La vem uma explosão em seu ouvido, está chegando uma banda
que vai trazer mais vertentes de um som de outro universo, a Old Skull Guz vem
chegando demolindo tudo ao redor. A banda que tem suas principais influências o
Blues com as pitadas magnificas do rock’n roll está com um projeto pra lá de
bonito pra nos agraciar, banda nova e cheio de energia, com um frontman
conhecido aqui já, Guz, nosso amigo ex integrante da Stolen Byrds, agora vai
voar nesse novo projeto e estamos juntos dele com todo apoio e amor. Vendo esse
estouro que vai ser, resolvemos te rum bate papo com nosso ilustríssimo e
tiramos algumas informações do que vem por ai. Saca que está quente!
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Um ciclo finalizou e outro está só começando, fale um
pouco de tudo que anda rolando em especifico contigo Guz.
Pois é, esta sendo uma grande mudança, foram 7 anos de
Stolen Byrds aonde eu aprendi quase tudo
do que sei hoje sobre ser um músico.
Fico feliz e agradecido por toda a experiência que tive ao lado deles! Foram 7
anos de muito som e de luta. Com toda certeza a decisão de sair foi bem
difícil, mas eu senti que era o momento de tentar algo novo, com
características mais ligadas às minhas influencias, e estou bastante empolgado
com essa nova fase.
A banda é nova, cheia de energia e pegadas diferentes, o
que podemos esperar dela nesse primeiro trabalho que está pra sair?
Bom, esse primeiro disco tem muita coisa boa! Serão 13
músicas que exploram várias vertentes do Blues e do Rock and Roll numa
abordagem mais contemporânea. Algumas músicas são coisas antigas que eu tinha
guardado na geladeira, outras mais novas concebidas em Jams no Old Skull Guz.
Tem sons pegados com sequencia de riffs e também tem baladas mais calmas. Podem
esperar por algo bem sincero, verdadeiro e muito eclético.
Com suas palavras, diga o que é a The Old Skull Guz, e o que
ela vem representar.
O Old Skull Guz é uma
banda que vem pra somar na cena do rock and roll atual. É um power trio com
grandes influencias de Blues e que pretende atingir o maior público possível
com a nossa musica. Acho que é disso que se trata: música boa e sincera para
bons ouvintes.
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Assim temos uma ideia do que podemos esperar desse disco de
estreia, só nos resta seguir a banda e ver todas as atualizações que eles nos
mostram, e torcer pra chegar logo o disco. Ouvindo tacks que recebi posso
garantir, ninguém vai se arrepender de esperar esse disco!
De uma forma interestelar cheguei ao meu recinto, agora me
sinto em terra firme mais uma vez, pois no dia desse role eu já não me
encontrava na forma física em que estou hoje. O abdusounds realmente te
transporta pra algum lugar nessa imensa galáxia que você não se encontra
direito, é realmente uma explosão. Tratemos de falar da trilha sonora então que
me conduziu de um corpo físico para vários átomos perdidos no ar, se iniciou
com nada menos que os caras da Fusage, que eu já tenho um
carinho imenso pela
banda, mas tratando das músicas fica até batido eu falar que a onda rápida e
forte que eles fazem te giram o cérebro de uma forma desigual com o restante do
mundo, eles mandam muito bem, conduziram o role de uma forma excepcional e
mostraram que estão ai sempre pra quebrar todo o role! Lembrando que o Douglas
(vocalista) tem uma potência vocal fora de série mesmo, o cara eleva o som em
uma potência que deixa o som em linha perfeita com o instrumental, sendo que as
músicas não são operas pra afinar de uma forma lenta, é pura porradaria na
cabeça! Após a fusage, voltando de terras internacionais, os irmãos da Stolen
Byrds vieram dar o veredito que são uma banda do caralho, desculpe o
palavreado, mas a emoção que eu sinto toda vez
que eu vejo esses caras tocando
é fora do comum, são todos meus amigos, mas quando sobem ao palco eu sinto uma transferência
cósmica de todos pra plateia que é surreal, o Bruninho vai na marretada em toda
música de fundo, o “AJ” é o condutor da banda totalmente, o “Guz” manda bala na
base e ainda manda um som nos vocais, o João é tipo um extraterrestre tocando e solando, o que ele faz não é desse
mundo, e a explosão de alma que sai da boca do Neto toda vez que ele canta é um
negócio que chega ser meio angelical, não é por menos que esses pássaros já
começaram a voar bem longe de onde eles nasceram, e espero que voem o mais
longe que puder, porque merecem DEMAIS! Fechando o trio de bandas que mexeram
com tudo que estava naquele plano astral, veio a banda mais pesada que se tem
nesse paranazão, a Red Mess faz uma aula de Stoner tacando o baixo no mais alto
grave que pode, a bateria transbordando força e marretada o tempo todo, a
guitarra mostrando que o
ritmo é quente vai te pulsar por dentro o tempo todo
que a banda estiver tocando, e o vocal conduzindo o som de forma densa e que te
coloca em um transe sem igual. Além disso estava rolando umas exposições de
artistas autorais no role, teve flash tattoo e a galera se entusiasmou mesmo em
tatuar, entre outras apreciações do espaço. Assim foi essa viagem ultra espacial
que aconteceu no dia oito de dezembro, teve o pouso da nave, mas depois de todo
esse percurso eu não me acho de novo no mesmo plano astral que eu estava antes!
Midias sociais das bandas:
https://www.facebook.com/fusagerock/
https://www.facebook.com/stolenbyrdsoficial/
https://www.facebook.com/redmessmusic/
Curtiu a matéria ou o evento e não sabe onde dar oipinão? Chega no link abaixo:
Depois de um estrondo musical como “Like clockwork” a banda
se pressionava muito em trazer aos fãs algo que iria revolucionar, pois bem,
depois de escutar o disco a única certeza que se pode ter, é
que acertaram em
cheio. O disco tem pontos la em cima quase estourando como tem os pontos la
embaixo cheio de emoção e muita melancolia, o disco te faz dançar como se
estivesse em uma festa dos anos 70’ mas também dançar uma valsa com seu
verdadeiro amor.
É o sétimo disco da banda, sendo trabalhado dessa vez com
Mark Ronson, famoso por ter várias parcerias com artistas pop, exemplo Bruno
Mars que arrebenta na música “Uptown Funk”! O disco teve uma parceria com o
artista gráfico Boneface, que fez artes incríveis para cada música do disco,
ilustrando tudo que cada letra tenta transmitir para os fãs, e conseguiu muito
bem fazer seu papel! O disco não tem participação especial nenhuma na questão musical, é só a
banda em si, como já é de praxe do Queens.
Tratando das músicas, o disco inicia com "Feet Don't
Fail Me" que tem todo um tom sombrio de início, com uma batida na corda da
guitarra e uma voz no fundo, fazendo se aproximar a batida do baixo juntamente
com os outros elementos da banda, seguida tudo explode e mostra a cara que a
banda quis nesse disco, um ritmo forte e quente, te fazendo chacoalhar por
inteiro. Agora o single "The Way You Used to Do"
te mostra que a banda é diferente no disco, todo o estilo ‘Rockabilly”
prevalecendo, umas batidas e a guitarra gritante de fundo mostrando que a
bagunça ta feita, a letra tentando ser o hino do amor e muito rock’n roll, como
“But it doesn't matter now, Just come and love me how, Like the way you used to
do...” e as distorções comendo solta de fundo, é um single
perfeito pra nova
cara que a banda quer ser. A mais complexa "Domesticated Animals" já
não tem aquela batida de festa e tem um peso a mais que o normal previsto nesse
disco, a música retrata as formas quadradas em que não devemos nos encontrar,
os riff’s denominam que você saia do casulo, as batidas que você progrida
sempre em frente, a eletricidade de tudo te motiva, e o vocal do Josh te proíbe
de arrepender-se por não ser um animal doméstico na sociedade. A beleza de se
dançar juntinho começa com "Fortress", que é uma música super dócil e
muito forte ao mesmo tempo, como em “So get up and go through, If ever your
fortress caves, You're always safe...” trantando do levantar de mais uma queda,
um tom bem motivacional tem dentro das entrelinhas. Vamos dançar como nunca,
agora vem a maluca "Head Like a Haunted House" que começa com
uma guitarra e sua batidas na bateria te transformando no maior John Travolta
que se pode na face da terra, te balança por completo e te remexe por fora num
êxtase fora do normal, aqui é o ponto extremo que a banda atingiu em fazer sons
que fizessem as pessoas dançarem ao invés de pensativas, a letra também tem
muito desse meio como
“And in a race for second place, Circumstances in my
pants, Is calling for action, Girl, I'll blow your mind..” uma doidera que só
escutando você sente. Depois vem "Un-Reborn Again" que é uma
daquelas musicas seguras que a banda faz com primor, ela fica uma boa parte em
uma eletricidade, mas com o tempo inicia uma mini pausa com a proclamação de “Screaming,
mm-hm, mm-hm, hm-hm, hmmm-hmmm-hmmm...” ficando só um ar totalmente mlancolico,
fazendo a música ter diversas ondas dentro de uma música só! Uma baladinha com "Hideaway"
fazendo você desconectar um pouco da viagem que o disco já estava te fazendo,
Josh canta de uma forma diferente nessa música, um tom abaixo sem ser tão agudo
como de costume, deixando ela totalmente no ritmo de abaixar a adrenalina que
já estava estourando. Vamos acalmar, não é uma boa frase nesse disco, a porrada
come solta com "The Evil Has Landed" e o significado da música vem
junto, a maldade que os riffs te penetram junto com as pancadas da bateria e do
baixo te deixam atordoado em um sinal caótico, o nosso padre Josh vem
proclamando pra chegarmos mais perto e mais perto, até que te balança em um
frenesi sem tamanho, te deixando a deriva para um fechamento épico do disco. E
o fechamento chegou, a música mais linda de todas que a banda já fez com
certeza, "Villains of Circumstance" é a música que te penetra dentro
dos seus poros mesmo entre abertos, é a música que te eleva dessa sua matéria
denominada como corpo, a voz do Josh é como um hino cantado por aqueles bêbados
que te entretêm um dia na rua, mas é incrivelmente bem cantada, a voz dele é
como sons de anjos te mostrando os caminhos a qual percorrer, a música leva uma
batida super melancólica como o Queens sempre teve, na parte “There's no magic
bullet, no cure for pain, What's done is done, 'til you do it again, Life in
pursuit of a nameless prey, I've been so close, I'm so far away, It's so hard
to explain, so easy to feel, I need you now, nothing is real, Save me from the
villains of circumstance, Before I lose my place!” só de reler essa parte eu me
arrepio por completo, essa música com toda certeza está entre as 5 melhores na
história da banda.
Finalizou o disco, mostrando que o Queens of stone Age é a
banda que se reinventa em cada disco, mas sempre fazem um material incrível que
agrada a grande parte dos fãs e conquista novos fãs em todas suas músicas e
letras tocantes, obrigado por esse trabalho. Que chegue logo março para ver
eles e o Foo Fighters em ação.
Abaixo link do projeto pra vocês comentarem a matéria e link
pra download do disco:
A banda tendo lançado um single essa semana, a maluca “Run”,
resolvi falar do último disco lançado e talvez esperar que o próximo seja cheio
de particularidades como foi. Esse disco é meio que aquelas revoluções que
acontecem de diversos em diversos anos, não é algo rotineiro, pois onde já se
viu sair com a banda de semana em semana em uma cidade, e produzir músicas do
zero para que virassem um som bem feito? Não é algo normal, mas o Foo Fighters
fez com maestria, mas não vou me ater nas cidades e todo o projeto por trás
pois já tem matéria bem detalhada sobre como o disco foi feito em
si, aqui
quero falar mais das músicas em si. Nada mais que o oitavo disco da banda,
lançado no fim de 2014, conta com oito músicas, tendo uma recepção controversa
de críticas, que ou amavam o disco ou achavam morno demais. Vamos começar, de início
temos nada mais nada menos que um dos hits da banda, “Something from nothing” e
toda a sua pedrada que tem, a guitarra tem o fator principal nessa música até
acima que o normal que já é da banda, rola algumas distorções que não é em
todas as músicas, o Dave canta mais gritado do que nunca boa parte da música
pois a mensagem que ele tem de mostrar no som precisa de algo forte e cheio de
sentimento, como na parte “You'll never make me change my name, Pay no mind now
ain't that something, Fuck it all, I came from nothing, I'm something, From
nothing!” e no fundo rola umas distorções incríveis, deixando um ar de melhor
música do disco, mas calma. Agora vem o hardcore raiz com “The feast and the
famine”, bem uma pegada mais das antigas da banda, com toda aquela rapidez que
os primeiros discos contavam mas com um timbre diferente no vocal, talvez um
som mais rouco do que era antes, afinal ninguém mais tem 20 anos na banda, e
sim 20 anos na estrada com a banda, assim sendo a música é rápida e direta,
trata de diversos aspectos do que rola no
mundo, é gravada em Washington onde
teve uma revolução na época em que queriam implementar o Funky junto do Punk,
sendo que o Hardcore já existia em meados de 80, fazendo toda essa mistura se
evidenciar na música. Abra seu coração antes de ouvir esse som, ai você vai
conseguir sentir tudo que cada linha tenta de inspirar, agora é hora de “Congregation”
a minha música favorita no disco, ela tem ondulações do começo ao fim, as
batidas do Taylor fazem com que te bombeie mais sangue pelo seu corpo, o ritmo
impulsionado pelo Nate te fazem a conduta perfeita, a base das guitarras com o
Dave e o Pat são a conduta perfeita pra colocar a letra, além das distorções e
solo que fica por conta do Chris, talvez seja das minhas 5 músicas favoritas da
banda na história, a letra é realmente tocante, como quando todos os elementos
já estão apresentados e rola um clímax no meio, vem uma batida desacelerando
deixando em evidencia a voz e uma guitarra proclamando “Where is your blind
faith?, No false hope, No false hope, Open your eyes, Open your eyes, Step into
the light!” vai grite junto com o dave e se deixe percorrer todo esse calafrio
que é possível de sua alma, eu fico sem palavras pra terminar essa música. Agora uma cômica novela com “What Did I
Do?/God as My Witness” que conta a história de uma cidade que lutou para que a
música continuasse viva, pedindo aos céus o que deveriam fazer para manter o
som alto que sua alma atormentava mantinha, além de que é um estilo opera rock
com toda a percussão de ritmos tanto das guitarras quanto da bateria, que faz o
som ter uma quebra no meio como se fosse uma união de duas músicas ou dois episódios,
é algo formidável de se escutar e imaginar toda a história. Próximo destaque do
disco fica pra mais gostosa e uma das mais sentimentais da banda, é a “In the
clear” que brinca com seu cérebro do início ao fim, ela foi gravada em New
Orleans onde o Jazz reina até hoje e você pode notar toda a influência dentro
dessa música, o saxofone, as batidas na bateria, o ritmo que é levado na música
é tudo um belo jazz melódico com a pitada hardcore que o Foo Fighters nunca
deixou de ter, além da letra te tocar com “There are times I feel like giving
in, There are times I begin to begin again, Look outside, the world keeps spinning
like a paddle wheel, Rolling for the broken hearted waiting on the heal..” e o
som vai se desmanchando e você vai se encontrando dentro das linhas tênues que
ali estão, o ritmo aumenta como a preparação de uma explosão em “And if I
should drown, May this be the sound, To wash me out!” e o coro atrás vem com “Oooooh
Oooooh Oooooh” e fica uma sensação única em curtir esse som. Agora pra fechar
com chave de ouro os destaques do disco vamos com a
última, “I am a river” e
todo o seu encanto do início ao fim. Começa com um agudinho bem leve da
guitarra que fica pelo ar por um tempo, fazendo aos poucos todos os elementos
da banda irem se aproximando, como se estivessem entrando no palco devagar, e
vem a voz que já te faz emocionar “There is a secret, I found a secret, Behind
a soho door...” só de ouvir já me deixa com dificuldades em falar desse som,
tem todo um sentimento incrível por trás dessa música, ela é forte, cheio de potência
espiritual com toda a certeza, fazendo você viajar como se fosse um hino, um
hino de amor que tende a se estender a todos que você possa estar por perto,
tentando mostrar que somos alguma coisa corrente que não paramos, nunca no
universo nós paramos. Além do tom forte, a música conta com a participação de uma
orquestra que consegue terminar de abrir seu coração de vez te fazendo sentir
tudo ao mesmo tempo, como no fim quando ele fala “Is that what you want, Is
that what you really want, I, I, I am a river!” e explode todos os instrumentos
ao mesmo tempo, você nem consegue se identificar pois já está lá dentro do som,
você faz parte da música e vira apenas um sentimento, é inimaginável ou impossível
descrever o que acontece ao escutar o som, então escute bem alto! Assim termina
os destaques do disco, ainda tem mais algumas músicas mas de ponto forte em
minha opinião são essas, espera que curtam o disco e a matéria. Vale a pena adquirir,
além de assistir o documentário que tem muitas curiosidades por trás de toda a
gravação.
Abaixo link para download e um dos singles do disco
Visite nossa página no Facebook e nos diga o que achou da matéria/disco da banda!
https://www.facebook.com/vivendoamusica1/
PS: Quando o disco foi lançado eu fiz 8 contos, cada um com uma música como se fosse a narração da história do disco em si, quem tiver curiosidade é só pedir na pagina que eu disponibilizo em PDF.