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sábado, 13 de maio de 2017

Aerosmith em Pump



Esse disco tem tanto poder que as vezes é um pouco difícil comentar sobre ele, tem varias músicas clássicas da banda além de trazer algumas que talvez diversos fãs não a conheçam mas são pra lá de infernais. O disco é lançado em 1989 nos Estados Unidos pela gravadora Geffen, uma das maiores e mais aclamadas, ainda mais naquela época em que era um pouco escasso gravadoras de som mais Hard rock. O disco foi o quarto mais vendido nos anos 90, sendo cerca de 7 milhões de copias vendidas só nos EUA. Além de ser o primeiro disco que fez a banda ganhar um Grammy e adentrar no livro dos 1001 discos pra se ouvir antes de morrer. Nunca a banda é mais do mesmo, se você
escutar todos os discos cada um tem um tom ou uma pegada bem diferente, isso nos faz mais fãs de Tyler e sua trupe, os Aerosmith. De cara no disco já chega com a explosiva “Young Lust” que é o som perfeito pra você conhecer a banda, sendo que dificilmente um ser humano nesse universo não conheça essa galera, que curte fazer um barulho da pesada que da pra notar nessa música, como “You feel it in the summertime blues, Oh, easy when there's nothin' to lose, And baby you been missin' out!” e você sente seu pé saindo do chão e voc~e passa a acompanhar toda a música em uma agitação frenética. Agora vem das clássicas e malucas da banda, eu estou falando de nada mais nada menos que “Love in an elevator” deveria ser considerado um dos hinos da banda com toda a certeza, a letra que é um tanto maluca como “love in an elevator, lovin' it up 'til I hit the ground, shakin' in the elevator (whoa), lingerie second floor (whoa yeah)...” e cheio de batidas e solos de guitarra ao fundo, coloque um show deles nessa música e vai conseguir compreender um pouco mais o porquê é um hino da banda! Seguindo bem “Monkey on my back” e faz parte de uma tarde maluca entre o Steven e o Joe para escreve-la, mas a letra ao mesmo tempo vem cheio de cinismo e mensagens que você tem dois lados para poder interpretar, se liga “I made believe the devil made me do it, I was the evil leader of the pack, You best believe I had it all and then I blew it, Feedin' that fuckin' monkey on my back!” parece até ser um grito de Steven para gravadores antigos em que
fizeram alguns “assaltos” na banda, mas isso não é o foco do disco, a música é maior que isso, tem uns ápices incríveis com gritos e guitarras aumentando o volume ao ultimo, dos melhores sons deles também! É agora ficou um pouco mais sério, uma das minhas músicas favoritas da banda, to falando de “Janie’s got a gun”, começa em um tempo de tudo bem calmo com um ar até meio indiano o som, mas vai evoluindo conforme a letra vai entrando e tudo se parece uma história de quadrinho preenchendo todas as cores que precise, ao desenrolar ela vai aumentando o tom de tudo como os instrumentos e o ápice da voz do Steven também, a melhor parte é quando ele canta “The man was such a sleaze, He ain't never gonna be the same, Run away, run away from the pain, Run away, run away from the pain, Run away, run away!” impossível ver essa aprte da letra e não lembrar da música e ir cantarolando junto, essa música com certeza é trilha sonora de muitas pessoas no mundo! O próximo som como destaque do disco com certeza é “Hoodoo/voodoo medicine man” que é uma maluquice sem tamanho, começa com um som lembrando que a banda está na selva fazendo um som e meio que no meio de alguma oração, dai vai entrando a guitarra de fundo, fazendo conjunto com o baixo e a bateria seguido da voz, e de repente BOOM explode com os agudos do Steven e vem “Some kind of Voodoo, Come across this land, Some kind of Voodoo, We need a medicine man!” e como a maioria dos sons da banda rola uma explosão estratosférica na banda e tudo anda em conjunto, ela também seria perfeita como trilha de algum filme ou seriado, até a letra se passa como uma história, é
fenomenal! Pra fechar os destaque vamos com “Whatt it takes” que vem com toda a calmaria que a banda não demonstrou em nenhuma das faixas anteriores, mas não se enganem ao pensar que a música ´´e toda calminha e sem as explosões que tem como segundo nome da banda, esse é também um dos maiores sons da banda pra mim, quando ele proclama “It was easy to keep all your lies in disguise, 'Cause you had me in deep, With the devil in your eyes!” e o feeling vai tomando conta de você mas ele continua “Tell me that you're happy that you're on your own, Tell me that it's better when you're all alone, Tell me that your body doesn't miss my touch, Tell me that my lovin' didn't mean that much, Tell me you ain't dyin' when you're cryin' for me...” e você sente os socos da guitarra entrando em você e todos os arrepios que isso pode fazer, esse som é magico demais! Assim finaliza os destaques desse baita disco da banda, um dos discos que com certeza você deve curtir e levar para vários momentos de sua vida, é só sortear uma música e curtir! Escute ele por amor a algo ou por você mesmo, ele é a trilha sonora para o amor com toda certeza.




Abaixo link do disco e vídeo de uma das melhores musicas do disco.



https://thepiratebay.proxydesk.xyz/torrent/4009746/Aerosmith_-_Pump_(1989)_(SGTR)


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sábado, 15 de outubro de 2016

Precisamos falar sobre o Aerosmith.


Mais precisamente vamos falar sobre o dia 11 de outubro de 2016, que foi a data que aconteceu a destruição de barreiras do Aerosmith em Porto Alegre. Que a banda é genial e  enérgica até o ultimo suspiro de qualquer fã, isso não tem como negar, o que pensávamos é que não era tão absurdo como é na realidade. Pois bem, um dia agradável se deu desde o começo do dia onze, algumas nuvens no céu, mas nada preocupante a ponto de pensar que choveria ou algo parecido para atrapalhar o show, era o dia perfeito para uma noite de muito rock. Então vamos ao show, que foi do inicio da banda até os maiores clássicos colocando todo fã aos seus ápices e ainda rolando um cover de Beatles que faz a platéia delirarem. A banda começou com “Back in the sadle” como já é de praxe de vários shows, nesse momento eu ainda
não acreditava que estava vendo minha banda de infância tão perto, difícil descrever. O que restava era tentar acompanhar o ritmo da banda e as loucuras de Steven Tyler no palco, no auge dos seus 68 anos, com seus pulos danças e maluquices no palco como se fosse um garotão de vinte e poucos. A ficha foi caindo esperando amansar a criança interior que gritava dentro de mim, mas a banda não deixou e já mandou “Love in elevator” uma das músicas mais gostosa de ouvir da banda e agitou a todos do estádio, até aos zeladores que estavam em serviço, foi lindo de ver todos na dança. Nesse momento eu cantava, gritava e dançava tudo ao mesmo tempo, era uma euforia que eu ainda não havia sentido na vida. A banda seguiu com “Cryin”, "Crazy" e “Kings and Queens” que todas foram loucas de se ver ao vivo, mas seguido delas veio “Livin on the edge” onde foi o meu ápice de emoção e eu não consegui me controlar, olhei tudo ao meu redor, cantei o mais alto que eu pude como se houvesse de alguma forma a sintonia da banda comigo e toda a emoção que eu sinto nessa letra, quando cantei “And God knows it ain't His, It sure ain't no surprise, WE’RE LIVIN’ ON THE EDGE!” meus lábios pulsavam mais que meu coração, eu não agüentei e comecei a chorar e a cantar junto, tudo em uma única sintonia, tudo feito pela música. Essa música teve um significado gigantesco em grande parte da minha vida pessoal, nunca imaginei que sentiria o que eu senti, nunca imaginei viver o que eu vivi, a gratidão exalava de mim por minhas lagrimas. Seguiu com “Rats” onde eu comecei a respirar um pouco mais e seguiu com “Dude” que foi sensacional e até consegui gravar uma parte cantando onde o Steven aponta na direção onde eu estava, nunca vou saber se era pra mim, mas pra mim foi, então beleza. Depois veio “Song & dance”, “Monkey” e “Pink” que a banda fez uma lindíssima homenagem ao outubro rosa aqui no Brasil, onde todos colocaram
um acessório rosa e ao fundo no telão deixaram um laço rosa enquanto tocavam, foi uma atitude simples mas com muito significado para todos que estão nessa luta, eu tenho certeza. Chegando com “Rag Doll” e sua batida e agito que não para um segundo na música, coreografias sendo feitas na platéia com as mãos, nessa hora eu já me sentia nas nuvens. Depois veio “Stop Messin' Around” com Joe Perry arregaçando tudo, e agitando todos que estavam vivos no local. Depois veio uma das maiores músicas de amor com “I don't wanna miss a thing” que foi uma das coisas mais bonitas que eu vi na minha vida, não consegui gravar o vídeo de tão dentro da música que eu me encontrava, a cada frase e a cada acorde batido meu corpo vibrava de tanta emoção que eu estava sentindo naquele momento, com certeza as imagens na minha cabeça vão ser usadas pra vida toda! Seguiu na batida com um cover maluco de “Come together!” dos Beatles, que foi muito bem tocado pela banda por sinal e por todo o coro que tinha no estádio que cantou e se mexiam durante a música toda, aposto que o Paul ficaria orgulhoso. Seguiu com “Walk this way” que foi um dos marcos na banda voltar ao topo das paradas e “Train” antes de darem uma mini pausa para o marco principal do show. De longe já se percebia um piano lindo branco sendo montado no palco, uma versão de “Dream on” que me emociono toda vez de escutar foi tocado em um piano branco, os espaços na cabeça se completaram, assim veio a banda para tocar a música, sim, era dream on, de novo eu não me aguentei. A entrada do piano com a guitarra, juntando com todos os elementos da banda,
seguindo a voz do Steven, eu não conseguia pensar muito bem só estava tentando me prometer curtir até o último segundo daquela música, que sim é a música que eu sempre amei e pra sempre vou amar. Cada estrofe era um calafrio, cada pausa de uma letra a outra era um suspiro, mas ai vem “Sing with me, If it's just for today, Maybe tomorrow the good lord will take you away...” ai veio o completo ápice de emoção, o Steven sobe em cima do piano e proclama “ DREAM ON, DREAM ON, DREAM ON, AND DREAM UNTIL YOUR DREAM COMES TRUE!” assim eu me acabei, todas as lágrimas possíveis que poderia sair de mim estavam rolando, toda a emoção que eu vivi nos últimos tempos, tudo que eu estava me guardando a anos foi liberado, foi extraído de uma forma mais gostosa que foi sentindo a música, que fez a marca em meu peito pulsar mais e mais, que me mostrou como viver a música literalmente me faz viver. Depois dessa música eu não esperava mais nada, já não precisava de mais nada, mas ainda tinha “Sweet Emotion” e um grande final com explosões e papeis picados voando pelo estádio todo, parecia uma cena de filme que eu estava vendo, eu me senti mais realizado do que nunca. Assim acabou o show, com um sentimento de sonho realizado do tamanho do universo, com o sentimento de euforia e alegria que não cabia mais em mim, eu estava feliz. Mais um show que o projeto esteve e tomara que continue nessa ordem, sempre a frente!


Agradecimentos: Muito obrigado aos meus amigos que estiveram ao meu lado, Paulão, Giuliano, Rafaela, Vinicius e Nilson. Alguns mesmo não sendo tão conhecidos antes, mas depois desse momento com certeza vão ser lembrado na minha vida, grato a todos.


Vídeo gravado da música que já está na pele.