava fora de mim. Com um show cheio de luzes, conversas, e muitos hits o Queens of Stone Age deu uma aula de como se faz o público adentrar na banda e dançar tudo que tem direito, das mais sentimentais como “No one Knows”, a um novo ritmo que é impossível você não dançar com “The way you used to do”, ou a poderosa “Domesticated Animals” que não teve comparação, ao vivo esse som te explode o cérebro e não tem como decifrar o motivo. A banda foi formidável na elaboração do setlist, uniu hits das mais antigas até lançamentos de menos de um ano, fez dos fãs antigos chacoalharem com os novos fãs, fez com que um estádio inteiro dançasse e requebrasse junto a banda. Assim a banda sai de campo, as luzes se acendem e a esperança toma conta que eu ainda tenha um show memorável ao resto da noite. Tempo passa, tudo cronometrado, Grohl entra correndo, lagrimas caem, “Run” começa. Essa foi a sequência
do que foi o início do show do Foo Fighters, é difícil dizer o que eu sinto ao ver eles, é uma mistura de uma emoção GIGANTESCA, fazendo ter vontade de cantar ou gritar o tempo inteiro. Aqueles acordes de “Run” com o incio “Wake up, run for your life with me’, meu deus do céu, eu me arrepio até agora do poder que essa música tem sobre mim. A emoção abaixa um pouco e começa a dançar mais com a banda e todas as músicas que estavam por vir, a banda tocou muitos hits, não deixou fã de nenhuma época fora da dança. Teve até em determinado momento do show um pedido de casamento em cima do palco, que casal felizardo, não é? Dave é um frontman que todo músico devia se espelhar, gostando ou não do Foo Fighters, ele é de um carisma muito surreal, te prende ali coma banda do início ao fim do show. Dentre as músicas tocaram de “Breakout”, para “Dirty water” (<3), além de covers como “Under pressure” que já se tornou um marco com o Taylor assumindo os vocais. Não
tem como não falar de “Sky is a Neighborhood” que é inegualavel, imabtivel ou seila o que mais ao vivo, esse som com as luzes e todo o coro atrás da banda, faz você pulsar do inicio ao fim! O setlist ia se desenhando perfeitamente, a famosa pausa ao fim pedindo bis, a banda fecha com “Everlong” fazendo ter ao meu lado pessoas gritando e umas ao choro, talvez das músicas mais fortes que banda tem e faz do público uma sintonia perfeita com a letra, o Foo Fighters sabe fazer um espetáculo. Os dias passaram, o adeus a São Paulo foi bem rápido, chegamos a Curitiba, o show tem que continuar. O caminho foi como um jato, rápido e sem muita hesitação, chegou o segundo dia de março, o segundo e último show em que eu acompanhei. A chuva e os céus emaranhados de nuvens não negava, estava tudo prescrito para um show sobre as águas de um céu imenso, nada abalava. Pedreira Paulo Leminski, 02/03/18, que lugar sensacional, que sonoridade linda que tem nas imagens daquele lugar, revivo agora em minha memória. Sem mais delongas o Ego Kill Talent chega ao palco e mostra quem é a banda, um som bem forte e cheio de vocais super graves e altos, fizeram uma passagem rápida mas bem marcante. O céu começava a avermelhar, a noite ia chegando mas a nuvens não se dissipavam, os vilões estava
prestes a adentrar no seu palco, as luzes vermelhas tomam o lugar, o Queens of Stone Age veio me chacoalhar. Nesse a banda começou com o cântico ao sol, “My god is the sun” estourava meus sensores e me espatifava por todos os cantos, berrei em proclamação ao sol, sentia que essa noite ia ser mais quente do que nunca havia sido. A banda estava em uma energia fora do normal, Josh virava doses de Vodka várias vezes, notava na cara dele o desejo transpor tudo que ele tinha nas músicas para o público, e ele conseguia. Uma setlist diferente, havia mais hits antigos como “Burn the witch”, “Sick, sick, sick” mas também trouxe músicas mais recentes como “Smooth Sailing” e a dançante “The evil has landed”, o fato marcante e bem pessoal foi tocarem “...Millionaire” que é sem dúvidas um dos sons mais eletrizantes que a banda já fez na vida! O céu não se abria, o palco trocava de cores mas a vermelhidão no céu arrematava que ao fim teria de ter uma música caótica a todos, la vem, riffs
iniciam, “Songs for the dead” chegou, Josh não se contém e durante as exclamações que as guitarras faziam, ele subiu em diversas caixas de som, além de derrubar várias partes do palco, e por fim jogar sua guitarra e uma parte da caixa de som, com um sorriso maquiavélico diz um adeus e manda beijos a plateia. O fim de um show literalmente infernal que minha memória vibra ao lembrar, meus vilões favoritos me deram dois shows memoráveis. O palco é desmontado, a emoção vai tomando conta ao notar que aquele momento ali foi único, e pode demorar um tempo a rever, mas ao olhar o palco noto no fundo o símbolo do último disco do Foo Fighters, e penso que ainda tenho muito o que sentir. Parecia um repeteco de São Paulo no início, Grohl entra elétrico correndo e gritando, a emoção toma conta, levo as mãos ao rosto e limpo meu rosto marejado em lacrimejos, jogo o cabelo pra trás, vai
começar. “Run” é uma música que dificilmente vai se bater como entrada da banda, ela é perfeita pois já mostra do que a banda é feita e o que se pode esperar de um show, muita eletricidade e muita energia! Olho para o palco, nesse show fiquei a menos de 2 metros de distância do mesmo, Grohl correndo a lateral, desce uma parte do palco e vem MUITO perto da plateia, mostrando como sua guitarra faz a alma chacoalhar, a meu deus do céu está ficando difícil. Seguindo com “All my life” que é um dos maiores gritos da banda também, forte e astuta, sem frescura como um soco na sua cara, essa nunca pode faltar também. Pouco depois algumas músicas, em um intervalo eu olho para o céu, ele estava abrindo, as estrelas estava brilhando como sentinelas para mim, gritantes e vivas, quando eu noto os acordes e estava chegando, era hora de “Sky is a Neighborhood”, talvez a música que mais decorei de antes do show e eu cantava gritando
para o palco, como se tentasse lavar a minha alma junto com a banda, “OH MY DEAR HEAVEN IS A BIG BANG NOW, GOTTA GET TO SLEEP SOMEHOW, BANGIN’ON THE CEILING, BANGIN’ON THE CEILING, KEEP IT DOWN, THE SKY IS A NEIGHBORHOOD!”, nesse momento eu olhei para os céus e lembrei de quem está lá sentado
olhando por mim, aquele misero momento, valeu por tudo, eu me senti infinito. Depois a banda veio com o setlist parecido com o de São Paulo, mudando uma ou outra música, mas a energia é diferente a cada show da banda, o sentimento transmuta de uma forma sem igual. “Sunday Rain” com o Taylor la em cima com a bateria, e a voz dele que chega a uns tons de outro universo foi dos pontos altos dos dois shows! Mandaram hits como “Monkey Wrench”, “Times like These”, “The pretender”, “Best of you” e mais atuais como “These Days” e a emblemática “Walk”. Além de cantarem um pedaço de "Love of my life" que é golpe baixo no quesito se emocionar em frente a tantas mil pessoas, obrigado Taylor! Um show incrível, emocionante e super forte, a banda faz a pausa pro charme e volta tocando “Dirty water” que é impecável, e finaliza com a marcante“Everlong”, apagam-se as luzes o show acabou. Mero momento em que todos saem e ficam
apenas algumas pessoas pela grade, em um tom de brincadeira peço a um segurança um setlist da banda que estava colado perto do Dave, pouco tempo depois ele passa e me entrega como se fosse um mero papel, uma recordação física que pra sempre vou ter em meu coração. VALEU SEGURANÇA. Saio do local do show com uma sensação infinita de felicidade, eu realizei dos meus maiores sonhos, duas bandas de minha vida de perto e em dose dupla, espero repetir um dia tudo isso, pois é disso que eu vivo, eu vivo de música, pra sempre vivendo a música.




PS: Não poderia deixar de agradecer a três pessoas que tornaram tudo isso mais lindo ainda. A um amigo pouco provável mas guardarei em recordações, o Anderson, cara correria e que soube apreciar tudo do show de São Paulo, mesmo quando parecia que ele não conseguiria assistir ao show, obrigado irmão. As outras duas pessoas a Eleiza e ao Alan, um casal fora do normal de tão lindos de coração, me ajudaram por São Paulo e em Curitiba também, estarão sempre nas minhas memórias. Que o texto toque vocês, e saibam que não teria sido tão prazeroso se não tivesse vocês na minha história, realmente muito obrigado, meu coração pulsa por vocês!




sábado, 15 de outubro de 2016

Precisamos falar sobre o Aerosmith.


Mais precisamente vamos falar sobre o dia 11 de outubro de 2016, que foi a data que aconteceu a destruição de barreiras do Aerosmith em Porto Alegre. Que a banda é genial e  enérgica até o ultimo suspiro de qualquer fã, isso não tem como negar, o que pensávamos é que não era tão absurdo como é na realidade. Pois bem, um dia agradável se deu desde o começo do dia onze, algumas nuvens no céu, mas nada preocupante a ponto de pensar que choveria ou algo parecido para atrapalhar o show, era o dia perfeito para uma noite de muito rock. Então vamos ao show, que foi do inicio da banda até os maiores clássicos colocando todo fã aos seus ápices e ainda rolando um cover de Beatles que faz a platéia delirarem. A banda começou com “Back in the sadle” como já é de praxe de vários shows, nesse momento eu ainda
não acreditava que estava vendo minha banda de infância tão perto, difícil descrever. O que restava era tentar acompanhar o ritmo da banda e as loucuras de Steven Tyler no palco, no auge dos seus 68 anos, com seus pulos danças e maluquices no palco como se fosse um garotão de vinte e poucos. A ficha foi caindo esperando amansar a criança interior que gritava dentro de mim, mas a banda não deixou e já mandou “Love in elevator” uma das músicas mais gostosa de ouvir da banda e agitou a todos do estádio, até aos zeladores que estavam em serviço, foi lindo de ver todos na dança. Nesse momento eu cantava, gritava e dançava tudo ao mesmo tempo, era uma euforia que eu ainda não havia sentido na vida. A banda seguiu com “Cryin”, "Crazy" e “Kings and Queens” que todas foram loucas de se ver ao vivo, mas seguido delas veio “Livin on the edge” onde foi o meu ápice de emoção e eu não consegui me controlar, olhei tudo ao meu redor, cantei o mais alto que eu pude como se houvesse de alguma forma a sintonia da banda comigo e toda a emoção que eu sinto nessa letra, quando cantei “And God knows it ain't His, It sure ain't no surprise, WE’RE LIVIN’ ON THE EDGE!” meus lábios pulsavam mais que meu coração, eu não agüentei e comecei a chorar e a cantar junto, tudo em uma única sintonia, tudo feito pela música. Essa música teve um significado gigantesco em grande parte da minha vida pessoal, nunca imaginei que sentiria o que eu senti, nunca imaginei viver o que eu vivi, a gratidão exalava de mim por minhas lagrimas. Seguiu com “Rats” onde eu comecei a respirar um pouco mais e seguiu com “Dude” que foi sensacional e até consegui gravar uma parte cantando onde o Steven aponta na direção onde eu estava, nunca vou saber se era pra mim, mas pra mim foi, então beleza. Depois veio “Song & dance”, “Monkey” e “Pink” que a banda fez uma lindíssima homenagem ao outubro rosa aqui no Brasil, onde todos colocaram
um acessório rosa e ao fundo no telão deixaram um laço rosa enquanto tocavam, foi uma atitude simples mas com muito significado para todos que estão nessa luta, eu tenho certeza. Chegando com “Rag Doll” e sua batida e agito que não para um segundo na música, coreografias sendo feitas na platéia com as mãos, nessa hora eu já me sentia nas nuvens. Depois veio “Stop Messin' Around” com Joe Perry arregaçando tudo, e agitando todos que estavam vivos no local. Depois veio uma das maiores músicas de amor com “I don't wanna miss a thing” que foi uma das coisas mais bonitas que eu vi na minha vida, não consegui gravar o vídeo de tão dentro da música que eu me encontrava, a cada frase e a cada acorde batido meu corpo vibrava de tanta emoção que eu estava sentindo naquele momento, com certeza as imagens na minha cabeça vão ser usadas pra vida toda! Seguiu na batida com um cover maluco de “Come together!” dos Beatles, que foi muito bem tocado pela banda por sinal e por todo o coro que tinha no estádio que cantou e se mexiam durante a música toda, aposto que o Paul ficaria orgulhoso. Seguiu com “Walk this way” que foi um dos marcos na banda voltar ao topo das paradas e “Train” antes de darem uma mini pausa para o marco principal do show. De longe já se percebia um piano lindo branco sendo montado no palco, uma versão de “Dream on” que me emociono toda vez de escutar foi tocado em um piano branco, os espaços na cabeça se completaram, assim veio a banda para tocar a música, sim, era dream on, de novo eu não me aguentei. A entrada do piano com a guitarra, juntando com todos os elementos da banda,
seguindo a voz do Steven, eu não conseguia pensar muito bem só estava tentando me prometer curtir até o último segundo daquela música, que sim é a música que eu sempre amei e pra sempre vou amar. Cada estrofe era um calafrio, cada pausa de uma letra a outra era um suspiro, mas ai vem “Sing with me, If it's just for today, Maybe tomorrow the good lord will take you away...” ai veio o completo ápice de emoção, o Steven sobe em cima do piano e proclama “ DREAM ON, DREAM ON, DREAM ON, AND DREAM UNTIL YOUR DREAM COMES TRUE!” assim eu me acabei, todas as lágrimas possíveis que poderia sair de mim estavam rolando, toda a emoção que eu vivi nos últimos tempos, tudo que eu estava me guardando a anos foi liberado, foi extraído de uma forma mais gostosa que foi sentindo a música, que fez a marca em meu peito pulsar mais e mais, que me mostrou como viver a música literalmente me faz viver. Depois dessa música eu não esperava mais nada, já não precisava de mais nada, mas ainda tinha “Sweet Emotion” e um grande final com explosões e papeis picados voando pelo estádio todo, parecia uma cena de filme que eu estava vendo, eu me senti mais realizado do que nunca. Assim acabou o show, com um sentimento de sonho realizado do tamanho do universo, com o sentimento de euforia e alegria que não cabia mais em mim, eu estava feliz. Mais um show que o projeto esteve e tomara que continue nessa ordem, sempre a frente!


Agradecimentos: Muito obrigado aos meus amigos que estiveram ao meu lado, Paulão, Giuliano, Rafaela, Vinicius e Nilson. Alguns mesmo não sendo tão conhecidos antes, mas depois desse momento com certeza vão ser lembrado na minha vida, grato a todos.


Vídeo gravado da música que já está na pele.