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sábado, 10 de março de 2018

Foo Fighters e Queens of stone Age no Brasil, o sonho

Posters dos  shows, primeiro em São Paulo e ao lado Curiiba.


Isso vai soar de forma muito pessoal, as letras estão sendo escritas com a mais pura onda de amor que eu senti nesses dias, desculpe se me emocionar ao proclamar minhas falas sobre tais dias, pois dias assim são vividos com o meu máximo, pra que em minha memória sempre fique um belo sorriso dos
dias passados, em que revivo na minha mente. Pois bem, a data marcava dia 27/02/18, São Paulo
mais precisamente, cidade onde não se para pôr nada mas se corre por tudo, a vida alucina se estiver pisando no solo Paulistano, isso faz o frenesi pelo show aumentar cada vez mais. Os portões de um estádio verde cheio de esperança de uma noite maluca, onde eu não queria mais habitar dentro de mim, queria me elevar e me desabitar, será que a música tem esse poder dentro de mim? As horas começam a passar, pelo movimento acabei pegando o fim do show da banda de abertura, a Ego Kill Talent, então nesse dia não posso dar minha opinião do show deles, mas aparentemente sabem faze chacoalhar o esqueleto. O céu que encobria o sol vai se dissipando e dando lugar ao luar, a noite chega como um pressagio do que estava por vir, ah meu deus do céu, meu vilões adentram ao palco. O elvis ruivo
dançando ao palco cumprimentando a todos que o via a frente, eu vibrava de uma forma inimaginável, era a primeira vez que eu assistia uma das bandas que me moldam, eu estava fora de mim. Com um show cheio de luzes, conversas, e muitos hits o Queens of Stone Age deu uma aula de como se faz o público adentrar na banda e dançar tudo que tem direito, das mais sentimentais como “No one Knows”, a um novo ritmo que é impossível você não dançar com “The way you used to do”, ou a poderosa “Domesticated Animals” que não teve comparação, ao vivo esse som te explode o cérebro e não tem como decifrar o motivo. A banda foi formidável na elaboração do setlist, uniu hits das mais antigas até lançamentos de menos de um ano, fez dos fãs antigos chacoalharem com os novos fãs, fez com que um estádio inteiro dançasse e requebrasse junto a banda. Assim a banda sai de campo, as luzes se acendem e a esperança toma conta que eu ainda tenha um show memorável ao resto da noite. Tempo passa, tudo cronometrado, Grohl entra correndo, lagrimas caem, “Run” começa. Essa foi a sequência
do que foi o início do show do Foo Fighters, é difícil dizer o que eu sinto ao ver eles, é uma mistura de uma emoção GIGANTESCA, fazendo ter vontade de cantar ou gritar o tempo inteiro. Aqueles acordes de “Run” com o incio “Wake up, run for your life with me’, meu deus do céu, eu me arrepio até agora do poder que essa música tem sobre mim. A emoção abaixa um pouco e começa a dançar mais com a banda e todas as músicas que estavam por vir, a banda tocou muitos hits, não deixou fã de nenhuma época fora da dança. Teve até em determinado momento do show um pedido de casamento em cima do palco, que casal felizardo, não é? Dave é um frontman que todo músico devia se espelhar, gostando ou não do Foo Fighters, ele é de um carisma muito surreal, te prende ali coma banda do início ao fim do show. Dentre as músicas tocaram de “Breakout”, para “Dirty water” (<3), além de covers como “Under pressure” que já se tornou um marco com o Taylor assumindo os vocais. Não
tem como não falar de “Sky is a Neighborhood” que é inegualavel, imabtivel ou seila o que mais ao vivo, esse som com as luzes e todo o coro atrás da banda, faz você pulsar do inicio ao fim! O setlist ia se desenhando perfeitamente, a famosa pausa ao fim pedindo bis, a banda fecha com “Everlong” fazendo ter ao meu lado pessoas gritando e umas ao choro, talvez das músicas mais fortes que banda tem e faz do público uma sintonia perfeita com a letra, o Foo Fighters sabe fazer um espetáculo. Os dias passaram, o adeus a São Paulo foi bem rápido, chegamos a Curitiba, o show tem que continuar. O caminho foi como um jato, rápido e sem muita hesitação, chegou o segundo dia de março, o segundo e último show em que eu acompanhei. A chuva e os céus emaranhados de nuvens não negava, estava tudo prescrito para um show sobre as águas de um céu imenso, nada abalava. Pedreira Paulo Leminski, 02/03/18, que lugar sensacional, que sonoridade linda que tem nas imagens daquele lugar, revivo agora em minha memória. Sem mais delongas o Ego Kill Talent chega ao palco e mostra quem é a banda, um som bem forte e cheio de vocais super graves e altos, fizeram uma passagem rápida mas bem marcante. O céu começava a avermelhar, a noite ia chegando mas a nuvens não se dissipavam, os vilões estava
prestes a adentrar no seu palco, as luzes vermelhas tomam o lugar, o Queens of Stone Age veio me chacoalhar. Nesse a banda começou com o cântico ao sol, “My god is the sun” estourava meus sensores e me espatifava por todos os cantos, berrei em proclamação ao sol, sentia que essa noite ia ser mais quente do que nunca havia sido. A banda estava em uma energia fora do normal, Josh virava doses de Vodka várias vezes, notava na cara dele o desejo transpor tudo que ele tinha nas músicas para o público, e ele conseguia. Uma setlist diferente, havia mais hits antigos como “Burn the witch”, “Sick, sick, sick” mas também trouxe músicas mais recentes como “Smooth Sailing” e a dançante “The evil has landed”, o fato marcante e bem pessoal foi tocarem “...Millionaire” que é sem dúvidas um dos sons mais eletrizantes que a banda já fez na vida! O céu não se abria, o palco trocava de cores mas a vermelhidão no céu arrematava que ao fim teria de ter uma música caótica a todos, la vem, riffs
iniciam, “Songs for the dead” chegou, Josh não se contém e durante as exclamações que as guitarras faziam, ele subiu em diversas caixas de som, além de derrubar várias partes do palco, e por fim jogar sua guitarra e uma parte da caixa de som, com um sorriso maquiavélico diz um adeus e manda beijos a plateia. O fim de um show literalmente infernal que minha memória vibra ao lembrar, meus vilões favoritos me deram dois shows memoráveis. O palco é desmontado, a emoção vai tomando conta ao notar que aquele momento ali foi único, e pode demorar um tempo a rever, mas ao olhar o palco noto no fundo o símbolo do último disco do Foo Fighters, e penso que ainda tenho muito o que sentir. Parecia um repeteco de São Paulo no início, Grohl entra elétrico correndo e gritando, a emoção toma conta, levo as mãos ao rosto e limpo meu rosto marejado em lacrimejos, jogo o cabelo pra trás, vai
começar. “Run” é uma música que dificilmente vai se bater como entrada da banda, ela é perfeita pois já mostra do que a banda é feita e o que se pode esperar de um show, muita eletricidade e muita energia! Olho para o palco, nesse show fiquei a menos de 2 metros de distância do mesmo, Grohl correndo a lateral, desce uma parte do palco e vem MUITO perto da plateia, mostrando como sua guitarra faz a alma chacoalhar, a meu deus do céu está ficando difícil. Seguindo com “All my life” que é um dos maiores gritos da banda também, forte e astuta, sem frescura como um soco na sua cara, essa nunca pode faltar também. Pouco depois algumas músicas, em um intervalo eu olho para o céu, ele estava abrindo, as estrelas estava brilhando como sentinelas para mim, gritantes e vivas, quando eu noto os acordes e estava chegando, era hora de “Sky is a Neighborhood”, talvez a música que mais decorei de antes do show e eu cantava gritando
para o palco, como se tentasse lavar a minha alma junto com a banda, “OH MY DEAR HEAVEN IS A BIG BANG NOW, GOTTA GET TO SLEEP SOMEHOW, BANGIN’ON THE CEILING, BANGIN’ON THE CEILING, KEEP IT DOWN, THE SKY IS A NEIGHBORHOOD!”, nesse momento eu olhei para os céus e lembrei de quem está lá sentado
olhando por mim, aquele misero momento, valeu por tudo, eu me senti infinito. Depois a banda veio com o setlist parecido com o de São Paulo, mudando uma ou outra música, mas a energia é diferente a cada show da banda, o sentimento transmuta de uma forma sem igual. “Sunday Rain” com o Taylor la em cima com a bateria, e a voz dele que chega a uns tons de outro universo foi dos pontos altos dos dois shows! Mandaram hits como “Monkey Wrench”, “Times like These”, “The pretender”, “Best of you” e mais atuais como “These Days” e a emblemática “Walk”. Além de cantarem um pedaço de "Love of my life" que é golpe baixo no quesito se emocionar em frente a tantas mil pessoas, obrigado Taylor! Um show incrível, emocionante e super forte, a banda faz a pausa pro charme e volta tocando “Dirty water” que é impecável, e finaliza com a marcante“Everlong”, apagam-se as luzes o show acabou. Mero momento em que todos saem e ficam
apenas algumas pessoas pela grade, em um tom de brincadeira peço a um segurança um setlist da banda que estava colado perto do Dave, pouco tempo depois ele passa e me entrega como se fosse um mero papel, uma recordação física que pra sempre vou ter em meu coração. VALEU SEGURANÇA. Saio do local do show com uma sensação infinita de felicidade, eu realizei dos meus maiores sonhos, duas bandas de minha vida de perto e em dose dupla, espero repetir um dia tudo isso, pois é disso que eu vivo, eu vivo de música, pra sempre vivendo a música.




PS: Não poderia deixar de agradecer a três pessoas que tornaram tudo isso mais lindo ainda. A um amigo pouco provável mas guardarei em recordações, o Anderson, cara correria e que soube apreciar tudo do show de São Paulo, mesmo quando parecia que ele não conseguiria assistir ao show, obrigado irmão. As outras duas pessoas a Eleiza e ao Alan, um casal fora do normal de tão lindos de coração, me ajudaram por São Paulo e em Curitiba também, estarão sempre nas minhas memórias. Que o texto toque vocês, e saibam que não teria sido tão prazeroso se não tivesse vocês na minha história, realmente muito obrigado, meu coração pulsa por vocês!




sábado, 7 de outubro de 2017

Queens of Stone Age em Villains



Depois de um estrondo musical como “Like clockwork” a banda se pressionava muito em trazer aos fãs algo que iria revolucionar, pois bem, depois de escutar o disco a única certeza que se pode ter, é
que acertaram em cheio. O disco tem pontos la em cima quase estourando como tem os pontos la embaixo cheio de emoção e muita melancolia, o disco te faz dançar como se estivesse em uma festa dos anos 70’ mas também dançar uma valsa com seu verdadeiro amor.

É o sétimo disco da banda, sendo trabalhado dessa vez com Mark Ronson, famoso por ter várias parcerias com artistas pop, exemplo Bruno Mars que arrebenta na música “Uptown Funk”! O disco teve uma parceria com o artista gráfico Boneface, que fez artes incríveis para cada música do disco, ilustrando tudo que cada letra tenta transmitir para os fãs, e conseguiu muito bem fazer seu papel! O disco não tem participação especial nenhuma na questão musical, é só a banda em si, como já é de praxe do Queens.

Tratando das músicas, o disco inicia com "Feet Don't Fail Me" que tem todo um tom sombrio de início, com uma batida na corda da guitarra e uma voz no fundo, fazendo se aproximar a batida do baixo juntamente com os outros elementos da banda, seguida tudo explode e mostra a cara que a banda quis nesse disco, um ritmo forte e quente, te fazendo chacoalhar por inteiro. Agora o single "The Way You Used to Do"  te mostra que a banda é diferente no disco, todo o estilo ‘Rockabilly” prevalecendo, umas batidas e a guitarra gritante de fundo mostrando que a bagunça ta feita, a letra tentando ser o hino do amor e muito rock’n roll, como “But it doesn't matter now, Just come and love me how, Like the way you used to do...” e as distorções comendo solta de fundo, é um single
perfeito pra nova cara que a banda quer ser. A mais complexa "Domesticated Animals" já não tem aquela batida de festa e tem um peso a mais que o normal previsto nesse disco, a música retrata as formas quadradas em que não devemos nos encontrar, os riff’s denominam que você saia do casulo, as batidas que você progrida sempre em frente, a eletricidade de tudo te motiva, e o vocal do Josh te proíbe de arrepender-se por não ser um animal doméstico na sociedade. A beleza de se dançar juntinho começa com "Fortress", que é uma música super dócil e muito forte ao mesmo tempo, como em “So get up and go through, If ever your fortress caves, You're always safe...” trantando do levantar de mais uma queda, um tom bem motivacional tem dentro das entrelinhas. Vamos dançar como nunca, agora vem a maluca "Head Like a Haunted House"  que começa com uma guitarra e sua batidas na bateria te transformando no maior John Travolta que se pode na face da terra, te balança por completo e te remexe por fora num êxtase fora do normal, aqui é o ponto extremo que a banda atingiu em fazer sons que fizessem as pessoas dançarem ao invés de pensativas, a letra também tem muito desse meio como
“And in a race for second place, Circumstances in my pants, Is calling for action, Girl, I'll blow your mind..” uma doidera que só escutando você sente. Depois vem "Un-Reborn Again" que é uma daquelas musicas seguras que a banda faz com primor, ela fica uma boa parte em uma eletricidade, mas com o tempo inicia uma mini pausa com a proclamação de “Screaming, mm-hm, mm-hm, hm-hm, hmmm-hmmm-hmmm...” ficando só um ar totalmente mlancolico, fazendo a música ter diversas ondas dentro de uma música só! Uma baladinha com "Hideaway" fazendo você desconectar um pouco da viagem que o disco já estava te fazendo, Josh canta de uma forma diferente nessa música, um tom abaixo sem ser tão agudo como de costume, deixando ela totalmente no ritmo de abaixar a adrenalina que já estava estourando. Vamos acalmar, não é uma boa frase nesse disco, a porrada come solta com "The Evil Has Landed" e o significado da música vem junto, a maldade que os riffs te penetram junto com as pancadas da bateria e do baixo te deixam atordoado em um sinal caótico, o nosso padre Josh vem
proclamando pra chegarmos mais perto e mais perto, até que te balança em um frenesi sem tamanho, te deixando a deriva para um fechamento épico do disco. E o fechamento chegou, a música mais linda de todas que a banda já fez com certeza, "Villains of Circumstance" é a música que te penetra dentro dos seus poros mesmo entre abertos, é a música que te eleva dessa sua matéria denominada como corpo, a voz do Josh é como um hino cantado por aqueles bêbados que te entretêm um dia na rua, mas é incrivelmente bem cantada, a voz dele é como sons de anjos te mostrando os caminhos a qual percorrer, a música leva uma batida super melancólica como o Queens sempre teve, na parte “There's no magic bullet, no cure for pain, What's done is done, 'til you do it again, Life in pursuit of a nameless prey, I've been so close, I'm so far away, It's so hard to explain, so easy to feel, I need you now, nothing is real, Save me from the villains of circumstance, Before I lose my place!” só de reler essa parte eu me arrepio por completo, essa música com toda certeza está entre as 5 melhores na história da banda.



Finalizou o disco, mostrando que o Queens of stone Age é a banda que se reinventa em cada disco, mas sempre fazem um material incrível que agrada a grande parte dos fãs e conquista novos fãs em todas suas músicas e letras tocantes, obrigado por esse trabalho. Que chegue logo março para ver eles e o Foo Fighters em ação.




Abaixo link do projeto pra vocês comentarem a matéria e link pra download do disco:


https://www.facebook.com/vivendoamusica1/

sábado, 1 de outubro de 2016

Queens of the Stone age em Like Clockwork.


Talvez um dos discos mais densos e pesados que eu escutei nos últimos anos, a banda trouxe algo mais pesado que o normal para os seus fãs e agradou a maioria dos tais. O disco é o sexto lançado pela banda, no ano de 2013 teve o lançamento oficial e em pouco tempo já diversos artistas se pronunciaram falando
que era um dos melhores discos de rock alternativo da história da música, como o Sir Elton John definiu. Em algumas entrevistas Josh Homme o vocalista da banda comenta que estava passando por maus bocados, tanto em fatores pessoais como todos da banda em si, ao invés de deixar passar e não fazer nada se uniu mais ainda à banda e começou a compor e escrever as canções, tornando esse disco um dos mais emocionantes da banda. Desde o lançamento o disco foi impactante para os críticos de música do mundo inteira, fazendo assim ele chegar a ganhar disco de platina no reino unido e indicações ao Grammy incluindo melhor disco de Rock. Sinto um pouco de dificuldade de descrever bem do disco, ele é bem forte em todos os sentidos pra mim, além de ser dos meus favoritos. Como todo disco tem suas principais músicas de destaque e tem algumas que se passa despercebido, mas não caia nessa,
escute uma a uma detalhadamente e depois diga se não é uma obra prima. De prima eu já mando “The vampyre of time and memory” que é uma das mais tocantes do disco, como na parte em que Josh proclama “You think the worst of all is far behind, The Vampyre of time and memories has died, I've survived, I speak, I breathe, I'm incomplete..” assim você começa a se arrepiar do começo ao fim. Seguido vem a impactante “My god is the Sun” e toda sua ferocidade no ritmo, fazendo você entrar em um colapso ao acompanhar a música, ai vem à letra “See them kneeling? Godless heathens Godless heathens always want from the Sky..” e você coloca toda a letra na sua vida e entende algumas divergências que acontecem em tudo. O disco é sensacional de ouvir seja uma viajem ou colocar pra tocar enquanto você está estudando ou atoa em algum lugar. Já ia me esquecendo de falar de nada menos que “Fairweather friends” com toda sua melancolia do inicio ao fim, com a voz do Josh parecendo alguém sofrendo ao cantar a música, você sente a emoção em tudo que ele fala e como a guitarra te empurra, a música tem letra pesada como instrumentalmente também, a letra diz “Well it ain't so long before the dawn When the sun is gone so are, Well, so are you...” como esse som é bom meu deus! Enfim, o disco tem varias músicas para se destacar como “Like clockwork”, “I Sat by the ocean”, “Kalopsia” ou “Smooth sailing”, além das outras que o disco nos mostra a essência de todos da banda. Vale a pena a aquisição do disco, principalmente escutar e aproveitar cada segundo que ele nos proporciona.

ABAIXO O LINK PRA DOWNLOAD DO DISCO E O SINGLE!



http://www.4shared.com/rar/1Whhqdc-/qotsa__-_like_clockwork__2013_.html?locale=pt-BR

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