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sábado, 6 de março de 2021

O estrondoso EP “Quem é alcino?” da Oversong


Os caras se reinventaram mais uma vez, a quem está acostumado com as baladas românticas de “7 infernos” pode assustar um pouquinho com o novo som da banda, uma reformulação instrumental bem nítida com o acido da guitarra fazendo o corpo vibrar do inicio ao fim.

Trouxeram uma pegada mais White Stripes em algumas formulas, onde a guitarra simplesmente conversa com a bateria de forma bem nítida, o grave da voz vem de complemento mas ao mesmo tempo é o carro chefe da banda, a voz do João é muito diferente e nesse disco eu senti que ele se soltou mais em arriscar até onde ele alcança, saiu um pouco do seguro que ele fazia bem, se arriscou, e acertou em cheio. Nesse disco tem foco em uma guitarra mas o Anderson fez com que o trabalho ficasse mais limpo e mais aguçado em todas as faixas, é como se limpasse o som e deixasse ele mais fino, mais autêntico ainda e com a cara bem forte da banda, talvez a reformulação sem intenção mas que casou perfeitamente na nova cara da banda. Falar das linhas de baixo é chover no molhado, o Luiz é literalmente um animal quando se tem o trabalho da condução da música e o groove do ritmo, te faz dançar com o corpo e alma e não deixa com que paremos um segundo de sentir em si os acordes que estão mais altos,
e por favor continuem a deixar esse baixo alto que faz bem demais! As batidas encantadoras do Victor também faz com que gire um pouco o estilo musical, ele desacelera e acelera em poucos segundos fazendo que a música não entre em uma monotonia, fazendo aguçar mais ainda os ouvidos em todo som que a banda reproduz, a evolução é constante dos caras, mas a dele é um absurdo em como ele manda bem em todas as faixas! Com tendências vindo como já disse do White Stripes, uma pegada mais lenta das baladas do Queens of stone age e uma brasilidade do Los Hermanos,
mistura tudo isso com a essência em si dos caras e torna a banda mais autentica do sul do mundo. Um complemento, o disco é fechado e aberto tão facilmente que parece que a banda está ali proclamando as músicas com uma facilidade absurda, mas se engana quem ache que isso é fácil, fechar um trabalho como esse requer além de esforço um tremendo talento, e como falei a banda está cheio disso, talento, correria, vontade e amor, é isso que eu sinto sempre quando eu escuto e vejo tudo que a Oversong transpira, é inspirador estar perto e conhecer esses caras, o mundo é pequeno pra eles e “2004” é a melhor música feita da banda, meu deus que som delicioso de escutar.


LINKS DA BANDA


sábado, 25 de julho de 2020

Cinco motivos para escutar “All Distortions Are Intentional” do Neck Deep



E chegou esse grande dia, saiu o novo disco do Neck Deep! E os fãs da banda podem ficar muito felizes e se satisfazerem com esse baita disco! Veio cheio de potência e muita energia pra cima, super mesclado com alguns tons diferentes mas ainda é a pegada da banda, muito única! Então aproveite e mergulhe na matéria escutando essa baita obra!



Esse é o quarto disco de estúdio da banda, onde sempre se inovou mas em especial nesse deram um passo gigante e uma revolução que eles sempre falavam que haveria, é uma nova onda musical mas ainda com toda a identidade da banda. Tornando cada vez uma nova cara ao pop punk, muito fiel aos seus primórdios também.
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As músicas emanam uma energia muito boa, é uma pegada de superação misturada com alto astral que eles empenham sempre dentro dos discos, segundo algumas entrevistas da banda, o disco se passa em “Sonderland” que é um mundo ficcional com inspiração na palavra “sonder’, que significa “percepção de que qualquer transeunte aleatório está vivendo uma realidade tão vívida e complexa quanto a sua”.

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Esse disco também foi lançado pela Hopeless Records, que já haviam lançado seu disco anterior e também já lançou varias bandas do gênero como All Time Low, e varias do pop punk também.

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Uma das coisas que sempre me faz gostar mais da banda é que sempre tem um tom de motivação por trás da maioria de suas musicas, sempre dizendo que tudo que fazem mal na real um dia vai ser um aprendizado, ou que tudo bem estar em uns dias ruins que tudo há de melhorar, esse ar motivacional com a pegada da banda deixa uma sincronia muito importante pra nos animar nos dias de hoje principalmente, então um obrigado especial a banda, de coração.

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Dessa vez não será top três mas sim top cinco!!! Porque o disco é bom demais, então não tem como eleger só algumas músicas.  De primeira já vou colocar “Sonderland” que é a primeira faixa do álbum e traz tudo que o disco vai mostrar, ela é bem forte no instrumental e também na letra que mostra em como os dias de hoje estão tão sombrios, cheio de julgamentos e em como estamos de saco cheio sem querer falar de política, ou ciências sociais em contradições quando se está a beira de um precipício emocional, e termina meio que tentando se afirmar que tudo vai ficar bem e há de tudo ficar bem, pesado mas ótimo para se refletir. Depois vem “Fall” também que é um dos singles do disco, tem um clipe lançado na pandemia e tem todo um ar muito de skate life que é uma delícia de acompanhar, cheio de visual bacana, e a música é bem o estilo da banda com progressões rápidas e elevações da bateria, junto de um vocal que chama o coro em algumas partes, sensacional.  Vamos de “Telling Stories” agora que é uma das melhores musicas da história da banda, que é muito boa de se curtir e aproveitar totalmente o momento em si, com uma letra forte também como “Everybody else, everybody only talks about themselves, have you ever felt lost in a window, desperate to be loved and just been thrown out?” e explode tudo de uma vez, sensacional de novo!! Agora tem de ser a queridinha do disco com “When you know” que faz você sentir um abraço ao escutar, o clipe é formado com vários vídeos de fãs que mandaram durante a pandemia trechos da letra, tendo fãs de todas as partes do mundo participando, é bem divertido assistir, e tratando da letra tem vários momentos dizendo que o amor deve sempre prevalecer e que devemos antes de tudo amar a nós mesmos em diversos momentos. Pra fechar o top cinco vamos com “Pushing Daisis” que fecha o disco em si também, é uma daquelas músicas que anima demais com seu ritmo, e te toca já de primeira quando se escuta, como “Life is a joke and we get dead anyhow, lowlife kids got to live how you wanna live, fuck society, fuck your politics, fuck yourself and fuck the way it is.” E termina o disco com esse grito pra nos libertarmos de todas as amarras emocionais que o mundo impõe a nós, sejamos mais livres das opiniões alheias e saibamos viver mais do momento! Citei cinco músicas mas é real, o disco por completo é sensacional, vale escutar todas como "Sick Joke", "Lowlife", "I revolve (around you)" entre outras, se deliciem ao descobrir os encantos que a banda pronuncia a nós!



Links da banda




sábado, 4 de julho de 2020

Cinco motivos para escutar "Forever and Ever x infinity" do New Found Glory


Pra se alegrar um pouco nesse momento pandêmico que vivemos, os caras do NFG lançaram um disco daqueles estilo dos primórdios pop punk, e alegraram os críticos demais! Fazendo uma somzeira bem enérgica e cheio de riffs contagiantes os caras acertaram mais uma vez, então vamos lá pros cinco motivos de se energizar com esse discaço!

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De prima temos de falar sempre, bandas que ficam tanto tempo em estrada e ainda assim mostrar um trabalho tão bem feito tem de ser muito vangloriado, esse é o DÉCIMO, isso mesmo, décimo disco de estúdio da banda, onde sempre há algumas renovações no estilo das músicas mas a base pop-punk está presente sempre!

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A banda é dos primórdios nesse estilo musical, sendo os percursores junto do Blink, Green Day e talvez o Sum 41 também entre nessa mesma formula musical. Mas onde todas as bandas já modificaram e muito o estilo das músicas, tentando algo mais melódico, algo mais calmo ou até inovando pra algo mais pesado, o NFG se manteve as raízes e nos trouxe mais um disco de puro pop-punk.

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É um disco considerado longo, ainda mais nos dias de hoje onde tudo tem de ser rápido e informações básicas sempre. Tendo quinze faixas onde se desenrola rapidamente em 48 minutos no total, então é guitarra e bateria rápida e muito do Jordan cantando rapidíssimo.

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Acho que um erro de muitas pessoas é colocarem um estilo musical e colocar suas formas em um quadrado, como se fosse um som só trata-se de “x” assuntos, e o que sempre me chama atenção em todos os trabalhos do NFG é que eles abordam diversos temas, seja de um termino de namoro, uma paixão nova, até mandar o presidente pro inferno, fabuloso!
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Agora vou colocar as três que de cara me chamaram a atenção e não paro de escutar! Começando com “Greatest of All Time”, que é uma rapidez absurda e uma pancada na cabeça, mas que vai te elevando pra cima conforme a música vai passando e deixando tudo em um astral lá pra cima, eu colocaria ela todos dias ao acordar pra deixar o dia em um astral melhor, já fique a dica disso aqui. Depois sigo com “Same Side Sitters” que é uma bateria frenética mas o vocal tem um desacelero maior, uma melodia mais bem cantada e não tão rápida, como no refrão “Sit on the same side at the restaurant, and we'll kiss if we want, even though the locals think that we look cringey, maybe they just don't have someone to hold on to, and I'm holding on to you, to you..” que entra naquele aspecto de trazer a rapidez com a harmonia romântica nas músicas da banda. A próxima com certeza é “Do you want to settle down?” que é puríssimo a banda do começo, com falas rápidas e muito ritmo quente, e trechos que ficam na sua cabeça onde você cantarola o dia inteiro, talvez é o hit da banda que vai tocar noite a dentro nos verões da Florida. Agora um bônus tem de colocar “Trophy” que é um ritmo alucinante e uma letra daquelas que esquentam o coração, bonito dever a mistura do frenético e da paixão que a banda consegue conectar muito fácil.


Links da banda



sábado, 27 de junho de 2020

Desmistificando "Parasite Eve” do Bring Me The Horizon


Com uma proposta nova, vou pegar músicas que realmente sinto mexer nas nossas entranhas e produzir um texto em cima. O primeiro é esse absurdo de música do Bring Me The Horizon lançado a poucos dias. Então chega junto e se deliciem.
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"Ao sentir e ouvir a primeira vez essa música foi um misto de euforia e uma ansiedade absurda, a letra, os toques, os riffs e o absurdísmo de tudo o que vivemos, representado nessa canção feita durante a quarentena pela banda. A beira de um colapso mundial onde estamos literalmente sem um rumo de cura ou do que for, a canção apresenta que o maior problema nessa época não é em si o vírus e sim o vazio dentro de nós. Começa em um ritmo mais tranquilo em que o Oliver (vocalista) faz uma brincadeira com as palavras ao dizer que está com uma febre que ninguém deve tocar nele, não acreditando em mais ninguém e simula um espirro, é como a loucura em que plantamos em nossa cabeça que todos podem estar infectados e que ninguém é viável de sua confiança, você está sozinho literalmente, fazendo com que nos forcemos a sentir algo, como o medo no momento mas na verdade é só o excesso da vontade de correr de tudo que sempre temos como escape nos dias “normais”, mas isso não tem como acontecer no agora! Ai vem uma voz robótica dizendo que mantenha a calma o fim está próximo e não há pra onde nem do que correr, que tudo tem uma data, tem o limite e tem o fim, mas aproveite o passeio mesmo que esse seja o fim. Em um trecho a frente é o refrão onde ele grita e exclama com todas as palavras, será que com tudo isso vamos aprender a lição? Parece algo intragável que vivemos mas é algo que deve sim fazer uma mudança em tudo de dentro pra fora de nós, e parafraseando se esse suspense não te matar outra coisa vai, é hora de mudarmos. Há um cântico dizendo que
precisamos procurar pontas de agulha em palheiros, onde temos de achar tudo que procuramos e colocar em quarentena, silenciando tudo e a todos, não apenas do vírus mas sim o grito de revolução, toda voz que grita e impõe é silenciada pelo mundo que não aceita uma revolução e um novo modo de vida, benéfico a todos, o comodismo é o maior mal em que sentamos e ficamos. Seguindo a parte mais forte onde há gritos realmente de guerra, onde se nota uma potência instrumental infernal, onde você se sente mexendo por dentro com a música, onde a alma vibra, fala-se que pode fechar suas janelas, lavar suas mãos e ficar ali sem ser infectado por nada, mas não consegue lavar sua alma em si e apagar todas as coisas em que não se mexe e em tudo que lhe incomoda e te suga sempre, “When life is a prison and death is the door, this ain't a warning, this is a war, war”, como um grito de basta e acabe tudo. Tem mais duas vezes o refrão e volta com a voz robótica onde fala que ninguém pode te salvar, que é o intuito dessa música, vivemos momentos estranhos e extremamente perturbadores, mas além disso, o mais assustador é dar ouvidos a nós mesmos, agora nessa “pausa” que vivemos estamos com a vozes que silenciamos em evidencia e temos sim que escutar e deixar sair, tratarmos de dentro pra fora e que quando isso passar, saibamos usar tudo que vivemos e presenciamos para algo benéfico, chega de opressão a todos, a banda nos escreveu uma carta extremamente forte e potente para agirmos, cabe a cada um saber como usar."



Um grande agradecimento a banda, a música me tocou muito e eu me sinto mais ciente de tudo. Talvez me faltava um grito de revolução pra que me ouvisse mais por dentro, sentindo e observando mais o "eu" em si, tirando do escuro certo demônios e trazendo a vida em resolução. 




sábado, 13 de junho de 2020

This is Little Triggers



Passamos a linha do continente e paramos em Liverpool, isso mesmo. Batemos um papo com um representante da banda Little Triggers, da Inglaterra comentando sobre a banda, projetos futuros e recentes, e até mesmo curiosidades de onde já tocaram. Então segue ai a matéria juntamente da tradução das falas! Vem que é quenteeee!

History of band

“Little Triggers got together when Tom Hamilton, the lead singer and guitarist got together with some other young musicians when he went to study music in Liverpool, the home of the Beatles. The band is now a duo with Tom joined by drummer and backing vocalist Jay Radcliffe. Tom was born in London but Liverpool is his adopted home. The pandemic and lockdown meant that several gigs were cancelled and the band were not able to go into the studio to record a new single as planned. They have spent the time writing and practising with Tom learning to play keyboards. Lockdown is now slowly lifting and the recording studios have reopened.”

Little Triggers se formou quando Tom Hamilton, o vocalista e guitarrista, se juntou a outros jovens músicos quando foi estudar música em Liverpool, a casa dos Beatles. A banda agora é uma dupla com Tom acompanhado pelo baterista e vocalista Jay Radcliffe. Tom nasceu em Londres, mas Liverpool é seu lar adotivo. A pandemia e o bloqueio significaram que vários shows foram cancelados e a banda não pôde entrar no estúdio para gravar um novo single, como planejado. Eles passaram o tempo escrevendo e praticando com Tom aprendendo a tocar teclados. O bloqueio aqui está diminuindo aos poucos assim os estúdios irão reabrir em breve.”

Launched works and future projects.

“The band released their first album last year with the single 'So Fine' featuring on curated Spotify playlists and being chosen as one of Classic Rock magazine's tracks of the year. The band released a new single 'Bang' in February this year and played a 12 gig UK tour. We will record a new single in June for release in August with a video. If allowed, we will go on a UK tour in September/October and will open a huge festival in November called Hard Rock Hell ABC in front of 5,000 people.”

“A banda lançou seu primeiro álbum no ano passado com o single 'So Fine', apresentando em playlists do Spotify e sendo escolhido como uma das faixas da revista Classic Rock do ano. A banda lançou um novo single 'Bang' em fevereiro deste ano e fez uma turnê de 12 shows no Reino Unido. Gravaremos um novo single em junho para lançamento em agosto com um vídeo. Se permitido, faremos uma turnê pelo Reino Unido em setembro / outubro e abriremos um grande festival em novembro chamado Hard Rock Hell ABC pra mais de 5.000 pessoas.”

Memorable band shows
“We played a festival in France near the city of Poiters last year where 3,000 fans went crazy with girls climbing onstage to dance, guys stage diving into the crowd and it ended with a mass stage invasion - crazy! We played another festival in France supporting Iggy Pop and ended up partying with his band.”


“No ano passado, tocamos em um festival na França, perto da cidade de Poiters, onde 3.000 fãs enlouqueceram com garotas subindo ao palco para dançar, caras mergulhando no meio da multidão e terminou com uma invasão em massa - loucura! Tocamos em outro festival na França apoiando Iggy Pop e acabamos festejando com sua banda.”

Leave a message for Brazil fans

”A great big hello to everyone in Brazil who likes our music. We would love to come over for you to see us live as we put on a fantastic show. Love from Little Triggers.”

“Um grande olá para todos no Brasil que gostam da nossa música. Gostaríamos muito de ir até vocês para que nos vissem ao vivo e fazer um show fantástico. Com amor dos Little Triggers.”



Links da banda





sábado, 6 de junho de 2020

Vou lhe falar é da Disaster Cities


Com um som extremante frenético e muita atitude, a banda Disaster Cities já tem muito material lançado e está pra chegar mais coisas nesse ano.  Com isso em um papo bem tranquilo com o Matheus integrante da banda, descobrimos mais particularidades e histórias da banda. Então vai, se acomode e saca que está o fino da bola esse bate papo.

História da banda

"A DC nasceu como uma banda na internet, via conversas casuais sobre projetos musicais e anseios sobre o que deixar registrado na vida musical de cada um. Nos víamos de quatro em quatro meses, em média, para ensaiar e iniciar as primeiras gravações, em curtas rápidas viagens à São Paulo durante 2017. Dois integrantes (Matheus e Rafael) em Chapecó, Santa Catarina, que já se conheciam de longa data. Em São Paulo o ex-baterista Ian Bueno. Em meados de 2018, após os primeiros lançamentos de singles, todos se concentraram em SP capital para início de alguns projetos profissionais e tendo como centro deles a banda funcionando de forma presencial. Ao longo da gravação do Lowa, nosso disco de estreia registrado no Estúdio Costella, Vinicius Cripa também de Chapecó, porém residente de São Paulo há longa data também passou a integrar a banda na função dos sintetizadores. Ainda em 2018 o baterista Daniel Bacon, natural de Natal-RN e músico que já havia integrado algumas outras bandas relacionadas também passou a integrar a DC. O projeto continuou como um quarteto nos seus primeiros dois anos de vida. Por fim, Júlio Miotto (natural do RS e até então em Florianópolis), amigo de longa data - e produtor do segundo álbum que está em processo de finalização - passou a integrar a banda na função de baixista, o qual era desempenhado pelo Rafa, que agora passa a ocupar de forma integral os vocais."

Lançamentos já feitos da banda e projetos a serem lançados


"Temos o Lowa, que é nosso primeiro álbum de estúdio, lançado no dia 01.03.2018 e alguns singles que vieram nesse meio tempo entre a gravação do segundo disco, que vai se chamar Erasing Karma. Ainda em 2018 a gente lançou uma versão de Helter Skelter, dos Beatles e também um último registro que havia ficado guardado desde antes da entrada do Daniel, que se chama Into the Abyss. A gente sempre curtiu dar uma revisitada nas próprias músicas, então re-lançamos em 2018 também uma versão em piano e violino pra Right Next to You, um dos singles do Lowa, que a gente particularmente gosta muito. Estamos fazendo essa mesma dinâmica agora em tempos de quarentena, enquanto as gravações e o mundo não voltam ao novo normal. Pegamos algumas coisas do primeiro disco e estamos revisitando em outros formatos, em outros gêneros que também gostamos, mas não praticamos muito dentro do cotidiano da banda. Essas músicas tão ganhando um webclip exclusivo pro IGTV, mas todo esse material vai pro streaming logo mais. Em outubro de 2019 a gente botou no ar o primeiro single do Erasing Karma, "The Best Way You Used to Know", que ganhou um clipe maravilhoso de fazer, com um personagem que acabou virando nosso amigo pessoal. Seu sérgio. Esse disco novo, que tá previsto para 2020 e ainda não saiu devido essa paralisação mundial vai trazer muita coisa embutida sobre essas vivências pessoais em São Paulo pós mudança. Desde o lançamento desse primeiro single estamos buscando retratar ao máximo a humanização, rostos, pessoas, histórias, karmas pra apagar de todos os dias. Vai ser um bom momento pra gente como indivíduo, frente à todo esse recomeço que a humanidade tá entrando num panorama geral."

Onde já fizeram shows e a mensagem em sua música 

"Desde o começo da banda rodando, a gente fez em torno de 50 shows pra promover o Lowa. Cada uma das cidades que tocamos meio que deu um pouco do gás que serviu pra compor o Erasing Karma agora. Todos os integrantes já vêm de outros projetos e rodagens há algum tempo, mas mesmo assim em alguns lugares é como estar indo pela primeira vez. Me lembro de uma mini tour com o Dead Fish no mato grosso em 2018 que marcou muito, pela recepção das pessoas, organização, contexto. Eu já havia tocado antes nos mesmos lugares, mas foi como uma coisa nova. A parte nordeste da tour, em dezembro de 2018 foi muito marcante também por todas as coisas. Dirigir juntos pelo interior, encontrar alguns amigos de longa data em suas cidades de origem é algo que recorrentemente me passa na memória de um jeito muito bom. A primeira vez (e única até então) que voltamos para Chapecó em fase de tour foi maravilhoso. Florianópolis concentra a maior parcela de amigos e risadas, enfim...De cada lugar a gente leva um pouquinho na hora de voltar. Ainda mais pelo Brasil ser tão "suado" de fazer as coisas acontecerem pra uma banda independente. Então só pelo fato de ter ido já dá uma romantizada maravilhosa na memória. Lugar de banda é no asfalto. A gente quer falar um pouco mais sobre o que ta rolando hoje, enquanto pessoa, enquanto crise existencial de um tempo que começou agora pouco e a grande maioria, praticamente todos os humanos, ainda tão tentando aprender como lidar. Que é essa parada do mundo girando a todo vapor sem tempo pra gente dissecar a gente mesmo como indivíduo e organismo vivo. Esse tipo de olho grosso gera problemas na juventude de hoje, de sempre, mas hoje a gente ta lidando com mil notícias por segundo. Se antes faltava falar sobre, imagina agora. Então acho que a mensagem é uma soma entre as questões do velho e do novo mundo..."quem se vê sozinho levanta a mão, vamos falar sobre isso de uma vez por todas". Acho que esse é o centro das músicas da DC, até porque esse é o sentimento que mais passa pela nossa cabeça também, então a forma de conversar com todo o resto da galera que vive a mesma coisa é de uma forma cantada."

Recado a todos para que conheçam a banda


"A gente agradece demais o espaço e nos botamos disponíveis sempre pra galera que quiser conhecer um pouco mais, trocar um papo e falar sobre música e a vida. Ainda mais nesse momento de isolamento, né. Precisamos nos fortalecer entre os humanos e o que sai desse encontro entre as pessoas vira arte sempre. Logo mais tem segundo álbum na área, enquanto isso é só colar com a gente nas redes sociais, nesse projeto de quarentena que vai abranger alguns capítulos e já a gente ta abordando novos contextos pras músicas que já foram lançadas. Falando um pouco em forma de vídeo sobre os dias de quarentena e convívio. Um grande abraço e saúde à todos."



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Créditos pelas imagens: Rafael Botelho.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

A revolução musical da Binarious



Com um autoral de primeira, a banda Binarious de Brasilia está vindo com uma proposta musical quente e com muito sentimento em toda sua posse, aos ventos proclamam mudanças e mais amor ao mundo. Uma matéria simplista mas cheio de informações, é o que se segue nessa resenha, chega junto e se liberte ao novo.

História da banda


"Apesar do pouco tempo de história, o trio se destaca por movimentar a cena com eventos como a Binarious Listening Party e já marcou presença em festivais importantes da capital federal, entre eles CoMA e Porão do Rock. Baseada em Brasília, a Binarious é uma banda que une trip hop, indie folk e experimental. Transformando em música suas inseguranças e fragilidades, além de reflexões sobre sonhos, esperança, sexualidade, ciência, filosofia e com forte postura girl power, o grupo se reinventa como um trio. Binarious é formada atualmente pela fundadora da banda Andressa Munizo nos vocais e guitarras e pelas multi-instrumentistas Lídia Pessoa (baixo e vocais) e Clara Vidal (bateria). Juntas, elas estão divulgando o novo EP “Um Escape Fácil”. Com edição, mixagem e masterização do vencedor do Grammy Latino, Ricardo Ponte, o EP foi produzido pela banda e está disponível em todas as plataformas de streaming de música."

Influencias musicais

"Nossas influências são principalmente da cena independente brasileira e brasiliense, artistas como Brvnks, YMA, Fresno, Far From Alaska, Supercombo, Boogarins, Vivian Kuczynski, Bolhazul, Joe Silhueta, Dennehy, Young Lights etc. Dos artistas internacionais temos bastante influencia do duo Twenty One Pilots e das meninas do Warpaint, entre outras bandas como Metronomy, The Kills, Pink Floyd, The Do, The Neighbourhood, Nothing But Thieves, Tame Impala e Cleopatrick."

A mensagem que a banda transmite

"Acreditamos que a nossa música seja um impulso sobre a necessidade de se conectar com si mesmo. Fazer as pessoas refletirem sobre seus sonhos e propósitos em conjunto com a ciência e filosofia em um mundo tecnológico onde somos bombardeados todos os dias por milhares de informações. Muitas vezes sentimos uma perda de identidade, pois estão sempre nos dizendo como devemos agir e o que devemos fazer, gerando questionamentos sobre o sentindo da nossa existência e a nossa relação de conexão com a natureza e o universo. Vemos a arte como uma proposta de resinificar a palavra conexão. "

Aos fãs e futuros adoradores da banda


"A Binarious é uma nova ideia e esperamos que ela faça a diferença na perspectiva de vocês ao olhar para o mundo e sentir as coisas. A Binarious é sobre vocês, sobre nós e sobre o mundo em que vivemos, é sobre saber lidar com o caos e o desconhecido e saber aproveitar os dias de sol e quietude, sejam muito bem vindos ao nosso mundo de fragilidades e aos que já conhecem o nosso som, um grande abraço."


Links da banda


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Crédio pelas imagens: Pedro Ribas.

sábado, 9 de maio de 2020

Cinco motivos para escutar Why me? Why not do Liam Gallagher


Liam lançou esse disco com a pronuncia de que era de longe melhor que o seu primeiro disco solo e que aqui ele conseguiu demonstrar todo seu poder em forma musical, sem medos e sem amarras e cheio de potencia nas letras. Agora seguindo nesse fluxo, alavanquei cinco motivos distintos do porque de se ouvir esse baita disco, só ir de cabeça aberta e aproveitar.


"Dois anos após o conceituadíssimo “As You Were” ele voltou com uma drástica mudança no estilo
das músicas, passou de um tom mais melancólico para uma som extremamente britânico elétrico que se assemelha bem mais com o Oasis, mas com vários factoides de Beatles e até mesmo Stones."

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"O álbum como um todo vem mais trabalhado e é muito mais pensado no quesito de enredo, podendo se dizer que foi muito mais pensado em ser utilizado para apresentações em grande escala, como ele vem fazendo pela Europa nos meses antecedentes."

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"É bem forte o tom britpop que só ele consegue colocar nas música principalmente quando ele tem de
soltar a voz mesmo, os alcances de notas que ele consegue em meio a tanta transfusão de instrumentos é bem único e sempre feito com imensa maestria por ele, como exemplo claro em “Meadow”, além da lembrança intensa na voz do John Lennon nessa música, o qual o Liam já demonstrou ser o seu maior ídolo musical."

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"Antes do lançamento do disco muito foi falado sobre a potência da voz do Liam e se ele ainda aguentava aquela potencia toda que ele cantava, principalmente no disco anterior, onde em algumas músicas ele realmente chega a gritar com todo ar esvarando de seus pulmões, e digo a verdade, ele vai conseguir cantar por mil anos ainda se quiser, quanto mais velho melhor está a voz dele, é
incrível."

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"Agora tendo de alavancar três destaques do disco, início com “Gone” que tem um ar até de faroeste pelos seus ritmos e como ele vem cantando de inicio, o som é agradável demais para vários momentos do seu dia mas se você coloca ele na estrada é a trilha sonora perfeita para aproveitar todo
o momento. A quentinha “Now that i’ve found you” como um abraço de alguém que você ama, a música é uma carta linda de sensibilidade por alguém que você sente um amor, e proclamando que pra sempre estará por lá desde que a encontrou, com vozes de fundo, bastante guitarra mas é muito gostosa a ponto de te animar pra voar o mundo, revigorante ao extremo. Minha favorita e que não poderia deixar passar é “Once” que é a música mais poderosa que eu escutei nos últimos tempos, ela é com instrumental bacio e tranquilo, a voz é predominante em boa parte mas a melancolia dela te toca desde a primeira vez que escuta, vem como um soco em “You went down so easy like a glass of wine, my friend when the dawn came up you felt so inspired to do it again, but it turns out you only get to do it once, you only get to do it once...” mais algumas vezes e explode tudo, com uma mini orquestra de fundo, e seu coração vem na boca, emociona demais, é a melhor música do Liam da história!"


O disco tem muitos tesouros, mas deixo para que vocês achem os outros.



Link's do artista




sábado, 18 de abril de 2020

O meteoro Olivia Yells vai colidir com sua existência



Seguinte, aqui vem gente com força e extremo talento dizendo umas poucas e boas que devemos escutar, digo isso sobre Olivia, um meteoro sem parâmetro cheio de raízes profundas e cheio de energia pra mostrar ao mundo. Segue na matéria que tem muito detalhe bacana dessa revelação que vem surgindo no cenário do nosso país.

Quem é Olivia Yells?

"Uma amante. Mas não no conceito que todos conhecemos da nossa língua, e sim, oriundo do sentido de amar tudo muito intensamente. Por trás desse traço, a Olivia carrega uma melancolia e dramaticidade muito grande diante das coisas, e em vezes, solta seus gritos como se estivesse tentando se soltar das amarras internas, onde então, vem seu sobrenome, “Yells”.Olivia Yells é um pouco de todo mundo, e isso trás um questionamento muito grande em cima do que é ser alguém. Do que nos faz nos sentirmos alguém. Na verdade, do que nos faz sentir qualquer coisa. Olivia Yells é uma palhaça." 

Principais Influências

"Quando eu comecei a compor minhas primeiras músicas em 2013 eu escutava muito PopRock, coisa que já não faço mais com tanta frequência hoje em dia, contudo, devo a ele toda a minha influência em estrutura musical. Inclusive, isso me lembra um amigo meu também musicista, Cláudio Sant’Anna, que sempre me diz para “nunca negar minha história”. Eu costumava pensar que talvez minhas músicas tivessem muitos detalhes Pop, mas hoje não é mais um problema pra mim.Quanto à melodia, sou muito inspirada pelo movimento Punk “Riot Grrrl”, ouço muito bandas de mulheres no Rock e no Punk como por exemplo, Bikini Kill, Mannequin Pussy, Le Butcherettes, The Monic, PJ Harvey, etc.Também ouço muito bandas como Queens of The Stone Age, Foo Fighters, Molho Negro e curto muito a pegada rock dos anos 70, como Jefferson Airplane e Led Zeppelin. Na construção melódica da minha música “Good Manners”, meu produtor musical, Lipe Borba, conseguiu construir uma aura levemente setentista combinada com Grunge, o que captou perfeitamente a essência que eu havia pensado pro Single."

Estilo musical e inspirações

"Quando eu penso sobre minhas composições, sempre percebo como em todas elas, pelo menos, existe um teor de um acontecimento real. Acredito que esse é o principal fator para
que a “Good Manners” seja tão poderosa. Quando eu a compus, estava passando por uma situação amorosa diferente, e me toquei que estava vendo a situação um pouco mais clara do que antes, mas só fui perceber isso quando terminei de escrevê-la. Posso dizer que aquilo foi uma epifania tanto musical quanto pessoal.A arte, em geral, é uma ferramenta gigantesca de auto conhecimento. As vezes demora um tempo para entendermos nossas próprias criações, e pra isso, precisamos de paciência. Mas depois disso, é muito bonito poder ligar os pontos e se descobrir um pouquinho mais."

Futuro e lançamentos

"O EP vem logo menos por aí, mas enquanto isso, eu e meu produtor musical, Lipe Borba, estamos produzindo minha próxima música intitulada “I Need You/ You Need Me”. O que eu posso dizer é que essa música é um pouquinho mais calma que a “Good Manners”, mas é tão poderosa quanto! Quanto a parcerias, gosto muito dos
vocais da Karen Dió, da banda Violet Soda. O som deles é incrível e seria muito massa poder tocar com eles algum dia! Em meio a Quarentena, posso dizer que os shows mais próximos por enquanto rolaram pelo meu Instagram @oliviayells por meio de lives, mas logo depois que estiver seguro, vamos ter show ao vivaço da Olivia Yells com tooooooda certeza! Por último, quero agradecer a minha equipe maravilhosa: Lipe Borba, meu produtor musical, Maju Tohme e Elle Freittas, minhas assistentes criativas. Obrigada por acreditarem em mim e me impulsionarem a criar cada vez mais! Obrigada, também, a todos que já ouviram “Good Manners”! Estou absurdamente feliz com os feedbacks."




LINKS DA ARTISTA

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quinta-feira, 9 de abril de 2020

Cinco motivo para escutar II II II da Oversong




A Oversong lançou hoje o seu primeiro EP, cheio de lirismo e muita sensibilidade, um trabalho autoral que dá prazer de sentir as entrelinhas e toda a magia que tem por trás dela, sinto uma enorme alegria de estar junto com eles desde os inícios das gravações. Correr atrás do sonho e fazer maior esforço a realizar é das maiores coisas que o ser humano pode fazer, e esses caras estão fazendo de uma forma esplendorosa! Sem mais delongas, lá vai os cinco motivos!!

“O gostoso de ouvir a Oversong é o misto de influencias, pega ali um riff de 70’’, uma base das balados 80” e a pancadaria de um grunge 90’’, mas ao mesmo tempo tem a sensibilidade da banda
mesmo, sabendo unir tudo isso em uma música só e deixando muito único o som que se extrai e faz você chacoalhar por dentro.”

“O disco é extremamente bem produzido, você escuta todos os timbres ressoando de uma forma muito limpa, as entradas e saídas de solos são precisos e as proclamações de poesia que vem do João faz um enquadramento perfeito, como se o disco fosse uma bela pintura que te absorve a atenção por horas e horas.”

“É fácil de se notar que a banda tem uma química sensacional, amigos que sabem se expressar em conjunto e de uma forma esplendorosa, até em depoimento com um dos integrantes ele cita em como foi feito de forma amistosa e tranquila o disco, mesmo tendo de ser tudo certinho, mas em completa harmonia.”

“Não tem como deixar de dar evidência ao como a banda é nova, feita por integrantes novos e soando tão maduros, o nascimento da banda faz pouquíssimo tempo, e já lançam um trabalho tão profundo e sensível como esse, é isso que devemos vangloriar, dar valor e enaltecer, a correria é intensa mas eles souberam correr e finalizaram bem demais essa primeira “prova”!”

“Se solte e tire as amarras que tem em seus ouvidos, fique livre e deixe tudo te penetrar ao decorrer desse disco. Das batidas intensas em “Espero que seja má” a balada melódica de “Balada do café
preto”, temos de absorver tudo e tomar o quanto mais puder. A você que se senta nessa momento e precisa de uma dose de melancolia eu já deixo a você o play em “Vou ouvir falar de você” que é um poema descorrente em alguns minutos, as batidas te entretêm e faz você se remexer do mais profundo ar do seu pulmão ao ar em volta de ti, sinta isso. Talvez o maior e mais potente single da banda é “7 infernos”, ao tocar em shows você vê toda a plateia se contagiando e gritando pelos quatro cantos, uma resposta ao seu eu, uma resposta em te dizer quem sou eu, com uma emocionante harmonia de fundo que faz arrepiar demais. Páreo a páreo coloque também “Deixa” com sua sensação de uma balada extremamente sensual a se dançar em uma noite estrelada, deixe tudo ao seu redor desconfigurar pra bailar noite a dentro, deixe que o tesão do universo faça você vibrar ao cantarolar por um noite inteira. O ápice do disco pra mim é “Espero que seja má”, a desaceleração e explosão instrumental sempre é algo que me deixa animado ao escutar um disco, e dentro de uma mesma música faz com que você se imploda e sinta mais ainda, seguindo um ritmo extremamente frenético, então torça pra que ela seja má, e vai ser. Sinta tudo, ao extremo.”


Há mais músicas além das listadas, mas deixo para que todos tenham um pouco suas próprias sensações ao ouvir também. Sinta, sinta e sinta tudo que esse disco pode te dar, esse é o único pedido.


Links da banda




**Todas fotos da matéria fornecida pela própria banda.