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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Fine Line do Harry Styles é uma obra prima!


Sempre que um disco desperta diversos sentimentos em você, sempre que ele possa despertar do seu melhor ou o seu pior, leve ele em consideração. Pois bem, eu sinto de tudo ao ouvir o disco novo do Harry Styles, e afirmo sim que é uma obra prima, não apenas um disco com músicas batidas e super produzidas ou o melhor disco pop, há sentimento nas letras no arranjo e muito nos timbres chorosos
em diversos momentos, então ao invés de topo pop ele se colocou no topo da música em geral. Vai, coloque ai pra tocar e vem aqui ler e discorrer nas palavras que vos digo, não se arrependerá. O disco vai ser recheado de influencias antigas, umas pegadas bem dos Beatles, com uma aceleração no estilos dos Stones e uma calmaria ao estilo próprio que Harry soube criar, uma desaceleração absurda que até parece um pedal de carro, e ele assume o controle super bem. A carta de amor em “Golden” da aquela estremecida no coração, dizendo que simplesmente o mundo é dourada, sem muito a que falar mas sim, ao que sentir, do ele saber ou a pessoa saber, o quanto brilha ao luar, viajando pelos céus, e declarando toda a sensação do dourado e seus olhos, com o instrumental batendo de fora que ele proclama as palavras como um poema e pedindo um ombro, ao sentir uma solidão perdendo o controle, mas ainda sentindo o tudo dourado, a profundidade e como chega a voz

dele misturando com o instrumental é algo arrepiante. Tem uma das mais pop’s mas com a beleza poética que ele sabe colocar na letra com “Adore you”, que é simplesmente uma carta de adoração a alguém, nada mais em forçar de chamar de amor ou toda pressão em ser algo a mais juntos, só o fato de estarem ali, juntos, se adorando. Uma das que mais exemplifica uma constante mudança do Harry seria “Cherry” que assemelha um pouco ao seu primeiro trabalho, as leva uma calmaria constante daqueles mares que só tem marolas e se ondas, mas vem te trazendo ao fundo sem você perceber, é uma música hipnótica que te faz sentir o máximo que você esteja sentindo no momento. Mas para chegar mesmo no ponto forte do disco tem de se escutar o solo dele em “Falling” que é sua das músicas ais bonitas já feitas, é simples, piano e voz e nada mais, mas tem tanto sentindo unido de lembranças próprias que se desdobra na letra e te dobra pra dentro dela, faz você sentir que tudo que te pode desmoronar no mesmo segundo em que você pisca mas pode se lutar e reerguer, aparenta ser motivacional mas na verdade é EXTREMAMENTE emocional, não ouse deixar de chorar ao escutar. Algo que ele sabe usar muito bem é trabalhar tanto nos arranjos instrumentais que faz a quebra da letra não ser tão forte, “To be so lonely” é um dos exemplos, uma letra simples e um pedido de desculpas, com um “que” de música havaiana te leva e um sentimento gosto e simples.

“She” foi a primeira musica que me tocou de verdade no disco, ouvindo repetidas vezes ela é forte demais e sensível ao mesmo tempo, daquelas que te fazem ficar deitado por horas querendo saborear o mundo em sua letra, os toques da bateria conduzindo os amores penetrantes da voz em seus ouvidos, os agudos que ele alcança criando uma sintonia perfeita em sua alma, é fenomenal! E o ponto final que ele coloca a cara e fala eu fiz um álbum pra história, vem com “Fine Line”, de inicio despretensiosa com o violão, pequenos acordes e ele vai cantando em uma simplicidade “... i don't want to fight you, and I don't want to sleep in the dirt, we'll get the drinks in, so I'll get to thinking of her...” e você já vai se contorcendo por dentro e entendo tudo que ta rolando ao escutar a música, repetidas vezes dizendo que estamos na linha de chega ou fim da linha, proclamando que as mãos tremem e o violão se intensifica, continua gritando dentro que é o fim mas não acaba, continua, continua, e grite que é o fim da linha repetidas vezes e a música explode com o instrumental de fundo aparecendo, arrepiando a alma completamente, se mantem e é o fim da obra de arte do Harry Styles, um dos melhores discos com toda certeza dos últimos anos, grato por pode aprecia-lo.


Vá em algum dos link's e nos diga o que achou da matéria:



sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Cinco motivos para degustar AMO, novo disco do BMTH




O novo disco do Bring Me The Horizon vem com todas as falas clichês dos fãs de todo disco, comentando que está muito diferente, que a banda não é mais a mesma e tem saudades da época cheio de screamos. Mas a mudança é algo inevitável em qualquer âmbito de uma vida, o novo pode ser bom, então porque não experimentar? Aqui lhe dou cinco motivos que farão você repensar a
crítica do disco!

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"É o disco com a sonoridade mais limpa que a banda já lançou! Nele você nota os timbres do Oliver em todas as músicas, a guitarra em sua parte funcional e não tanto principal como antes, a bateria ganhou uma nova vida e mais dinâmica, com o baixo e o teclado tendo importâncias maiores do que já existiu em toda a historia da banda!"

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"A diferença de cada etapa da banda é sempre intrigante, esse em si se trata de um disco sobre o amor  e destacando em suas letras os pontos e baixos da vida em si, de tudo que  há de bom e o que há
de ruim em sentir muito todas as coisas. O Oliver vem de uma passagem a uns anos atrás das drogas, fazendo Sempiternal a resposta a todos que duvidaram dele, o That’s the Spirit a afirmação que está evoluindo, e nesse disco e sensitivel que estão no mais alto nível de suas emoções!"

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"Sendo divulgado de varias formas, foi o disco que houve maior contato com o publico e toda publicidade envolvida de uma forma mais adentro. Acompanhando as redes sociais da banda você notava que muita coisa estava sendo feita, e da pra notar no disco que ele é muito bem trabalhado em todos os mínimos detalhes, tem uma sonoridade perfeita do começo ao fim."

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"Primeira vez ao escutar o disco você vai tomar um certo susto pela diferença entre uma música e outra, ele viaja em uma onda totalmente indie, que passa pelo eletrônico, pegando algumas mais um
post punk e uma pitada de pop rock, é uma verdadeira mistura que a banda está vivendo, tornando agradável para todos os fãs."

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"Colocaria agora um levantamento especial para quatro músicas, que a primeira com toda certeza seria “Wonderful Life” que tem a participação do Dani Flith, trazendo a parte mais pesada do disco e com uma letra que balança sua mente! Depois iria alavancar “Medicine” pelo quesito principal que é a letra, dizendo pra tirar tudo e todos de negativo que nos sugam e deixar que o universo te cure e deixe as coisas boas nos guiar para a felicidade. E pra fechar seria “MANTRA” que já se tornou o hino do novo disco, com letra chiclete que gruda na cabeça, além de uma pegada pesada também!"

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Esse novo disco é o famoso que se deve ouvir varias vezes pra se notar tudo que há nele, não escute com pressa mas deguste dele! Vale a pena demais escutar e deixar a onda nova do BMTH te levar!






terça-feira, 13 de novembro de 2018

Vos apresento Guto Ferreira





Agora é a vez do viajante musical nos dizer um pouco quem é e o porquê o som dele é vibrante. Em um papo bem bacana e solto, Guto Ferreira soltou o verbo sobre sua carreira, cena autoral e o que vem por ai!

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 Seu projeto de música em geral

Eu comecei a trabalhar com música na rua né. Antes só tocava por hobby e pouco. No ano de 2012, já na Bolívia, encontro um irmão argentino, Agustín, e com ele desenvolvi a técnica e desenvoltura de calçadões e ônibus de Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. Saí do Brasil como artesão e de bicicleta. Volto ao Brasil músico e de ônibus (ou carona). Já de volta ao Brasil, eu passo a focar mais em uma outra paixão que tenho, que é o circo, e daí passo a tirar meu sustento. Mas a música não fica fácil esquecida. Passei a pesquisar mais, e me interessar por escrever e musicalizar minhas letras, mas sem qualquer pretensão de um dia grava-las. Isso até conhecer o Ni (produtor Nicholas Emmanuel), ano passado, e ele me convidar pra gravar. Eu não entendi nada a princípio. Como assim? Minhas músicas? Sério? E ele super me incentivando e tal. Entrei nessa barca todo entusiasmado e cheio de energia. Gravamos duas faixas: um samba e um rap. Gostei do resultado e achei que era isso. Mas não. Esse ano o ni me convida novamente. Desta vez um pouco mais sério, gravar um EP Uma música já tinha toda construída, mas as outras todas foram criadas nesse processo. Uma música que fala sobre viajar, outra fala sobre queda e ascensão. E assim vai. Todo o processo de gravação foi feito na "casinha da bh".


Quem é Guto ferreira e o que tem por trás dele

Eu brinco de tocar desde criança. Costumo brincar que meu primeiro time de futebol foi também meu primeiro grupo...rs Pagode é claro. Criançada, futebol e um pandeiro e já tava feita a alegria. Mas com o tempo fui deixando o prazer de tocar de lado. Compromissos e caminhos que a vida te impõe
vão te afastando dos teus prazeres. Mas quando comecei a viajar de bike sem pressa e sem compromissos, tudo voltou, e da maneira mais linda. Estava descendo pro Uruguai com o Hector, e ambos loucos por um violão pra acompanhar nosso pandeiro solitário. Quando conhecemos um rapaz em Pelotas que nos presenteou com seu violão. Ahhhh isso me inspirou demais. Passamos felizes o verão no Uruguai esse ano. Mas tivemos que nos separar, Hector e eu, pois eu voltaria pro Brasil e ele permaneceria no Uruguai. O violão acabou com ele, e eu voltei pro Brasil na missão de fazer a grana pra comprar um violão. Mas não é que o destino queria que eu tocasse mesmo. Poucos meses depois, tentando chegar no litoral norte de São Paulo pro carnaval, já na rodoviária de Bauru, enquanto tocava passando o chapéu mais a Isa e o Agustín, um cara veio até a gente e perguntou se tocávamos corda de aço. Respondemos que sim e ele disse que queria ouvir um Bob Marley. Tocamos com o maior prazer. E qual foi a contribuição no chapéu desse cara? O violão. Sim, o violão. Daí não pude parar mais com a música né. E tudo que escrevo é o que vivencio ou vejo por onde passo todos esses anos.

O que acha do cenário da música autoral principalmente de Maringá

A cena autoral como um todo já é fraca né. Ver um monstro como Kiko Dinnuci dizer que não é fácil viver de arte em São Paulo é de chorar. Se pro Kiko tá difícil imagine pra nós...rs 
Maringá tem pouquíssimo espaço pro autoral né. Já teve melhor. Lembro de ver surgindo Sollado B, Anônimos, Cidade Verde, Melodia Preto Band, Mestre Ouriço. Algumas acabaram, outras saíram da cidade pra levantar vôos maiores, e quem fica acaba numa cena que pouco valoriza o autoral. Pra mim então que fiquei um tempo largo viajando e voltei a pouco pra Maringá, nem se fala. Vou te dizer que tá valendo mais tocar na rua do que perder tempo atrás de agradar empresário. Esqueci de citar Stolen Byrds né, muita coisa já rolou por aqui, e está rolando cada vez mais.

O que o seu som pode atingir nas pessoas

 Meu som retrata minha vivência. Viajante, artista de rua, observador e absorvedor das culturas e cotidianos por onde passo. Acredito que ao ouvir as pessoas vão conseguir viajar junto comigo um pouco. E é isso que quero transmitir pro meu público. Que as pessoas acreditem nos seus sonhos e sejam sinceras consigo mesmas. E foco na missão. E que as quedas nos engrandece. Sejam elas causadas por forças alheias a nós, ou causadas por nós mesmos. O importante é se levantar. Isso é muito do que quero transmitir com minha música.

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sábado, 13 de maio de 2017

Aerosmith em Pump



Esse disco tem tanto poder que as vezes é um pouco difícil comentar sobre ele, tem varias músicas clássicas da banda além de trazer algumas que talvez diversos fãs não a conheçam mas são pra lá de infernais. O disco é lançado em 1989 nos Estados Unidos pela gravadora Geffen, uma das maiores e mais aclamadas, ainda mais naquela época em que era um pouco escasso gravadoras de som mais Hard rock. O disco foi o quarto mais vendido nos anos 90, sendo cerca de 7 milhões de copias vendidas só nos EUA. Além de ser o primeiro disco que fez a banda ganhar um Grammy e adentrar no livro dos 1001 discos pra se ouvir antes de morrer. Nunca a banda é mais do mesmo, se você
escutar todos os discos cada um tem um tom ou uma pegada bem diferente, isso nos faz mais fãs de Tyler e sua trupe, os Aerosmith. De cara no disco já chega com a explosiva “Young Lust” que é o som perfeito pra você conhecer a banda, sendo que dificilmente um ser humano nesse universo não conheça essa galera, que curte fazer um barulho da pesada que da pra notar nessa música, como “You feel it in the summertime blues, Oh, easy when there's nothin' to lose, And baby you been missin' out!” e você sente seu pé saindo do chão e voc~e passa a acompanhar toda a música em uma agitação frenética. Agora vem das clássicas e malucas da banda, eu estou falando de nada mais nada menos que “Love in an elevator” deveria ser considerado um dos hinos da banda com toda a certeza, a letra que é um tanto maluca como “love in an elevator, lovin' it up 'til I hit the ground, shakin' in the elevator (whoa), lingerie second floor (whoa yeah)...” e cheio de batidas e solos de guitarra ao fundo, coloque um show deles nessa música e vai conseguir compreender um pouco mais o porquê é um hino da banda! Seguindo bem “Monkey on my back” e faz parte de uma tarde maluca entre o Steven e o Joe para escreve-la, mas a letra ao mesmo tempo vem cheio de cinismo e mensagens que você tem dois lados para poder interpretar, se liga “I made believe the devil made me do it, I was the evil leader of the pack, You best believe I had it all and then I blew it, Feedin' that fuckin' monkey on my back!” parece até ser um grito de Steven para gravadores antigos em que
fizeram alguns “assaltos” na banda, mas isso não é o foco do disco, a música é maior que isso, tem uns ápices incríveis com gritos e guitarras aumentando o volume ao ultimo, dos melhores sons deles também! É agora ficou um pouco mais sério, uma das minhas músicas favoritas da banda, to falando de “Janie’s got a gun”, começa em um tempo de tudo bem calmo com um ar até meio indiano o som, mas vai evoluindo conforme a letra vai entrando e tudo se parece uma história de quadrinho preenchendo todas as cores que precise, ao desenrolar ela vai aumentando o tom de tudo como os instrumentos e o ápice da voz do Steven também, a melhor parte é quando ele canta “The man was such a sleaze, He ain't never gonna be the same, Run away, run away from the pain, Run away, run away from the pain, Run away, run away!” impossível ver essa aprte da letra e não lembrar da música e ir cantarolando junto, essa música com certeza é trilha sonora de muitas pessoas no mundo! O próximo som como destaque do disco com certeza é “Hoodoo/voodoo medicine man” que é uma maluquice sem tamanho, começa com um som lembrando que a banda está na selva fazendo um som e meio que no meio de alguma oração, dai vai entrando a guitarra de fundo, fazendo conjunto com o baixo e a bateria seguido da voz, e de repente BOOM explode com os agudos do Steven e vem “Some kind of Voodoo, Come across this land, Some kind of Voodoo, We need a medicine man!” e como a maioria dos sons da banda rola uma explosão estratosférica na banda e tudo anda em conjunto, ela também seria perfeita como trilha de algum filme ou seriado, até a letra se passa como uma história, é
fenomenal! Pra fechar os destaque vamos com “Whatt it takes” que vem com toda a calmaria que a banda não demonstrou em nenhuma das faixas anteriores, mas não se enganem ao pensar que a música ´´e toda calminha e sem as explosões que tem como segundo nome da banda, esse é também um dos maiores sons da banda pra mim, quando ele proclama “It was easy to keep all your lies in disguise, 'Cause you had me in deep, With the devil in your eyes!” e o feeling vai tomando conta de você mas ele continua “Tell me that you're happy that you're on your own, Tell me that it's better when you're all alone, Tell me that your body doesn't miss my touch, Tell me that my lovin' didn't mean that much, Tell me you ain't dyin' when you're cryin' for me...” e você sente os socos da guitarra entrando em você e todos os arrepios que isso pode fazer, esse som é magico demais! Assim finaliza os destaques desse baita disco da banda, um dos discos que com certeza você deve curtir e levar para vários momentos de sua vida, é só sortear uma música e curtir! Escute ele por amor a algo ou por você mesmo, ele é a trilha sonora para o amor com toda certeza.




Abaixo link do disco e vídeo de uma das melhores musicas do disco.



https://thepiratebay.proxydesk.xyz/torrent/4009746/Aerosmith_-_Pump_(1989)_(SGTR)


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sábado, 29 de abril de 2017

Alabama Shakes em Sound & Colour


Esse é o disco mais sentimental que você pode escutar, seja em um momento propício para mil lagrimas mantidas atrás de seus olhos ou para mil sorrisos que você guarda para dar, é um dos discos
que eu mais amo. O disco é sucessor de Boys and Girls, um disco que mostrou ao mundo o que era a banda, com toda sua pegada única, um leve blues que se eleva a um rock pra lá de pesado, em variações na mesma música, talvez seja essa essência que o Alabama Shakes tem que algumas bandas não conseguem, eles não se prendem na música e mudam em outra, uma música tem mil e uma variações de velocidade. Pelo disco a banda foi convidada para se apresentar no Grammy em 2016, e estava concorrendo a quatro indicações e ganhando 3 delas, perdeu apenas para Taylor Swift como melhor álbum do ano, deixo vocês julgarem qual disco é melhor de verdade. Agora saindo um pouco da história do disco e da banda, vamos começar a falar do disco em si! De primeira o toque inconfundível é “Sound & Colou” que tem o mesmo nome do disco te deixa em uma dimensão de tranquilidade do começo ao fim sem
comparação com qualquer coisa, é um groove perfeito em que te deixa em transe absoluto, cantarolando ao fundo “sound and colour, sound and colour...” você já começa em uma viajem pelo disco! Seguido vem a mais funk do disco “Don’t wanna Fight” onde de inicio a doce Brittany já solta um agudo que você fica em choque, entrando com os instrumentos e a batida bem leve de fundo na bateria vai introduzindo você em um ritmo que você danças por dentro, querendo transpor todo esse sentimento, mas daí vem a explosão mais a frente “Your pride and my pride, Don't waste my time, I don't wanna fight no more!” e vai se balançando junto com toda a música, é sensacional! É agora o chão treme, o próximo destaque é “Future people” que faz meu coração palpitar, é uma das melhores músicas que eu já escutei na minha vida, eu a coloco entre minhas cinco favoritas na história, ela é perfeitamente encaixada em instrumental que fica em uma passada meio psicodélica, mas a voz em frente tem um tom melancólico que te faz aprofundar mais ainda nela, mas dai explode com “Children, take or leave it, Come people you got to, Give a little, get a little, And see it, Like future you people!” e vai
levando um ritmo que você já imagina que vai se aprofundar mais pra frente mas não é a hora, ele retorna no ritmo do começo bem leve e com aquele ar melancólico com a voz inconfundível da Brittany de frente, mas é questão de segundos pra voltar a agitar e querer explodir tudo, dessa vez acontece com “Imagine the sound, And listen loud and then, You'll reach the top!” e ela te faz explodir pra fora todo sentimento que você possa ter dentro de você, já me emocionei mais de mil vezes ouvindo esse som e toda vez me emociona, é muito linda. Mas se achas que acabou, está muito enganado, pra não deixar a batida descer la vem a porrada de “Gimme all your love” e todo seu peso com ela ao seu lado, a meu deus do céu o que a brittany faz nessa música é algo inexplicável, atinge um nível cósmico todo o timbre que ela faz, os riffs são perfeitamente encaixados junto das batidas da guitarra e a linha do baixo da todo o peso que precisa nesse momento, ela
implorando “If you just gimme all your love, oh, Gimme all you got, babe, Gimme all your love, oh...” é uma elevação do som e de tudo em volta que te faz com certeza ficar em transe com tudo ao redor, mais uma das músicas que te tiram do chão e te chacoalham inteiro pelo que a Brittany faz nela, é de outra galáxia! Seguido vem nada mais nada menos que “This feeling” que é uma carta de amor que foi escrita, é algo que também quebra todas as paredes da emoção que você possa ter dentro de você, ela vai mexer contigo de uma forma gostosa mas que também te fara sentir de verdade tudo o que tem la no fundo do seu peito, como “And I've been having me a real fun time, And it feels so nice to know I'm gonna be alright!” e você entra junto com o trecho da música e todo o instrumental que está com ela mas em seguida a brottany canta com tanta emoção “Please don't take my feeling, I have found at last, If I wanted to, I'd be alright, Yeah, if I wanted to, I'd be alright!” e você se derrama no chão e vira apenas poeira estelar de tao forte que essa música pode ser com você, a genialidade dela e todo o feeling que ela traz faz algo muito forte rolar com você, esse som tem um poder muito forte dentro de mim pessoalmente falando, eu realmente tenho muita história com a música e muito amor por ela, é até meio difícil digitar sobre ela. Pra alavancar um pouco a agitação e maluquice que a banda também sabe fazer vamos com “ The Greatest” que começa já com uma guitarra e bateria acelerada indo junto com os outros elementos da banda e você vai indo junto no ritmo como se fosse uma dança, o som
diversifica um pouco dos anteriores mas é muito bom de se ouvir, mais a frente nele tem um festival de distorções e batidas fortes na bateria que te deixa tonto de tão gostoso de curtir.  Agora pra fechar o disco  vem a belíssima “ Miss you” que te faz pensar que é das músicas mais melancólicas do disco mas é um pouco diferente, tem sim uma letra um tanto pesada mas o instrumental tira um pouco do peso porque eles fazem umas explosões que não te deixa ficar em baixo, dai vem “Maybe the stars aligned, Or maybe I just changed my mind, Maybe I'm yours, I'm yours!” e vem junto toda uma sincronia de loucura instrumental, é uma das músicas que mais vai te fazer viajar no disco com toda certeza! Assim o disco finaliza com seus destaques, algumas músicas não citei por não terem um peso enorme em mim, mas são muito boas também. O disco é dos que eu mais tenho apreço em ter e poder escutar a todo momento que eu quiser, ele me tirou de algumas coisas e me colocou em outras que me fizeram me sentir mais vivo, eu realmente amo essa banda e toda sua maluquice. Então tratem de escutar e viajar com todas as canções que nele contem, prometo que será uma jornada sem volta além de muito proveitosa. Antes que me esqueça, se houver chance de ver a banda ao vivo faça isso, eu prometo que não se arrependera nenhum pouco.  




Abaixo link para download do disco e da melhor música do mesmo




https://www.4shared.com/rar/9P5rJsbrba/Alabama_Shakes_-_Sound__Color_.html?locale=pt-BR


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sábado, 15 de abril de 2017

Muse em Drones


A banda britânica lançou seu sétimo disco em 2015, com uma pegada  mais eletrônica e com menos distorções de guitarra, fez um disco que agradou multidões. Desde entrevistas em meados de 2013 o vocalista já comentava que em shows a banda já estava
experimentando mais teclados, alguns efeitos nas músicas e fugindo um pouco da música convencional, tentando dar uma nova cara ao som da banda e talvez uma nova identidade aos fãs, atraindo novos e cativando os antigos. Ao comentar sobre o disco quando estava pra ser lançado, a banda comentou que se trata de uma jornada de Drones que comandam os humanos, que na verdade são outros humanos, todos comandando e sendo comandados, traçando assim uma história do começo ao fim do disco, de perdas e alentos da vida. Em 2016 o disco recebeu o prêmio Grammy de melhor disco de rock, além de ser bem recebido pela maioria dos críticos de música espalhados pelo mundo. Agora vamos começar os destaques do disco, não tinha como ser diferente, a primeira música “Dead inside” é o ponto de partida de uma viajem para o interior do ser, no caso na música ele tenta tratar de alguém que perdeu tudo e está de fato morto por dentro, sendo apenas uma carcaça, como “I see magic in
your eyes, On the outside you're ablaze and alive, But you're dead inside!” nesse som você já nota muito do eletrônico que a banda havia prometido mas também tem riffs apaixonantes e distorções que são característicos da banda. Agora vamos de “Psycho” que inicia com um general dando ordens a um soldado ordenando e gritando com o mesmo, falando que ele responde apenas ao sistema e não mais a sua consciência, assim começa esse som que talvez seja o mais pesado do disco, a bateria de conjunto com o baixo já dão uma linha diferente, entrando a guitarra e alguns acordes mais baixos, tendo todo um tom puxado pra um stoner até, dai começa a letra e explode depois com “I'm gonna break you, I'm gonna make you, A fucking psycho!” vai voltando com ordens do general falando que ele seria um drone humano que só responde ações, e no fundo o som da banda arrebentando tudo em volta, é pesadíssimo! Agora é o ponto alto na minha opinião do disco, estou me referindo a linda “Mercy” que começa com um tecladinho e alguns toques, e vai parecendo que a euforia dentro da música vai aumentando conforme o tempo passa, entrando todos os elementos da banda, ficando em uma batida e o vocalista “Meeeeeeeeeercy, Meeeeeeeeercy, Show me mercy, from the powers that be, Show me mercy, can someone rescue me?” e tudo exatamente tudo explode como se fosse cósmico, assumo
sentir um pouco de emoção ouvindo essa música, sempre sinto uma vibração diferente na minha cabeça quando estou escutando, porque depois disso ela não abaixa o tom e a voz do Matthew que se mistura com a guitarra vai em um nível que puquissimos vocalistas conseguem alcançar, fazendo você se arrepiar do começo ao fim da música, é linda demais. Agora vamos de ‘Reapers” que é bem maluca, começa com um solo de guitarra pra lá de característico da banda, e a bateria e o baixo vem entrando de fundo como uma sinfonia metálica, que é a forma como eu denomino a banda, e as elevações que a música tem dá vontade de mexer sem parar, como na parte “I’m just a pawn, And we’re all expendable, Incidentally, Electronically erased, By your, Drones!” e começa toda um onda cósmica dentro do som, é energia demais além de ter o melhor solo do disco, com umas ondas que pelo amor de deus!!! Após essa onda de pura energia vem em destaque “Defector” que é um som bem gostoso de curtir, tem muita guitarra como de característica da banda e muito sintetizador também, eles souberam unir ambos de uma forma sem deixar forçado nem muito eletrônico, fizeram um conjunto perfeito. Agora vem a balada da banda que é “Revolt” que seria o marco da história onde todos os humanos de coração se rebelariam contra os drones e começariam a voltar ao normal, daí tem umas pequenas explosões no som quando ele solta “You’ve got strength, you’ve got soul, You’ve felt pain, you’ve felt love, You can grow (you can grow), you can grow (you can grow), You can make this world what you want, You can revolt!” como se fosse a música de
motivação a sair de dentro dos casulos que nos aprisionam. Seguido vem com “Aftermath” que seria a música mostrando em como a guerra pode destruir tudo ao redor em que ela está, é um após da tragédia o que se pode fazer, como “We've gone against the tide, All we have is each other now, I am coming home now, I need your comfort, From this moment..” como se fosse um soldado voltando de sua guerra aos braços de sua amada, o clipe junto da música se tornam algo emocionante, vale muito a pena conferir! Pra fechar o disco temos “The Globalist” que começa com um som de chuva e um assobio, com todo um teor bem melancólico, seguido entra a voz e alguns acordes e uma pancadas na bateria, na letra vai falando como se nada tivesse sobrado e um sobrevivente tivesse um código e virado um drone, e começa uma pancadaria na banda entre os instrumentos e fica bem pesado, o baixo vem mostrando a que veio, ai tudo se acalma de novo e entra o teclado e fica só no fundo uma guitarra bem suave, coma letra pesada “A trillion memories, Lost in space and time for ever more, I just wanted, I just needed to be loved.” assim fechando essa música cheio de ondas! O disco é muito bom e deve ser curtido do começo ao fim, tem músicas que pra sempre farão parte de sua playlist com toda certeza, além de algumas letras que te faram pensar em muita coisa, é um disco pesado em questão de letra pois retrata alguns pontos errados em que vivemos da cidadania, isso faz da banda algo maior ainda do que parece! Pra sempre Muse vai ser das bandas que vão te tocar pelo instrumental e te fará pensar pelas letras, como referido lá em cima, eles são uma perfeita sinfonia metálica.




Abaixo link para download do disco e uma das músicas mais bonitas!



https://www.4shared.com/zip/lB6JleBUba/_2015__Drones.html


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sábado, 25 de março de 2017

Foo Fighters em seu primeiro disco


O primeiro disco da banda que tem o nome de “Foo Figthters’ mesmo é a carta de apresentação de Dave Grohl dizendo que ele não era mais um membro do Nirvana, e sim deu continuidade em sua majestosa carreira musical. No início da gravação era pra ser algo amistoso e sem muitas pretensões sobre o disco, era apenas a forma em que Dave queria continuar a seguir a vida mas com a música
que era sua paixão, mas em determinado momento ele percebeu que estava saindo muito bem o disco e começou a pensar em lançar o mesmo, mas pra nunca assimilarem o que ele estava fazendo com sua banda antiga ele criou o nome “Foo Fighters” e distribuiu para diversos amigos e pessoas do ramo da música. Resultado uma gravadora acabou recebendo a fita sem saber que era o antigo baterista do Nirvana e decidiu fechar a gravação do disco e o lançamento do mesmo! A banda no momento era formada por amigos de Dave, Pat Smear que tocou no nirvana com ele e antigo guitarrista da banda “The germs”, além dos amigos Nate mendel (ainda está na banda) e o primeiro baterista William Goldsmith que era pura pancada na bateria. Após lançar o disco em 1995 a banda tinha de fazer turnê, fechando cerca de 190 shows no tempo de apenas um ano! Agora tratando do disco e os destaques já pode-se começar
com a primeira música que é “This is a call” que é uma música mais calma e com a cara perfeita da banda até mesmo nos dias de hoje, que é uma pegada mais rápida cheio de guitarra e com a voz inconfundível do Dave, tudo combinava perfeitamente e o som flui de uma forma muito gostosa de escutar. Seguido vem a minha música favorita que é “I’ll stick around” que foi o primeiro som que escutei da banda a anos atrás, eu acho que ela tem umas elevações que também são um marco da banda, nela tem uma pegada um pouco mais forte e a bateria denomina todo o ritmo da música, dai mais a frente chega a parte que ele canta “I don't owe you anything, I'll stick around,I'll stick around and learn from all that came from it!” e fica impossível você não ficar contagiado com o ritmo e tentando cantarolar junto da banda! A próxima é “Big me” talvez uma das músicas mais conhecidas por todo o mundo, tem um ritmo bem tranquilo e gostoso de ouvir em qualquer ocasião, tem uma letra bonita como “Big me to talk about it, I could stand to prove, If we can get around it, I know that it's true!” e fica a música toda em um ritmo tranquilo e suave. O próximo destaque fica com “Alone+Easy target” que é uma música mais suja com um ruídos a mais das guitarras que dá uma semelhança ao “Nirvana” mas tem uma bateria um pouco mais rápida e menos pesada, o baixo da uma linha super legal nela também, além que nessa música o Dave dá uma forçada na voz que deixa ela bem diferente das demais e muito elétrica! Depois vem “Floaty” que encaixa perfeitamente na época em que a banda estava tentando
conciliar um som mais calma mas ao mesmo tempo a eletricidade que todos ali tinham, como o início vem só alguns acordes em um violão daí já encaixa todo o resto como uma explosão, é muito boa de viajar! Agora vamos com algo mais pesado, to falando de “Weenie Beenie” que é simplesmente o som que o Dave tocava bem antes de entrar no nirvana, uma mistura de um puro Punk com hardcore e muita velocidade em todos os tons que se pode ter na música, é uma pancada na cabeça que você demora pra assimilar tudo, é formidável! Agora vem mais uma das músicas mais conhecidas da banda, que é “For all the cows” que toda banda cover toca essa música, e em todo bar você já pode ter escutado ela tocando de fundo, é uma ótima música pra se curtir em qualquer lugar, e tem uma letra cheio de lirismo que fala “I'm called a cow, And I'm not about to blow it now for all the cows, It's funny how, Money allows all to browse and be endowed!” e leve pro lado que você quiser essa fala! Pra fechar os destaques do disco vem a maluca “Wattershed” que é uma rapidez que você mal pode notar op que ta rolando, é a música mais punk que a banda já tocou, e com letra mais rápida ainda como “I wanna swim in the wattershed, I wanna listen to the flowerhead, I lost a gallon and still I bled, I keep on thinking i get ahead!” e nada para junto com os cantos, e sim ficam mais rápidos e mais pesados, é um dose de adrenalina pura! Assim fecham os destaques do primeiro disco da banda, que com certeza você deve escutar pra entender todo o processo que a banda já passou desde a sua formação. Vale a pena com certeza escutar ele e junto disso adquiri-lo que tem todo aquele ar de disco das antigas com encarte legal e tudo mais.



Abaixo link pra download do disco e do show que a banda toca na integra todas as músicas desse disco.



https://www.4shared.com/rar/wT1YXuqaba/1995_-_Foo_Fighters.html


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