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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

A explosão de The Old Skull Guz




La vem uma explosão em seu ouvido, está chegando uma banda que vai trazer mais vertentes de um som de outro universo, a Old Skull Guz vem chegando demolindo tudo ao redor. A banda que tem suas principais influências o Blues com as pitadas magnificas do rock’n roll está com um projeto pra lá de bonito pra nos agraciar, banda nova e cheio de energia, com um frontman conhecido aqui já, Guz, nosso amigo ex integrante da Stolen Byrds, agora vai voar nesse novo projeto e estamos juntos dele com todo apoio e amor. Vendo esse estouro que vai ser, resolvemos te rum bate papo com nosso ilustríssimo e tiramos algumas informações do que vem por ai. Saca que está quente!

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Um ciclo finalizou e outro está só começando, fale um pouco de tudo que anda rolando em especifico contigo Guz.


Pois é, esta sendo uma grande mudança, foram 7 anos de Stolen Byrds aonde eu aprendi quase tudo
do que sei hoje sobre ser um músico. Fico feliz e agradecido por toda a experiência que tive ao lado deles! Foram 7 anos de muito som e de luta. Com toda certeza a decisão de sair foi bem difícil, mas eu senti que era o momento de tentar algo novo, com características mais ligadas às minhas influencias, e estou bastante empolgado com essa nova fase.


A banda é nova, cheia de energia e pegadas diferentes, o que podemos esperar dela nesse primeiro trabalho que está pra sair?


Bom, esse primeiro disco tem muita coisa boa! Serão 13 músicas que exploram várias vertentes do Blues e do Rock and Roll numa abordagem mais contemporânea. Algumas músicas são coisas antigas que eu tinha guardado na geladeira, outras mais novas concebidas em Jams no Old Skull Guz. Tem sons pegados com sequencia de riffs e também tem baladas mais calmas. Podem esperar por algo bem sincero, verdadeiro e muito eclético.


Com suas palavras, diga o que é a The Old Skull Guz, e o que ela vem representar.

 O Old Skull Guz é uma banda que vem pra somar na cena do rock and roll atual. É um power trio com grandes influencias de Blues e que pretende atingir o maior público possível com a nossa musica. Acho que é disso que se trata: música boa e sincera para bons ouvintes.

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Assim temos uma ideia do que podemos esperar desse disco de estreia, só nos resta seguir a banda e ver todas as atualizações que eles nos mostram, e torcer pra chegar logo o disco. Ouvindo tacks que recebi posso garantir, ninguém vai se arrepender de esperar esse disco!




Links sobre a banda:



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sábado, 9 de dezembro de 2017

A viagem intergaláctica da Abdusounds



De uma forma interestelar cheguei ao meu recinto, agora me sinto em terra firme mais uma vez, pois no dia desse role eu já não me encontrava na forma física em que estou hoje. O abdusounds realmente te transporta pra algum lugar nessa imensa galáxia que você não se encontra direito, é realmente uma explosão. Tratemos de falar da trilha sonora então que me conduziu de um corpo físico para vários átomos perdidos no ar, se iniciou com nada menos que os caras da Fusage, que eu já tenho um
carinho imenso pela banda, mas tratando das músicas fica até batido eu falar que a onda rápida e forte que eles fazem te giram o cérebro de uma forma desigual com o restante do mundo, eles mandam muito bem, conduziram o role de uma forma excepcional e mostraram que estão ai sempre pra quebrar todo o role! Lembrando que o Douglas (vocalista) tem uma potência vocal fora de série mesmo, o cara eleva o som em uma potência que deixa o som em linha perfeita com o instrumental, sendo que as músicas não são operas pra afinar de uma forma lenta, é pura porradaria na cabeça! Após a fusage, voltando de terras internacionais, os irmãos da Stolen Byrds vieram dar o veredito que são uma banda do caralho, desculpe o palavreado, mas a emoção que eu sinto toda vez
que eu vejo esses caras tocando é fora do comum, são todos meus amigos, mas quando sobem ao palco eu sinto uma transferência cósmica de todos pra plateia que é surreal, o Bruninho vai na marretada em toda música de fundo, o “AJ” é o condutor da banda totalmente, o “Guz” manda bala na base e ainda manda um som nos vocais, o João é tipo um extraterrestre  tocando e solando, o que ele faz não é desse mundo, e a explosão de alma que sai da boca do Neto toda vez que ele canta é um negócio que chega ser meio angelical, não é por menos que esses pássaros já começaram a voar bem longe de onde eles nasceram, e espero que voem o mais longe que puder, porque merecem DEMAIS! Fechando o trio de bandas que mexeram com tudo que estava naquele plano astral, veio a banda mais pesada que se tem nesse paranazão, a Red Mess faz uma aula de Stoner tacando o baixo no mais alto grave que pode, a bateria transbordando força e marretada o tempo todo, a guitarra mostrando que o
ritmo é quente vai te pulsar por dentro o tempo todo que a banda estiver tocando, e o vocal conduzindo o som de forma densa e que te coloca em um transe sem igual. Além disso estava rolando umas exposições de artistas autorais no role, teve flash tattoo e a galera se entusiasmou mesmo em tatuar, entre outras apreciações do espaço. Assim foi essa viagem ultra espacial que aconteceu no dia oito de dezembro, teve o pouso da nave, mas depois de todo esse percurso eu não me acho de novo no mesmo plano astral que eu estava antes! 

Midias sociais das bandas:

https://www.facebook.com/fusagerock/
https://www.facebook.com/stolenbyrdsoficial/
https://www.facebook.com/redmessmusic/

Curtiu a matéria ou o evento e não sabe onde dar oipinão? Chega no link abaixo:

https://www.facebook.com/vivendoamusica1/

sábado, 7 de outubro de 2017

Queens of Stone Age em Villains



Depois de um estrondo musical como “Like clockwork” a banda se pressionava muito em trazer aos fãs algo que iria revolucionar, pois bem, depois de escutar o disco a única certeza que se pode ter, é
que acertaram em cheio. O disco tem pontos la em cima quase estourando como tem os pontos la embaixo cheio de emoção e muita melancolia, o disco te faz dançar como se estivesse em uma festa dos anos 70’ mas também dançar uma valsa com seu verdadeiro amor.

É o sétimo disco da banda, sendo trabalhado dessa vez com Mark Ronson, famoso por ter várias parcerias com artistas pop, exemplo Bruno Mars que arrebenta na música “Uptown Funk”! O disco teve uma parceria com o artista gráfico Boneface, que fez artes incríveis para cada música do disco, ilustrando tudo que cada letra tenta transmitir para os fãs, e conseguiu muito bem fazer seu papel! O disco não tem participação especial nenhuma na questão musical, é só a banda em si, como já é de praxe do Queens.

Tratando das músicas, o disco inicia com "Feet Don't Fail Me" que tem todo um tom sombrio de início, com uma batida na corda da guitarra e uma voz no fundo, fazendo se aproximar a batida do baixo juntamente com os outros elementos da banda, seguida tudo explode e mostra a cara que a banda quis nesse disco, um ritmo forte e quente, te fazendo chacoalhar por inteiro. Agora o single "The Way You Used to Do"  te mostra que a banda é diferente no disco, todo o estilo ‘Rockabilly” prevalecendo, umas batidas e a guitarra gritante de fundo mostrando que a bagunça ta feita, a letra tentando ser o hino do amor e muito rock’n roll, como “But it doesn't matter now, Just come and love me how, Like the way you used to do...” e as distorções comendo solta de fundo, é um single
perfeito pra nova cara que a banda quer ser. A mais complexa "Domesticated Animals" já não tem aquela batida de festa e tem um peso a mais que o normal previsto nesse disco, a música retrata as formas quadradas em que não devemos nos encontrar, os riff’s denominam que você saia do casulo, as batidas que você progrida sempre em frente, a eletricidade de tudo te motiva, e o vocal do Josh te proíbe de arrepender-se por não ser um animal doméstico na sociedade. A beleza de se dançar juntinho começa com "Fortress", que é uma música super dócil e muito forte ao mesmo tempo, como em “So get up and go through, If ever your fortress caves, You're always safe...” trantando do levantar de mais uma queda, um tom bem motivacional tem dentro das entrelinhas. Vamos dançar como nunca, agora vem a maluca "Head Like a Haunted House"  que começa com uma guitarra e sua batidas na bateria te transformando no maior John Travolta que se pode na face da terra, te balança por completo e te remexe por fora num êxtase fora do normal, aqui é o ponto extremo que a banda atingiu em fazer sons que fizessem as pessoas dançarem ao invés de pensativas, a letra também tem muito desse meio como
“And in a race for second place, Circumstances in my pants, Is calling for action, Girl, I'll blow your mind..” uma doidera que só escutando você sente. Depois vem "Un-Reborn Again" que é uma daquelas musicas seguras que a banda faz com primor, ela fica uma boa parte em uma eletricidade, mas com o tempo inicia uma mini pausa com a proclamação de “Screaming, mm-hm, mm-hm, hm-hm, hmmm-hmmm-hmmm...” ficando só um ar totalmente mlancolico, fazendo a música ter diversas ondas dentro de uma música só! Uma baladinha com "Hideaway" fazendo você desconectar um pouco da viagem que o disco já estava te fazendo, Josh canta de uma forma diferente nessa música, um tom abaixo sem ser tão agudo como de costume, deixando ela totalmente no ritmo de abaixar a adrenalina que já estava estourando. Vamos acalmar, não é uma boa frase nesse disco, a porrada come solta com "The Evil Has Landed" e o significado da música vem junto, a maldade que os riffs te penetram junto com as pancadas da bateria e do baixo te deixam atordoado em um sinal caótico, o nosso padre Josh vem
proclamando pra chegarmos mais perto e mais perto, até que te balança em um frenesi sem tamanho, te deixando a deriva para um fechamento épico do disco. E o fechamento chegou, a música mais linda de todas que a banda já fez com certeza, "Villains of Circumstance" é a música que te penetra dentro dos seus poros mesmo entre abertos, é a música que te eleva dessa sua matéria denominada como corpo, a voz do Josh é como um hino cantado por aqueles bêbados que te entretêm um dia na rua, mas é incrivelmente bem cantada, a voz dele é como sons de anjos te mostrando os caminhos a qual percorrer, a música leva uma batida super melancólica como o Queens sempre teve, na parte “There's no magic bullet, no cure for pain, What's done is done, 'til you do it again, Life in pursuit of a nameless prey, I've been so close, I'm so far away, It's so hard to explain, so easy to feel, I need you now, nothing is real, Save me from the villains of circumstance, Before I lose my place!” só de reler essa parte eu me arrepio por completo, essa música com toda certeza está entre as 5 melhores na história da banda.



Finalizou o disco, mostrando que o Queens of stone Age é a banda que se reinventa em cada disco, mas sempre fazem um material incrível que agrada a grande parte dos fãs e conquista novos fãs em todas suas músicas e letras tocantes, obrigado por esse trabalho. Que chegue logo março para ver eles e o Foo Fighters em ação.




Abaixo link do projeto pra vocês comentarem a matéria e link pra download do disco:


https://www.facebook.com/vivendoamusica1/

sábado, 3 de junho de 2017

Foo Figthers em Sonic Highways


A banda tendo lançado um single essa semana, a maluca “Run”, resolvi falar do último disco lançado e talvez esperar que o próximo seja cheio de particularidades como foi. Esse disco é meio que aquelas revoluções que acontecem de diversos em diversos anos, não é algo rotineiro, pois onde já se viu sair com a banda de semana em semana em uma cidade, e produzir músicas do zero para que virassem um som bem feito? Não é algo normal, mas o Foo Fighters fez com maestria, mas não vou me ater nas cidades e todo o projeto por trás pois já tem matéria bem detalhada sobre como o disco foi feito em
si, aqui quero falar mais das músicas em si. Nada mais que o oitavo disco da banda, lançado no fim de 2014, conta com oito músicas, tendo uma recepção controversa de críticas, que ou amavam o disco ou achavam morno demais. Vamos começar, de início temos nada mais nada menos que um dos hits da banda, “Something from nothing” e toda a sua pedrada que tem, a guitarra tem o fator principal nessa música até acima que o normal que já é da banda, rola algumas distorções que não é em todas as músicas, o Dave canta mais gritado do que nunca boa parte da música pois a mensagem que ele tem de mostrar no som precisa de algo forte e cheio de sentimento, como na parte “You'll never make me change my name, Pay no mind now ain't that something, Fuck it all, I came from nothing, I'm something, From nothing!” e no fundo rola umas distorções incríveis, deixando um ar de melhor música do disco, mas calma. Agora vem o hardcore raiz com “The feast and the famine”, bem uma pegada mais das antigas da banda, com toda aquela rapidez que os primeiros discos contavam mas com um timbre diferente no vocal, talvez um som mais rouco do que era antes, afinal ninguém mais tem 20 anos na banda, e sim 20 anos na estrada com a banda, assim sendo a música é rápida e direta, trata de diversos aspectos do que rola no
mundo, é gravada em Washington onde teve uma revolução na época em que queriam implementar o Funky junto do Punk, sendo que o Hardcore já existia em meados de 80, fazendo toda essa mistura se evidenciar na música. Abra seu coração antes de ouvir esse som, ai você vai conseguir sentir tudo que cada linha tenta de inspirar, agora é hora de “Congregation” a minha música favorita no disco, ela tem ondulações do começo ao fim, as batidas do Taylor fazem com que te bombeie mais sangue pelo seu corpo, o ritmo impulsionado pelo Nate te fazem a conduta perfeita, a base das guitarras com o Dave e o Pat são a conduta perfeita pra colocar a letra, além das distorções e solo que fica por conta do Chris, talvez seja das minhas 5 músicas favoritas da banda na história, a letra é realmente tocante, como quando todos os elementos já estão apresentados e rola um clímax no meio, vem uma batida desacelerando deixando em evidencia a voz e uma guitarra proclamando “Where is your blind faith?, No false hope, No false hope, Open your eyes, Open your eyes, Step into the light!” vai grite junto com o dave e se deixe percorrer todo esse calafrio que é possível de sua alma, eu fico sem palavras pra terminar essa música.  Agora uma cômica novela com “What Did I Do?/God as My Witness” que conta a história de uma cidade que lutou para que a
música continuasse viva, pedindo aos céus o que deveriam fazer para manter o som alto que sua alma atormentava mantinha, além de que é um estilo opera rock com toda a percussão de ritmos tanto das guitarras quanto da bateria, que faz o som ter uma quebra no meio como se fosse uma união de duas músicas ou dois episódios, é algo formidável de se escutar e imaginar toda a história. Próximo destaque do disco fica pra mais gostosa e uma das mais sentimentais da banda, é a “In the clear” que brinca com seu cérebro do início ao fim, ela foi gravada em New Orleans onde o Jazz reina até hoje e você pode notar toda a influência dentro dessa música, o saxofone, as batidas na bateria, o ritmo que é levado na música é tudo um belo jazz melódico com a pitada hardcore que o Foo Fighters nunca deixou de ter, além da letra te tocar com “There are times I feel like giving in, There are times I begin to begin again, Look outside, the world keeps spinning like a paddle wheel, Rolling for the broken hearted waiting on the heal..” e o som vai se desmanchando e você vai se encontrando dentro das linhas tênues que ali estão, o ritmo aumenta como a preparação de uma explosão em “And if I should drown, May this be the sound, To wash me out!” e o coro atrás vem com “Oooooh Oooooh Oooooh” e fica uma sensação única em curtir esse som. Agora pra fechar com chave de ouro os destaques do disco vamos com a
última, “I am a river” e todo o seu encanto do início ao fim. Começa com um agudinho bem leve da guitarra que fica pelo ar por um tempo, fazendo aos poucos todos os elementos da banda irem se aproximando, como se estivessem entrando no palco devagar, e vem a voz que já te faz emocionar “There is a secret, I found a secret, Behind a soho door...” só de ouvir já me deixa com dificuldades em falar desse som, tem todo um sentimento incrível por trás dessa música, ela é forte, cheio de potência espiritual com toda a certeza, fazendo você viajar como se fosse um hino, um hino de amor que tende a se estender a todos que você possa estar por perto, tentando mostrar que somos alguma coisa corrente que não paramos, nunca no universo nós paramos. Além do tom forte, a música conta com a participação de uma orquestra que consegue terminar de abrir seu coração de vez te fazendo sentir tudo ao mesmo tempo, como no fim quando ele fala “Is that what you want, Is that what you really want, I, I, I am a river!” e explode todos os instrumentos ao mesmo tempo, você nem consegue se identificar pois já está lá dentro do som, você faz parte da música e vira apenas um sentimento, é inimaginável ou impossível descrever o que acontece ao escutar o som, então escute bem alto! Assim termina os destaques do disco, ainda tem mais algumas músicas mas de ponto forte em minha opinião são essas, espera que curtam o disco e a matéria. Vale a pena adquirir, além de assistir o documentário que tem muitas curiosidades por trás de toda a gravação. 


Abaixo link para download e um dos singles do disco



http://www.euescuto.com.br/2014/11/08/foo-fighters-sonic-highways-2014-download/


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PS: Quando o disco foi lançado eu fiz 8 contos, cada um com uma música como se fosse a narração da história do disco em si, quem tiver curiosidade é só pedir na pagina que eu disponibilizo em PDF.